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	<title>Cinesur &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Professor defende cinema nas escolas para formar público e fortalecer o audiovisual brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 11:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto o setor audiovisual brasileiro concentra esforços na regulamentação das plataformas de streaming, um debate igualmente estratégico ganhou força durante o Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito (Cinesur 2025). O professor, cineasta e crítico de cinema Marcelo Ikeda, da Universidade Federal do Ceará (UFC), defendeu que o país precisa olhar também para a formação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto o setor audiovisual brasileiro concentra esforços na regulamentação das plataformas de streaming, um debate igualmente estratégico ganhou força durante o Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito (Cinesur 2025). O professor, cineasta e crítico de cinema Marcelo Ikeda, da Universidade Federal do Ceará (UFC), defendeu que o país precisa olhar também para a formação de público — e que isso passa, obrigatoriamente, pelas escolas.</p>
<p>Ikeda lembra que desde 2014 existe a Lei 13.006, que determina a exibição obrigatória de filmes nacionais nas escolas de educação básica. No entanto, a norma nunca foi regulamentada, o que impede sua aplicação prática.</p>
<blockquote><p>“A regulação do streaming é urgente e necessária, mas não podemos esquecer da base. Exibir cinema brasileiro nas escolas é uma política de formação de público, de cidadania, e está prevista em lei. O que falta é estrutura para colocá-la em prática”, afirmou o professor à Agência Brasil.</p></blockquote>
<h3><strong>Cinema como ferramenta de formação</strong></h3>
<p>Segundo Ikeda, a escola é o espaço ideal para aproximar crianças e adolescentes do cinema nacional, não apenas como entretenimento, mas como parte do processo educacional e cultural.</p>
<p>Para isso, seria necessário não apenas exibir os filmes, mas garantir condições adequadas: projetores, acesso legal às obras, licenças para exibição e, principalmente, preparo pedagógico dos professores ou de cineclubistas que possam conduzir debates e discussões após as sessões.</p>
<blockquote><p>“A formação de público não se resume a assistir aos filmes. É preciso conversar sobre eles, entender suas narrativas, sua importância cultural. Esse debate é que cria espectadores críticos e engajados”, destacou.</p></blockquote>
<h3><strong>Custo baixo, alto impacto</strong></h3>
<p>Ikeda defende que a política de levar o cinema para as escolas demandaria baixo investimento público, se comparada a grandes projetos de construção de salas comerciais.</p>
<blockquote><p>“É uma política de base. Para chegar de fato às pessoas, é preciso trabalhar nos locais, dentro das escolas, em conexão com a comunidade. É mais eficaz do que apenas ampliar o circuito em shoppings. É uma ação que exige planejamento, agentes multiplicadores e programação cultural próxima da realidade dos alunos”, explicou.</p></blockquote>
<h3><strong>Festival Cinesur 2025</strong></h3>
<p>O debate ocorreu durante o seminário <em>Cinema, Políticas e Mercado – A Distribuição do Filme Independente no Brasil</em>, que integra a programação do Cinesur 2025. O festival, realizado em Bonito (MS), exibe 63 filmes de nove países sul-americanos até 2 de agosto, promovendo também cursos, oficinas e seminários.</p>
<p>Todas as atividades do evento são gratuitas, e a programação completa pode ser conferida no <a href="https://bonitocinesur.com.br/2025/" target="_blank" rel="noopener">site oficial do festival</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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