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	<title>cientistas europeus &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Foi identificados 42 genes para conhecer melhor a doença Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 15:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de pesquisadores europeus identificou 75 áreas do genoma humano associadas à doença de Alzheimer, das quais 42 nunca tinham sido relacionadas à doença. A nova lista de genes oferece oportunidade para melhor compreensão dos processos degenerativos, assim como novas pistas para tratamento mais eficaz. O estudo recolheu dados de 111.326 casos para caracterizar [&#8230;]]]></description>
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<p>Um grupo de pesquisadores europeus identificou 75 áreas do genoma humano associadas à doença de Alzheimer, das quais 42 nunca tinham sido relacionadas à doença. A nova lista de genes oferece oportunidade para melhor compreensão dos processos degenerativos, assim como novas pistas para tratamento mais eficaz.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O estudo recolheu dados de 111.326 casos para caracterizar o quadro genético da doença de Alzheimer. Para estudo comparativo foram também analisados dados do genoma humano de 677.663 indivíduos saudáveis.</p>
<p>Os genomas foram fornecidos por clínicas em mais de 15 países da União Europeia e dados provenientes da Argentina, Austrália, do Brasil, Canadá, da Islândia, Nigéria, Nova Zelândia, do Reino Unido e dos Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;Esse é um estudo de referência no campo da pesquisa do Alzheimer e é o resultado de 30 anos de trabalho&#8221;, disse a coautora do estudo Julie Williams, diretora do Centro de Pesquisa de Demência do Reino Unido, na Universidade de Cardiff.</p>
<p>Os 42 genes associados à doença indicam novos caminhos para combater sua progressão.</p>
<p>Se o tabagismo, a atividade física ou a dieta podem influenciar o risco de desenvolver o Alzheimer, Williams destaca que a genética pode também contribuir para a patologia.</p>
<p>&#8220;Sessenta a 80 por cento do risco de doença é baseado na nossa genética e, portanto, devemos continuar a procurar as causas biológicas e desenvolver tratamentos muito necessários para milhões de pessoas afetadas em todo o mundo&#8221;, observou.</p>
<h2>Sistema imunológico</h2>
<p>Além do já conhecido gene APOE e4 ou das proteínas de beta-amilóide e tau, na nova lista estão identificados genes associados a processos de inflamação e células do sistema imunilógico que podem danificar células cerebrais.</p>
<p>A análise detalhada de um regulador imunológico chamado Lubac, necessário ao corpo para ativar os genes e prevenir a morte celular, foi um dos pontos de partida.</p>
<p>O estudo descobriu que a microglia, célula do sistema imunológico no cérebro, que tem por missão &#8220;tirar o lixo&#8221; – limpar os neurônios danificados – desempenha papel fundamental em pessoas diagnosticadas com doença de Alzheimer.</p>
<p>Alguns dos genes descobertos podem fazer com que a microglia seja menos eficiente. Se essa célula perder eficácia, &#8220;a doença poderá ser acelerada&#8221;, disse Julie Williams.</p>
<p>O estudo identificou também genes associados à inflamação, que envolvem citocinas ou proteínas capazes de provocar a morte de células tumorais. O mau funcionamento dessas proteínas pode permitir que inflamações evoluam para tumores.</p>
<p>O corpo desencadeia processo inflamatório como mecanismo de defesa para matar agentes patogênicos. Desempenha também papel na remoção de células danificadas. O estudo encontrou um conjunto de genes associados às proteínas de Necrose Tumoral Alfa, como é denominado.</p>
<p>Durante a análise desses processos, a investigação encontrou uma proteína que se destacou no sistema imunológico para regular a inflamação. Embora o verdadeiro papel do processo químico seja reunir as defesas do corpo para a luta contra a infecção, essa reação também tem impacto em muitas doenças autoimunes, nas quais o corpo se volta contra si mesmo, como artrite reumatoide, psoríase, doença de Crohn e diabetes tipo 1, explicam os cientistas.</p>
<p>As interações genéticas foram encontradas pelo estudo e todas mostram que &#8220;a doença de Alzheimer é multifatorial, composta de diferentes patologias, e cada pessoa tem seu próprio caminho&#8221;, disse Richard Isaacson, diretor da Clínica de Prevenção de Alzheimer, do Centro de Saúde do Cérebro, da Faculdade de Medicina Schmidt da Florida Atlantic University.</p>
<p>&#8220;A doença se apresenta de maneira diferente e progride de maneira diferente em pessoas diferentes&#8221;, explicou Issacson.</p>
<p>Essas descobertas fornecerão aos cientistas novos indicadores e ferramentas para tratamentos, medicamentos e conselhos para alterações de estilo de vida, que podem reduzir o risco da doença cerebral, dizem os pesquisadores.</p>
<p>Para Isaacson, o futuro da doença de Alzheimer é a medicina de precisão e prevenção.</p>
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