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	<title>Cidade Maravilhosa &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Jane Catulle Mendès: a poeta que deu ao Rio o título de “Cidade Maravilhosa”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 12:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 1911, a chegada de Jane Catulle Mendès ao Rio de Janeiro transformou-se em um dos maiores acontecimentos culturais do período. A poeta francesa, já reconhecida em Paris, desembarcou na então capital federal e, deslumbrada com o pôr do sol sobre a Baía de Guanabara, batizou a cidade com a expressão que atravessaria gerações: “Cidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1911, a chegada de Jane Catulle Mendès ao Rio de Janeiro transformou-se em um dos maiores acontecimentos culturais do período. A poeta francesa, já reconhecida em Paris, desembarcou na então capital federal e, deslumbrada com o pôr do sol sobre a Baía de Guanabara, batizou a cidade com a expressão que atravessaria gerações: “Cidade Maravilhosa”.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-86082" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/02-Jane-Catulle-Mendes-a-poeta-que-deu-ao-Rio-o-titulo-de-Cidade-Maravilhosa-Expresso-Carioca.webp?resize=250%2C359&#038;ssl=1" alt="Jane Catulle Mendès A Poeta Que Deu Ao Rio O Título De Cidade Maravilhosa - Expresso Carioca" width="250" height="359" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/02-Jane-Catulle-Mendes-a-poeta-que-deu-ao-Rio-o-titulo-de-Cidade-Maravilhosa-Expresso-Carioca.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/02-Jane-Catulle-Mendes-a-poeta-que-deu-ao-Rio-o-titulo-de-Cidade-Maravilhosa-Expresso-Carioca.webp?resize=209%2C300&amp;ssl=1 209w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/02-Jane-Catulle-Mendes-a-poeta-que-deu-ao-Rio-o-titulo-de-Cidade-Maravilhosa-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C216&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" />Essa autoria, até hoje quase esquecida, é agora restituída pelo jornalista e pesquisador Rafael Sento Sé em <em>A poeta da Cidade Maravilhosa</em> (Autêntica Editora). Fruto de 13 anos de investigação, o livro reúne arquivos, jornais, cartas e documentos que revelam a importância da escritora para a cultura carioca e mundial.</p>
<p>Do trabalho emergiu também outra descoberta: o livro <em>La Ville Merveilleuse</em>, publicado por Jane em Paris, em 1913, com 33 poemas dedicados ao Rio de Janeiro, agora traduzidos pela primeira vez para o português.</p>
<p>“Com maestria literária e apoiado em notável pesquisa, Rafael Sento Sé nos oferece testemunhos da emancipação feminina nas primeiras décadas do século XX. Conduz-nos também ao ambiente intelectual e social de Paris e do Rio”, escreve a historiadora Mary Del Priore, que assina o texto de orelha.</p>
<h3>Uma mulher à frente de seu tempo</h3>
<p>Nascida em 1867, Jane foi viúva do poeta Catulle Mendès, grande difusor do parnasianismo. Frequentava a elite artística parisiense, era comadre da atriz Sarah Bernhardt e conviveu com nomes como Jean Cocteau. Sua família também se ligava às artes: suas enteadas foram eternizadas no quadro <em>As meninas ao piano</em>, de Renoir, hoje no Metropolitan Museum de Nova York.</p>
<p>Em Paris, Jane se destacou por integrar um jornal produzido apenas por mulheres — ousadia para a época. No Brasil, sua passagem de três meses foi marcada por conferências, encontros literários e até uma espécie de “coletiva de imprensa” no Hotel dos Estrangeiros, pioneira em afirmar-se como intelectual autônoma diante da sociedade patriarcal.</p>
<h3>Redes femininas e silenciamentos</h3>
<p>A pesquisa de Sento Sé também resgata a rede de escritoras brasileiras com quem Jane dialogou no Rio, mulheres igualmente esquecidas pela história oficial. Entre elas:</p>
<ul>
<li><strong>Júlia Lopes de Almeida</strong>, anfitriã da francesa em seu famoso “salão verde” e impedida de ingressar na Academia Brasileira de Letras por ser mulher;</li>
<li><strong>Gilka Machado</strong>, poetisa que escandalizou a elite ao assumir a sexualidade feminina em seus versos;</li>
<li><strong>Leolinda Daltro</strong>, professora, sufragista e fundadora do Partido Republicano Feminino;</li>
<li><strong>Emília Moncorvo Bandeira de Melo</strong>, jornalista e dramaturga de destaque no período.</li>
</ul>
<h3>Um legado redescoberto</h3>
<p>A trajetória de Jane Catulle Mendès ajuda a compreender não apenas a criação da marca mais célebre do Rio de Janeiro, mas também o contexto de modernidade, resistência e protagonismo feminino que florescia nas primeiras décadas do século XX. Esquecida por décadas na França e no Brasil, a poeta volta agora ao lugar de onde jamais deveria ter saído: o da memória cultural e histórica que consagrou o Rio como Cidade Maravilhosa.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>A POETA DA CIDADE MARAVILHOSA<br />
</strong><em>Jane Catulle Mendès e a viagem que criou o sonho de um Rio de Janeiro na Belle Époque</em></p>
<p><strong>Editora: </strong>Autêntica<strong><br />
Autoria: </strong>Rafael Sento Sé<br />
<strong>Páginas:</strong> 224<br />
<strong>Formato: </strong>14 x 21<br />
<strong>Acabamento:</strong> Brochura<br />
<strong>ISBN físico: </strong>978-65-5928-629-4<br />
<strong>Preço: </strong>R$ 69,80</p>
<p><strong>ISBN digital: </strong>978-65-5928-630-0<br />
<strong>Preço e-book:</strong> R$ 48,90</p>
<p><strong>Instagram:</strong> <a href="https://www.instagram.com/autenticaeditora/" target="_blank" rel="noopener">@autenticaeditora</a><br />
<a href="http://www.grupoautentica.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.grupoautentica.com.br</a></p>
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		<title>No aniversário da Cidade Maravilhosa tem comemoração no Casarão do Firmino com show da Família Macabu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 21:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Casarão do Firmino]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade Maravilhosa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Família Macabu]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta (01), aniversário da Cidade Maravilhosa, a partir das 18h, tem show do Grupo Família Macabu no Casarão do Firmino, que fica na rua da relação – 19 e estamos à sua espera, com chopp liberado até as 19h30. A abertura do evento fica com Rapha Mendes e o grupo Nossa Verdade. Nos intervalos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta (01), aniversário da Cidade Maravilhosa, a partir das 18h, tem show do Grupo Família Macabu no Casarão do Firmino, que fica na rua da relação – 19 e estamos à sua espera, com chopp liberado até as 19h30. A abertura do evento fica com Rapha Mendes e o grupo Nossa Verdade. Nos intervalos a DJ Nicolle Neumann animando a galera!</p>
<p>”É uma ventania que vem me levar, me balançar&#8230; E me mostrar que a vida é um vento e vai”</p>
<p>Quem não samba quando ouve Família Macabu? Composta por dois irmãos que tocam, cantam e compõem somados a uma banda experiente, o grupo é reconhecido no universo da nova geração do samba pela originalidade e ousadia de suas canções e por fazerem parte da nata dos melhores cavaquinistas e violinistas da atualidade.</p>
<p>Os irmãos Macabu iniciaram suas carreiras musicais aos 12 anos, tendo como influência familiar musical o jazz, o soul e o samba e, entraram ainda novos, aos 12 e 16 anos, respectivamente, na banda oficial do Cacique de Ramos, convivendo assim com grandes nomes.</p>
<p>Em 2008, logo viram composições suas, como “Vento” e “Minha Jangada” estourarem, virando sucesso na boca do público.</p>
<p>Sobre a Casa, um “Palácio do Samba”, como é popularmente conhecido, localizado no berço da boemia carioca, no bairro da Lapa, entre o Centro e a zona sul do Rio de Janeiro, o Casarão do Firmino é conhecido pelas tradicionais rodas de samba que reúnem grandes nomes do cenário musical, pessoas de todos os cantos do Rio de Janeiro, além de turistas brasileiros e estrangeiros.</p>
<p>O idealizador do Casarão é o empresário Carlos Firmino, de 42 anos, que dá nome ao espaço cultural, que ocupa uma área coberta e ampla, de fácil acesso, situada na efervescência cultural do Rio. O Casarão também é símbolo de resistência. Os eventos buscam resgatar a essência do samba, com entradas gratuitas ou colaborativas, em que cada frequentador contribui se quiser e com quanto puder. O principal objetivo é manter vivo o ritmo que mexe com pessoas do mundo inteiro.</p>
<p>“Amarra a marimba e espalha a fofoca!” O bordão já é uma marca. A expressão criada por Carlos Firmino para divulgar as atrações do Casarão, hoje, é repetida por artistas e frequentadores assíduos do espaço mais concorrido da boêmia Lapa. E não apenas a frase ganhou fama. A fila que se estende pela rua da Relação e toma a calçada da esquina, na Lavradio, reforça que o Palácio do Samba é ponto de encontro de cariocas e turistas.</p>
<p>Aliás, o local parece estar mesmo na moda. É cada vez mais comum encontrar no estacionamento decorado &#8211; são samambaias, lâmpadas, placas e pinturas que celebram orixás e homenageiam Nelson Mandela -, atores, atrizes, jornalistas, influenciadores digitais e grandes nomes do mundo do samba. Recentemente, Moacyr Luz, Xande de Pilares, Pique Novo, Sombrinha, Feyjão, Jorge Aragão passaram pela casa.</p>
<p>Vinny Santa Fé, Délcio Luiz, Gabriel da Muda, Nego Álvaro, Toninho Geraes e Serginho Meriti também estão sempre presentes e são sinônimo de sucesso de público. O grupo Arruda é outra atração que atrai fãs de todos os cantos da cidade, assim como o Pagode da Beta, potência dessa geração que não deixa o samba morrer.</p>
<p>Lembrando que tem aquele esquema que você já conhece: Você paga um valor colaborativo, na maior casa de samba do centro do Rio.</p>
<p>E uma dica: Cheguem cedo porque a casa lota, pois a procura pelo evento é muito grande e você não vai ficar de fora né?!!.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Família Macabu no Pagode do Casarão do Firmino na Lapa</strong> &#8211; Abertura do evento com Rapha Mendes e o Grupo Nossa Verdade, e, nos intervalos a DJ Nicolle Neumann</p>
<p><strong>Data: </strong>01 de Março &#8211; Sexta-feira<br />
<strong>Local:</strong> Rua da Relação, 19, na Lapa<br />
<strong>Horário:</strong> A partir as 18h</p>
<p><em>Entrada Colaborativa</em></p>
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