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	<title>chuvas no rio grande do sul &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>chuvas no rio grande do sul &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Porto Alegre enfrenta desafio de gestão de resíduos pós-enchentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 21:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Sete meses após as enchentes históricas que devastaram o Rio Grande do Sul, Porto Alegre ainda enfrenta os desafios de gestão dos resíduos acumulados durante a tragédia. Segundo a prefeitura, 180 mil toneladas de lixo foram recolhidas, mas cerca de 50 mil toneladas permanecem em áreas de armazenamento temporário, aguardando destinação final para aterros sanitários [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sete meses após as enchentes históricas que devastaram o Rio Grande do Sul, Porto Alegre ainda enfrenta os desafios de gestão dos resíduos acumulados durante a tragédia. Segundo a prefeitura, 180 mil toneladas de lixo foram recolhidas, mas cerca de 50 mil toneladas permanecem em áreas de armazenamento temporário, aguardando destinação final para aterros sanitários em Minas do Leão e Santo Antônio da Patrulha.</p>
<p>Esse volume impressionante equivale a 146 dias de trabalho do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), responsável por recolher, em média, 1.780 toneladas de resíduos por dia na cidade. Durante a crise, nove áreas chamadas de &#8220;bota-espera&#8221; foram criadas para armazenar temporariamente os resíduos. Atualmente, apenas o depósito na Avenida Severo Dullius, no bairro Sarandi, ainda está em operação, com prazo de 75 dias para remoção total dos materiais.</p>
<h3>Esforços emergenciais e impactos econômicos</h3>
<figure id="attachment_80865" aria-describedby="caption-attachment-80865" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-80865" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Residuos-do-Bota-Espera-na-Av.-Loureiro-da-Silva-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C243&#038;ssl=1" alt="Porto Alegre Enfrenta Desafio De Gestão De Resíduos Pós Enchentes - Expresso Carioca" width="365" height="243" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Residuos-do-Bota-Espera-na-Av.-Loureiro-da-Silva-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Residuos-do-Bota-Espera-na-Av.-Loureiro-da-Silva-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Residuos-do-Bota-Espera-na-Av.-Loureiro-da-Silva-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-80865" class="wp-caption-text">Resíduos do Bota-Espera na Av. Loureiro da Silva, são destinados para *aterro de inertes* em Gravataí. &#8211; Fotos: Júlio Ferreira/ PMPA/Arquivo</figcaption></figure>
<p>Para lidar com a situação, a prefeitura firmou mais de 100 contratos emergenciais, incluindo a contratação de caminhões, equipamentos e mão de obra, em um esforço que envolveu cerca de 4 mil trabalhadores ao longo de sete meses. O custo total das operações, incluindo remoção de entulhos, limpeza urbana e recuperação de áreas públicas, foi estimado em R$ 200 milhões.</p>
<p>“Tivemos que mobilizar um grande contingente para garantir a limpeza e a destinação adequada dos resíduos, além de reparar os danos causados às áreas públicas. É um trabalho que ainda não terminou completamente”, afirmou Carlos Alberto Hundertmarker, diretor-geral do DMLU.</p>
<h3>Coleta seletiva prejudicada e desafios futuros</h3>
<p>A catástrofe também afetou a estrutura de triagem de resíduos recicláveis na cidade. Dos 17 pontos de triagem, 8 ficaram inutilizáveis devido aos alagamentos, comprometendo a operação e aumentando a quantidade de materiais recicláveis enviados aos aterros. Apesar de Porto Alegre registrar um índice de 6% de resíduos reciclados, acima da média nacional de 2,7%, cerca de 40,5% dos materiais com potencial de reciclagem ainda são descartados de forma inadequada, segundo o DMLU.</p>
<p>“Porto Alegre já foi referência em coleta seletiva no país, mas precisamos retomar essa liderança. Muitos moradores ainda misturam resíduos recicláveis com orgânicos, o que aumenta o custo e prejudica o ambiente”, destacou Hundertmarker.</p>
<h3>Uma tragédia de grandes proporções</h3>
<p>Além dos desafios de limpeza e gestão de resíduos, as enchentes deixaram marcas profundas na cidade e em todo o estado. Porto Alegre registrou cinco mortes e uma pessoa desaparecida, enquanto a região metropolitana contabilizou mais de 50 vítimas fatais. Em todo o Rio Grande do Sul, o número de mortos chegou a 183, com 27 pessoas ainda desaparecidas.</p>
<p>Os esforços para superar os impactos da tragédia seguem em curso, com a expectativa de que as operações de limpeza sejam concluídas nos próximos meses. A experiência reforça a necessidade de aprimorar a gestão de resíduos e de preparar a cidade para enfrentar futuros eventos climáticos extremos.</p>
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		<title>Um mês de calamidade: A cronologia dos alertas da tragédia no RS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/um-mes-de-calamidade-a-cronologia-dos-alertas-da-tragedia-no-rs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jun 2024 20:29:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas no rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Impactados pelo incêndio que, um dia antes, havia matado dez pessoas em uma pousada contratada pela prefeitura de Porto Alegre para abrigar pessoas em situação de rua, poucos deram atenção à frente fria que chegou à capital gaúcha no dia 27 de abril de 2024. Às 7h50 daquele sábado, a Defesa Civil municipal emitiu um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Impactados pelo incêndio que, um dia antes, havia matado dez pessoas em uma pousada contratada pela prefeitura de Porto Alegre para abrigar pessoas em situação de rua, poucos deram atenção à frente fria que chegou à capital gaúcha no dia 27 de abril de 2024.</p>
<p>Às 7h50 daquele sábado, a Defesa Civil municipal emitiu um alerta sobre a “possibilidade de chuvas intensas e ventos fortes” entre o fim da tarde e a madrugada seguinte (28). O tom do aviso, contudo, não indicava a gravidade do que estava por vir.</p>
<p>“Evite transitar na rua durante esse período”, recomendava o órgão municipal no alerta compartilhado no site da prefeitura. Quase simultaneamente, a prefeitura divulgou a confirmação de uma feira de troca de livros e de um evento para adoção de animais naquela mesma tarde, além de detalhes sobre o esquema de trânsito para uma maratona com cerca de 7 mil participantes, no domingo.</p>
<figure id="attachment_77310" aria-describedby="caption-attachment-77310" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-77310" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Bairro-Farrapos-em-Porto-Alegre-alagado.-Chuvas-inundaram-cidades-inteiras-no-Rio-Grande-do-Su.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Bairro Farrapos, Em Porto Alegre, Alagado. Chuvas Inundaram Cidades Inteiras No Rio Grande Do Sul - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Bairro-Farrapos-em-Porto-Alegre-alagado.-Chuvas-inundaram-cidades-inteiras-no-Rio-Grande-do-Su.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Bairro-Farrapos-em-Porto-Alegre-alagado.-Chuvas-inundaram-cidades-inteiras-no-Rio-Grande-do-Su.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Bairro-Farrapos-em-Porto-Alegre-alagado.-Chuvas-inundaram-cidades-inteiras-no-Rio-Grande-do-Su.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Bairro-Farrapos-em-Porto-Alegre-alagado.-Chuvas-inundaram-cidades-inteiras-no-Rio-Grande-do-Su.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-77310" class="wp-caption-text">Bairro Farrapos, em Porto Alegre, alagado. Chuvas inundaram cidades inteiras no Rio Grande do Su. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>“Choveu muito aqui, ontem [sábado], então há muitas poças d´água e tudo o mais”, registrou o jornalista Ruy Ferrari em um vídeo gravado pouco antes da largada da corrida no domingo. Nas imagens, é possível ver a capital coberta por nuvens.</p>
<p>De acordo com a MetSul Meteorologia, choveu em Porto Alegre, no sábado (27), o equivalente a 43 milímetros (mm) em apenas seis horas. Além de alagamentos e transtornos, o mau tempo afetou as operações no Aeroporto Salgado Filho. Dois aviões da Azul, provenientes de Curitiba, tiveram que pousar em Florianópolis e aguardar condições melhores para seguir viagem até Porto Alegre.</p>
<p>Após o primeiro alerta sobre “a possibilidade de chuva intensa”, a prefeitura de Porto Alegre voltou ao assunto na manhã de segunda-feira (29), informando que a retirada de fios e cabos de telecomunicações em desuso e a aplicação de inseticida contra mosquitos no bairro Vila Jardim foram suspensas devido ao mau tempo. Horas mais tarde, a prefeitura reconheceu a gravidade da situação, informando sobre “um aumento nas ocorrências” relacionadas a deslizamentos de solo e danos em telhados, com moradores de 12 bairros solicitando atendimentos emergenciais. A elevação do nível do Guaíba já era motivo de preocupação. Quatro dias depois, na quinta-feira (2), a prefeitura decretaria estado de calamidade pública municipal.</p>
<h4><strong>Interior</strong></h4>
<p>Antes de atingir a região metropolitana de Porto Alegre, os temporais causaram prejuízos em outras cidades gaúchas, como Sant´Ana do Livramento, no oeste do estado, e Pelotas, no extremo sul. As primeiras precipitações significativas começaram no dia 26 e se intensificaram nos dias seguintes.</p>
<p>No dia 27, um tornado atingiu a zona rural de São Martinho da Serra, no centro do estado, sem causar grandes danos. Em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, centenas de casas foram destelhadas e o fornecimento de energia elétrica foi interrompido. A Defesa Civil municipal orientou os moradores do bairro Várzea a deixarem suas residências devido ao risco de alagamento, pois o Rio Pardinho já estava transbordando.</p>
<figure id="attachment_77312" aria-describedby="caption-attachment-77312" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-77312" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Chuvas-levaram-milhares-de-pessoas-a-deixarem-suas-casas-e-irem-para-abrigos-publicos-Expresso-Carioca.jpeg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Chuvas Levaram Milhares De Pessoas A Deixarem Suas Casas E Irem Para Abrigos Públicos - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Chuvas-levaram-milhares-de-pessoas-a-deixarem-suas-casas-e-irem-para-abrigos-publicos-Expresso-Carioca.jpeg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Chuvas-levaram-milhares-de-pessoas-a-deixarem-suas-casas-e-irem-para-abrigos-publicos-Expresso-Carioca.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Chuvas-levaram-milhares-de-pessoas-a-deixarem-suas-casas-e-irem-para-abrigos-publicos-Expresso-Carioca.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Chuvas-levaram-milhares-de-pessoas-a-deixarem-suas-casas-e-irem-para-abrigos-publicos-Expresso-Carioca.jpeg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-77312" class="wp-caption-text">Chuvas levaram milhares de pessoas a deixarem suas casas e irem para abrigos públicos. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>“Desde o dia 27, estamos passando por um período bastante difícil, afetados por um desastre natural. [Houve] queda de granizo, ventos fortes e chuva intensa”, comentou o secretário de Segurança e Mobilidade Urbana de Santa Cruz do Sul, José Joaquim Dias Barbosa. “Nossa cidade está sendo assolada por uma situação bastante grave e muito preocupante, pois continua chovendo”, acrescentou a prefeita Helena Hermany.</p>
<h4><strong>Primeiras Mortes</strong></h4>
<p>Em 30 de abril, um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) resgatou, em Candelária, a primeira de uma série de famílias ilhadas pelas enchentes. No dia 29, as duas primeiras mortes associadas às chuvas ocorreram em Paverama. Só então, o governador Eduardo Leite se pronunciou sobre a situação.</p>
<p>“Eu não sou o homem do tempo, mas toda vez que eu souber de notícia grave sobre o clima aqui no estado, vou compartilhar com vocês”, comentou Leite em um vídeo. “Neste momento, o alerta dá conta dessas regiões do estado, mas provavelmente, amanhã, já tenhamos a transformação disso para o grau severo para todo o estado”, acrescentou o governador.</p>
<p>No mesmo vídeo, ele mencionou que, até o dia 29, já havia chovido, em algumas localidades, até 200 mm. “Há a perspectiva de, até o fim da semana, chover mais 150 mm, podendo chegar a 300 mm em algumas regiões”.</p>
<h4><strong>Prevenção</strong></h4>
<figure id="attachment_77311" aria-describedby="caption-attachment-77311" style="width: 463px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77311" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Centro-historico-de-Porto-Alegre-foi-tomado-pela-agua-no-mes-de-maio.-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C347&#038;ssl=1" alt="Centro Histórico De Porto Alegre Foi Tomado Pela água No Mês De Maio - Expresso Carioca" width="463" height="347" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Centro-historico-de-Porto-Alegre-foi-tomado-pela-agua-no-mes-de-maio.-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Centro-historico-de-Porto-Alegre-foi-tomado-pela-agua-no-mes-de-maio.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Centro-historico-de-Porto-Alegre-foi-tomado-pela-agua-no-mes-de-maio.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-77311" class="wp-caption-text">Centro histórico de Porto Alegre foi tomado pela água no mês de maio. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A sucessão dos fatos levantou uma questão: por que os órgãos responsáveis não foram capazes de alertar a população, em tempo hábil, sobre a real dimensão do perigo? Se já em 25 de abril, a Defesa Civil do Rio Grande do Sul identificou que temporais trariam risco de alagamentos, ventos fortes e transbordamento de cursos d´água, por que só a partir do início de maio, quando a infraestrutura de algumas cidades já tinha sido comprometida, os alertas ganharam a necessária ênfase?</p>
<p>Em entrevistas publicadas pela Agência Brasil em 15 de maio, especialistas foram unânimes ao sustentar que, com treinamento adequado, é possível ao menos minimizar as consequências dos fenômenos climáticos.</p>
<p>“Não temos uma Defesa Civil eficiente. Ela está desestruturada, com dificuldades, mal aparelhada, sucateada. E sem mecanismos de alerta. Além disso, a população tem problemas de acesso às informações de prevenção”, disse o geólogo Rualdo Menegat, professor da UFRGS.</p>
<p>“As defesas civis de alguns municípios têm uma ou duas pessoas. Poucos têm uma Defesa Civil consolidada. E a população precisa de treinamento para saber se defender”, comentou o engenheiro civil e professor da PUC-RS, Jaime Federici Gomes. “Imaginemos o exemplo do Japão, que lida com furacões, terremotos e maremotos, e tem toda uma estrutura para conviver com esses eventos extremos. Precisamos aprender a nos defender, a lidar com essas situações e fazer as adaptações estruturais”, completou Gomes.</p>
<h4><strong>Alarme</strong></h4>
<figure id="attachment_77309" aria-describedby="caption-attachment-77309" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77309" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Alagado-Aeroporto-Salgado-Filho-em-Porto-Alegre-parou-de-operar-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C308&#038;ssl=1" alt="Alagado, Aeroporto Salgado Filho, Em Porto Alegre, Parou De Operar - Carioca" width="463" height="308" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Alagado-Aeroporto-Salgado-Filho-em-Porto-Alegre-parou-de-operar-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Alagado-Aeroporto-Salgado-Filho-em-Porto-Alegre-parou-de-operar-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/01-Alagado-Aeroporto-Salgado-Filho-em-Porto-Alegre-parou-de-operar-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-77309" class="wp-caption-text">Alagado, Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, parou de operar. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>No início da tarde do dia 30, o governador Eduardo Leite voltou a fazer uma transmissão, reconhecendo que, em vários municípios, a situação já era “preocupante”. Ele conversou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que assegurou que o governo federal enviaria ajuda ao estado e aos municípios gaúchos.</p>
<p>No mesmo dia, a Defesa Civil emitiu um alerta recomendando que as prefeituras adotassem seus “planos de contingência, implementando os abrigos públicos e realizando a retirada das pessoas que vivem nas margens dos rios”. Moradores de áreas de risco de seis cidades (São Francisco de Paula, Canela, Gramado, Nova Petrópolis, Vale Real e Feliz) deviam buscar locais seguros.</p>
<p>No dia 1 de maio, o governo do Rio Grande do Sul decretou estado de calamidade pública. O estado já contabilizava ao menos dez mortos e 21 desaparecidos. Leite reconhecia que a destruição prenunciava o “maior desastre da história” gaúcha em termos de prejuízo material.</p>
<p>O governador negou ter demorado a agir para alertar e evacuar a população. Em entrevista à BBC Brasil, em 17 de maio, ele afirmou que as providências foram tomadas à medida que se verificava sua necessidade. E reiterou que no dia 29 pediu pela primeira vez para as pessoas saírem das áreas de risco.</p>
<p>Questionada sobre a demora do governo estadual e das prefeituras em recomendar que os moradores de áreas de risco deixassem suas residências, a Defesa Civil estadual não havia respondido até a publicação desta reportagem. De acordo com o mais recente boletim do órgão, ao menos 169 pessoas perderam a vida e mais de 2,34 milhões de gaúchos foram afetados em um dos 473 municípios atingidos. Há ainda 44 pessoas desaparecidas e pelo menos 39.595 desabrigadas em todo o estado.</p>
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		<title>Nível do Guaíba sobe 41 centímetros em apenas 24 horas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/nivel-do-guaiba-sobe-41-centimetros-em-apenas-24-horas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2024 14:17:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cheia do Guaíba]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora a intensidade das chuvas tenha diminuído nas últimas 24 horas em quase todo o Rio Grande do Sul, o nível do Guaíba continua subindo, alarmando a população da região metropolitana de Porto Alegre e causando mais prejuízos e transtornos. Entre às 8 horas de ontem (13) e o mesmo horário de hoje (14), o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a intensidade das chuvas tenha diminuído nas últimas 24 horas em quase todo o Rio Grande do Sul, o nível do Guaíba continua subindo, alarmando a população da região metropolitana de Porto Alegre e causando mais prejuízos e transtornos.</p>
<p>Entre às 8 horas de ontem (13) e o mesmo horário de hoje (14), o nível do lago subiu 0,41 centímetros, atingindo 5,21 metros – 2,21 metros a mais que a chamada cota de inundação, que é de 3 metros. O recorde histórico, 5,33 metros, foi registrado na semana passada</p>
<p>O maior volume é reflexo das chuvas que ocorreram no último fim de semana, no Vale do Taquari, de onde as águas correm em direção à região metropolitana da capital gaúcha pelos rios que desembocam no Guaíba.</p>
<figure id="attachment_76877" aria-describedby="caption-attachment-76877" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-76877" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/13-Fotos-de-satelite-divulgada-pela-Fiocruz-mostra-o-Guaiba-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C299&#038;ssl=1" alt="Fotos De Satélite Divulgada Pela Fiocruz Mostra O Guaíba - Expresso Carioca" width="463" height="299" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/13-Fotos-de-satelite-divulgada-pela-Fiocruz-mostra-o-Guaiba-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/13-Fotos-de-satelite-divulgada-pela-Fiocruz-mostra-o-Guaiba-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C194&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/13-Fotos-de-satelite-divulgada-pela-Fiocruz-mostra-o-Guaiba-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-76877" class="wp-caption-text">Fotos de satélite divulgada pela Fiocruz mostra o Guaíba e a área alagada na região metropolitana de Porto Alegre Foto: ICICT/Fiocruz</figcaption></figure>
<p>Técnicos do Instituto de Pesquisa Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) preveem que o nível do Guaíba pode superar os 5,4 metros nesta terça-feira, a depender da atuação do vento sul, que retarda a vazão das águas para a Lagoa dos Patos, de onde elas desaguam no oceano.</p>
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<p>“Considerando a elevada duração prevista e o repique da cheia com subida de níveis, recomenda-se manter a atenção a todas as áreas de risco, incluindo aquelas em que a inundação teve redução; atenção especial a população afetada; e ações imediatas para reestabelecimento de infraestruturas e manutenção de serviços essenciais como o saneamento básico”, alertaram os técnicos do IPH, em nota.</p>
<p>Diante da situação, o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, voltou a pedir que a população de áreas já anteriormente atingidas pelas cheias deixem suas residências. “Que ninguém volte para as casas. Tomara que não chegue a 5,5 metros, mas eu tenho de acreditar na ciência, nos hidrólogos. Não dá para voltar [agora]”, alertou Melo, durante entrevista à imprensa, nessa segunda-feira.</p>
<p>Até ontem à noite, a prefeitura já contabilizava 13.688 pessoas acolhidas em um dos 159 abrigos em funcionamento na capital gaúcha. Segundo Melo, a prefeitura está preparada para alojar mais pessoas nos abrigos existentes e em outros que serão disponibilizados.</p>
<h2>Monitoramento</h2>
<p>Em nota, a Defesa Civil estadual reiterou que, embora não tenham sido registradas chuvas significativas no estado nas últimas 24 horas, “está ocorrendo a propagação das cheias na região hidrográfica do Guaíba”.</p>
<p>“O Rio Jacuí apresenta um pequeno repique de cheia entre Dona Francisca e Rio Pardo. Enquanto isso, os rios Taquari e Caí apresentam uma diminuição em seus níveis ao longo de seus percursos. O Rio dos Sinos está em elevação, e o Rio Gravataí está seguindo o padrão do Guaíba”, informou o órgão estadual.</p>
<p>“O Guaíba possivelmente ultrapassará os níveis da cheia da semana passada. Quanto à Lagoa dos Patos, ela continua com níveis elevados, mas se observa um comportamento de estabilidade, tendendo para declínio lento dependendo da região”, concluiu a Defesa Civil estadual.</p>
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		<title>Quase 70 mil pessoas estão em abrigos gaúchos devido às fortes chuvas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/quase-70-mil-pessoas-estao-em-abrigos-gauchos-devido-as-fortes-chuvas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2024 15:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abrigos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul contabiliza quase 70 mil (69.617) pessoas acolhidas temporariamente em abrigos, porque foram forçadas a sair de suas residências devido às fortes chuvas que caem no estado desde 29 de abril. O dado consta no boletim da Defesa Civil estadual atualizado às 9h desta sexta-feira (10). O documento mostra também que [&#8230;]]]></description>
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<p>O Rio Grande do Sul contabiliza quase 70 mil (69.617) pessoas acolhidas temporariamente em abrigos, porque foram forçadas a sair de suas residências devido às fortes chuvas que caem no estado desde 29 de abril. O dado consta no boletim da Defesa Civil estadual atualizado às 9h desta sexta-feira (10).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O documento mostra também que 337.116 pessoas estão desalojadas em todo o estado. Além disso, o número de municípios gaúchos afetados pelos temporais chega a 435, o que representa 87,5% do total do estado (497).</p>
<p>Ao todo, 17,6% população total do estado, ou 1,916 milhão de pessoas foram afetadas direta ou indiretamente pelos eventos climáticos, de um total de 10,88 milhões de habitantes do Rio Grande do Sul, conforme <a href="https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rs/panorama" target="_blank" rel="noopener">Censo de 2022</a>  do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Até o momento, <a href="https://admin.estado.rs.gov.br/upload/arquivos/202405/obitos-e-desaparecidos.pdf" target="_blank" rel="noopener">113 vítimas fatais</a> estão confirmadas e os nomes das pessoas mortas identificadas foram divulgados pela Defesa Civil estadual.</p>
<p>Ainda há uma morte em investigação para confirmar se há relação com os eventos meteorológicos recentes. Porém, o número de óbitos pode aumentar porque 146 pessoas ainda estão desaparecidas. No levantamento oficial, em todo o estado, há 756 feridos.</p>
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		<title>Chuvas afetam mais de 78% dos municípios gaúchos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 14:18:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas no rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o boletim da Defesa Civil estadual, atualizado às 9h desta terça-feira (7), o número de municípios impactados pelas intensas chuvas no Rio Grande do Sul subiu para 388, representando 78,13% dos 497 municípios do estado. O relatório também confirma 90 mortes atribuídas diretamente aos temporais, com mais quatro óbitos em processo de investigação para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o boletim da Defesa Civil estadual, atualizado às 9h desta terça-feira (7), o número de municípios impactados pelas intensas chuvas no Rio Grande do Sul subiu para 388, representando 78,13% dos 497 municípios do estado.</p>
<p>O relatório também confirma 90 mortes atribuídas diretamente aos temporais, com mais quatro óbitos em processo de investigação para determinar se estão relacionados aos eventos meteorológicos recentes.</p>
<p>Atualmente, 132 pessoas permanecem desaparecidas, enquanto o levantamento oficial registra 361 feridos em todo o estado.</p>
<p>Com uma população estimada em 10,88 milhões de habitantes, de acordo com o Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 1,36 milhão de pessoas foram afetadas pelas chuvas desde 29 de abril, o que corresponde a aproximadamente 12,55% da população do estado.</p>
<p>Além disso, o governo estadual contabiliza 155.741 pessoas desalojadas, enquanto outras 48.147 encontram-se temporariamente abrigadas.</p>
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		<title>Aumenta para 83 o número de vítimas fatais devido às intensas chuvas no Rio Grande do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 13:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas no rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[Desalojados]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortes confirmadas em decorrência das fortes chuvas no Rio Grande do Sul subiu para 83, com mais quatro óbitos em investigação para determinar se estão relacionados aos eventos meteorológicos da última semana. Os dados foram divulgados no boletim da Defesa Civil estadual atualizado às 9h desta segunda-feira (6). No momento, o número [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mortes confirmadas em decorrência das fortes chuvas no Rio Grande do Sul subiu para 83, com mais quatro óbitos em investigação para determinar se estão relacionados aos eventos meteorológicos da última semana.</p>
<p>Os dados foram divulgados no boletim da Defesa Civil estadual atualizado às 9h desta segunda-feira (6). No momento, o número de desaparecidos alcança 111 pessoas.</p>
<p>Um total de 345 municípios gaúchos foram atingidos pelas tempestades, afetando mais de 850,4 mil pessoas. O estado registra 21.957 desalojados, enquanto 19.368 pessoas encontram-se temporariamente em abrigos. Além disso, o levantamento aponta 276 feridos.</p>
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