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	<title>Chiquinho Brazão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Chiquinho Brazão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF Retoma audiências do caso Marielle Franco com depoimentos de testemunhas de defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Penal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta segunda-feira (9) as audiências do processo que apura o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018 no Rio de Janeiro. Nesta fase, foram ouvidas as primeiras testemunhas de defesa dos acusados de serem os mandantes do crime, em depoimentos que seguirão até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta segunda-feira (9) as audiências do processo que apura o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018 no Rio de Janeiro. Nesta fase, foram ouvidas as primeiras testemunhas de defesa dos acusados de serem os mandantes do crime, em depoimentos que seguirão até o fim de setembro.</p>
<p>Entre os réus estão Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ); seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; e o major da Polícia Militar Ronald Paulo de Alves Pereira. Todos são acusados de homicídio e organização criminosa e permanecem presos.</p>
<p>As audiências são conduzidas pelo juiz Airton Vieira, auxiliar do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo. Ao todo, cerca de 70 pessoas foram arroladas para prestar depoimento. Entre as testemunhas convocadas pela defesa de Chiquinho Brazão estão as promotoras Letícia Emile e Simone Sibilio, responsáveis pelas investigações iniciais do caso Marielle. No entanto, ambas solicitaram dispensa, alegando que sua participação como testemunhas seria imprópria, dado que atuaram diretamente na Força-Tarefa do Ministério Público do Rio de Janeiro que denunciou o caso.</p>
<p>Na fase anterior, em agosto, foram ouvidas as testemunhas de acusação, com destaque para os depoimentos dos ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, que confessaram envolvimento no assassinato. Lessa, que assinou um acordo de delação premiada, declarou que ele foi o autor dos disparos que mataram Marielle, a mando dos irmãos Brazão, afirmando que os acusados são &#8220;pessoas de alta periculosidade&#8221;.</p>
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		<title>CCJ da Câmara aprova prisão de Chiquinho Brazão; plenário vai votar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ccj-da-camara-aprova-prisao-de-chiquinho-brazao-plenario-vai-votar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 20:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
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					<description><![CDATA[Por 39 votos a 25, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou na tarde desta quarta-feira (10) a manutenção da prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). A medida ainda precisa passar por votação no plenário. O colegiado aprovou o parecer do deputado Darci de Matos (PSD-SC). Mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Por 39 votos a 25, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou na tarde desta quarta-feira (10) a manutenção da prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). A medida ainda precisa passar por votação no plenário.</p>
<p>O colegiado aprovou o parecer do deputado Darci de Matos (PSD-SC).</p>
<p>Mais cedo, o Conselho de Ética da Casa instaurou processo que poderá levar à cassação do mandato de Chiquinho Brazão. O pedido para abertura do processo disciplinar foi feito pelo PSOL.</p>
<p>Brazão é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora do Rio Janeiro, Marielle Franco, em março de 2018. Na ocasião, a parlamentar e o motorista Anderson Gomes foram executados no Rio de Janeiro. Chiquinho Brazão está detido desde 24 de março. Após a prisão, a executiva Nacional do partido União Brasil aprovou, por unanimidade, a expulsão do deputado federal da sigla.</p>
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		<title>Chiquinho Brazão afirma ter tido uma &#8220;Ótima Relação&#8221; com Marielle Franco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/chiquinho-brazao-afirma-ter-tido-uma-otima-relacao-com-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 20:47:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Chiquinho Brazão]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Chiquinho Brazão, deputado federal detido sob acusação de envolvimento no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, afirmou durante uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que mantinha uma &#8220;ótima relação&#8221; com a vereadora. Durante a reunião da CCJ, Brazão declarou que houve apenas uma &#8220;simples discordância de pontos de vista&#8221; entre ele [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chiquinho Brazão, deputado federal detido sob acusação de envolvimento no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, afirmou durante uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que mantinha uma &#8220;ótima relação&#8221; com a vereadora.</p>
<p>Durante a reunião da CCJ, Brazão declarou que houve apenas uma &#8220;simples discordância de pontos de vista&#8221; entre ele e Marielle, relacionada a um projeto de lei sobre condomínios irregulares na cidade do Rio de Janeiro. Ele destacou que Marielle estava ao seu lado em uma luta comum, defendendo uma área de interesse especial.</p>
<p>O relatório da Polícia Federal citou a divergência em torno de um projeto de lei como uma possível motivação para o assassinato de Marielle. O relator do caso na CCJ, deputado Darci de Matos (PSD-SC), defendeu a manutenção da prisão de Brazão, argumentando que esta respeitou as exigências constitucionais.</p>
<p>No entanto, o advogado de Chiquinho Brazão, Cleber Lopes de Oliveira, pediu a revogação da prisão, alegando que não houve flagrante no caso e que a prisão preventiva não está prevista na Constituição para detenção de parlamentares. Ele também contestou a competência do Supremo Tribunal Federal (STF) para decretar a prisão, argumentando que o crime ocorreu antes do mandato de Brazão.</p>
<p>Os deputados Gilson Marques (Novo-SC) e Roberto Duarte (Republicanos-AC) pediram vista do processo, alegando falta de tempo para analisar os documentos relacionados ao caso.</p>
<p>A sessão da CCJ foi marcada por debates acalorados, com parlamentares argumentando tanto a favor quanto contra a prisão de Chiquinho Brazão, destacando a complexidade e a sensibilidade do assunto.</p>
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		<title>Análise sobre prisão de deputado Chiquinho Brazão é adiada após pedido de vista na CCJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 20:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) adiou a votação sobre a prisão preventiva do deputado federal Chiquinho Brazão (RJ), um dos suspeitos de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Parlamentares solicitaram vistas do processo, argumentando necessidade de mais tempo para avaliar a legalidade da medida. Por se tratar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) adiou a votação sobre a prisão preventiva do deputado federal Chiquinho Brazão (RJ), um dos suspeitos de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Parlamentares solicitaram vistas do processo, argumentando necessidade de mais tempo para avaliar a legalidade da medida.</p>
<p>Por se tratar de um deputado federal, a prisão de Brazão requer aprovação da maioria absoluta na Câmara dos Deputados. O relator do caso na CCJ, deputado Darci de Matos (PSD-SC), defendeu que a detenção respeitou os requisitos constitucionais, alegando que a prisão só pode ocorrer em flagrante e por crime inafiançável.</p>
<p>Os deputados Gilson Marques (Novo-SC) e Roberto Duarte (Republicanos-AC) pediram vistas do processo para analisar o relatório da Polícia Federal, a decisão de prisão do ministro Alexandre de Moraes e o parecer de Darci de Matos. Eles argumentaram que precisavam de tempo para avaliar se a prisão preventiva foi legal.</p>
<p>O adiamento da votação foi criticado por parlamentares que defendiam a análise imediata do caso. A deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RJ) ressaltou a importância de dar uma resposta à sociedade ainda naquele dia.</p>
<p>Antes da leitura do parecer do relator, o deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA) apresentou uma questão de ordem sugerindo que o pedido de vista fosse de apenas uma sessão, ao invés de duas, como previsto. No entanto, a presidente da CCJ, deputada Caroline de Toni (PL-SC), rejeitou a proposta, argumentando que o pedido de vista é um direito dos parlamentares.</p>
<p>Rubens Pereira Júnior prometeu recorrer à Mesa Diretora da Câmara contra a decisão de conceder o pedido de vista, argumentando que adiar a análise para o dia 10 de abril seria um desrespeito à sociedade brasileira.</p>
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