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	<title>Chikungunya &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>São Paulo confirma primeira morte por Chikungunya</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sao-paulo-confirma-primeira-morte-por-chikungunya/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 19:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado de São Paulo registrou sua primeira morte por Chikungunya, com o óbito de um homem de 60 anos na cidade de Tupã, a 435 km da capital. A vítima, que tinha diabetes, começou a apresentar sintomas da doença – como febre alta e dores articulares – no dia 1º de janeiro, foi internada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo registrou sua primeira morte por Chikungunya, com o óbito de um homem de 60 anos na cidade de Tupã, a 435 km da capital. A vítima, que tinha diabetes, começou a apresentar sintomas da doença – como febre alta e dores articulares – no dia 1º de janeiro, foi internada dois dias depois e faleceu no dia 11 do mesmo mês.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Saúde de Tupã, a cidade já contabiliza 1.283 casos prováveis da doença, sendo 613 confirmados e 670 em investigação. Em todo o estado, são 3.523 casos prováveis, com 1.064 confirmações e 2.549 em análise. Além do óbito confirmado, outros quatro casos estão sendo investigados.</p>
<p>A Chikungunya é uma doença viral transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo mosquito responsável pela transmissão da dengue e do zika vírus.</p>
<h3><strong>Dengue: criança de 11 anos morre em São Paulo</strong></h3>
<p>Além da Chikungunya, o avanço da dengue preocupa autoridades de saúde. Nesta segunda-feira (12), a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo confirmou a morte de uma menina de 11 anos, moradora da região de Hermelino Matarazzo, na zona leste da capital.</p>
<p>A cidade já contabiliza 2.851 casos de dengue, e, diante do aumento das infecções, a prefeitura intensificou a busca ativa para aplicação da segunda dose da vacina contra a doença.</p>
<h3><strong>Cenário nacional da dengue e Chikungunya</strong></h3>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil já registrou:</p>
<ul>
<li><strong>Dengue:</strong> 269.919 casos prováveis, com <strong>85 mortes confirmadas</strong> e <strong>303 óbitos em investigação</strong>.</li>
<li><strong>Chikungunya:</strong> 19.605 casos prováveis, com <strong>11 mortes confirmadas</strong> e <strong>12 em investigação</strong>.</li>
</ul>
<p>As autoridades de saúde reforçam a importância da eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, além da vacinação contra a dengue, para conter o avanço das arboviroses no país.</p>
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		<title>Instituto recruta voluntários para teste de vacina contra chikungunya</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/instituto-recruta-voluntarios-para-teste-de-vacina-contra-chikungunya/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 12:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Emílio Ribas Voluntários]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista, esta recrutando voluntários adolescentes, de 12 a 17 anos de idade, para participar dos testes da primeira vacina contra a chikungunya. O imunizante já se provou seguro e eficiente em pesquisa realizada nos Estados Unidos com 4.115 adultos, e agora está em fase final de aprovação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista, esta recrutando voluntários adolescentes, de 12 a 17 anos de idade, para participar dos testes da primeira vacina contra a chikungunya. O imunizante já se provou seguro e eficiente em pesquisa realizada nos Estados Unidos com 4.115 adultos, e agora está em fase final de aprovação no órgão regulador norte-americano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No Brasil, o estudo, encabeçado pelo Instituto Butantan, está recrutando 750 adolescentes em dez centros de pesquisa. No estado de São Paulo, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas é o responsável pelos testes, que já começaram a ser feitos em uma parcela dos adolescentes participantes, no início do ano.</p>
<p>“A vacina é segura, e é uma dose única. Ela é muito importante porque ela combate uma doença que pode ter manifestações sistêmicas, como febre, muita dor no corpo, dor nas juntas, e casos mais graves, no caso de encefalite e até óbito. A vacina se mostrou segura nos adultos e, até o momento, nos adolescentes vacinados no Brasil, tem se mostrado segura”, disse a infectologista e pesquisadora do Instituto de Infectologia Emílio Ribas Ana Paula Veiga, coordenadora principal dos testes em São Paulo.</p>
<p>“Nós temos bastante experiência, fizemos parte do estudo da vacina CoronaVac, junto ao Butantan, tivemos vários voluntários, então é uma equipe bastante experiente em relação à pesquisa clínica, que vai dar suporte para o voluntário e para sua família”, disse a infectologista.</p>
<p>Para fazer parte da pesquisa, o interessado deverá fazer o <a href="https://forms.gle/UXZRDXteMN3vfZFR7" target="_blank" rel="noopener">cadastro no formulário do instituto</a> ou entrar em contato com o Centro de Pesquisa pelo número 11 9 1026 6996 (Whatsapp) ou 11 3896 1302 (telefone). Outras informações sobre a vacina estão disponíveis no <a href="https://chikungunya.butantan.gov.br/sobre-o-estudo" target="_blank" rel="noopener">site do estudo do Butatnan</a>.</p>
<p>Para participar dos testes é obrigatória a autorização dos pais ou responsáveis. Na primeira visita presencial, tanto o adolescente quanto os acompanhantes adultos terão que assinar um termo de consentimento. O documento traz todas as regras do estudo. Nesta primeira etapa, também são feitas consultas médicas e exames laboratoriais para se constatar que o voluntário está apto a participar do estudo.</p>
<p>Nas etapas seguintes, o voluntário receberá a dose da vacina, que pode ser de imunizante ou de placebo. O jovem, então, passará a ser monitorado pela equipe multidisciplinar da Unidade de Pesquisa especialmente por meio de visitas presenciais à unidade e por conversas pelo whatsapp. Um médico do estudo estará disponível 24 horas por dia, por telefone, para tirar dúvidas ou apoiar com atendimentos de qualquer eventual emergência. Caso o participante apresente algum evento adverso, ele poderá receber atendimento no Emílio Ribas.</p>
<p>Atualmente, não há vacinas disponíveis contra a chikungunya. A doença é causada por vírus transmitido por mosquitos, como Aedes aegypti, o mesmo que causa a dengue.</p>
</div>
</div>
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		<title>Casos de dengue aumentam 300% e causam 14 mortes no Rio em 2022</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/casos-de-dengue-aumentam-300-e-causam-14-mortes-no-rio-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 00:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes Aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[Água parada]]></category>
		<category><![CDATA[Chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[mosquito]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sorotipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[vírus da dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[Os casos de dengue no estado do Rio de Janeiro aumentaram 300% neste ano, segundo levantamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES). A comparação leva em conta os meses de janeiro a outubro deste ano e o mesmo período de 2021.  De acordo com a SES, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Os casos de dengue no estado do Rio de Janeiro aumentaram 300% neste ano, segundo levantamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES). A comparação leva em conta os meses de janeiro a outubro deste ano e o mesmo período de 2021. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com a SES, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) já contabiliza neste ano 10.471 casos de dengue, com 14 vítimas. No ano passado, foram registrados 2.613 casos e quatro mortes pela doença até outubro.</p>
<p>De acordo com o levantamento, a incidência da chikungunya também cresceu no estado, porém com intensidade menor. Os casos aumentaram 24%, com 611 diagnósticos e nenhum óbito em 2022.</p>
<p>Consideradas arboviroses urbanas, as duas doenças são transmitidas pelo mosquito <em>Aedes aegypti</em>, assim como a zika. Esta terceira enfermidade, porém, teve redução de casos em 2022.</p>
<h2>Plano de contingência</h2>
<p>A Secretaria de Estado de Saúde alerta que a população deve se engajar na eliminação dos criadouros do mosquito <em>Aedes aegypti</em>, que depende de locais com água parada para depositar seus ovos e se multiplicar. A chegada do fim do ano, tradicionalmente, aumenta o número de focos do mosquito, e, para combatê-los, foi lançado nesta segunda-feira (24) o Plano de Contingência para Enfrentamento às Arboviroses Urbanas causadas pelo <em>Aedes aegypti </em>2022/2024.</p>
<p>O secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, disse que o plano vai preparar o estado para dar uma resposta rápida, na eventualidade de uma epidemia, e inclui uma campanha de conscientização da população. &#8220;O mosquito da dengue vive preferencialmente dentro das nossas casas, por isso é tão importante que todos dediquem 10 minutos por semana para eliminar os focos&#8221;, afirmou.</p>
<p>O plano estadual prevê desde a capacitação de profissionais de saúde para o atendimento adequado dos casos suspeitos até ações de contingenciamento, como por exemplo, a estruturação de centros de acolhimento em unidades de saúde e unidades de pronto atendimento (UPAs), considerando as especificidades da doença.</p>
<h2>Dengue tipo 2</h2>
<p>A onda de casos registrada neste ano, em parte, pode ser explicada pelo retorno do sorotipo 2 do vírus da dengue, que não circulava no estado do Rio de Janeiro desde 2008.</p>
<p>O secretário de Saúde lembra que o sorotipo foi o responsável pela maior epidemia de dengue já enfrentada pelo estado do Rio de Janeiro, em 2008, e sua reentrada tem sido monitorada desde 2019.</p>
<p>&#8220;Quem nasceu depois desse período [2008] não tem imunidade para esse subtipo do vírus. Por isso, temos uma importante parcela da população suscetível, o que pode levar ao aumento da transmissão&#8221;, explica Chieppe.</p>
<p>O controle da dengue depende de que a população tome cuidados em suas casas e locais de trabalho para impedir o acúmulo de água parada em locais como vasos de plantas, pneus, garrafas, piscinas sem uso e sem manutenção, caixas d’água destampadas, e até mesmo recipientes pequenos, como tampas de garrafas.</p>
<p>Para auxiliar a população a impedir o acúmulo de água parada em locais expostos e eliminar focos de mosquito, a secretaria de Saúde recomenda verificar se a caixa d&#8217;água está bem tampada; deixar as lixeiras bem tampadas; colocar areia nos pratos de plantas; recolher e acondicionar o lixo do quintal e limpar as calhas.</p>
<p>É preciso ainda cobrir piscinas; tapar os ralos e baixar as tampas dos vasos sanitários; limpar a bandeja externa da geladeira; limpar e guardar as vasilhas dos animais de estimação; limpar a bandeja coletora de água do ar-condicionado; cobrir bem a cisterna e os demais reservatórios de água.</p>
</div>
</div>
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