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	<title>Chico Buarque &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Chico Buarque  &#8211; &#8220;Que tal um samba?&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2022 18:52:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando entra no palco e, acompanhando-se apenas por uma kalimba, Mônica Salmaso canta ‘Todos juntos’, abre-se a tal fenda no espaço-tempo que se abre sempre que a arte encontra a História. E o que se vê então não é apenas a grande cantora da atualidade, afinação e interpretação perfeitas, fazendo a canção clássica de ‘Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando entra no palco e, acompanhando-se apenas por uma kalimba, <strong>Mônica Salmaso</strong> canta <strong><em>‘Todos juntos’</em></strong>, abre-se a tal fenda no espaço-tempo que se abre sempre que a arte encontra a História. E o que se vê então não é apenas a grande cantora da atualidade, afinação e interpretação perfeitas, fazendo a canção clássica de <strong><em>‘Os saltimbancos’</em></strong>, mas a menina de seis anos de idade sendo apresentada à obra de <strong>Chico Buarque</strong> pelo musical infantil que estreou em 1977.</p>
<figure id="attachment_55879" aria-describedby="caption-attachment-55879" style="width: 1027px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/12/27-Chico-Buarque-Que-tal-um-samba01-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-55879" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/12/27-Chico-Buarque-Que-tal-um-samba01-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=1027%2C708&#038;ssl=1" alt="" width="1027" height="708" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/12/27-Chico-Buarque-Que-tal-um-samba01-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=1027&amp;ssl=1 1027w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/12/27-Chico-Buarque-Que-tal-um-samba01-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/12/27-Chico-Buarque-Que-tal-um-samba01-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=768%2C529&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/12/27-Chico-Buarque-Que-tal-um-samba01-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=750%2C517&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption id="caption-attachment-55879" class="wp-caption-text">Chico Buarque &#8211; Foto: Leo Aversa</figcaption></figure>
<p>E aprendendo a tal segunda lição do dia que o Jumento – o mais inteligente do bichos, apesar da fama – ensina na peça aos seus companheiros Cão, Galinha e Gata, de que suas patas não seriam nada sem os dentes do cachorro, o bico da galinha, as unhas da gata: “Todos juntos somos fortes/Somos flecha e somos arco/Todos nós no mesmo barco/Não há nada pra temer”, canta <strong>Mônica</strong>, emulando os bichos que, em <strong><em>‘Os saltimbancos’</em></strong>, comemoram e tentam entender como conseguiram expulsar da casa seus donos opressores.</p>
<p>De título insinuante, o show <strong><em>‘Que tal um samba?’</em></strong> &#8211; o primeiro em que <strong>Chico Buarque</strong> divide o palco com uma cantora desde a célebre temporada com <strong>Maria Bethânia</strong> em 1975 – põe o público exatamente nessa situação de <strong>Mônica</strong>: a de redescobrir (ou mesmo descobrir, para os mais novos) o cancioneiro de <strong>Chico Buarque</strong>, sua estética e sua ética, através de uma antologia impecável e muitas vezes surpreendente de sua obra, com diálogos internos entre as canções, achados e clássicos, num arco que vai da marcha-rancho <strong><em>‘Noite dos mascarados’</em></strong> (1967) ao novíssimo samba salseado que dá título e conceito ao espetáculo. São 55 anos de sambas e canções, de “lutas contra o rei”, como no dueto <strong><em>‘Sem fantasia’</em></strong> (da peça <strong><em>‘Roda viva’</em></strong>, 1968), à comemoração da volta ao samba e à democracia “Depois de tanta mutreta/Depois de tanta cascata/Depois de tanta derrota/Depois de tanta demência/E uma dor filha da puta” &#8211; de <strong><em>‘Que tal um samba?’</em></strong> (2022).</p>
<p>Quando a turnê de <strong><em>‘Que tal um samba?’</em></strong> começou em João Pessoa, na véspera daquele ainda temível sete de setembro de 2022, o início do show era assim: de arrepiar a pele, palpitar o coração, pôr a cabeça para rodar. É certo que isso era também causado pela tensão política, o inusitado do repertório, a beleza de <strong>‘Todos Juntos’</strong>, mas muito principalmente pelo que ela aludia naquele momento: de que era preciso união, como a dos bichos de <strong><em>‘Os Saltimbancos’</em></strong>, para superar os quatro, cinco, seis anos de terror que o Brasil vivia.</p>
<p>Com <strong>Chico</strong> no palco junto à <strong>Mônica</strong>, começam os duetos e os diálogos entre as canções, marca do roteiro do show. <strong><em>‘O velho Francisco’</em></strong> (1987), as recordações e fantasias confusas de um velho brasileiro, reencontra esse passado violento, confuso e ainda assim lírico na obra-prima <strong><em>‘Sinhá’</em></strong>, parceria com <strong><em>João Bosco</em></strong> de 2011.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><u>FICHA TÉCNICA / SHOW</u></strong></p>
<p>Turnê ‘<strong><em>Que</em></strong><em> <strong>tal</strong> <strong>um</strong> <strong>samba</strong>?</em>’ &#8211; <strong>Chico Buarque<br />
</strong>Artista Convidada: <strong>Mônica Salmaso<br />
</strong>Cenário: <strong>Daniela Thomas<br />
</strong>Iluminação: <strong>Maneco Quinderé<br />
</strong>Figurinos: <strong>Cao Albuquerque<br />
</strong>Arranjos, guitarra e violão: <strong>Luiz Claudio Ramos<br />
</strong>Piano: <strong>João Rebouças<br />
</strong>Baixo acústico e elétrico: <strong>Jorge Helder<br />
</strong>Bateria: <strong>Jurim Moreira<br />
</strong>Percussão: <strong>Chico Batera<br />
</strong>Teclados e vocais: <strong>Bia Paes Leme<br />
</strong>Sopros: <strong>Marcelo Bernardes</strong></p>
<p>PATROCÍNIO<strong>: ICATU </strong></p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO &#8211; RIO DE JANEIRO</strong></p>
<p>Local: <strong>VIVO RIO</strong></p>
<p><strong>Endereço:</strong> Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo</p>
<p>De 05 a 29 de janeiro (quinta a domingo) – <strong>INGRESSOS ESGOTADOS</strong></p>
<p>Temporada de quatro semanas (16 apresentações)</p>
<p>Horários: Quintas, 21h30 / Sextas, 22h / Sábados, 21h / Domingos, 20h</p>
<p>Classificação etária: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais.</p>
<p>Abertura dos portões: 2h antes do início do espetáculo</p>
<p><strong><u>ROTEIRO DA TURNÊ 2023</u></strong></p>
<p><strong>RIO DE JANEIRO</strong> – Vivo Rio<br />
05 a 29 de janeiro (de quinta a domingo)</p>
<p><strong>SÃO PAULO</strong> – Tokio Marine Hall<br />
De 02 a 12 de março; de 23 de março a 02 de abril (quinta a domingo)</p>
<p><strong>SALVADOR</strong> – Concha Acústica<br />
Dias 28, 29 e 30 de abril (sexta a domingo)</p>
<p><strong>PORTO</strong> (Portugal) – Pavilhão Rosa Mota<br />
Dias 26 e 27 de maio</p>
<p><strong>LISBOA</strong> (Portugal) – Campo Pequeno<br />
Dias 1, 2 e 3 de junho</p>
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