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	<title>CGU &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>CGU &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula determina abertura de processo para expulsão de servidor acusado de agressão no DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 15:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou, nesta quinta-feira (25), a abertura de um processo interno na Controladoria-Geral da União (CGU) com o objetivo de promover a responsabilização e a expulsão do serviço público federal do servidor acusado de agredir uma mulher e uma criança no Distrito Federal. As agressões foram registradas em vídeo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou, nesta quinta-feira (25), a abertura de um processo interno na Controladoria-Geral da União (CGU) com o objetivo de promover a responsabilização e a expulsão do serviço público federal do servidor acusado de agredir uma mulher e uma criança no Distrito Federal. As agressões foram registradas em vídeo e passaram a circular amplamente nas redes sociais, gerando forte repercussão.</p>
<p>Em publicação nas redes, Lula afirmou que o episódio é incompatível com os valores que devem nortear a atuação do Estado e reforçou o compromisso do governo no combate à violência de gênero. “O combate ao feminicídio e a toda forma de violência contra as mulheres é um compromisso e uma prioridade do meu governo”, escreveu. O presidente classificou o ataque como uma “agressão covarde” e “inadmissível”.</p>
<p>Segundo Lula, a resposta institucional precisa ser imediata e contundente. “Não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças, estejam eles onde estiverem, ocupem as posições que ocuparem. Um servidor público deve ser um exemplo de conduta dentro e fora do local de trabalho”, afirmou.</p>
<p>A manifestação ocorre em meio a uma mobilização mais ampla do governo federal contra o feminicídio e a violência contra a mulher. Nos últimos dias, o presidente passou a liderar publicamente uma campanha nacional sobre o tema. Em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão, feito na quarta-feira (24), Lula declarou que o enfrentamento à violência de gênero será uma das prioridades do governo em 2026, ressaltando que o compromisso deve envolver toda a sociedade — em especial os homens.</p>
<p>“Vou liderar um grande esforço nacional envolvendo ministérios, instituições e toda a sociedade brasileira. Nós que somos homens devemos fazer um compromisso de alma. Em nome de tudo que é mais sagrado, seja um aliado”, disse o presidente na ocasião.</p>
<h3>Medidas administrativas</h3>
<p>Antes mesmo da determinação presidencial, a CGU informou, na noite da última terça-feira (23), que já havia adotado providências administrativas imediatas contra o servidor envolvido. Entre as medidas anunciadas estão:</p>
<ul>
<li>o encaminhamento das informações à Corregedoria-Geral da União e à Comissão de Ética da CGU, com a abertura de investigação preliminar para apuração de responsabilidades ética e disciplinar;</li>
<li>a revogação imediata da designação do servidor como substituto eventual da chefia imediata;</li>
<li>a proibição de ingresso do servidor nas dependências da CGU enquanto durarem as apurações, como forma de preservar o ambiente institucional e garantir o regular andamento do processo.</li>
</ul>
<p>De acordo com a Controladoria, os fatos divulgados indicam violação grave dos deveres funcionais previstos na Lei nº 8.112/1990, que rege o funcionalismo público federal. Em especial, o órgão cita o artigo 116, inciso IX, que impõe ao servidor o dever de manter conduta compatível com a moralidade administrativa.</p>
<p>Em nota oficial, o ministro da CGU, Vinícius de Carvalho, foi categórico ao tratar do caso. “Quero ser claro ao dizer que violência contra a mulher e contra crianças é crime. Não se trata de desentendimento, conflito privado ou questão pessoal. Estamos falando de agressão, de violação à lei e de afronta à dignidade humana”, afirmou.</p>
<p>Segundo o ministro, além das sanções administrativas, o caso deverá ser apurado também na esfera criminal. “No campo penal, os fatos devem ser investigados pelas autoridades competentes, nos termos da legislação vigente”, concluiu.</p>
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		<title>PF e CGU investigam desvio de R$ 15 milhões em emendas parlamentares</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-e-cgu-investigam-desvio-de-r-15-milhoes-em-emendas-parlamentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 15:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[operação Korban]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta terça-feira (29) a Operação Korban, que investiga o desvio de R$ 15 milhões de recursos federais destinados a eventos de esportes digitais. Segundo a PF, a verba foi repassada por meio de emendas parlamentares ao Ministério do Esporte para financiar os Jogos Estudantis de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta terça-feira (29) a Operação Korban, que investiga o desvio de R$ 15 milhões de recursos federais destinados a eventos de esportes digitais.</p>
<p>Segundo a PF, a verba foi repassada por meio de emendas parlamentares ao Ministério do Esporte para financiar os Jogos Estudantis de Esportes Digitais (Jedis) em 2023 e 2024. Uma associação do Distrito Federal é apontada como beneficiária central do esquema.</p>
<p><strong>Medidas judiciais:</strong></p>
<ul>
<li>16 mandados de busca e apreensão em AC, PR, GO e DF;</li>
<li>Bens e contas bloqueados em até R$ 25 milhões;</li>
<li>Suspensão de novos repasses à associação investigada e proibição de transferências a empresas subcontratadas.</li>
</ul>
<p>A CGU alerta que o desvio compromete a oferta de cursos profissionalizantes e atividades pedagógicas para estudantes da rede pública, reduzindo o alcance social dos projetos.</p>
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		<title>Desinformação é o maior risco global de 2025, alerta diretor da Unesco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desinformacao-e-o-maior-risco-global-de-2025-alerta-diretor-da-unesco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 13:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[risco global]]></category>
		<category><![CDATA[Unesco]]></category>
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					<description><![CDATA[A desinformação supera as mudanças climáticas, os fluxos migratórios e até o terrorismo como o principal risco global para 2025, segundo o diretor-geral adjunto de Comunicação e Informação da Unesco, Tawfik Jelassi. Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, o especialista defendeu um pacto global contra a propagação de notícias falsas e cobrou maior responsabilidade das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A desinformação supera as mudanças climáticas, os fluxos migratórios e até o terrorismo como o principal risco global para 2025, segundo o diretor-geral adjunto de Comunicação e Informação da Unesco, Tawfik Jelassi. Em entrevista exclusiva à <em>Agência Brasil</em>, o especialista defendeu um pacto global contra a propagação de notícias falsas e cobrou maior responsabilidade das plataformas digitais.</p>
<p>“O mundo não está preparado para lidar com o impacto negativo da desinformação. Todos os países são vulneráveis”, alertou Jelassi, que esteve no Brasil para o seminário internacional do Cetic.br. Ele reforçou que o combate às fake news deve começar pelas próprias empresas de tecnologia, uma vez que “as plataformas são globais, não reconhecem fronteiras, e só com união internacional será possível frear esse problema”.</p>
<p>Segundo Jelassi, estudos da Unesco e de instituições como o MIT revelam que notícias falsas se espalham até dez vezes mais rápido que as verdadeiras. Para ele, o dano causado é irreversível: “Mesmo que você corrija depois, o estrago já está feito. Por isso, precisamos agir antes, com prevenção”.</p>
<p>A Unesco organiza para junho uma conferência global sobre inteligência artificial e transformação digital no setor público. O evento deve destacar a urgência de capacitar servidores e promover o uso ético das novas tecnologias. “Estamos vivendo um momento de transformação, não apenas de reforma. A educação, os serviços públicos e até a agricultura estão sendo profundamente impactados pela inteligência artificial”, afirmou o especialista.</p>
<p>Jelassi também destacou o LinkedIn como exemplo de rede social que consegue manter um ambiente digital mais seguro, sem desinformação ou discurso de ódio. Isso, segundo ele, prova que é possível implementar curadoria de conteúdo eficiente — desde que haja vontade política e ética por parte das empresas.</p>
<p>“O modelo de negócios atual favorece o engajamento, e a desinformação gera cliques. Isso atrai anunciantes e gera lucro. Mas não podemos aceitar que isso ocorra às custas da verdade e da coesão social”, concluiu.</p>
<p>A Unesco já tem 70 países implementando suas Recomendações sobre Ética na Inteligência Artificial, aprovadas em 2021 por unanimidade. O Brasil está entre eles e, segundo Jelassi, é um dos países que mais avançaram nesse tema.</p>
<blockquote><p>“Sem fatos, não há verdade. Sem verdade, não há confiança. E sem confiança, não temos uma realidade compartilhada.” — <em>Maria Ressa, Nobel da Paz (2021)</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Fraude no INSS: mais quatro entidades devem ser investigadas, diz AGU</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fraude-no-inss-mais-quatro-entidades-devem-ser-investigadas-diz-agu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2025 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Sem Desconto]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, informou nesta sexta-feira (16) que mais quatro entidades associativas devem ser incluídas no processo judicial que apura fraudes em descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. A ampliação do caso ocorre uma semana após o bloqueio judicial de R$ 2,56 bilhões em bens de outras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, informou nesta sexta-feira (16) que mais quatro entidades associativas devem ser incluídas no processo judicial que apura fraudes em descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. A ampliação do caso ocorre uma semana após o bloqueio judicial de R$ 2,56 bilhões em bens de outras 12 instituições.</p>
<p>“É possível que a gente já estabeleça um lote de mais quatro entidades, pelo menos”, afirmou Messias à <em>Agência Brasil</em>. Segundo ele, há fortes indícios de que a maioria dos descontos realizados por essas associações é indevida, sem autorização prévia dos beneficiários.</p>
<h3>Esquema bilionário</h3>
<p>As investigações fazem parte da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU). O foco é o desconto de mensalidades de entidades associativas diretamente da folha de pagamento do INSS, mesmo sem a anuência dos aposentados e pensionistas.</p>
<p>De acordo com a CGU, entre 2017 e 2019 houve um aumento expressivo nas queixas relacionadas a essas cobranças. A PF estima que R$ 6,3 bilhões em descontos realizados entre 2019 e 2024 são suspeitos de fraude. A AGU identificou a criação de diversas entidades no período, com o único propósito de enganar segurados, sem oferecer benefícios reais.</p>
<h3>Reembolsos e notificações</h3>
<p>Mais de 1 milhão de aposentados e pensionistas já formalizaram pedidos de reembolso de valores cobrados sem autorização. A contestação pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135.</p>
<p>Desde terça-feira (13), cerca de 9 milhões de beneficiários do INSS estão sendo notificados sobre descontos realizados por entidades associativas. Agora, é possível consultar o nome da instituição responsável por cada desconto através do serviço &#8220;Consultar Descontos de Entidades Associativas&#8221;, disponível no aplicativo do INSS.</p>
<p>Com a colaboração dos aposentados, a AGU espera identificar novas entidades envolvidas no esquema e ampliar o bloqueio de bens. &#8220;Essas informações têm sido fundamentais para aprofundar a investigação e responsabilizar os envolvidos&#8221;, concluiu Messias.</p>
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		<item>
		<title>Nova fase da Operação Sem Desconto mira operador financeiro ligado a fraudes no INSS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/nova-fase-da-operacao-sem-desconto-mira-operador-financeiro-ligado-a-fraudes-no-inss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 17:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[Auditoria]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (14) uma nova fase da Operação Sem Desconto, que apura um esquema nacional de descontos irregulares aplicados em aposentadorias e pensões do INSS. Nesta etapa, os agentes cumpriram dois mandados de busca e apreensão no município de Presidente Prudente (SP), com autorização da 10ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal. Segundo a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="" data-start="341" data-end="747">A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (14) uma nova fase da Operação Sem Desconto, que apura um esquema nacional de descontos irregulares aplicados em aposentadorias e pensões do INSS. Nesta etapa, os agentes cumpriram dois mandados de busca e apreensão no município de Presidente Prudente (SP), com autorização da 10ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal.</p>
<p class="" data-start="749" data-end="1042">Segundo a PF, o objetivo da ação é investigar a atuação de um operador financeiro ligado a uma das associações já identificadas no esquema. O suspeito é acusado de adquirir veículos de alto valor com recursos provenientes das fraudes, lesando aposentados e pensionistas em todo o país.</p>
<p class="" data-start="1044" data-end="1307">A operação teve início em abril, após uma investigação conjunta da PF com a Controladoria-Geral da União (CGU). O esquema envolve descontos indevidos de mensalidades de associações diretamente nos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social.</p>
<p class="" data-start="1309" data-end="1617">Segundo os investigadores, o prejuízo é bilionário, e as fraudes envolvem organizações da sociedade civil que firmaram acordos com o INSS. Irregularidades nesses contratos já haviam sido detectadas oito meses antes da operação, em auditoria interna conduzida pela Auditoria-Geral do INSS. A PF segue com as investigações para aprofundar a apuração sobre o fluxo financeiro dos valores desviados e identificar novos envolvidos no esquema.</p>
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		<item>
		<title>CGU assume investigação de fraudes em descontos nos benefícios do INSS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cgu-assume-investigacao-de-fraudes-em-descontos-nos-beneficios-do-inss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 21:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadorias]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
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		<category><![CDATA[INSS]]></category>
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					<description><![CDATA[A Controladoria-Geral da União (CGU) decidiu assumir os processos administrativos abertos pelo INSS contra 12 organizações civis suspeitas de se apropriar, de forma irregular, de parte das aposentadorias e pensões pagas a milhões de brasileiros. A medida foi comunicada nesta segunda-feira (6) ao presidente do instituto, Gilberto Waller Júnior. A decisão de &#8220;avocação&#8221; — termo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Controladoria-Geral da União (CGU) decidiu assumir os processos administrativos abertos pelo INSS contra 12 organizações civis suspeitas de se apropriar, de forma irregular, de parte das aposentadorias e pensões pagas a milhões de brasileiros. A medida foi comunicada nesta segunda-feira (6) ao presidente do instituto, Gilberto Waller Júnior.</p>
<p>A decisão de &#8220;avocação&#8221; — termo jurídico que permite a transferência de atribuições entre órgãos — ocorre no contexto da Operação Sem Desconto, deflagrada em abril pela Polícia Federal e pela própria CGU. As investigações apontam um esquema de descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas, sem consentimento dos titulares.</p>
<p>De acordo com o ofício assinado por Marcelo Pontes Vianna, secretário de Integridade Privada da CGU, a gravidade e a repercussão do caso justificam uma atuação centralizada do órgão. O documento solicita ainda o envio imediato de todos os documentos e provas já reunidos pelo INSS.</p>
<p>As entidades investigadas são associações, sindicatos e organizações que, autorizadas a realizar descontos diretamente nos benefícios previdenciários, teriam recebido valores sem o consentimento dos filiados. Muitos beneficiários relataram nunca terem autorizado os débitos ou sequer conhecerem as entidades responsáveis pelas cobranças.</p>
<p>Segundo a CGU, os valores descontados aumentaram de forma expressiva nos últimos anos. Apenas em 2023, os descontos somaram R$ 1,2 bilhão, saltando para R$ 2,8 bilhões em 2024. Paralelamente, o INSS recebeu mais de 1,16 milhão de pedidos de cancelamento de cobranças entre janeiro de 2023 e maio de 2024.</p>
<p>A repercussão do caso levou ao afastamento de quatro dirigentes do INSS e de um policial federal, além da saída do então ministro da Previdência Social, Carlos Lupi. A Advocacia-Geral da União (AGU) também criou um grupo especial para tentar recuperar os valores desviados. Mais de R$ 1 bilhão em bens de investigados já estão bloqueados por decisão judicial.</p>
<h3>Veja as 12 entidades investigadas:</h3>
<ul>
<li>Associação de Suporte Assistencial e Beneficente para Aposentados, Servidores e Pensionistas do Brasil (Asabasp)</li>
<li>APPN Benefícios &#8211; Aapen (ABSP)</li>
<li>Associação dos Aposentados e Pensionistas dos Regimes Geral da Previdência Social (Aapps Universo)</li>
<li>Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (AAPB)</li>
<li>Associação Brasileira dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Asbrapi)</li>
<li>Centro de Estudos dos Benefícios dos Aposentados e Pensionistas (Cebap)</li>
<li>União Nacional de Auxílio aos Servidores Públicos (Unaspub)</li>
<li>Associação no Brasil de Aposentados e Pensionistas da Previdência Social (Apbrasil)</li>
<li>Associação de Aposentados Mutualista para Benefícios Coletivos (Ambec)</li>
<li>Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA)</li>
<li>Caixa de Assistência aos Aposentados e Pensionistas (Caap)</li>
<li>Associação de Proteção e Defesa dos Direitos dos Aposentados e Pensionistas (Apdap Prev – Acolher)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo garante devolução de descontos ilegais a aposentados do INSS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-garante-devolucao-de-descontos-ilegais-a-aposentados-do-inss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 22:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Associações]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
		<category><![CDATA[descontos do INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Sem Desconto]]></category>
		<category><![CDATA[Suspensão]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal informou que aposentados e pensionistas do INSS que tiveram descontos automáticos em abril receberão de volta os valores na próxima folha de pagamento. A medida foi anunciada nesta quinta-feira (24) pelo ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho, após a suspensão dos convênios com entidades da sociedade civil. “Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal informou que aposentados e pensionistas do INSS que tiveram descontos automáticos em abril receberão de volta os valores na próxima folha de pagamento. A medida foi anunciada nesta quinta-feira (24) pelo ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho, após a suspensão dos convênios com entidades da sociedade civil.</p>
<p>“Os recursos que seriam repassados às associações já foram retidos e serão restituídos. A partir de agora, nenhum aposentado será descontado automaticamente”, afirmou o ministro, em entrevista no Palácio do Planalto.</p>
<p>A suspensão dos convênios foi determinada após denúncias de descontos não autorizados feitos em benefício de entidades que ofereciam serviços como assistência jurídica e auxílio funerário. Desde 2019, cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de 6 milhões de segurados, mas o valor exato referente a descontos irregulares ainda será apurado por um grupo de trabalho.</p>
<p>Até o fim das investigações da operação &#8220;Sem Desconto&#8221; e a criação de um novo marco regulatório, nenhum valor poderá ser retirado dos benefícios dos segurados — mesmo com autorização prévia. O governo também informou que aposentados não precisam realizar qualquer ação para interromper os descontos.</p>
<p>A devolução total dos valores indevidos, no entanto, ainda não tem prazo definido, pois dependerá da conclusão da análise de cada caso. A Advocacia-Geral da União (AGU) vai atuar para garantir que os recursos sejam ressarcidos às vítimas da fraude, segundo o advogado-geral Jorge Messias.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>CGU vai reavaliar demissão de professora trans de instituto no Ceará</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cgu-vai-reavaliar-demissao-de-professora-trans-de-instituto-no-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Feb 2024 00:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
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		<category><![CDATA[Transexual]]></category>
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					<description><![CDATA[A Controladoria-Geral da União (CGU) decidiu reexaminar o processo administrativo disciplinar (PAD) que resultou na demissão da professora Emy Virginia Oliveira da Costa pelo Instituto Federal do Ceará (IFCE). A docente, que é transexual, foi demitida após a instituição concluir que ela faltou de forma injustificada por mais de 60 dias no ano de 2019. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Controladoria-Geral da União (CGU) decidiu reexaminar o processo administrativo disciplinar (PAD) que resultou na demissão da professora Emy Virginia Oliveira da Costa pelo Instituto Federal do Ceará (IFCE). A docente, que é transexual, foi demitida após a instituição concluir que ela faltou de forma injustificada por mais de 60 dias no ano de 2019.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Emy, que era professora do campus Tianguá do IFCE desde 2016, explica que as ausências foram motivadas por um curso de doutorado que ela começou a cursar em 2019, na Universidad de la República, no Uruguai. A pós-graduação exigia que ela comparecesse em Montevidéu para ciclos de seminários que duravam em torno de quatro semanas.</p>
<p>Ela conta que, devido a um trâmite burocrático interno (uma autorização de transferência para outro campus do IFCE), não poderia solicitar afastamento para a realização do doutorado em outro país.</p>
<p>Segundo ela, sua remoção para o campus de Baturité foi autorizada em 2018, mas em 2019 ela ainda continuava trabalhando em Tianguá, porque o IFCE ainda não havia oficializado a transferência. A transferência só ocorreria em 2022, por decisão da Justiça, de acordo com a professora.</p>
<p>Por isso, mesmo sem saber que a efetivação de sua transferência levaria quatro anos, Emy optou por outro instrumento: a antecipação de aulas no IFCE, com a concordância escrita dos alunos, para que ela pudesse se ausentar temporariamente e participar dos seminários presenciais no Uruguai.</p>
<p>Ainda de acordo com Emy, nos dois primeiros períodos de ausência para participar dos seminários no Uruguai (em abril e junho), ela antecipou as aulas e comunicou ao seu coordenador, no IFCE, mas não chegou a protocolar os formulários de antecipação no sistema da instituição (SEI) e nem pediu autorização à reitoria para sair do país.</p>
<p>Em seu terceiro período de ausência, em agosto, Emy conta que não só inseriu os formulários de antecipação de aulas no sistema como pediu autorização à reitoria, que demorou apenas cinco dias para aprovar a saída da professora do país para assistir aos seminários do doutorado.</p>
<p>Já no período de seminários de setembro, a professora adotou os mesmos procedimentos de agosto. A diferença é que, desta vez, o reitor não respondeu seu pedido de autorização de saída do país a tempo e ela teve que viajar para o Uruguai mesmo sem o documento.</p>
<p>As saídas do país sem autorização expressa da reitoria, em abril, junho e setembro somaram 79 dias. Assim, o IFCE abriu um PAD contra Emy. Ela foi notificada da abertura do procedimento em novembro de 2019, porém apenas em janeiro de 2024, o PAD foi concluído e decidiu-se pela demissão da professora.</p>
<p>Em nota divulgada em janeiro, o IFCE justificou sua decisão no fato de que, com base em documentos e testemunhos, o caso foi classificado como inassiduidade habitual e que a Lei 8.122 de 1990 é taxativa ao estabelecer a demissão como penalidade para essa conduta.</p>
<p>Emy explica que, apesar de não ter protocolado os formulários no SEI, eles existem e são autênticos. &#8220;O relatório final do PAD não considera, por exemplo, que há formulários de antecipação, que, embora não tenham sido protocolados no SEI, estão com as assinaturas dos estudantes. Não foram considerados [tampouco] os depoimentos dos estudantes dizendo que as aulas foram antecipadas e que não houve nenhum prejuízo. E eles ainda contam esses dias do quarto período, sem considerar que o reitor, durante dois anos e quatro meses não se manifestou [sobre o pedido de saída do país em setembro de 2019]&#8221;, defende-se Emy.</p>
<p>Segundo ela, sua demissão é um caso de transfobia. &#8220;Se você observar, tudo isso demonstra que há uma perseguição. Há uma transfobia velada. É como se fossem garras afiadas sob luvas brancas. Essas garras não podem ser vistas. Por que considerar falta se a professora antecipou as aulas? Eu não fui a primeira a fazer isso. Os professores costumam antecipar aulas sem protocolar no SEI&#8221;.</p>
<p>Na nota divulgada em janeiro, o IFCE afirmou que o PAD seguiu &#8220;todo o rito previsto na legislação em vigor, observados os princípios da legalidade e impessoalidade, bem como o direito ao contraditório e à ampla defesa, os quais foram amplamente garantidos à docente em questão&#8221;.</p>
<p>Ainda de acordo com a nota, nos últimos cinco anos, cinco servidores foram demitidos do IFCE por inassiduidade habitual. &#8220;O IFCE é uma instituição que abraça a diversidade, respeita as diferenças e trata sua comunidade de forma isonômica e respeitosa, tendo a questão da inclusão e da diversidade como política&#8221;, diz a nota.</p>
<p>No ofício enviado à reitoria do IFCE, o corregedor-geral da União, Ricardo Wagner de Araújo, informa que a CGU concluiu que há necessidade de reexaminar o PAD para &#8220;verificar sua regularidade e adequação da penalidade aplicada&#8221;.</p>
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		<title>Gastos com cartão corporativo de ex-presidentes são liberados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 22:57:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cartão corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal tornou público, nesta quinta-feira (12), os gastos com o cartão corporativo dos ex-presidentes da República entre 2003 e 2022. Regido por um decreto federal, o cartão de gastos do governo é utilizado para pagamento de despesas materiais e prestação de serviços, como hospedagem, transporte e alimentação, por exemplo. Segundo o ministro da Secretaria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O governo federal tornou público, nesta quinta-feira (12), os <a href="https://www.gov.br/secretariageral/pt-br/acesso-a-informacao/informacoes-classificadas-e-desclassificadas/Planilha12003a2022.csv" target="_blank" rel="noopener">gastos com o cartão corporativo dos ex-presidentes da República entre 2003 e 2022</a>. Regido por um decreto federal, o cartão de gastos do governo é utilizado para pagamento de despesas materiais e prestação de serviços, como hospedagem, transporte e alimentação, por exemplo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Paulo Pimenta, a liberação dessas informações &#8211; que abrangem os mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), Dilma Rousseff (2011-2016), Michel Temer (2016-2018) e Jair Bolsonaro (2019-2022) &#8211; atende uma determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), tomada em novembro do ano passado. Desde 2017, segundo o ministro, a corte de contas discutia a forma como essas informações deveriam ser divulgadas.</p>
<p>Pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei de Acesso à Informação</a>, os dados que coloquem em risco o presidente e vice-presidente, incluindo cônjuges e familiares, deve ser mantido sob sigilo até o término do mandato.</p>
<p>&#8220;O Acórdão [do TCU] do dia 30/11 determinou que a divulgação deve ser feita e com transparência ativa, portanto, publicada no site de transparência do governo&#8221;, explicou Pimenta.</p>
<p>Para cumprir a determinação, o governo anterior teria disponibilizado os dados até 2018, no fim de dezembro. Já no dia 6 de janeiro, com o término do mandato de Bolsonaro, os dados do período 2019 a 2022 também foram incluídos.</p>
<p>A disponibilização dos números também é decorrente de um pedido da agência Fiquem Sabendo, especializada no acesso a informações públicas.</p>
<p>Pelas planilhas disponibilizadas, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que terminou o mandato no fim do ano passado, gastou cerca R$ 27,6 milhões entre 2019 e 2022 no cartão corporativo. A maior parte dos gastos se refere a hospedagem (R$ 13,7 milhões), tanto em viagens nacionais quanto internacionais; alimentação e supermercado (R$ 10,2 milhões). Também há gastos com abastecimento e outras despesas.</p>
<h2>Recursos</h2>
<p>De acordo com Paulo Pimenta, esses dados agora disponíveis sobre o cartão corporativo presidencial não se referem a outros sigilos que estão sob análise da Controladoria Geral da União (CGU). No dia 1º de janeiro, logo ao tomar posse, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto determinando que a CGU analisasse a necessidade de manutenção ou levantamento de sigilo de uma série de dados.</p>
<p>O ministro explicou que, ao longo dos últimos 4 anos, mais de 65 mil informações solicitadas por cidadãos no Portal da Transparência tiveram acesso negado. Dessas, restaram 2 mil informações, em que os solicitantes interpuseram recursos, e que caberá à CGU dar a palavra final. O órgão tem até o fim deste mês para emitir o parecer, conforme o decreto de Lula.</p>
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