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	<title>Centro Cultural Banco do Brasil &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Centro Cultural Banco do Brasil &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Infantojuvenil inédito “Chuva na Caatinga” estreia no CCBB Rio celebrando Henfil e a força da esperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 15:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Multifoco Companhia de Teatro comemora 15 anos voltando seu olhar às infâncias e juventudes — não como um retorno nostálgico, mas como um reencontro com a potência criadora dos começos. É desse desejo que nasce “Chuva na Caatinga”, espetáculo infantojuvenil inédito que estreia no dia 6 de dezembro de 2025, às 16h, no Centro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Multifoco Companhia de Teatro comemora 15 anos voltando seu olhar às infâncias e juventudes — não como um retorno nostálgico, mas como um reencontro com a potência criadora dos começos. É desse desejo que nasce “Chuva na Caatinga”, espetáculo infantojuvenil inédito que estreia no dia 6 de dezembro de 2025, às 16h, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ). A obra é uma adaptação livre e autoral das emblemáticas tirinhas de Henfil, homenageando o cartunista e revisitando sua obra por meio de novas camadas cênicas, musicais e poéticas.</p>
<p>Com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, por meio do Edital Fluxos Fluminenses, o projeto reforça o compromisso da companhia em dialogar com temas urgentes da realidade brasileira — agora, de forma lúdica, acessível e sensível ao público jovem.</p>
<figure id="attachment_87263" aria-describedby="caption-attachment-87263" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-87263" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/03-Infantojuvenil-inedito-Chuva-na-Caatinga-estreia-no-CCBB-Rio-Expresso-Carioca-1.webp?resize=1000%2C667&#038;ssl=1" alt="Infantojuvenil Inédito “Chuva Na Caatinga” Estreia No CCBB Rio - Expresso Carioca" width="1000" height="667" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/03-Infantojuvenil-inedito-Chuva-na-Caatinga-estreia-no-CCBB-Rio-Expresso-Carioca-1.webp?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/03-Infantojuvenil-inedito-Chuva-na-Caatinga-estreia-no-CCBB-Rio-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/03-Infantojuvenil-inedito-Chuva-na-Caatinga-estreia-no-CCBB-Rio-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/03-Infantojuvenil-inedito-Chuva-na-Caatinga-estreia-no-CCBB-Rio-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/03-Infantojuvenil-inedito-Chuva-na-Caatinga-estreia-no-CCBB-Rio-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-87263" class="wp-caption-text">Infantojuvenil Inédito “Chuva Na Caatinga” Estreia No CCBB Rio &#8211; Foto: Daniel Debortoli</figcaption></figure>
<h4>A jornada pela esperança no alto da Caatinga</h4>
<p>Dirigida por Ricardo Rocha e Diogo Nunes, a peça apresenta três personagens icônicos reinventados para o teatro: Graúna, de personalidade firme; Zeferina, cangaceira ingênua; e Francisca Orelana, cabra intelectualizada. Unidas pela busca por algo raro, valioso e essencial à humanidade — o sentimento da esperança —, as três enfrentam desafios como fome, seca, convivência difícil e desigualdade.</p>
<p>A idealizadora e atriz Clarissa Menezes destaca que a dramaturgia nasceu da observação atenta das tirinhas originais:<br />
“Partimos de uma tirinha específica como fio condutor. A partir dela, selecionamos temas, pesquisamos outras histórias e costuramos uma narrativa que unisse Henfil à criação autoral da companhia.”</p>
<p>Para Viviane Pereira, também em cena e fundadora do grupo, a metáfora da caatinga amplia o alcance simbólico da montagem:<br />
“A caatinga é território de resistência, mas também metáfora da desigualdade social, da fome e da opressão. A busca pela esperança é uma luta coletiva por dignidade.”</p>
<figure id="attachment_87264" aria-describedby="caption-attachment-87264" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-87264" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/03-Infantojuvenil-inedito-Chuva-na-Caatinga-estreia-no-CCBB-Rio-Expresso-Carioca-2.webp?resize=400%2C604&#038;ssl=1" alt="Infantojuvenil Inédito “Chuva Na Caatinga” Estreia No CCBB Rio - Expresso Carioca" width="400" height="604" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/03-Infantojuvenil-inedito-Chuva-na-Caatinga-estreia-no-CCBB-Rio-Expresso-Carioca-2.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/03-Infantojuvenil-inedito-Chuva-na-Caatinga-estreia-no-CCBB-Rio-Expresso-Carioca-2.webp?resize=199%2C300&amp;ssl=1 199w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/03-Infantojuvenil-inedito-Chuva-na-Caatinga-estreia-no-CCBB-Rio-Expresso-Carioca-2.webp?resize=150%2C227&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-87264" class="wp-caption-text">Infantojuvenil Inédito “Chuva Na Caatinga” Estreia No CCBB Rio &#8211; Foto: Daniel Debortoli</figcaption></figure>
<h4>Estética dos quadrinhos ganha movimento no palco</h4>
<p>O diretor de movimento Palu Felipe aponta que a encenação abandona o realismo e mergulha no traço de Henfil, aproximando-se do desenho animado. Em cena, gestos, manipulação de cenário e corporalidades evocam a estética dos quadrinhos, recriando no teatro aquilo que o cartunista rascunhou no papel.</p>
<p>A música torna-se igualmente protagonista. A compositora e musicista Rohl Martinez, que interpreta a onça Glorinha, conduz a trilha sonora com quatro canções originais:<br />
“Criamos uma narrativa que mistura movimento e som, explorando violão, apitos, percussões e efeitos ao vivo, compondo uma atmosfera lúdica em que cada gesto ganha desenho sonoro.”</p>
<h4>Um tributo à obra e ao legado de Henfil</h4>
<p>Henfil, que iniciou sua carreira de cartunista em 1964 e deixou marca na imprensa nacional — de <em>O Pasquim</em> ao <em>Jornal do Brasil</em> —, é celebrado não apenas pela genialidade, mas pela coragem de produzir humor em plena censura. A companhia, ao levar sua obra ao público jovem, revisita esse legado por meio de ferramentas como palhaçaria, comédia física e acrobacia, elementos que já fazem parte de sua assinatura artística.</p>
<p>Para a produtora executiva Fernanda Xavier, “Chuva na Caatinga” é mais do que um espetáculo:<br />
“É um lembrete de que ‘esperançar’ é caminhar, agir e acreditar. Quando se sonha em companhia, tudo floresce mais fácil.”</p>
<h4>Cenografia e luz: a infância como força criativa</h4>
<p>Ricardo Rocha, que também assina a cenografia e iluminação, explica que criar o primeiro espetáculo infantil da companhia significou “reencontrar o encantamento”. A cenografia, pensada como elemento ativo, provoca corpos e imaginários, estimulando crianças — de todas as idades — a reinventar mundos.</p>
<p>O diretor e visagista Diogo Nunes reforça:<br />
“Buscamos despertar o impulso de imaginar, mover e recriar. A infância não é lembrança — é potência.”</p>
<p><strong>SINOPSE</strong></p>
<p><em>“Chuva na Caatinga”</em> acompanha Graúna, Zeferina e Orelana em uma aventura pelo alto da caatinga, onde enfrentam desafios, descobrem diferenças e buscam juntas o sentimento da esperança. Primeira montagem infantojuvenil da Multifoco Companhia de Teatro, celebra os 15 anos do grupo com uma obra sensível, política e poética.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>CHUVA NA CAATINGA</strong></p>
<p><strong>Local:</strong> Centro Cultural Banco do Brasil — Teatro III<br />
<strong>Classificação:</strong> Livre<br />
<strong>Duração:</strong> 60 min</p>
<h4><strong>Temporada 1</strong></h4>
<p><strong>06 a 21 de dezembro de 2025</strong><br />
Sábados e domingos, às 16h<br />
<strong>Sessões extras:</strong><br />
20 e 21/12 — às 11h</p>
<h4><strong>Temporada 2</strong></h4>
<p><strong>17 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026</strong><br />
Sábados e domingos, às 16h<br />
<strong>Sessões extras:</strong><br />
31/01 e 01/02 — às 11h</p>
<p><strong>Ingressos:</strong><br />
R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)<br />
Disponíveis na bilheteria física ou no site do CCBB.</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Rua Primeiro de Março, 66 — Centro, Rio de Janeiro<br />
<strong>Telefone:</strong> (21) 3808-2020<br />
<strong>Informações:</strong> bb.com.br/cultura<br />
Redes sociais: @ccbbrj</p>
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		<title>Espetáculo inédito, &#8220;20 Minutos Daqui” estreia no CCBB RJ</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/espetaculo-inedito-20-minutos-daqui-estreia-no-ccbb-rj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 21:52:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[20 minutos daqui]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre a fantasia e a distopia, estreia no dia 27 de novembro de 2025, às 19h30, no Teatro 3 do Centro Cultural Banco do Brasil RJ (CCBB RJ) o espetáculo “20 minutos daqui”. Escrito e interpretado por Giuliano Laffayette, o texto recebe a assinatura de Bárbara Abi-Rihan e Ricardo Rocha na direção. A peça nasce [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee/" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre a fantasia e a distopia, estreia no dia </span><b>27 de novembro de 2025</b><span style="font-weight: 400;">, às </span><b>19h30</b><span style="font-weight: 400;">, no Teatro 3</span> <span style="font-weight: 400;">do </span><b>Centro Cultural Banco do Brasil RJ (CCBB RJ)</b><span style="font-weight: 400;"> o espetáculo “</span><b><i>20 minutos daqui</i></b><span style="font-weight: 400;">”. Escrito e interpretado por </span><b>Giuliano Laffayette</b><span style="font-weight: 400;">, o texto recebe a assinatura de </span><b>Bárbara Abi-Rihan</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Ricardo Rocha</b><span style="font-weight: 400;"> na direção. A peça nasce da fábula de um jovem que sonha em ser piloto de foguete e constrói o seu próprio. Mas, durante a viagem, o foguete entra em pane e acaba caindo em um planeta desconhecido chamado 20 Minutos Daqui. Fora de órbita, ele se vê atravessado por seu passado e seu futuro. Numa narrativa não-linear, a montagem trata sobre sonhos e a fantasia capaz de impulsionar a própria realidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-86984" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/25-Espetaculo-inedito-20-Minutos-Daqui-estreia-no-CCBB-RJ-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C711&#038;ssl=1" alt="Espetáculo Inédito, 20 Minutos Daqui Estreia No CCBB RJ - Expresso Carioca" width="400" height="711" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/25-Espetaculo-inedito-20-Minutos-Daqui-estreia-no-CCBB-RJ-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/25-Espetaculo-inedito-20-Minutos-Daqui-estreia-no-CCBB-RJ-Expresso-Carioca-1.webp?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/25-Espetaculo-inedito-20-Minutos-Daqui-estreia-no-CCBB-RJ-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C267&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" />“No espetáculo, o tempo não é apenas passagem &#8211; é matéria cênica, é corpo e escritura, ele está presentificado. Tematizar o espaço nos permite deslocar a noção de sequência e abrir fendas na percepção da plateia, que experimenta o tempo como expansão e dobra, e não como linha. A narrativa nasce justamente dessa vontade de transformar o tempo em linguagem. Buscamos traçar uma experiência cênica onde o tempo se torna presença do acontecimento teatral. E assim, entre uma fração dessa coexistência na sala de espetáculo, suspenderemos o tempo para, em assembleia, viver um acontecimento efêmero”, adianta o diretor </span><b>Ricardo Rocha</b><span style="font-weight: 400;"> que, na montagem, agrega ainda seu saber artístico nas funções de cenógrafo e iluminador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Transmitindo uma mensagem de esperança e transformação, o texto aborda temas universais que ressoam com o público de diferentes culturas e gerações. Giuliano teve a ideia da peça há oito anos, numa viagem de metrô a caminho da faculdade de Artes Cênicas, onde desenvolveu um primeiro esboço. O ator também teve uma passagem como voluntário pela ONG A Arte Salva, projeto criado pela atriz e transformadora social Karina Duarte Puri que oferecia atividades artísticas em Jardim Gramacho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Aquele projeto me transformou como ser humano, ampliou minha visão e minha sensibilidade. Algumas questões ganharam camadas, se transformaram em níveis bem mais profundos. Sempre trabalhei para poder viver como ator. Na ONG falávamos muito sobre sonhos, esperança, e de alguma maneira tentávamos somar com uma possível transformação positiva de realidade”, reflete Giuliano. No processo de elaboração do texto, Giuliano, que levou o primeiro argumento, uma base de enredo e alguns esboços, viu sua dramaturgia tomar outro corpo a partir dos encontros em sala de ensaio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assinado pela </span><b>Multifoco Produções Culturais</b><span style="font-weight: 400;">, a faceta produtora da Multifoco Companhia de Teatro, o trabalho é o primeiro espetáculo de um projeto de iniciativa externa, mas carrega, em sua estrutura, boa parte dos profissionais da Companhia em sua Ficha Técnica. A Multifoco completou 15 anos de pesquisa continuada e trabalho ininterrupto e vem ampliando suas frentes de trabalho. Além da produção, elementos da linguagem da companhia se fazem presentes, sobretudo, pela presença de Ricardo Rocha à frente das funções de diretor, cenógrafo e iluminador, e de </span><b>Bárbara Abi-Rihan</b><span style="font-weight: 400;">, que nesta montagem também assina a direção, estruturando o trabalho de preparação corporal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Bárbara, aliás, “</span><b><i>20 minutos daqui</i></b><span style="font-weight: 400;">” provoca a nossa percepção sobre o tempo. “20 minutos podem passar voando ou soar como uma eternidade, a depender das circunstâncias. Nos tempos atuais, tem sido cada vez mais difícil fantasiar sobre o futuro e não esbarrar na distopia. Mas, na medida que expande nossa percepção sobre o tempo, a peça transita entre presente-futuro-passado entrelaçados, sobrepostos. Passeia entre a fantasia dos sonhos, a distopia das previsões de futuro e a miudeza do nosso tamanho diante das dimensões do universo”, encerra Bárbara. </span></p>
<p><b>SOBRE O CCBB RJ</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 36 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar.</span></p>
<hr />
<p><b>Serviço</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><b>20 MINUTOS DAQUI</b><span style="font-weight: 400;">”</span></p>
<p><strong>Centro Cultural Banco do Brasil</strong></p>
<p><strong>Teatro III</strong></p>
<p><strong>Temporada</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> 27 de novembro a 21 de dezembro de 2025<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Quarta-feira a sábado às 19h30 e domingo às 18h30</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Inteira:</strong> R$ 30 | Meia-entrada: R$ 15, à venda na bilheteria física ou no site do CCBB (</span><a href="http://bb.com.br/cultura"><span style="font-weight: 400;">bb.com.br/cultura</span></a><span style="font-weight: 400;">) </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudantes, maiores de 65 anos e cartões Banco do Brasil pagam meia-entrada</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Classificação Indicativa:</strong> Livre</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Duração:</strong> 60 minutos</span></p>
<hr />
<p><b>Centro Cultural Banco do Brasil</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Endereço:</strong> Rua Primeiro de Março, 66 &#8211; Centro</span><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">– Rio de Janeiro &#8211; RJ<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><strong>Contato:</strong> (21) 3808-2020 | </span><a href="mailto:ccbbrio@bb.com.br" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">ccbbrio@bb.com.br</span></a></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Informações sobre programação, acessibilidade, estacionamento e outros serviços: </span></em><a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">bb.com.br/cultura</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a programação completa também nas redes sociais: </span><a href="http://twitter.com/ccbb_rj" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">x.com/ccbb_rj</span></a><span style="font-weight: 400;"> | </span><a href="http://facebook.com/ccbb.rj" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">facebook.com/ccbb.rj</span></a><span style="font-weight: 400;"> | </span><a href="http://instagram.com/ccbbrj" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">instagram.com/ccbbrj</span></a><span style="font-weight: 400;"> | </span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://tiktok.com/ccbbcultura" target="_blank" rel="noopener">tiktok.com/ccbbcultura</a> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Funcionamento:</strong> De quarta a segunda-feira, das 9h às 20h (fecha às terças-feiras).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>ATENÇÃO:</strong> Domingos, das 8h às 9h &#8211; horário de atendimento exclusivo para visitação de pessoas com deficiências intelectuais e/ou mentais e seus acompanhantes, conforme determinação legal (Lei Municipal nº 6.278/2017)</span></p>
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		<title>Arquivo Fullgás conta com depoimentos de cerca de 100 artistas visuais dos anos 1980</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/arquivo-fullgas-conta-com-depoimentos-de-cerca-de-100-artistas-visuais-dos-anos-1980/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 15:16:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias. Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Ampliando as discussões em torno da grande exposição “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil”, atualmente em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo até o dia 4 de agosto de 2025, o Arquivo Fullgás já conta com cerca de 100 depoimentos de artistas visuais que iniciaram suas trajetórias na década [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee/" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a>Ampliando as discussões em torno da grande exposição “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil”, atualmente em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo até o dia 4 de agosto de 2025, o Arquivo Fullgás já conta com cerca de 100 depoimentos de artistas visuais que iniciaram suas trajetórias na década de 1980. Até o final da temporada da exposição, que já passou pelo CCBB RJ e CCBB Brasília e terminará sua itinerância no CCBB BH, onde chegará no dia 27 de agosto deste ano, estão previstos mais de 150 depoimentos. Disponível gratuitamente no Instagram e no Youtube (@arquivo_fullgas), o arquivo é uma oportunidade única de o público ter acesso ao pensamento dos artistas e ao contexto histórico da época.</p>
<figure id="attachment_84911" aria-describedby="caption-attachment-84911" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-84911" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Arquivo-Fullgas-conta-com-depoimentos-de-cerca-de-100-artistas-visuais-dos-anos-1980-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C450&#038;ssl=1" alt="Arquivo Fullgás Conta Com Depoimentos De Cerca De 100 Artistas Visuais Dos Anos 1980 - Expresso Carioca" width="400" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Arquivo-Fullgas-conta-com-depoimentos-de-cerca-de-100-artistas-visuais-dos-anos-1980-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Arquivo-Fullgas-conta-com-depoimentos-de-cerca-de-100-artistas-visuais-dos-anos-1980-Expresso-Carioca-1.webp?resize=267%2C300&amp;ssl=1 267w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Arquivo-Fullgas-conta-com-depoimentos-de-cerca-de-100-artistas-visuais-dos-anos-1980-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C169&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-84911" class="wp-caption-text">Alice Vinagre 1984 &#8211; Ônibus Circular ou o jogo de amarelinha, 1984 &#8211; Imagem: Divulgação</figcaption></figure>
<p>&#8220;Trata-se de um importante arquivo de depoimentos de artistas associados às muitas gerações 80 no Brasil. Em um país ainda carente de arquivos, publicações e mesmo documentários gratuitos e de fácil acesso a respeito das artes visuais no país, o Arquivo Fullgás é uma contribuição singela e sólida a uma tentativa de fazer alguma manutenção da memória desses artistas a partir de suas próprias falas, lembranças e contação de histórias. Ao ouvirmos depoimentos de artistas com carreiras tão assimétricas, com mídias diferentes e de lugares tão distantes dentro do Brasil, apenas podemos concluir que qualquer circunscrição a uma noção única de &#8220;Geração 80&#8243; está fadada ao deslize. Aprendamos com esses artistas e que futuras pesquisas em curadoria e história da arte venham para seguir complexificando esse momento tão importante da produção de arte e imagem não só no Brasil, mas no mundo&#8221;, afirma o curador-chefe Raphael Fonseca.</p>
<p>Assim como na exposição, o Arquivo Fullgás conta com artistas visuais de todas as regiões do país, mostrando um amplo panorama das artes brasileiras na década de 1980, uma oportunidade única de ter acesso às memórias dos artistas que integram essa geração. Desta forma, já estão disponíveis depoimentos de artistas como Beatriz Milhazes (RJ), Sérgio Lucena (PB), Chico Machado (RS), Mauricio Castro (PE), Cristóvão Coutinho (AM), Gervane de Paula (MT), Rosângela Rennó (MG), Guache Marque (BA), Alice Vinagre (PB), Elder Rocha (GO), Goya Lopes (BA), Sergio Romagnolo (SP), entre muitos outros.</p>
<p>O Arquivo Fullgás começou a ser produzido em outubro de 2024, com o início da exposição no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro e seguirá com novos episódios até o final da exposição em Belo Horizonte, no dia 10 de novembro de 2025.</p>
<p>“Fullgás”, assim como a música de Marina Lima, deseja que o público tenha contato com uma geração que depositou muito de sua energia existencial não apenas no fazer arte, mas também em novos projetos de país e cidadania. Uma geração que, nesse percurso, foi da intensidade à consciência da efemeridade das coisas, da vida”, afirmam os curadores.</p>
<p>A exposição está dividida em cinco núcleos conceituais cujos nomes são músicas da década de 1980: &#8220;Que país é este&#8221; (1987), &#8220;Beat acelerado&#8221; (1985), &#8220;Diversões eletrônicas&#8221; (1980), &#8220;Pássaros na garganta&#8221; (1982) e &#8220;O tempo não para&#8221; (1988). A mostra aborda o período de forma ampla, entendendo que seus questionamentos e impulsos começaram e terminaram fora do marco temporal de dez anos que tradicionalmente constitui uma década. Desta forma, a exposição abrange o período entre 1978 e 1993, tendo como marcos o final do Ato Institucional 5 e o ano posterior ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Consideramos para a base de reflexões este arco de quinze anos e todas as suas mudanças estruturais e culturais para pensarmos o Brasil: do fim da ditadura militar ao retorno a uma democracia que, logo na sequência, lidará com o trauma de um impeachment”, contam os curadores, que selecionaram para a exposição obras de artistas cujas trajetórias começaram neste período.</p>
<p>Nas artes visuais, a Geração 80 ficou marcada pela icônica mostra &#8220;Como vai você, Geração 80?&#8221;, realizada no Parque Lage, em 1984. A exposição no CCBB entende a importância deste evento, trazendo, inclusive, algumas obras que estiveram na mostra, mas ampliando a reflexão. “Queremos mostrar que diversos artistas de fora do eixo Rio-São Paulo também estavam produzindo na época e que outras coisas também aconteceram no mesmo período histórico, como, por exemplo, o ‘Videobrasil’, realizado um ano antes, que destacava a produção de jovens videoartistas do país”, ressaltam os curadores.</p>
<p>Além das obras de arte, a exposição traz, ainda, diversos elementos da cultura visual da década de 1980, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos, que fazem parte da formação desta geração. “Mais do que sobre artes visuais, é uma exposição sobre imagem e as obras de arte estão dialogando o tempo inteiro com essa cultura visual, por exemplo, se apropriado dos materiais produzidos pelas revistas, televisões, rádios, outdoors e elementos eletrônicos. Por isso, propomos incorporar esses dados, que quase são comentários na exposição, que vão dialogando com os elementos que estão nas obras de fato”, ressaltam Raphael Fonseca, Amanda Tavares e Tálisson Melo.</p>
<hr />
<p><strong>Servi</strong><strong>ço</strong></p>
<p><strong>Arquivo Fullgás </strong></p>
<p><strong>Exposição “</strong><strong>Fullgás &#8211; artes visuais e anos 1980 no Brasil”</strong></p>
<p>Até 04 de agosto de 2025</p>
<p><strong>Local:</strong> Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo<br />
<strong>Horário:</strong> Todos os dias, das 9h às 20h (exceto às terças)<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP<br />
<strong>Ingressos:</strong> Gratuitos em <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noopener">bb.com.br/cultura</a> e na bilheteria do CCBB</p>
<hr />
<p><strong>INFORMAÇÕES CCBB SP:</strong></p>
<p><strong>Funcionamento:</strong> Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças<br />
<strong>Contato:</strong> (11) 4297-0600 | E-mail: <a href="mailto:ccbbsp@bb.com.br">ccbbsp@bb.com.br</a><br />
<strong>Estacionamento:</strong> O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas &#8211; necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB).</p>
<p>O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.</p>
<p><strong>Van:</strong> Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h.<br />
<strong>Transporte público:</strong> O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.<br />
<strong>Táxi ou Aplicativo:</strong> Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).<br />
<strong>Entrada acessível CCBB SP:</strong> Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.</p>
<p><strong>Instagram e Youtube:</strong> <a href="https://www.instagram.com/arquivo_fullgas" target="_blank" rel="noopener">@arquivo_fullgas</a></p>
<p>Gratuito</p>
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		<title>CCBB no Rio realiza debates de ideias sobre os cem anos da Semana de Arte Moderna de 1922</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ccbb-no-rio-realiza-debates-de-ideias-sobre-os-cem-anos-da-semana-de-arte-moderna-de-1922/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 16:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[debates de ideias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Para comemorar o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, o Centro Cultural Banco do Brasil apresenta o projeto Contingências Antropofágicas / 100 anos depois de 22, no CCBB Rio de Janeiro, nos dias 11, 12 e 13 de março, às 18h30. O projeto, presencial e gratuito, é patrocinado pelo Banco do Brasil.  Com idealização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para comemorar o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, o Centro Cultural Banco do Brasil apresenta o projeto <strong>Contingências Antropofágicas / 100 anos depois de 22,</strong> no CCBB Rio de Janeiro, nos <u>dias 11, 12 e 13 de março</u>, às 18h30. O projeto, presencial e gratuito, é patrocinado pelo Banco do Brasil.</p>
<p><strong> </strong>Com idealização do escritor e Mestre em Artes Visuais <strong>Valdo Resende</strong>, curadoria e mediação da jornalista <strong>Katia Canton</strong> e produção da Kavantan &amp; Associados, de <strong>Sonia Kavantan</strong>, o debate de ideias propõe reflexões sobre os contextos sócio-históricos que deflagraram a concretização do movimento ocorrido entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 1922, no Theatro Municipal de São Paulo.</p>
<p>O seminário também questiona as influências dessa primeira etapa do modernismo na arte hoje e joga luz sobre os significados de uma busca pela identidade brasileira através da arte. Como a questão da brasilidade toma corpo agora? O diferencial do projeto é que estarão no foco da discussão as contingências em três aspectos – Histórico, Estético e Humano.</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Programação CCBB-RIO</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dia 11 de Março, 18h30 &#8211; </strong>Contingências sócio-históricas &#8211; O Significado da Semana</p>
<ul>
<li><strong>Denise Mattar</strong> &#8211; <em>Dona Odila Penteado e as consequências da Semana.</em></li>
<li><strong>Priscila Loyde Gomes Figueiredo</strong> &#8211; <em>Raça, caráter e classe em Mário de Andrade.</em></li>
</ul>
<p>Esse primeiro encontro busca discutir a questões primordiais. O que significou a Semana de 22 na cidade de SP? Como era a Paulicéia até a explosão do modernismo, como eram os artistas e como eles se organizaram em torno do movimento? Como a questão da identidade brasileira se configurou e qual o papel singular de Mario de Andrade, autor de Macunaíma, na pesquisa de nossas raízes e vocações?</p>
<hr />
<p><strong>Dia 12 de Março, 18h30 &#8211; </strong>Contingências humanas – O Significado do ser moderno hoje</p>
<ul>
<li><strong>Carolina Casarin</strong> &#8211; <em>O Modernismo e a Moda</em>.</li>
<li><strong>Frederico Coelho</strong> &#8211; <em>Invenções e Reinvenções do Modernismo.</em></li>
</ul>
<p>A contingência tratada aqui articula as especificidades da estética desenvolvida pelos principais artistas que formaram essa primeira fase do modernismo brasileiro. Nas artes visuais, na literatura e na música, como se caracterizou essa produção? Quem eram eles e como foram responsáveis pela representação de uma geração?</p>
<hr />
<p><strong>Dia 13 de Março, 18h30 </strong>– Contingências estéticas: A Composição da Sinfonia Modernista de 22</p>
<ul>
<li><strong>Agnaldo Farias</strong>: <em>O lastro modernista nas artes hoje</em>.</li>
<li>&#8211; <strong>Marcelo Campos</strong>: <em>Invisibilidades modernistas</em>.</li>
</ul>
<p>Essa contingência se liga ao atravessamento do tempo/espaço e do alargamento do conceito modernista até os dias de hoje. Será que aquela é uma Semana que não terminou, como diz o título do livro do jornalista Marcos Augusto Gonçalves? Quais as principais influências que aquele momento nos deixou como herança? O que é mito, o que é verdade?</p>
<hr />
<p><strong>Dinâmica:</strong></p>
<p>Nos três dias de evento (mesma quantidade de dias da Semana de 1922) haverá dois palestrantes e uma mediadora, com espaço de tempo para perguntas da plateia. O seminário será presencial e terá duas horas de duração.  Cada encontro será aberto pela mediadora que apresentará colocações sobre o tema proposto e apresentará os palestrantes. Na sequência cada palestrante fará sua apresentação. O mediador retomará iniciando questionamentos para os palestrantes e depois o público também poderá fazer perguntas. Ao final, após as considerações finais dos palestrantes, o mediador fará o fechamento.</p>
<p>Depois de São Paulo e Rio de Janeiro, o projeto também acontecerá em Belo Horizonte (dias 1, 2 e 3 de abril, 20h) e Brasília (dias 5, 6 e 7 de maio, 20h).</p>
<p>Ao final de todas as cidades, serão disponibilizados nas redes sociais do CCBB um vídeo com a edição de todas as palestras e uma publicação com a transcrição dos conteúdos. Será emitido certificado digital para a pessoa que comparecer a pelo menos duas palestras. Haverá tradução em libras durante todas as atividades.</p>
<p><strong>Sobre a curadora</strong></p>
<p>Katia Canton é artista visual, escritora, jornalista, professora e curadora. Estudou arquitetura, dança e formou-se jornalista pela ECA USP, em São Paulo. Também estudou literatura e civilização francesas no curso de estudos superiores dado pela Aliança Francesa juntamente com a Universidade de Nancy II. Em 1984 transferiu-se para Paris, com uma bolsa de estudos de dança moderna no estúdio Peter Goss.</p>
<p>Viveu em Nova York por oito anos, onde trabalhou como repórter para vários jornais e revistas e realizou mestrado e doutorado na New York University. Sua pesquisa acadêmica é interdisciplinar e relaciona as artes e os contos de fadas, de várias épocas e culturas do mundo. Trabalhou um ano e meio como bolsista no MoMA, de Nova York, criando projetos de arte e narrativa no departamento de educação. De volta ao Brasil, ingressou como docente na Universidade de São Paulo, sendo professora associada do Museu de Arte Contemporânea (onde foi vice-diretora) e do programa de Pós-graduação Interunidades em Estética e História da Arte.</p>
<p>Seu trabalho artístico é multimídia, incluindo desenho, pintura, fotografia e objetos, e conceitualmente se liga a questões sobre sonho, desejos e narrativas. Tem realizado exposições em museus, galerias e instituições culturais no Brasil e no exterior, desde 2008.</p>
<p>Como autora, além de escrever livros sobre arte, criou mais de 50 livros ilustrados para o público infantil e juvenil, tendo recebido vários prêmios, no Brasil e no exterior. Entre eles, recebeu por três vezes o prêmio Jabuti, prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.</p>
<p><strong>SOBRE O CCBB RJ</strong></p>
<p>O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona na 2ª, 4ª a sábado de 9h às 21h, no domingo de 9h às 20h e fecha na terça-feira. A entrada do público é permitida apenas com apresentação do comprovante de vacinação contra a COVID-19 e uso de máscara. Não é necessária a retirada de ingresso para acessar o prédio, os ingressos para os eventos podem ser retirados previamente no site <a href="http://eventim.com.br" target="_blank" rel="noopener">eventim.com.br</a> ou presencialmente na bilheteria do CCBB.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Contingências Antropofágicas / 100 anos depois de 22</strong></p>
<p><strong>Local: </strong>Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro<br />
<strong>Período: </strong>dias 11, 12 e 13 de março, às 18h30<br />
<strong>Ingressos:</strong> Agendamento através do site <a href="http://eventim.com.br" target="_blank" rel="noopener">eventim.com.br</a> e bilheteria CCBB<br />
<strong>Classificação indicativa: </strong>14 anos. Entrada gratuita<br />
<strong>Endereço:</strong> R. Primeiro de Março, 66 &#8211; Centro, Rio de Janeiro &#8211; RJ, 20010-000.<br />
<strong>Informações:</strong> (21) 3808-2020 e <a href="mailto:ccbbrio@bb.com.br">ccbbrio@bb.com.br</a></p>
<p>bb.com.br/cultura | <a href="http://www.twitter.com/ccbb_sp" target="_blank" rel="noopener">twitter.com/ccbb_rio</a> | <a href="http://www.facebook.com/ccbbsp" target="_blank" rel="noopener">facebook.com/ccbbrio</a> | <a href="http://www.instagram.com/ccbbsp" target="_blank" rel="noopener">instagram.com/ccbbrio</a></p>
<p><a href="mailto:ccbbrio@bb.com.br">ccbbrio@bb.com.br</a></p>
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		<title>Iolanta – A princesa de vidro” estreia em 22 de janeiro no Centro Cultural Banco do Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/iolanta-a-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-centro-cultural-banco-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 16:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[A princesa de vidro]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Iolanta]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Obra Russa]]></category>
		<category><![CDATA[Pyotr Ilyich Tchaikovsky]]></category>
		<category><![CDATA[Yolanta]]></category>
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					<description><![CDATA[Dirigido por Daniel Herz e com direção musical de Wladimir Pinheiro, espetáculo ficará em cartaz até 13 de março, no Teatro II Inspirado na obra russa “Yolanta”, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, a opereta infantojuvenil “Iolanta – A princesa de vidro” apresenta o mundo sensorial de Iolanta, uma princesa cega. Ainda bebê, ela perde a visão devido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dirigido por Daniel Herz e com direção musical de Wladimir Pinheiro,</em><em> </em><em>espetáculo ficará em cartaz até 13 de março, no Teatro II</em></p>
<p>Inspirado na obra russa “Yolanta”, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, a opereta infantojuvenil <strong>“Iolanta – A princesa de vidro”</strong> apresenta o mundo sensorial de Iolanta, uma princesa cega. Ainda bebê, ela perde a visão devido a um acidente e cresce de uma maneira inusitada: sem saber que é cega. O pai superprotetor, rei de Borgonhópoles, esconde de todos a condição da filha e constrói seu mundo de forma que ela nunca descubra que é cega. Ela, então, cresce isolada no meio das montanhas e longe da maldade humana. É uma história sobre a descoberta dos sentidos e sobre o poder de transformação e cura do amor.</p>
<p>Idealizadora do projeto, <strong>Vanessa Dantas</strong> assina a dramaturgia ao lado de <strong>Ana Paula Secco</strong>. Com direção de <strong>Daniel Herz</strong> e direção musical de <strong>Wladimir Pinheiro</strong>, a peça estreia em 22 de janeiro, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, onde ficará em cartaz no Teatro II até 13 de março, com sessões aos sábados e domingos, às 16h. O espetáculo tem patrocínio da Eletrobras Furnas e do Centro Cultural Banco do Brasil. O projeto é realizado pela Lei de Incentivo à Cultura.</p>
<p>O elenco é composto por nove atores-cantores: <strong>Caio Passos</strong> (Rufino D’Acolá), <strong>Chiara Santoro</strong> (Martha), <strong>Kiko do Valle</strong> (Jean D’Além), <strong>Leandro Castilho</strong> (Sr. Tchaikovsky), <strong>Mariah Viamonte</strong> (Iolanta D’Aquém), <strong>Marino Rocha</strong> (Petran D’Aquém), <strong>Saulo Vignoli</strong> (Almerico), <strong>Sofia Viamonte</strong> (Laurete) e <strong>Tiago Herz</strong> (Florian D’Além). Acompanhados pelo músico <strong>Pedro Izar</strong>, o elenco toca diversos instrumentos em cena, como violão, violino, violoncelo, flauta, flautim, trompete, acordeão e piano.</p>
<figure id="attachment_44806" aria-describedby="caption-attachment-44806" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-44806" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=1024%2C684&#038;ssl=1" alt="Iolanta – A Princesa De Vidro” Estreia em 22 De Janeiro No Centro Cultural Banco Do Brasil - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="1024" height="684" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C501&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44806" class="wp-caption-text">Foto: Caique Cunha/Studio Rico</figcaption></figure>
<p>“Justamente por não saber que lhe falta algo, a Iolanta representa um dom além dos sentidos. Por ser cega, ela explorou profundamente a beleza do mundo invisível. Ela se comunica com natureza, fala a língua dos pássaros, das flores”, conta Vanessa Dantas, que já esteve à frente de bem-sucedidas adaptações de óperas de Gioachino Rossini e Gaetano Donizetti para o teatro infantojuvenil.</p>
<p>Na ópera original, a história se passa no século XV, nas montanhas do sul da França. Nesta adaptação, a peça ganha contornos brasileiros, sendo ambientada no período colonial na região da Serra do Órgãos, no Rio de Janeiro. Os reinos de Borgonhópolis e Provenzópolis foram inspirados nas cidades de Petrópolis e de Teresópolis, respectivamente. O Parnaso é a riquíssima e fértil terra situada entre os dois reinos, disputada pelas famílias reais D’Aquém e D’Além – de onde vêm, respectivamente, os jovens Iolanta e Florian. Em meio às desventuras desta discórdia, os dois acabam se apaixonando.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-44805" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=400%2C401&#038;ssl=1" alt="Iolanta – A Princesa De Vidro” Estreia em 22 De Janeiro No Centro Cultural Banco Do Brasil - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="400" height="401" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=768%2C769&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=75%2C75&amp;ssl=1 75w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=350%2C350&amp;ssl=1 350w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C751&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>“A peça traz a ideia de que na diferença você tem a possibilidade de um encantamento amoroso. É na singularidade do outro que você percebe uma outra percepção da vida, possibilitando a paixão. Nesse sentido, acho muito moderno montarmos esse espetáculo agora, nesse momento de tanta polarização”, analisa Daniel Herz. “O que faz o Florian se apaixonar pela Iolanta não é o fato de ela ser cega. Mas a consequência de ela ser cega traz uma sensibilidade, uma percepção diferente sobre a existência, algo que ele não tem”.</p>
<p>Da infância de Tchaikovsky (1840-1893), sabe-se que cedo ele revelou dotes musicais, mas não recebeu educação neste sentido. Seus pais achavam que a música não seria saudável para uma criança tão sensível e até mesmo neurótica. Sua babá costumava chamá-lo de “menino de vidro”, por sua fragilidade. Ao assistir a uma encenação do conto de fadas dinamarquês “Iolanta”, em 1891, Tchaikovsky se identificou tão profundamente com a personagem-título que se sentiu movido a transformá-la em ópera.</p>
<p>Com direção musical de Wladimir Pinheiro (música e letras originais, adaptação musical), o espetáculo explora as mais consagradas obras do compositor russo: os balés “A bela adormecida”, “O quebra-nozes” e “O lago dos cisnes”, além de temas das sinfonias nº 5 e nº 6 e de concertos. “Fizemos uma grande revista da obra Tchaikovsky. São temas conhecidos, já abordados no cinema e em desenhos animados. As pessoas vão reconhecê-los e se surpreender pela forma como foram usados no enredo”, diz Wladimir. Na transposição da história para o Brasil, a modinha imperial foi escolhida como tema musical.</p>
<p>O cenário criado por Glauco Bernardi foi inspirado nas arquiteturas francesa e italiana do século XIX, e no artesanato da cultura popular russa do mesmo período. Um grande realejo, com seus muitos compartimentos e seus bonecos mecânicos, representam os personagens que vão ganhando vida ao se transformarem nos atores.</p>
<p><strong>Daniel Herz – </strong>É fundador e diretor artístico, desde 1992, da Companhia Atores de Laura. Dirigiu espetáculos fora do grupo: “Zastrozzi” (de Georg F. Walker), “Geraldo Pereira, um escurinho brasileiro” (de Ricardo Hofstetter), “Nós no tempo” (de Marcius Melhem), “Otelo da Mangueira” (de Gustavo Gasparani), “Tom e Vinícius” (de Daniela Pereira e Eucanaã), “O Barbeiro de ervilha” (adaptação de Vanessa Dantas), “O elixir do amor”(adaptação de Vanessa Dantas), “Fonchito e a lua” (adaptação de Pedro Brício), “Acorda para cuspir” (de Eric Bogosian), “Tudo que há flora” (de Luiza Prado); “A vida de Galileu” (de Bertold Brecht) e “Valsa nº 6” (de Nelson Rodrigues).</p>
<p>Em 2017, dirigiu &#8220;Ubu Rei&#8221;, de Alfred Jarry, com Marco Nanini, Rosi Campos e os Atores de Laura; “Perdoa-me por me traíres”, de Nelson Rodrigues; e “Fulaninha e Dona Coisa”, de Noemi Marinho. Em 2018, dirigiu “Conexão: Solidão” (criação coletiva); “Ópera Piedade”, de João Guilherme Ripper; e “Cálculo ilógico”, de Jessica Menkel. Em 2021, dirigiu o filme “A melhor versão”, de Julia Spadaccini. No mesmo ano, dirigiu o documentário “A quarta margem”, assinando também o roteiro.</p>
<p><strong>Vanessa Dantas – </strong>Formada atriz pelo Teatro Escola Célia Helena (SP) em 1993. De 2001 a 2008, foi atriz integrante da Cia Atores de Laura. Estreou e viajou com a Cia por diversas cidades brasileiras com os espetáculos: “As artimanhas de Scapino” (de Molière), “Decote” (criação Coletiva da Cia Atores de Laura inspirada na obra de Nelson Rodrigues), “O conto do inverno” (de W. Shakespeare), “N.I.S.E” (criação Coletiva da Cia Atores de Laura em parceria com Maria da Luz sobre a vida da Doutora Nise da Silveira).</p>
<p>Em 2007, fundou a Marcatto Produções Artísticas. Pela empresa, foi a adaptadora dos libretos, criadora das concepções artísticas, produtora e atriz de espetáculos musicais para crianças: “O barbeiro de ervilha” (2010), adaptação da ópera “Il Barbiere di Siviglia”, de Gioacchino Rossini; “O elixir do amor” (2014), adaptação da ópera “L’ Elisir D Amore”, de Gaetano Donizetti – ambos com direção de Daniel Hertz. A peça “A borralheira, uma opereta brasileira” (2012), adaptação da ópera “La Cenerentola”, de Gioacchino Rossini; e “Thomas e as mil e uma invenções” (2018), musical para crianças de Vanessa Dantas e Tim Rescala, foi dirigida por Fabianna de Mello e Souza. Em mais de uma década, os seus projetos somam cerca de 30 indicações, tendo conquistado prêmios, entre as principais premiações de teatro infantil do Rio.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA<br />
Libreto:</strong> Vanessa Dantas, Ana Paula Secco e Wladimir Pinheiro</p>
<p><strong>Texto original a partir da ópera russa “Yolanta”, de Tchaikovsky:</strong> Vanessa Dantas e Ana Paula Secco<br />
<strong>Música e letras originais, adaptação musical:</strong> Wladimir Pinheiro<br />
<strong>Direção:</strong> Daniel Herz<br />
<strong>Direção musical e arranjos:</strong> Wladimir Pinheiro<br />
<strong>Direção de movimento:</strong> Daniel Herz e Esther Weitzman<br />
<strong>Elenco:</strong> Caio Passos, Chiara Santoro, Kiko do Valle, Leandro Castilho, Mariah Viamonte, Marino Rocha, Saulo Vignoli, Sofia Viamonte e Tiago Herz<br />
<strong>Músico:</strong> Pedro Izar<br />
<strong>Cenário:</strong> Glauco Bernardi<br />
<strong>Figurino:</strong> Karen Brustolin<br />
<strong>Iluminação:</strong> Ana Luzia Molinari de Simoni<br />
<strong>Desenho de som:</strong> João Gabriel Mattos<br />
<strong>Preparação vocal:</strong> Chiara Santoro<br />
<strong>Assistente de direção:</strong> Fernando Queiroz<br />
<strong>Operador de som:</strong> Arthur Ferreira<br />
<strong>Microfonista: </strong>Adriana Lima<br />
<strong>Costureira:</strong> Vera Lucia dos Santos Costa<br />
<strong>Comunicação visual:</strong> Bruno Dante<br />
<strong>Assessoria de imprensa:</strong> Paula Catunda<br />
<strong>Mídias sociais:</strong> Guilherme Fernandes<br />
<strong>Fotografia:</strong> Caique Cunha<br />
<strong>Maquiagem:</strong> Bruno Alsiv<br />
<strong>Direção de produção:</strong> Pagu Produções Culturais (Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal)<br />
<strong>Produção executiva:</strong> Fernando Queiroz<br />
<strong>Gestão administrativa &#8211; financeira:</strong> Natália Simonete &#8211; Estufa de Ideias<br />
<strong>Assistente financeiro:</strong> Pedro Henrique Cavalcante &#8211; Estufa de Ideias<br />
<strong>Patrocínio:</strong> Eletrobras Furnas e Centro Cultural Banco do Brasil<br />
<strong>Realização:</strong> Marcatto Produções, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal. O projeto conta com a Lei de Incentivo à Cultura</p>
<hr />
<p><strong><u>SERVIÇO</u></strong></p>
<p><strong>Espetáculo:</strong> “Iolanta – A princesa de vidro”<br />
<strong>Temporada:</strong> de 22 de janeiro a 13 de março de 2022<br />
<strong>Dias e horários:</strong> sábados e domingos, às 16h<br />
<strong>Local:</strong> Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) – Teatro II<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Primeiro de Março, 66 &#8211; Centro &#8211; RJ</p>
<p><strong>Informações:</strong> (21) 3808-2020<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)<br />
<strong>Ingressos na bilheteria:</strong> de quarta a segunda, das 9h às 20h<br />
<strong>Ingressos pelo site: </strong><a href="http://eventim.com.br/" target="_blank" rel="noopener">eventim.com.br</a><br />
<strong>Classificação livre</strong></p>
<p><strong>Duração: </strong>80 min.</p>
<p><strong>Iolanta no Instagram: </strong>@marcatto_producoes</p>
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