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	<title>Censura &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Após cinco décadas, Estado reconhece censura e indeniza banda pernambucana perseguida pela ditadura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ave Sangria]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado brasileiro decidiu indenizar a banda Ave Sangria, alvo de censura durante a ditadura militar, em um reconhecimento formal das violações sofridas pelos músicos. A medida foi aprovada pela Comissão de Anistia, vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, após análise do caso ocorrida na última semana. O grupo, surgido em Pernambuco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado brasileiro decidiu indenizar a banda Ave Sangria, alvo de censura durante a ditadura militar, em um reconhecimento formal das violações sofridas pelos músicos. A medida foi aprovada pela Comissão de Anistia, vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, após análise do caso ocorrida na última semana.</p>
<p>O grupo, surgido em Pernambuco e associado à cena psicodélica da década de 1970, teve sua trajetória abruptamente interrompida em 1974, quando o disco de estreia foi retirado do mercado por determinação do regime militar. A repressão ocorreu após a música “Seu Waldir” ganhar destaque nas rádios com uma narrativa considerada incompatível com os padrões morais impostos à época, levando ao recolhimento dos exemplares e ao cancelamento de projetos futuros da banda.</p>
<p>Com a proibição e as consequências comerciais, a carreira do grupo foi desestruturada. A gravadora suspendeu o lançamento de um segundo álbum, e a banda acabou se dissolvendo pouco tempo depois, só retomando atividades décadas mais tarde.</p>
<p>A decisão da Comissão reconheceu que os integrantes foram vítimas de perseguição política e cultural, o que resultou na concessão de uma reparação econômica mensal e vitalícia no valor de R$ 2 mil, além de pagamentos retroativos desde a formalização do pedido. O processo também incluiu um reconhecimento público dos danos causados pelo Estado brasileiro.</p>
<p>Segundo integrantes e representantes do colegiado, a medida tem caráter simbólico e reparador, ainda que não seja capaz de compensar integralmente as perdas profissionais e pessoais decorrentes da censura. A interrupção precoce da trajetória artística é apontada como um impacto irreversível para o grupo e para a produção cultural daquele período.</p>
<p>O vocalista Marco Polo destacou que a decisão traz alívio após décadas, mesmo sem recuperar as oportunidades perdidas ao longo da carreira. Já outros membros ressaltaram que o reconhecimento oficial representa um avanço na preservação da memória histórica e na valorização da democracia.</p>
<p>Apesar da repressão enfrentada, a banda voltou aos palcos nos anos 2010 e lançou um novo álbum em 2019, retomando sua produção artística. Em 2023, o grupo recebeu o título de patrimônio cultural imaterial do Recife, consolidando sua importância na história da música brasileira.</p>
<p>A decisão reforça o papel das políticas de anistia no Brasil, voltadas à reparação de violações cometidas durante o regime militar, e evidencia a importância da preservação da liberdade artística como um dos pilares fundamentais do Estado democrático.</p>
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		<title>Governo repudia tentativa de censura contra o livro laureado &#8220;O Avesso da Pele&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 14:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Censura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jeferson Tenório]]></category>
		<category><![CDATA[Margareth Menezes]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, Paulo Pimenta, e a ministra da Cultura (MinC), Margareth Menezes, expressaram nesta segunda-feira (4) sua indignação diante da tentativa de censura e dos ataques direcionados ao livro O Avesso da Pele, do renomado autor brasileiro Jeferson Tenório. “Trata-se não apenas de ignorância e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, Paulo Pimenta, e a ministra da Cultura (MinC), Margareth Menezes, expressaram nesta segunda-feira (4) sua indignação diante da tentativa de censura e dos ataques direcionados ao livro O Avesso da Pele, do renomado autor brasileiro Jeferson Tenório.</p>
<p>“Trata-se não apenas de ignorância e preconceito, mas também de uma atitude covarde por parte daqueles que promovem tais ações”, afirmou o ministro-chefe da Secom, Paulo Pimenta, em um vídeo divulgado.</p>
<p>A controvérsia teve início quando a diretora de uma escola no Rio Grande do Sul lamentou o envio de 200 cópias do livro para a Escola Estadual de Ensino Médio Ernesto Alves de Oliveira, criticando o conteúdo como inadequado para os estudantes do ensino médio.</p>
<p>Em resposta, a 6ª Coordenadoria Regional de Educação do Rio Grande do Sul instruiu que os exemplares da obra não fossem disponibilizados nas bibliotecas nem distribuídos aos alunos das escolas sob sua jurisdição, &#8220;até segunda ordem&#8221;.</p>
<p>O ministro da Secom esclareceu que o governo federal envia obras literárias apenas mediante solicitação das escolas e que o livro em questão foi incluído no Programa Nacional do Livro e do Material Didático durante a gestão anterior.</p>
<p>O autor, Jeferson Tenório, expressou sua consternação com o episódio, destacando a importância de promover a leitura no Brasil e condenando os esforços para censurar obras literárias.</p>
<p>A ministra da Cultura, Margareth Menezes, endossou o repúdio aos ataques à obra, prometendo apoio dentro da legalidade para combater esse tipo de ação. O secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, manifestou solidariedade ao autor, elogiando o livro como uma importante contribuição para a literatura brasileira.</p>
<p>O Ministério da Educação (MEC) explicou que os professores são responsáveis pela escolha dos livros adotados em sala de aula e que o órgão envia obras para as escolas apenas quando solicitado pelos educadores.</p>
<p>A editora, Companhia das Letras, também condenou veementemente a censura, ressaltando que retirar exemplares de um livro com base em interpretações distorcidas viola princípios fundamentais da educação e da democracia.</p>
<p>Clique aqui e <a href="https://www.companhiadasletras.com.br/blogDaCompanhia/Post/6679/o-avesso-da-pele-nao-a-censura" target="_blank" rel="noopener">leia a íntegra da nota</a>.</p>
<p>O Avesso da Pele, já traduzido para 16 idiomas e premiado com o Prêmio Jabuti, aborda questões relacionadas às relações raciais, violência, negritude e identidade em uma narrativa fictícia que explora a jornada de Pedro em busca de resgatar o passado familiar e reconstruir os caminhos paternos.</p>
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