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	<title>Censo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Censo 2022 revela realidade das comunidades Quilombolas no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 14:59:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A população quilombola no Brasil é composta por 7.666 comunidades, espalhadas por 8.441 localidades em 25 Unidades da Federação, somando um total de 1,3 milhão de pessoas. Essas informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no suplemento do Censo 2022. O IBGE esclarece que algumas comunidades são formadas por membros distribuídos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A população quilombola no Brasil é composta por 7.666 comunidades, espalhadas por 8.441 localidades em 25 Unidades da Federação, somando um total de 1,3 milhão de pessoas. Essas informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no suplemento do Censo 2022.</p>
<p>O IBGE esclarece que algumas comunidades são formadas por membros distribuídos em várias localidades, resultando em um número de agrupamentos superior ao de comunidades. Fernando Damasco, gerente de Territórios Tradicionais e Áreas Protegidas do IBGE, explica que o pertencimento a essas comunidades está ligado a &#8220;questões étnicas, históricas e sociais&#8221;.</p>
<blockquote><p>“A localidade é o lugar onde tem aglomeração de pessoas. Já a comunidade expressa o vínculo étnico e comunitário que extrapola a localização espacial”, afirma Damasco.</p></blockquote>
<p>Damasco aponta que a dispersão das comunidades em múltiplos espaços geográficos está relacionada à história de resistência ao racismo e à violência.</p>
<blockquote><p>“Essas comunidades foram muitas vezes forçadas a se dispersarem, gerando a diversidade de localidades observada hoje”, acrescenta.</p></blockquote>
<p>O Censo 2022 é o primeiro a coletar informações específicas sobre pessoas quilombolas, utilizando a autoidentificação dos entrevistados para essa classificação. As comunidades foram informadas pelos próprios integrantes, e as localidades foram definidas como áreas com, no mínimo, 15 quilombolas vivendo próximos uns dos outros.</p>
<figure id="attachment_78333" aria-describedby="caption-attachment-78333" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-78333" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/19-Censo-2022-revela-realidade-das-comunidades-Quilombolas-no-Brasil-Expresso-Carioca-2.webp?resize=754%2C1045&#038;ssl=1" alt="Censo 2022 Revela Realidade Das Comunidades Quilombolas No Brasil - Expresso Carioca" width="754" height="1045" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/19-Censo-2022-revela-realidade-das-comunidades-Quilombolas-no-Brasil-Expresso-Carioca-2.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/19-Censo-2022-revela-realidade-das-comunidades-Quilombolas-no-Brasil-Expresso-Carioca-2.webp?resize=216%2C300&amp;ssl=1 216w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/19-Censo-2022-revela-realidade-das-comunidades-Quilombolas-no-Brasil-Expresso-Carioca-2.webp?resize=150%2C208&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/19-Censo-2022-revela-realidade-das-comunidades-Quilombolas-no-Brasil-Expresso-Carioca-2.webp?resize=750%2C1039&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-78333" class="wp-caption-text">Arte/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p><strong>Distribuição Geográfica</strong></p>
<p>A maioria das localidades quilombolas está na Região Nordeste, que concentra 63,81% do total (5.386 localidades). Em seguida, vêm as regiões Sudeste (14,75%) e Norte (14,55%). Sul (3,60%) e Centro-Oeste (3,29%) têm a menor concentração.</p>
<p>O Maranhão lidera com 2.025 localidades quilombolas (23,99% do total nacional), seguido pela Bahia com 1.814 localidades, sendo esta última o estado com a maior população quilombola, somando 397 mil pessoas. Minas Gerais e Pará também têm números significativos, com 979 e 959 localidades, respectivamente. Apenas Acre e Roraima não têm registros de localidades quilombolas, enquanto o Distrito Federal possui três.</p>
<p>Apenas 15% das localidades quilombolas estão situadas em territórios oficialmente reconhecidos pelo Estado. Dos 20 municípios com mais localidades, 11 estão no Maranhão, com Alcântara e Itapecuru Mirim liderando a lista. Macapá, no Amapá, é a única capital entre os 20 primeiros, ocupando a 14ª posição.</p>
<p><strong>Reivindicações e Resultados</strong></p>
<p>Durante a preparação e execução do Censo, o IBGE manteve diálogo com representantes quilombolas, que destacaram a importância de produzir informações detalhadas por localidade. Damasco destaca a preocupação do instituto em respeitar a organização comunitária dessas populações.</p>
<blockquote><p>&#8220;Na metodologia e na abordagem conceitual, tentamos ser o mais cuidadosos possível com a forma como essas comunidades se organizam&#8221;, enfatiza.</p></blockquote>
<p>O suplemento do Censo 2022 também inclui dados sobre alfabetização e características dos domicílios quilombolas. Damasco acredita que os novos dados contribuirão para um melhor entendimento e debate sobre a diversidade territorial do Brasil.</p>
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		<title>IBGE inicia ação do Censo 2022 pesquisando entorno de domicílios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ibge-inicia-acao-do-censo-2022-pesquisando-entorno-de-domicilios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 13:23:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[Domicílios]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) inicia hoje (20) a coleta da Pesquisa Urbanística do Entorno dos Domicílios, que mobilizará mais de 22 mil supervisores censitários até 12 de julho. Trata-se do marco de início da operação do Censo 2022. No entanto, ainda não serão feitas entrevistas e os dados serão colhidos apenas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) inicia hoje (20) a coleta da Pesquisa Urbanística do Entorno dos Domicílios, que mobilizará mais de 22 mil supervisores censitários até 12 de julho. Trata-se do marco de início da operação do Censo 2022. No entanto, ainda não serão feitas entrevistas e os dados serão colhidos apenas por meio de observação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Não é o início da visita de porta em porta, mas é a primeira operação pública de coleta de informações&#8221;, disse o diretor de Geociências do IBGE, Claudio Stenner.</p>
<p>A Pesquisa Urbanística do Entorno dos Domicílios é considerada fundamental porque todos os mais de 326 mil setores censitários, distribuídos pelos 5.570 municípios brasileiros, são visitados. A partir desse trabalho, são obtidas informações da infraestrutura urbana consideradas relevantes para a administração pública. Além disso, os dados acumulados permitirão atualizar mapas e identificar vias, o que contribuirá posteriormente para o trabalho dos recenseadores.</p>
<p>Os supervisores censitários vão percorrer todas as ruas de cada setor censitário que está sob sua responsabilidade. Eles deverão preencher questionários incluindo dados relacionados aos dez quesitos investigados: capacidade da via, pavimentação, bueiro e boca de lobo, iluminação pública, ponto de ônibus ou van, sinalização para bicicletas, existência de calçada, obstáculo na calçada, rampa para cadeirante e arborização.</p>
<p>De acordo com o IBGE, os dados levantados poderão subsidiar a formulação de políticas públicas em áreas urbanas, visando a melhoria da qualidade de vida da população. Além disso, as informações poderão oferecer um quadro atual de questões urbanísticas e ambientais das cidades, permitindo comparações.</p>
<p>Como no Censo 2010, será possível demonstrar, por exemplo, quais as capitais brasileiras com a maior proporção de domicílios em áreas arborizadas. Os resultados desta edição serão divulgados apenas no ano que vem, junto com todas as demais informações apuradas no Censo 2022.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>O entorno dos domicílios foi pesquisado pela primeira vez no Censo de 2010. Na ocasião, também foi feito um Levantamento de Informações Territoriais (LIT), destinado a reunir dados de áreas de precariedade urbana. Desde então, novas informações foram sendo levantadas de forma amostral junto à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada periodicamente pelo IBGE.</p>
<p>Em meio ao planejamento para o próximo Censo, o IBGE decidiu em 2017 que a LIT deveria ser unificada com a pesquisa do entorno. O atual questionário foi definido em 2019 e aplicado de forma experimental no município de Poços de Caldas (MG). Em 2021, houve novos testes nas cidades Paulo de Frontin (RJ) e Nova Iguaçu (RJ).</p>
<p>Há um motivo pelo qual esse trabalho é realizado pelos supervisores censitários. Posteriormente, eles vão supervisionar as tarefas dos recenseadores que farão as entrevistas com os moradores nos mesmos setores censitários. &#8220;Por isso, é importante que eles conheçam bem a área&#8221;, observa Stenner.</p>
<p>É a primeira vez que serão investigados os quesitos ponto de ônibus ou van, sinalização para bicicletas e obstáculo na calçada. Além disso, de forma inédita, todas as vilas e favelas serão visitadas.</p>
<p>Segundo Stenner, no Censo 2010 cerca de metade delas, que possuem maior adensamento, ficou de fora por dificuldades metodológicas. Para sanar o problema nessa edição, uma nova metodologia será utilizada pelo IBGE para fazer a identificação do percurso em áreas labirínticas e sem sinal de GPS.</p>
<h2>Operação censitária</h2>
<p>O Brasil costuma realizar seu censo demográfico de 10 em 10 anos. Ele é a única pesquisa domiciliar que vai a todos os 5.570 municípios do país. O objetivo é oferecer um retrato da população brasileira e das condições domiciliares. As informações obtidas subsidiam a elaboração de políticas públicas e decisões dos governos relacionadas com a alocação de recursos financeiros.</p>
<p>A nova edição, que deveria ter ocorrido em 2020, foi adiada duas vezes: primeiro por conta da pandemia de covid-19 e depois por <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2021-04/censo-demografico-nao-sera-realizado-em-2021" target="_blank" rel="noopener">dificuldades orçamentárias</a>.</p>
<p>Desde o início, essa operação censitária esteve envolvida em controvérsias. Em 2019, o IBGE anunciou a redução do <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-05/ibge-anuncia-reducao-dos-questionarios-do-censo-2020" target="_blank" rel="noopener">questionário</a>, gerando críticas de setores acadêmicos.</p>
<p>As visitas domiciliares para realização das entrevistas devem ter início em agosto. Há pouco mais de duas semanas, uma decisão da Justiça Federal do Acre determinou a inclusão no questionário de perguntas sobre orientação sexual e identidade de gênero. Em resposta, o IBGE apresentou recurso e publicou um comunicado alegando que não é possível atender o pedido e que, se a determinação for mantida, o Censo 2022 precisará ser novamente adiado.</p>
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