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	<title>Celulares &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Conselho de educação define diretrizes para uso de celulares em sala de aula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 20:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou nesta segunda-feira (24) uma resolução com diretrizes operacionais nacionais sobre o uso de celulares e dispositivos digitais em ambientes escolares. A medida visa promover um ambiente educacional equilibrado, garantindo o uso pedagógico da tecnologia e a proteção da saúde mental dos estudantes. Regras para Uso de Celulares na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou nesta segunda-feira (24) uma resolução com diretrizes operacionais nacionais sobre o uso de celulares e dispositivos digitais em ambientes escolares. A medida visa promover um ambiente educacional equilibrado, garantindo o uso pedagógico da tecnologia e a proteção da saúde mental dos estudantes.</p>
<h4><strong>Regras para Uso de Celulares na Educação Básica</strong></h4>
<p>A resolução estabelece que o uso de celulares no ensino fundamental e médio será permitido exclusivamente para fins pedagógicos, sob a mediação dos professores. No entanto, o uso para outros fins – incluindo momentos de intervalo e fora da sala de aula – será proibido, com exceção de estudantes que necessitem dos dispositivos como recurso de acessibilidade.</p>
<p>Cada escola terá autonomia para definir critérios específicos sobre o porte e armazenamento dos aparelhos durante o período escolar.</p>
<p>Já na educação infantil, o uso de telas e dispositivos digitais não é recomendado, sendo permitido apenas em caráter excepcional e com a mediação de um professor.</p>
<h4><strong>Foco na Saúde Mental e Formação de Professores</strong></h4>
<p>Além das regras para o uso de tecnologia, a resolução enfatiza a importância de um ambiente acolhedor e preventivo. As escolas deverão promover capacitações para professores e funcionários, a fim de identificar sinais de sofrimento emocional nos estudantes e adotar práticas que promovam o bem-estar mental.</p>
<p>O documento também reforça a necessidade de formação continuada para educadores, capacitando-os para o uso estratégico da tecnologia no ensino.</p>
<h4><strong>Estratégia Nacional Escolas Conectadas</strong></h4>
<p>A nova diretriz faz parte da Estratégia Nacional Escolas Conectadas (Enec), uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que busca garantir educação e cidadania digital nas escolas. O objetivo é utilizar a tecnologia de forma intencional e estratégica, potencializando o ensino e a aprendizagem de maneira equilibrada.</p>
<p>Neste mês, o governo federal também lançou o guia &#8220;Crianças, Adolescentes e Telas: Guia sobre Uso de Dispositivos Digitais&#8221;, que fornece orientações para criar um ambiente digital mais seguro e saudável para os jovens.</p>
<p>Com essa nova resolução, o CNE busca equilibrar os benefícios da tecnologia na educação com a proteção da saúde mental e emocional dos estudantes, garantindo um ambiente escolar mais saudável e produtivo.</p>
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		<title>Volta às Aulas sem Celular: Entenda as novas regras nas escolas brasileiras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/volta-as-aulas-sem-celular-entenda-as-novas-regras-nas-escolas-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 15:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Celulares]]></category>
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		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[uso pedagógico dos dispositivos]]></category>
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					<description><![CDATA[O ano letivo de 2025 marca o início da aplicação da Lei Federal 15.100, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos portáteis em escolas públicas e privadas de todo o Brasil. A medida, que já está em vigor, busca mitigar os impactos negativos das telas na saúde mental, física [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano letivo de 2025 marca o início da aplicação da Lei Federal 15.100, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos portáteis em escolas públicas e privadas de todo o Brasil. A medida, que já está em vigor, busca mitigar os impactos negativos das telas na saúde mental, física e psíquica de crianças e adolescentes, conforme orientações do Ministério da Educação (MEC).</p>
<h4>O que a nova lei determina?</h4>
<p>A lei proíbe o uso de celulares durante as aulas, recreios e intervalos em todos os níveis do ensino básico, incluindo educação infantil, ensino fundamental e médio. O uso desses dispositivos só será permitido para fins pedagógicos, mediante autorização dos professores. Além dos celulares, a restrição abrange tablets, smartwatches e outros aparelhos eletrônicos pessoais conectados à internet.</p>
<h4>Implementação e regulamentação</h4>
<p>Embora a lei já esteja em vigor desde 13 de janeiro de 2025, o MEC está elaborando uma regulamentação complementar, prevista para ser divulgada até o final de fevereiro. Até lá, cabe a cada instituição de ensino definir suas estratégias de implementação, em diálogo com pais, professores e alunos. O MEC disponibilizou <a href="https://mecred.mec.gov.br/busca?page=Collection" target="_blank" rel="noopener">manuais de orientação</a> para auxiliar escolas e redes de ensino nesse processo.</p>
<h4>Motivações e benefícios esperados</h4>
<p>A decisão foi fundamentada em estudos que apontam o impacto negativo do uso excessivo de telas no desempenho acadêmico e na saúde mental dos jovens. Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) revelam que oito em cada dez estudantes brasileiros de 15 anos se distraem com o celular durante as aulas de matemática. Além de prejudicar a concentração, o uso inadequado desses dispositivos está associado ao aumento de casos de ansiedade, depressão e dificuldades de interação social.</p>
<p>O presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio), Elson Simões de Paiva, destaca que a medida favorece a socialização entre os estudantes, promovendo interações mais significativas no ambiente escolar.</p>
<h4>Como será o controle do uso de aparelhos?</h4>
<p>Cada escola terá autonomia para definir como os dispositivos serão guardados, podendo optar por mantê-los desligados nas mochilas, em armários individuais ou em caixas coletivas. A fiscalização do cumprimento da lei será responsabilidade das secretarias municipais e estaduais de educação. Embora não estejam previstas multas, as escolas deverão estabelecer regras claras em parceria com a comunidade escolar.</p>
<h4>Exceções e uso pedagógico</h4>
<p>A lei permite o uso de celulares em situações específicas, como para fins pedagógicos, questões de acessibilidade, inclusão, saúde ou emergências. Em muitas instituições, o celular já é utilizado como ferramenta didática, especialmente em contextos de desigualdade, onde contribui para o desenvolvimento da educação digital e midiática.</p>
<h4>Comunicação com as famílias e papel dos pais</h4>
<p>Para a comunicação com as famílias, os alunos poderão utilizar seus aparelhos sob orientação da escola, quando necessário. O MEC também destaca o papel fundamental dos pais em reforçar as regras em casa e conscientizar sobre os impactos negativos do uso excessivo das telas.</p>
<h4>Recomendações para diferentes faixas etárias</h4>
<p>Para crianças em creches e pré-escolas, o MEC recomenda atividades &#8220;desplugadas&#8221;, que estimulem a criatividade, a interação e o desenvolvimento motor. No ensino fundamental e médio, o uso de dispositivos digitais da própria escola deve ser priorizado sempre que possível.</p>
<h4>Desafios e perspectivas</h4>
<p>Embora a lei já tenha sido implementada em países como França, Espanha e Dinamarca, sua aplicação no Brasil ainda gera dúvidas e desafios. O MEC e outras entidades educacionais seguem trabalhando para esclarecer e apoiar escolas, famílias e alunos na adaptação a essa nova realidade, com o objetivo de criar um ambiente escolar mais saudável e propício ao aprendizado.</p>
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