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	<title>Celac &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil e China devem assinar 16 acordos durante nova visita de Lula a Pequim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 21:52:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Celac]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem de Lula à China]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta terça-feira (6) para uma missão diplomática que inclui visitas à Rússia e à China. O objetivo é ampliar a inserção internacional do Brasil, diversificar parcerias comerciais e reforçar os laços estratégicos com os dois países. A viagem começa com a participação de Lula nas celebrações do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta terça-feira (6) para uma missão diplomática que inclui visitas à Rússia e à China. O objetivo é ampliar a inserção internacional do Brasil, diversificar parcerias comerciais e reforçar os laços estratégicos com os dois países.</p>
<p>A viagem começa com a participação de Lula nas celebrações do 80º aniversário da vitória soviética sobre a Alemanha nazista, entre os dias 8 e 10 de maio, em Moscou. A convite de Vladimir Putin, o presidente brasileiro assistirá ao tradicional desfile militar na capital russa e terá reuniões bilaterais com o líder do Kremlin e com o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico. Estão previstas assinaturas de acordos nas áreas de ciência e tecnologia, com foco em energia e inovação.</p>
<p>Em seguida, Lula segue para Pequim, onde cumpre agenda entre os dias 12 e 13 de maio. Durante a visita oficial, está prevista a assinatura de pelo menos 16 atos bilaterais com a China, além da participação na Cúpula China-Celac — bloco que reúne 33 países da América Latina e Caribe. Segundo o Itamaraty, outros 32 acordos estão em fase de negociação e podem ser incluídos na visita.</p>
<p>“O Brasil e a China têm uma relação altamente institucionalizada, com grande potencial de expansão”, afirmou o embaixador Eduardo Paes Saboia, secretário de Ásia e Pacífico do Ministério das Relações Exteriores. A China é o principal parceiro comercial do Brasil e tem ampliado sua presença no país como investidor em áreas como infraestrutura, energia e tecnologia.</p>
<p>Lula e Xi Jinping se encontrarão pela terceira vez desde o início do atual mandato do brasileiro. O governo aposta em um aprofundamento da cooperação dentro de programas como o Cinturão e Rota, iniciativa estratégica chinesa, e em convergências diplomáticas nas pautas de governança global, multilateralismo e soluções pacíficas para conflitos internacionais.</p>
<p>A delegação brasileira contará com ministros de diversas pastas, entre eles os da Fazenda, Casa Civil, Ciência e Tecnologia, Minas e Energia, além de parlamentares. A ideia é apresentar projetos prioritários de neoindustrialização, transição energética e capacitação tecnológica, atraindo investimentos chineses.</p>
<h3>Relações equilibradas</h3>
<p>A visita ocorre em meio ao agravamento da disputa comercial entre China e Estados Unidos. Questionado sobre o posicionamento brasileiro, Saboia afirmou que o país busca uma diplomacia equilibrada, sem confrontos. “O Brasil valoriza sua relação com a China, mas também mantém ótimos laços com os Estados Unidos. Não se trata de escolher lados.”</p>
<h3>Retorno à Celac</h3>
<p>Na China, Lula participa da cúpula com a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), bloco ao qual o Brasil retornou em 2023 após três anos afastado. A embaixadora Gisela Padovan destacou a importância do encontro para a integração regional e o protagonismo brasileiro nas articulações políticas e comerciais do continente.</p>
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		<title>Lula propõe moção da Celac à ONU pelo fim do genocídio em Gaza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-propoe-mocao-da-celac-a-onu-pelo-fim-do-genocidio-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 22:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Celac]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Segurança]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, nesta sexta-feira (1º), que a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) faça uma moção à Organização das Nações Unidas (ONU) pelo fim imediato do genocídio de palestinos na Faixa de Gaza, imposto pelo governo de Israel. Lula discursou durante a reunião de cúpula da Celac, em [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, nesta sexta-feira (1º), que a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) faça uma moção à Organização das Nações Unidas (ONU) pelo fim imediato do genocídio de palestinos na Faixa de Gaza, imposto pelo governo de Israel. Lula discursou durante a reunião de cúpula da Celac, em Kingstown, em São Vicente de Granadinas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“A tragédia humanitária em Gaza requer de todos nós a capacidade de dizer um basta para a punição coletiva que o governo de Israel impõe ao povo palestino. As pessoas estão morrendo na fila para obter comida. A indiferença da comunidade internacional é chocante”, disse Lula.</p>
<p>Autoridades de saúde de Gaza informaram nesta quinta-feira (29) que soldados israelenses atiraram contra pessoas que aguardavam ajuda humanitária e mataram 104 palestinos. O governo brasileiro repudiou a ação e afirmou que trata-se de uma “situação intolerável”.</p>
<p>O presidente Lula sugeriu ao secretário-geral da ONU, António Guterres, também presente no encontro da Celac, que ele invoque o Artigo 99 da Carta da ONU, que confere ao secretário-geral levar ao Conselho de Segurança assuntos que ameacem a paz e a segurança internacional.</p>
<p>A partir desta sexta-feira, o Japão assume a presidência rotativa do conselho das Nações Unidas, e Lula fez um apelo para que o tema seja pautado “com toda a urgência”.</p>
<p>“Peço aos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU que deixem de lados suas diferenças e ponham fim a essa matança”, apelou Lula. “A nossa dignidade e humanidade estão em jogo. Por isso é preciso parar a carnificina em nome da sobrevivência da humanidade, que precisa de muito humanismo”, acrescentou.</p>
<p>O Conselho de Segurança tem como membros permanentes os Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido, países que podem vetar decisões da maioria. Outros países também participam como membros rotativos, mas sem poder de veto.</p>
<p>Ainda nesta sexta-feira, Lula se reunirá com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro; com o ministro das Relações Exteriores do Chile, Alberto van Klaveren, e com a secretária de Relações Exteriores do México, Alicia Bárcena, para tratar da situação em Gaza.</p>
<p>Na quinta-feira (29), Petro anunciou que a Colômbia suspenderá todas as compras de armas de Israel, e afirmou que “o mundo deve bloquear” o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. “Pedindo comida, mais de 100 palestinos foram mortos por Netanyahu. Isto chama-se genocídio e faz lembrar o Holocausto, mesmo que as potências mundiais não gostem de o reconhecer”, escreveu, em publicação nas redes sociais.</p>
<p>Durante seu discurso na Celac, Lula lembrou ainda do conflito em curso na Ucrânia e da crise no Haiti. “No Haiti, precisamos agir com rapidez para aliviar o sofrimento de uma população dilacerada pelo caos social. Há anos o Brasil vem dizendo que o problema do Haiti não é só de segurança, mas, sobretudo, de desenvolvimento”, afirmou o presidente Lula.</p>
<h2>Integração</h2>
<p>O presidente brasileiro voltou a defender a reforma das organizações internacionais, incluindo as financeiras que, segundo ele, devem embutir “a demanda por mecanismos inovadores de financiamento”. Para Lula, essas reformas são necessárias para combater o caráter estrutural do subdesenvolvimento.</p>
<p>“Economistas como Raul Prebisch e Celso Furtado explicitaram os riscos associados a uma inserção internacional baseada unicamente em vantagens comparativas. Com a integração, podemos atuar para que as ferramentas de inteligência artificial sejam uma aliada dos nossos projetos de reindustrialização, mitigando seus efeitos nefastos no mercado de trabalho”, disse Lula.</p>
<p>“Os bancos multilaterais de desenvolvimento devem destinar mais recursos, e de forma mais ágil e sem condicionalidades, para iniciativas que realmente façam a diferença. Com isso, será mais fácil enfrentar nossa deficiente conexão física e investir na construção de estradas, ferrovias, pontes, portos e conexões aéreas que permitam uma efetiva circulação de pessoas e de mercadorias”, defendeu o presidente.</p>
<p>Para Lula, nos últimos anos a América Latina e o Caribe voltaram a ser uma região “balcanizada e dividida, mais voltada para fora do que para si própria”. Nesse sentido, ele defende que a Celac seja um foro de construção de consensos, “que cultiva a via do entendimento e que não se deixa tentar por soluções impositivas”.</p>
<p>“A Celac nos proporciona essa possibilidade de pensar nossa inserção no mundo a partir de nossas agendas e interesses”, afirmou, destacando os potenciais econômicos e riquezas dos países da região.</p>
<p>“Num contexto de difusão do poder global e de reforço constante da multipolaridade, a questão que volta a se colocar é se os países da América Latina e do Caribe querem se integrar ao mundo unidos ou separados”, questionou. “Se falamos como região, temos mais chances de influenciar os grandes debates da atualidade. Se atuamos juntos, criamos sinergias que fortalecem nossos projetos individuais de desenvolvimento”, completou o presidente.</p>
<h2>Agenda regional</h2>
<p>Lula chegou a Kingstown nesta quinta-feira, para a cúpula da Celac, após visita a Georgetown, na Guiana, onde participou do encerramento da cúpula da Comunidade do Caribe (Caricom) e teve reuniões bilaterais. Durante sua passagem, ele destacou as agendas em comum do Brasil com os países da região e prometeu abrir rotas de conexão e ampliar a parceria. O presidente brasileiro ainda defendeu a manutenção da América do Sul como uma zona de paz.</p>
<p>Nesta sexta-feira, entre outros compromissos, Lula tem agendas bilaterais com os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e da Bolívia, Luis Arce, e com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Lula também participará da cerimônia de assinatura de um acordo de serviços aéreos entre o Brasil e a Antígua e Barbuda, além dos eventos finais da cúpula da Celac.</p>
<p>A previsão é que a comitiva presidencial deixe São Vicente e Granadinas ainda nesta sexta-feira, com desembarque em Brasília no início da madrugada deste sábado (2).</p>
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		<title>Presidente Lula pede punição rigorosa para agressores de Alexandre de Moraes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-lula-pede-punicao-rigorosa-para-agressores-de-alexandre-de-moraes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jul 2023 14:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agressão]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou a necessidade de respostas firmes e punições severas diante de agressões, como aquela ocorrida contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e seus familiares no aeroporto de Roma, Itália. Ele destacou a importância de inibir manifestações de ódio incentivadas pelo ressurgimento do neofascismo no Brasil.</p>
<p>Essa declaração foi feita em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (19), momentos antes do presidente embarcar de volta para o Brasil. Lula participou da 3ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e da União Europeia (UE) em Bruxelas.</p>
<p>A agressão contra Moraes e sua família teria sido realizada por Roberto Mantovani Filho e sua esposa, Andrea Mantovani, conforme relatado pela imprensa no último fim de semana. De acordo com as notícias, o grupo teria chamado o ministro de &#8220;bandido e comunista&#8221;.</p>
<p>Ao repudiar os insultos, o filho do ministro foi agredido por um dos envolvidos. Moraes estava na Itália para participar de uma palestra na Universidade de Siena.</p>
<p>Lula relacionou essa agressão ao &#8220;ódio surgido durante o processo eleitoral&#8221;. Ele ressaltou o desejo da maioria das pessoas de erradicar esse ódio. O presidente afirmou que é necessário ser duro com aqueles que ressurgem com ideologias neofascistas no Brasil, a fim de que aprendam a se comportar de maneira civilizada.</p>
<p>Lula expressou a necessidade de punir severamente pessoas que propagam o ódio, como o agressor do ministro Alexandre de Moraes no aeroporto em Roma. Ele destacou que indivíduos assim são selvagens, não sendo considerados humanos. Embora alguém possa discordar de outra pessoa, não há justificativa para ser agressivo, insultar ou desrespeitar.</p>
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