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	<title>Cedae &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Cedae &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Rio de Janeiro reduz captação de água no sistema imunana-laranjal em 10%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 13:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cedae]]></category>
		<category><![CDATA[crise hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Devido à **seca prolongada** que atinge o estado do Rio de Janeiro, a Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae) reduziu em **10% a captação de água no Sistema Imunana-Laranjal**, responsável por atender cerca de 2 milhões de pessoas nos municípios de **Niterói, São Gonçalo, Itaboraí** e parte de **Maricá**. A medida foi anunciada nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Devido à **seca prolongada** que atinge o estado do Rio de Janeiro, a Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae) reduziu em **10% a captação de água no Sistema Imunana-Laranjal**, responsável por atender cerca de 2 milhões de pessoas nos municípios de **Niterói, São Gonçalo, Itaboraí** e parte de **Maricá**. A medida foi anunciada nesta segunda-feira (16) pelo presidente da Cedae, Aguinaldo Ballon, como parte dos esforços para gerenciar o impacto da estiagem.</p>
<p>Ballon também destacou que a **captação de água no Sistema Acari**, que abastece a **Baixada Fluminense**, sofreu uma redução ainda mais drástica de **30%**. No entanto, a Estação de Tratamento de Água do Guandu está compensando parte dessa perda, garantindo mais água para a região afetada.</p>
<p><strong>Situação crítica e medidas preventivas</strong></p>
<p>Com a previsão de **ausência de chuvas significativas nos próximos 15 dias**, a crise hídrica tende a se agravar. O governo do estado está preocupado com a situação, e a Cedae solicita que a população faça **uso consciente da água**, evitando desperdícios em atividades como lavagem de carros e calçadas.</p>
<p>O volume de água na **Região Hidrográfica do Guandu**, que abastece aproximadamente 9 milhões de pessoas, também está em queda, operando com apenas **67,23% da sua capacidade**. Além disso, o **Reservatório do Funil**, responsável pela geração de energia elétrica no Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo, está com apenas **27,84% da sua capacidade**, o que ameaça a oferta de energia na região.</p>
<p>Especialistas apontam que a situação poderia ser ainda mais grave se não fosse o recorde de chuvas registrado no início do ano, quando janeiro acumulou **348,9 milímetros** de precipitação.</p>
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		<title>Concessionárias pedem que população do Rio economize água</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/concessionarias-pedem-que-populacao-do-rio-economize-agua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 20:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abastecimento de Água]]></category>
		<category><![CDATA[Cedae]]></category>
		<category><![CDATA[economia de água]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Guandu]]></category>
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					<description><![CDATA[A interrupção das operações na Estação de Tratamento de Água do Guandu (ETA Guandu), a principal do Rio de Janeiro, desde a manhã desta segunda-feira (28), já causa falta d&#8217;água em partes da região metropolitana. As concessionárias responsáveis pela distribuição da água tratada pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) pedem que a população [&#8230;]]]></description>
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<p>A interrupção das operações na Estação de Tratamento de Água do Guandu (ETA Guandu), a principal do Rio de Janeiro, desde a manhã desta segunda-feira (28), já causa falta d&#8217;água em partes da região metropolitana. As concessionárias responsáveis pela distribuição da água tratada pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) pedem que a população priorize atividades essenciais e economize água.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O Sistema Guandu responde pelo abastecimento de 80% da água consumida na região metropolitana, chegando a 11 milhões de habitantes da capital e de nove municípios da Baixada Fluminense. A estação tem capacidade de tratar 43 mil litros de água por segundo.</p>
<p>A Cedae teve que acionar o protocolo de contingência e interromper a captação de água por volta das 5h30 após constatar uma espuma de origem desconhecida no Rio Guandu. A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) realiza operação nesta segunda-feira para apurar o lançamento indevido do material químico surfactante, semelhante a um detergente. Segundo o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), o despejo configura crime ambiental.</p>
<p>As concessionárias responsáveis por levar a água da Cedae ao consumidor final – Iguá Saneamento, Águas do Rio e Rio+Saneamento – recomendam que a população economize água. A Cedae estima que o Rio Guandu possa voltar a ter condições normais até o fim do dia, mas a retomada total da operação na ETA leva até três horas, e o abastecimento pode demorar até 72 horas para ser normalizado em todas as partes da rede de distribuição.</p>
<p>A recomendação para economizar água também foi feita pelo presidente da Cedae, Aguinaldo Ballon, em entrevista coletiva à imprensa realizada na manhã de hoje, ao lado do presidente do Inea, Philipe Campello.</p>
<p><em>&#8220;Estamos lidando com uma situação que é excepcional, uma situação que não foi conflagrada por um comportamento ou ação da Cedae ou do meio ambiente. É um crime ambiental. Apesar de termos que enfrentar um desabastecimento de algumas horas, a gente entende que fornecer água em condições inadequadas não é o desejável para a população. Para a segurança da população, essa ação foi necessária&#8221;, disse. &#8220;A gente pede a compreensão da população para que, nesse período, haja uma economia maior de água&#8221;</em>, completou, ao acrescentar que, assim que possível, o abastecimento será restabelecido.</p>
<p>O diretor de Saneamento e Grandes Operações da Cedae, Daniel Okumura, disse que o período de baixas temperaturas favorece o restabelecimento do sistema, já que o consumo é menor, e que as residências e os estabelecimentos que contam com cisternas ou caixas d&#8217;água podem não sofrer falta d&#8217;água.</p>
<p><em>&#8220;Os últimos problemas que tivemos dessa magnitude foram durante o verão, que tem um maior consumo. A gente está com temperaturas baixas. O prognóstico é de 72 horas para as extremidades [da rede], mas pode ser que isso seja antecipado devido à temperatura mais amena.&#8221;</em></p>
</div>
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		<title>&#8220;Será o paraíso se cumprir as metas&#8221;, diz Paes sobre leilão da Cedae</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sera-o-paraiso-se-cumprir-as-metas-diz-paes-sobre-leilao-da-cedae/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jun 2022 02:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Cedae]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Paes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse nesta tarde (25) que o sucesso da concessão dos serviços de distribuição de água e de saneamento dependerá da capacidade de atuação das agências reguladoras. Segundo ele, o leilão foi bem conduzido, mas a fase de implementação precisa ser bem fiscalizada. &#8220;Será o paraíso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse nesta tarde (25) que o sucesso da concessão dos serviços de distribuição de água e de saneamento dependerá da capacidade de atuação das agências reguladoras. Segundo ele, o leilão foi bem conduzido, mas a fase de implementação precisa ser bem fiscalizada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Será o paraíso se cumprir as metas. Vamos ter as praias limpas, vamos ter as favelas com saneamento, vamos resgatar as lagoas e a Baía de Guanabara. É o que se deseja em uma cidade onde a questão ambiental representa um ativo econômico como é o caso do Rio de Janeiro&#8221;, disse.</p>
<p>Por meio da concessão, os serviços de distribuição de água e saneamento na maioria dos municípios até então atendidos pela estatal Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) foi repassada à iniciativa privada. O modelo de concessão foi elaborado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p>Os leilões ocorreram no ano passado. O grupo Águas do Brasil venceu a disputa pelos blocos 1, 3 e 4, que juntos abrangem 32 municípios e bairros do centro, da zona sul, da zona oeste e da zona norte da capital. O consórcio Iguá arrematou o bloco 2, que engloba outra parte da capital &#8211; Barra da Tijuca e Jacarepaguá &#8211; e mais dois municípios.</p>
<p>As empresas vencedoras obtêm a concessão por 35 anos e precisam se comprometer com a meta da universalização dos serviços até 2033. A Cedae seguirá operando a Estação de Tratamento do Guandu e venderá água tratada para as novas concessionárias, que ficarão responsáveis pela distribuição, pela captação e pelo tratamento do esgoto.</p>
<p>Paes considerou que é preciso melhorar a eficiência na fiscalização desses serviços. A Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa), que atua na regulação do setor, não foi mencionada diretamente.</p>
<p>&#8220;O grande desafio agora é ver como se controla isso. É ver se as agências reguladoras vão exigir o cumprimento das metas ali definidas. Se isso ocorrer, vai se comprovar um super caso de sucesso de uma concessão bem feita que deu uma bela outorga pro estado, que deu uma bela outorga pra cidade do Rio de Janeiro e que conseguiu de maneira inteligente abarcar municípios que não teriam sustentabilidade econômica se fossem fazer a concessão sozinhos&#8221;, avaliou.</p>
<p>O prefeito também elogiou o novo marco do saneamento, aprovado pelo Congresso Nacional em 2020. Através dele, foram fixadas regras que devem nortear a concessão desses serviços. &#8220;Não sou contra empresas estatais. Mas o caso da Cedae é um caso típico de empresa que cobrava valores altos e que dava pouco retorno à cidade. O marco legal do saneamento é um avanço. Ele definiu prazos e permitiu que os gestores tomassem as decisões, no meu ponto de vista corretamente&#8221;.</p>
<h2>Milícias</h2>
<p>As declarações de Paes se deram durante participação no evento Brazil Forum UK, que ocorreu na Universidade de Oxford. Participaram estudantes e pesquisadores brasileiros que atuam em instituições de todo o Reino Unido. Os debates foram transmitidos pelas redes sociais. Além de Paes, outros políticos e também juristas estão entre os convidados. Mais cedo, mesas de debate contaram com a presença, por exemplo, do ex-governador de São Paulo, João Doria, do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.</p>
<p>O prefeito da capital fluminense foi convidado para debater o papel das cidades como indutoras de desenvolvimento e inovação. Ele dividiu a mesa com a antropóloga Andreza Aruska, diretora do Centro Latino-Americano da Universidade de Oxford. Foram discutidos assuntos variados como meio-ambiente, segurança pública, saúde e habitação.</p>
<p>Ao ser questionado sobre o avanço das milícias, Paes manifestou discordância com análises que tendem a relacionar o problema com a ausência de políticas públicas nos territórios dominados.</p>
<p>Segundo ele, criminosos atuam em comunidades atendidas pelo metrô, pelo trem, por postos de saúde, por escola, por mercado popular e por centros esportivos. O prefeito deu o exemplo Conjunto Esperança, localizado no Complexo da Maré. &#8220;É um conjunto habitacional perto do centro da cidade, na beira da Avenida Brasil, em frente à Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], com escola, posto de saúde, duas praças públicas e você entra lá e tem um sujeito de lança-chamas pra te receber&#8221;.</p>
<p>Paes disse ser preciso pensar políticas públicas com dados e evidências. &#8220;Na Vila Kennedy [comunidade da zona oeste do Rio de Janeiro], todas as ruas são asfaltadas, todas têm esgoto, todas têm iluminação, a coleta de lixo são sete dias por semana. Temos 18 escolas municipais, não sei quantas praças, quatro clínicas da família, uma vila olímpica e para completar dois batalhões da Polícia Militar. Que conversa é essa de ausência do Estado? Não é o Leblon, mas o Estado está presente. O que justifica um lugar desse estar dominado? Ali acho que é tráfico, não sei se já juntou com milícia&#8221;, disse. &#8220;Queria eu ter a reposta. Não tenho&#8221;, acrescentou.</p>
</div>
</div>
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		<title>CEDAE retoma doações de mudas florestais em muniípios do interior do estado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cedae-retoma-doacoes-de-mudas-florestais-em-muniipios-do-interior-do-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2022 21:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cedae]]></category>
		<category><![CDATA[doações de mudas florestais]]></category>
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		<category><![CDATA[Replantando Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Após concentrar todos os esforços nos serviços de limpeza e organização da cidade de Petrópolis, fortemente atingida pelo temporal no mês passado, as equipes do Replantando Vida vão retomar as doações de mudas florestais. Nesta semana, os municípios de Piraí, na Região Centro-Sul Fluminense; São Fidélis, no Noroeste; e Aperibé, no Norte do Estado, vão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após concentrar todos os esforços nos serviços de limpeza e organização da cidade de Petrópolis, fortemente atingida pelo temporal no mês passado, as equipes do Replantando Vida vão retomar as doações de mudas florestais. Nesta semana, os municípios de Piraí, na Região Centro-Sul Fluminense; São Fidélis, no Noroeste; e Aperibé, no Norte do Estado, vão receber um total de sete mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica. Entretanto, equipes do Replantando Vida permanecem atuando diariamente na cidade de Petrópolis.</p>
<p>Na terça-feira (15/03), três mil mudas serão destinadas a Piraí, onde produtores rurais farão o reflorestamento de áreas de preservação permanente. Já na quinta-feira (17/03), será a vez de as cidades de São Fidélis e Aperibé receberem duas mil mudas cada, também para ações locais de reflorestamento.</p>
<p>As ações ocorrem em parceria com as Secretarias Municipais de Meio Ambiente e, entre as espécies doadas, estão cajá mirim, jatobá, jenipapo, sapoti, uvaia, araçá roxo, jabuticaba, pitanga, aldrago, araribá e ipê amarelo.</p>
<p>Somente neste ano, a Cedae – por meio do Programa Replantando Vida – já viabilizou a doação de mais de 60 mil mudas, contribuindo para a recuperação de uma área de aproximadamente 36 hectares de mata.</p>
<p>Municípios e/ou instituições interessadas em estabelecer parcerias para atividades de reflorestamento podem entrar em contato com a Companhia pelo e-mail <a href="mailto:replantandovida@cedae.com.br">replantandovida@cedae.com.br</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Replantando Vida</strong><br />
Unindo preservação ambiental e ressocialização de apenados do sistema prisional estadual, o programa Replantando Vida mantém viveiros florestais na Estação de Tratamento de Águas (ETA) do Guandu, na Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) de São Gonçalo, na ETE Alegria, no Reservatório Victor Konder, na Caixa Velha da Tijuca, no Complexo do Alemão e na Colônia Penal Agrícola de Magé. As unidades têm capacidade de produzir 1,8 milhão de mudas por ano de 254 espécies nativas da Mata Atlântica, das quais 40 estão ameaçadas de extinção.</p>
<p>As espécies cultivadas nos viveiros da Companhia são usadas na recuperação de matas ciliares e na preservação da Mata Atlântica. Somente em 2021, mais de 120 mil mudas foram distribuídas a projetos de reflorestamento em 44 municípios do Estado do Rio de Janeiro. Ao longo de 20 anos, mais de 4 milhões de mudas foram produzidas.</p>
<p>Todos os viveiros contam com a mão de obra de apenados dos regimes semiaberto, aberto e em liberdade condicional, que integram o programa, fruto do contrato entre a Cedae e a Fundação Santa Cabrini. Além dos trabalhos ligados à área ambiental, os participantes desempenham diversas atividades na Cedae, como serviços gerais dos setores administrativos e operacionais; confecção de uniformes da companhia e máscaras de proteção contra a Covid-19; manutenção de áreas verdes e jardinagem; obras e reparos. Eles recebem remuneração pelo serviço prestado, auxílios transporte e alimentação, além do benefício de redução de um dia de pena a cada três trabalhados.</p>
<p>Desde a sua criação, mais de 4 mil pessoas já passaram pelo Replantando Vida, que é o maior empregador de mão de obra apenada do País. O programa, contrato da Cedae com a Fundação Santa Cabrini, recebeu o reconhecimento pelo ‘Selo Resgata’, concedido pelo Ministério da Justiça em três edições, e foi contemplado com três premiações da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, o prêmio Firjan Ambiental.</p>
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