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	<title>CCJ Senado &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>CCJ do Senado isenta armas e refrigerantes do imposto seletivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 18:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[água mineral]]></category>
		<category><![CDATA[Armas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (11), diversas mudanças no Projeto de Lei 68/2024, que regulamenta a reforma tributária. Entre as principais decisões, destaca-se a isenção de armas de fogo e bebidas açucaradas do Imposto Seletivo (IS), além da inclusão da erva-mate na cesta básica e a redução de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (11), diversas mudanças no Projeto de Lei 68/2024, que regulamenta a reforma tributária. Entre as principais decisões, destaca-se a isenção de armas de fogo e bebidas açucaradas do Imposto Seletivo (IS), além da inclusão da erva-mate na cesta básica e a redução de 60% na alíquota para água mineral.</p>
<h3>Armas de Fogo e Munições</h3>
<p>A isenção das armas de fogo do IS foi aprovada por 16 votos a 10, após um requerimento apresentado pelo Partido Liberal (PL). O líder da legenda, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), argumentou que a tributação elevada sobre armas já é suficiente e que a incidência do IS poderia tornar os preços proibitivos, configurando confisco, o que é vedado pela Constituição.</p>
<p>Por outro lado, o relator do projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), manifestou preocupação com a redução da carga tributária para armas. Ele destacou que sua proposta inicial previa a inclusão das armas no IS para evitar benefícios tributários ao setor.</p>
<h3>Bebidas Açucaradas</h3>
<p>A isenção de bebidas açucaradas, como refrigerantes, também foi aprovada. O requerimento foi apresentado pelo PSD, com justificativas baseadas no alto consumo desses produtos pela população de baixa renda. O senador Omar Aziz (PSD-MA) ressaltou que o açúcar já é isento de impostos por integrar a cesta básica.</p>
<p>Apesar de inicialmente ter incluído as bebidas açucaradas no IS, o relator Eduardo Braga apoiou a mudança, explicando que sua posição não estava vinculada a interesses regionais, como os da Zona Franca de Manaus, mas às razões apresentadas pelo PSD.</p>
<h3>Água Mineral e Erva-Mate</h3>
<p>A água mineral foi incluída entre os produtos com alíquota reduzida em 60%, após emenda do senador Espiridião Amin (PP-SC). Amin destacou a importância do acesso à água potável, especialmente em cidades com infraestrutura precária.</p>
<p>Além disso, a erva-mate passou a integrar a lista de itens isentos do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), devido à sua relevância no consumo das regiões do centro-sul do país.</p>
<h3>Próximos Passos</h3>
<p>Com a aprovação das alterações na CCJ, o texto segue para votação no Plenário do Senado nesta quinta-feira (12). Caso aprovado, retornará à Câmara dos Deputados para nova análise.</p>
<h3>Impactos e Controvérsias</h3>
<p>As mudanças aprovadas geraram discussões sobre os critérios de taxação de bens e serviços, especialmente no que diz respeito aos impactos sociais e ambientais. Enquanto setores defendem a isenção como uma forma de aliviar a carga tributária sobre itens de grande consumo popular, críticos apontam para possíveis consequências, como o incentivo ao consumo de produtos prejudiciais à saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>CCJ do Senado aprova reforma tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 23:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gás de cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Texto Base]]></category>
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					<description><![CDATA[Por 20 votos a 6, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta terça-feira (7), o texto da reforma tributária sobre o consumo. Após a votação do texto-base, os senadores passaram a apreciar os destaques, mas um acordo com o governo fez com que todos fossem rejeitados. A expectativa é que a [&#8230;]]]></description>
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<p>Por 20 votos a 6, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta terça-feira (7), o texto da reforma tributária sobre o consumo. Após a votação do texto-base, os senadores passaram a apreciar os destaques, mas um acordo com o governo fez com que todos fossem rejeitados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A expectativa é que a proposta de emenda à Constituição vá a votação no plenário do Senado nesta quarta-feira (8). Horas antes da votação da CCJ, o relator da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM)  acolheu novos pedidos para incluir exceções no texto. Entre as mudanças, estão benefícios a clubes de futebol, taxistas e a ampliação de uma contribuição para a região Centro-Oeste. O relator também aceitou incluir o gás de cozinha no mecanismo de <em>cashback</em> (devolução de dinheiro) para a população de baixa renda.</p>
<p>Das 777 emendas apresentadas ao relator, 247 foram acatadas. Entre as mudanças aceitas de última hora, está a emenda do senador Mecias de Jesus (Republicanos-MA), que estende ao gás de cozinha o <em>cashback</em>. A versão anterior do parecer tinha incluído a energia elétrica no mecanismo de ressarcimento de tributos às pessoas mais pobres.</p>
<p>Outra mudança está no tratamento diferenciado a clubes de futebol. Proposta pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), a emenda mantém o recolhimento unificado de tributos pelas Sociedades Anônimas do Futebol. Segundo Braga, esse mecanismo jurídico tem ajudado a recuperar a saúde financeira dos clubes. O relatório já previa que as atividades esportivas pagariam alíquota reduzida em 60% da futura Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do futuro Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).</p>
<p>O novo parecer incluiu benefícios para taxistas comprarem veículos. Braga acolheu emenda da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que manterá a isenção na compra de automóveis por taxistas e por pessoas com deficiência ou consideradas dentro do espectro autista. O relatório anterior extinguiria o benefício, com a unificação de tributos.</p>
<p>Braga acatou ainda uma emenda do senador Marcelo Castro (MDB-PI) para restaurar a alíquota reduzida para atividades de restauração urbana de zonas históricas. O benefício estava no texto aprovado pela Câmara dos Deputados, mas havia sido excluído na primeira versão do parecer do relator.</p>
<p>Outros benefícios incluídos no relatório são a alíquota zero para medicamentos e dispositivos médicos comprados pelo governo e por entidades de assistência social sem fins lucrativos, de autoria do senador Fabiano Contarato (PT-ES). Braga também acolheu emendas dos senadores Espiridião Amin (Progressistas-SC) e Izalci Lucas (PSDB-DF) para zerar a alíquota de IBS, tributo administrado pelos estados e municípios, para serviços prestados por instituições científicas, tecnológicas e de inovação sem fins lucrativos. Na versão anterior, apenas a CBS, tributo federal, teria a alíquota zerada.</p>
<h2>Contribuição regional</h2>
<p>Em relação ao Centro-Oeste, Braga atendeu a uma demanda dos governadores da região para ampliar, até 2043, a contribuição sobre exportações de grãos, produtos primários e semielaborados, que financiará investimentos locais em infraestrutura. Na versão anterior do relatório, o benefício seria cobrado até 2032, quando o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) deixasse de existir.</p>
<p>Diante de novas alterações feitas no texto do relatório da reforma tributária apresentado nesta terça-feira à Comissão de Constituição e Justiça, o relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM) informou, durante a leitura do documento, que, se aprovada pelo Senado, pedirá novo estudo do Ministério da Fazenda sobre os impactos que ela poderá ter, em especial com relação à alíquota sobre o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) – que substituirá os cinco tributos que incidem sobre o consumo.</p>
<p>Braga chegou à sessão da CCJ otimista de que o relatório seja aprovado ainda hoje pela comissão, para que seja votada já na quarta-feira pelo plenário da casa. “Esta é a primeira reforma tributária a ser executada em regime de democracia neste país”, lembrou o senador.</p>
<h2>Trava</h2>
<p>Entre os pontos descritos no relatório, ele destacou a inclusão de uma trava para limitar a carga tributária no país e a simplificação de todo o sistema tributário. O teto para a carga tributária havia sido anunciado no fim de outubro.</p>
<p>“Com a trava que estamos oferecendo, garantimos a neutralidade tributária. Se o PIB [Produto Interno Bruto, que é a soma de todas riquezas produzidas no país] não cresce, nós não podemos aumentar a carga tributária. É na realidade uma engenharia reversa da reforma administrativa, de corte de gasto e de despesa”, explicou o relator.</p>
<p>Ele destacou também o possível aumento de 0,5 ponto percentual previsto por Haddad para o IVA. Segundo Braga, esse aumento teve por base a análise feita no relatório preliminar apresentado no dia 25 de outubro.</p>
<p>“O texto apresentado representa a imensa maioria da vontade dos senadores, tanto na CCJ quanto no plenário do Senado”, disse o senador ao comentar as alterações feitas pela relatoria. Ele acrescentou que “temas e pontos levantados foram amplamente discutidos para encontrarmos um texto que fosse a média da demanda do colegiado”.</p>
<h2>Avanços</h2>
<p>Na avaliação do relator, o atual sistema tributário é um “manicômio”. Já a proposta em discussão representa grande avanço. “Se não é a ideal, é muito melhor do que o que temos hoje”, resumiu.</p>
<p>“Esperamos que a reforma tributária seja equilibrada para todos os brasileiros e, assim, todos eles estejam engajados neste esforço de restabelecer a credibilidade, a confiança e a simplificação do sistema tributário. E assim, possamos reduzir o custo Brasil do ponto de vista tributário, para que a economia volte a crescer, que a base tributária seja ampliada e, olhando para o médio prazo, haja uma queda da carga tributária”, disse Braga no Senado.</p>
<p>Sobre as exceções previstas no texto, para setores que teriam alíquotas privilegiadas, Braga disse que “para cada concessão feita no relatório do dia 25, houve uma redução de concessão. A questão do transporte, por exemplo, nós tiramos alguns modais da alíquota reduzida para o regime diferenciado, para podermos fazer o equilíbrio”.</p>
<p>“Em relação a cesta básica, reduzimos a que teria alíquota zero e criamos a cesta básica estendida com alíquota reduzida e <em>cashback</em>. Resolvemos a equação da conta de energia, criando <em>cash back</em>, sem impacto de déficit fiscal, e também a equação do saneamento, sem criar uma alíquota reduzida, resolvendo a questão dos bens de capital e a equação do equilíbrio econômico financeiro dos seus contratos. Para cada uma das questões, nós fomos milimetricamente fazendo as compensações”, acrescentou.</p>
<p>Braga se reuniu na noite desta segunda-feira (6) para discutir os detalhes finais do texto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; com os ministros da Fazenda, Fernando Haddad; da Casa Civil, Rui Costa; com o secretário de Relações Institucionais,Alexandre Padilha e com o presidente da CCJ, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).</p>
<p><em>*Texto atualizado após a rejeição dos destaques na comissão.</em></p>
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