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	<title>CCBB &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>CCBB &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>CCBB Rio inaugura mostra que destaca mulheres no cinema de horror mundial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ccbb-rio-inaugura-mostra-que-destaca-mulheres-no-cinema-de-horror-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro abriu ao público uma nova edição da mostra “Mestras do Macabro – As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo”, iniciativa que coloca em evidência a produção feminina no cinema de terror, reunindo obras de diferentes países, épocas e estilos. A programação, que segue até meados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-83228" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a></p>
<p>O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro abriu ao público uma nova edição da mostra “Mestras do Macabro – As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo”, iniciativa que coloca em evidência a produção feminina no cinema de terror, reunindo obras de diferentes países, épocas e estilos.</p>
<p>A programação, que segue até meados de maio, apresenta um panorama abrangente do gênero sob a perspectiva de diretoras, com curadoria da pesquisadora Beatriz Saldanha. Ao todo, a mostra reúne dezenas de produções, incluindo longas e atividades paralelas, ampliando o debate sobre o papel das mulheres em um segmento historicamente dominado por homens.</p>
<figure id="attachment_89912" aria-describedby="caption-attachment-89912" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89912" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/15-Serao-exibidas-31-obras-dirigidas-por-mulheres-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Serão Exibidas 31 Obras Dirigidas Por Mulheres - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/15-Serao-exibidas-31-obras-dirigidas-por-mulheres-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/15-Serao-exibidas-31-obras-dirigidas-por-mulheres-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/15-Serao-exibidas-31-obras-dirigidas-por-mulheres-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/15-Serao-exibidas-31-obras-dirigidas-por-mulheres-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89912" class="wp-caption-text">Serão exibidas 31 obras dirigidas por mulheres &#8211; CCBB/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Com entrada gratuita, o evento vai além das exibições e inclui debates, encontros com cineastas e sessões comentadas. A proposta é não apenas exibir filmes, mas também estimular reflexões sobre temas recorrentes no horror, como o corpo feminino, a violência, o misticismo e as construções sociais em torno da figura da mulher.</p>
<figure id="attachment_89913" aria-describedby="caption-attachment-89913" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-89913" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/15-Talvez-em-Michigan-sera-exibido-na-mostra-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C277&#038;ssl=1" alt="Talvez Em Michigan Será Exibido Na Mostra - Expresso Carioca" width="365" height="277" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/15-Talvez-em-Michigan-sera-exibido-na-mostra-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/15-Talvez-em-Michigan-sera-exibido-na-mostra-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C228&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/15-Talvez-em-Michigan-sera-exibido-na-mostra-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C114&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-89913" class="wp-caption-text">Talvez em Michigan será exibido na mostra &#8211; Divulgação CCBB</figcaption></figure>
<p>A curadoria organiza os títulos em eixos temáticos, permitindo ao público explorar diferentes abordagens do macabro e suas representações ao longo do tempo. A seleção contempla tanto obras clássicas quanto produções contemporâneas, evidenciando a evolução estética e narrativa do gênero.</p>
<p>Outro destaque da mostra é a valorização da presença feminina em diversas etapas da produção audiovisual. Além de diretoras, o evento também ressalta a atuação de mulheres em áreas como roteiro, montagem, fotografia e efeitos especiais, ampliando o olhar sobre a participação feminina no cinema.</p>
<p>A iniciativa reforça o compromisso do CCBB com a difusão cultural e o acesso democrático ao cinema, oferecendo ao público uma oportunidade de contato com produções pouco exibidas no circuito comercial.</p>
<p>Ao reunir obras de diferentes nacionalidades e contextos, a mostra contribui para ampliar a visibilidade de cineastas e para consolidar o cinema de horror como um espaço de experimentação estética e reflexão social, agora cada vez mais marcado pela diversidade de vozes.</p>
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		<title>Sucesso retumbante de público e crítica em cinco cidades &#8220;A Aforista&#8221; retorna ao Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 23:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[A Afrorista]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Cia Stavis Damaceno]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;A Aforista&#8221; é um exemplar de um teatro vigoroso, contemporâneo, vivo, feito com arte, poesia, profundidade, domínio técnico, emoção, versatilidade, ou seja, um grande espetáculo. Uma marca da curitibana Cia.Stavis-Damaceno, fundada há 20 anos por Rosana Stavis e Marcos Damaceno, e que vem trabalhando com uma proposta estética bem singular. Rosana Stavis é uma &#8220;entidade&#8221;, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A Aforista&#8221; é um exemplar de um teatro vigoroso, contemporâneo, vivo, feito com arte, poesia, profundidade, domínio técnico, emoção, versatilidade, ou seja, um grande espetáculo. Uma marca da curitibana Cia.Stavis-Damaceno, fundada há 20 anos por Rosana Stavis e Marcos Damaceno, e que vem trabalhando com uma proposta estética bem singular. Rosana Stavis é uma &#8220;entidade&#8221;, quando a gente a vê no palco, não é só ela, ela é a humanidade inteira, tudo que somos, tudo que já fomos, tudo que um dia poderemos ser; por isso, muito frequentemente é apontada pela crítica especializada como uma das melhores atrizes do teatro brasileiro na atualidade. Marcos Damaceno é um dos principais nomes do teatro de Curitiba, com vários prêmios recebidos e trabalhos de formação voltados para a dramaturgia contemporânea.</p>
<p>Em janeiro deste ano &#8220;A Aforista&#8221; estreou nacionalmente em temporada no Teatro I do CCBB Rio de Janeiro, de lá para cá fez mais de 120 apresentações em temporadas pelo CCBB Brasília, São Paulo e Belo Horizonte, além de Curitiba. Com o sucesso de público, crítica e as primeiras indicações à premições, o CCBB Rio convidou a produção para uma nova temporada, desta vez no Teatro II, a partir de 8 de novembro, de quarta à sábado às 19h e domingo às 18h, até 3 de dezembro. Assim &#8220;A Aforista&#8221; abriu e agora encerra a temporada teatral do CCBB Rio.</p>
<figure id="attachment_70758" aria-describedby="caption-attachment-70758" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-A-Aforista-retorna-ao-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70758" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-A-Aforista-retorna-ao-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=800%2C533&#038;ssl=1" alt="A Aforista Retorna Ao Rio De Janeiro - Expresso Carioca" width="800" height="533" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-A-Aforista-retorna-ao-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-A-Aforista-retorna-ao-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-A-Aforista-retorna-ao-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-A-Aforista-retorna-ao-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70758" class="wp-caption-text">A Afrorista &#8211; Cia Stavis Damaceno &#8211; CCBB Rio de Janeiro &#8211; Foto: Renato Mangolin</figcaption></figure>
<p>O espetáculo traz à cena uma mulher (Rosana Stavis) andandando sem parar em direção ao enterro de um antigo amigo da faculdade de música. Enquanto anda, lhe vêm pensamentos acerca de sua própria vida, os caminhos escolhidos por ela e seus antigos amigos, todos “promessas da música”. Caminhos que vão da plenitude da realização ao fracasso fatal. A peça abre ao público a mente dessa mulher, a aforista, na qual se sobressaem a confusão como linguagem, o ritmo vertiginoso, o excesso de informações, as digressões, além de boas doses de ansiedade e perturbação, mas frequentemente hilariante.</p>
<p>A narradora verbaliza em um estado próximo ao devaneio – ou, melhor, da loucura – onde seus pensamentos, lembranças e imaginação fluem líricos em certos momentos, pesarosos em outros, tornam-se pouco imaginativos e medianos em certos trechos, para logo em seguida flertarem com a filosofia e o sublime, tornando-se expansivos, contraditórios e, principalmente, com confusões e associações próprias da mente humana em nossos dias. É uma arquitetura mental em espiral, de pensamentos entrecortados por outros pensamentos que se interrompem e são retomados em um looping sem fim. São narrativas densas e sôfregas que ficam risonhas. Pensamentos sublimes e elevados que escorregam para o grotesco, assim como é a vida da gente.</p>
<p><em>– É uma peça sobre as decisões que tomamos. Sobre as nossas escolhas, os caminhos que seguimos e onde nos levam. É também uma peça sobre nossos sonhos, principalmente da juventude, de como lidamos com eles, com nossas frustrações e insatisfações</em> –, comenta o diretor Marcos Damaceno.</p>
<p>A peça apresenta como um dos personagens centrais o famoso pianista John Marcos Martins. Outro pianista, Polacoviski, tem um destino trágico. A narrativa desenvolve-se a partir das lembranças, pensamentos e imaginação da terceira personagem, a narradora, amiga de John Marcos Martins e de Polacoviski, e por eles apelidada de <em>aforista</em>. A narradora, que está sempre andando e enquanto anda, pensa em como se deu tudo. Sua relação com seus antigos amigos de faculdade, o caminho que cada um seguiu, onde esses caminhos os levaram e o quanto esses caminhos tomados influenciaram, inclusive, na vida uns dos outros.</p>
<p>Segundo o diretor, o texto da peça é uma conversa com argumentações postas por Thomas Bernhard respondendo e contrapondo questões colocadas pelo autor austríaco em sua extensa obra, permitindo-se desviar para outros assuntos, outras situações, outros lugares. Um mergulho na memória e nas possibilidades que cabem numa vida. A mente como protagonista ou lugar de ação e o impacto quase que exclusivamente pela força do elenco e das palavras são marcas das encenações da Cia.Stavis-Damaceno.</p>
<p><em>– O pensamento é o lugar onde se passa a peça: “andando vamos resolvendo as perturbações do pensamento”, diz a aforista enquanto anda e pensa</em> –, conclui Damaceno.</p>
<p>A música cumpre papel de destaque no espetáculo, sendo a atriz Rosana Stavis acompanhada por 2 pianos tocados ao vivo pelos músicos Sérgio Justen e Rodrigo Henrique, que duelam no palco e dão o tom da narrativa com a trilha original criada pelo compositor Gilson Fukushima.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong><em>A Aforista</em></strong></p>
<p>De 8 novembro a 3 de dezembro de 2023.<br />
Quarta à sábado às 19h e domingo às 18h.</p>
<p><strong>Local:</strong> Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro II<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro<br />
<strong>Valor do ingresso:</strong> R$ 30 (inteira) e R$15 (meia)<br />
<strong>Classificação:</strong> 16 anos<br />
<strong>Duração:</strong> 70 minutos</p>
<p>Drama hilariante</p>
<hr />
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p><strong>Texto e direção:</strong> Marcos Damaceno &#8211;<br />
Com Rosana Stavis e os pianistas Sérgio Justen e Rodrigo Henrique<br />
<strong>Composição e Direção Musical:</strong> Gilson Fukushima<br />
<strong>Iluminação:</strong> Beto Bruel<br />
<strong>Figurinos:</strong> Karen Brusttolin<br />
<strong>Cenário:</strong> Marcos Damaceno<br />
<strong>Produção Executiva:</strong> Bia Reiner<br />
<strong>Produção de Cenário:</strong> Carla Berri<br />
<strong>Cenotécnico:</strong> Marco Souza – TB Mirabolante<br />
<strong>Pintor de arte:</strong> Itamar Cordeiro<br />
<strong>Assessoria de Imprensa:</strong> Ney Motta<br />
<strong>Fotos do espetáculo:</strong> Renato Mangolin<br />
<strong>Produção Local:</strong> Bárbara Montes Claros<br />
Um espetáculo da Cia.Stavis-Damaceno</p>
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		<title>Histórias andinas e sons do Chile fazem parte das atrações do CCBB Educativo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/historias-andinas-e-sons-do-chile-fazem-parte-das-atracoes-do-ccbb-educativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 15:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias andinas e sons do Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[‘Canções para Afastar o Medo: contos e acalantos latinoamericanos’ é o tema da atividade Contação de Histórias, que acontecerá no Teatro 3 (2º andar) do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro no próximo dia 28, às 15h. A atividade será apresentada pela atriz e cantora Rosana Reategui, com uma linguagem lúdica e intimista [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>‘Canções para Afastar o Medo: contos e acalantos latinoamericanos’ é o tema da atividade Contação de Histórias, que acontecerá no Teatro 3 (2º andar) do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro no próximo dia 28, às 15h. A atividade será apresentada pela atriz e cantora Rosana Reategui, com uma linguagem lúdica e intimista para toda a família. Ela intercala teatro, narração de histórias, animação de formas têxteis e cantigas de ninar indígenas do continente latino americano. Rosana está vinculada à tradição oral andina e seu trabalho dialoga com a exposição “Tesouros Ancestrais do Peru”, em cartaz no CCBB Rio até o dia 29 de janeiro de 2024.</p>
<p>Ainda relacionado à exposição Tesouros Ancestrais do Peru, o CCBB Educativo- Lugares de Culturas realiza o Encontro com Educadores no sábado, dia 28, com Diego Xavier. O convidado compartilhará pesquisas desenvolvidas ao longo de oito anos sobre as filosofias e narrativas ancestrais da cultura Inca e explorará as possibilidades de articulação dessas tradições na elaboração de dispositivos artístico-pedagógicos. Diego Xavier é bacharel e licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestre em Educação pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), com pesquisa em educação museal e território e doutorando em Educação na Universidade Federal Fluminense (UFF), e atua como professor de História da Rede Municipal do Rio de Janeiro.</p>
<p>O encontro acontece às 10 h do sábado (28), no Cinema 1 (térreo), do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados no site (bb.com.br/cultura) ou diretamente na bilheteria do CCBB Rio uma hora antes do evento. A atividade é realizada pelo CCBB Educativo &#8211; Lugares de Cultura e destinada aos educadores de instituições, ONGs e outros projetos. No evento serão sorteadas viagens de ônibus para alunos de escolas públicas (municipais, estaduais e federais), localizadas na região metropolitana do Rio de Janeiro, visitarem a exposição “Tesouros Ancestrais do Peru”. As visitas mediadas para todo o público estão também disponíveis todos os dias da semana, em diversos horários, mediante retirada de ingresso.</p>
<figure id="attachment_70231" aria-describedby="caption-attachment-70231" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/19-Historias-andinas-e-sons-do-Chile-fazem-parte-das-atracoes-do-CCBB-Educativo-Expresso-Carioca-1.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70231" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/19-Historias-andinas-e-sons-do-Chile-fazem-parte-das-atracoes-do-CCBB-Educativo-Expresso-Carioca-1.png?resize=800%2C496&#038;ssl=1" alt="Histórias Andinas E Sons Do Chile Fazem Parte Das Atrações Do CCBB Educativo - Expresso Carioca" width="800" height="496" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/19-Historias-andinas-e-sons-do-Chile-fazem-parte-das-atracoes-do-CCBB-Educativo-Expresso-Carioca-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/19-Historias-andinas-e-sons-do-Chile-fazem-parte-das-atracoes-do-CCBB-Educativo-Expresso-Carioca-1.png?resize=300%2C186&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/19-Historias-andinas-e-sons-do-Chile-fazem-parte-das-atracoes-do-CCBB-Educativo-Expresso-Carioca-1.png?resize=768%2C476&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/19-Historias-andinas-e-sons-do-Chile-fazem-parte-das-atracoes-do-CCBB-Educativo-Expresso-Carioca-1.png?resize=750%2C465&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70231" class="wp-caption-text">Histórias Andinas e Sons Do Chile &#8211; Foto: Leo Braga</figcaption></figure>
<p>Na atividade Livro Vivo, nos sábados, domingos e feriados, às 15h, o público é convidado a ler uma imagem. Por meio de livros de tecidos peruanos, confeccionados pela Manos Que Cuentan, são apresentadas histórias da cultura peruana a partir de texturas e cores. Já a Visita Teatralizada é outra atividade que interage com o público, que passeia e conhece as instalações do prédio inaugurado no centro da cidade em 1906, como sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro, em que hoje está instalado o CCBB RJ. Os atores se apresentam vestidos com figurinos de época para contar a história. Os detalhes artísticos e arquitetônicos da construção são apresentados aos visitantes, que percorrerão o prédio adquirido pelo Banco do Brasil para ser sua sede na década de 1920. Em 1960 o edifício passou a ser a Agência Centro e, posteriormente, a Agência Primeiro de Março. A visita conta com intérprete de Libras e ocorre todas as sextas, às 13h.</p>
<p>Outra atividade é a Hora do Conto &#8211; Patrimônio Histórias de Memórias, em que histórias da cultura popular e da literatura universal são apresentadas por educadores, por vezes acompanhados de instrumentos musicais e bonecos. A proposta é viver experiências a partir da ficção, já que as histórias são capazes de nos levar para lugares distantes, para conhecer outras culturas e visões de mundo.</p>
<p>A Campos de Arte/ Ouvidos da Memória, no Térreo do CCBB Rio, é um mobiliário interativo. Nele visitantes têm acesso a uma instalação que procura reproduzir, de forma sonora, os elementos presentes nas fotografias de Evandro Teixeira, inspirada na exposição “Evandro Teixeira. Chile 1973”, em cartaz no CCBB Rio até 13 de novembro de 2023. O objetivo é permitir que, por meio da escuta, o visitante sinta emoções e se transporte a experiências, mesmo aquelas que nunca viveu. A ideia é fazer com que as pessoas experimentem uma imersão auditiva e construam paisagens, de forma criativa, através do som. A classificação indicativa é de 12 anos.</p>
<p>A visitação à exposição “Evandro Teixeira. Chile 1973” segue em todos os dias da semana (exceto às terças-feiras). Outra visita mediada, a Patrimônio: Caminhos da Memória, apresenta o passado através da arquitetura e conta as histórias do prédio do CCBB Rio. Ainda no campo da investigação, a atividade Pequenos Exploradores mostra a história do CCBB às famílias de um modo diferente. A viagem começa no quinto andar, onde os participantes buscam na biblioteca uma pista que permite acessarem orientações para outras etapas sucessivas, envolvendo bilhetes, baús e mapas, numa verdadeira caça aos segredos da história.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Local:</strong> Centro Cultural Banco do Brasil – 1º andar<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro (RJ)<br />
<strong>Telefone:</strong> (21) 3808-2070<br />
<strong>E-mail: </strong><a href="mailto:agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br">agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br</a><br />
<strong>Ingresso:</strong> Entrada franca<br />
<strong>Classificação indicativa:</strong> Livre</p>
<p><strong>Mais informações em</strong> <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noopener">bb.com.br/cultura</a></p>
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		<title>Grupo Os Tapetes Contadores de Histórias celebra 25 anos no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/grupo-os-tapetes-contadores-de-historias-celebra-25-anos-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2023 21:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[25 Anos]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Os Tapetes Contadores de Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo carioca Os Tapetes Contadores de Histórias celebra 25 anos de arte e vida com apresentações culturais gratuitas no Rio. Como nos contos orientais, em que tapetes voadores levam mágicos de um lugar para o outro, o grupo leva o espectador para o mundo da imaginação através do teatro. A técnica de contar histórias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O grupo carioca Os Tapetes Contadores de Histórias celebra 25 anos de arte e vida com apresentações culturais gratuitas no Rio. Como nos contos orientais, em que tapetes voadores levam mágicos de um lugar para o outro, o grupo leva o espectador para o mundo da imaginação através do teatro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A técnica de contar histórias com recursos de tecidos para formar os cenários e personagens é antiga e recorrente em diversas culturas, tais como <em>gabbehs</em> iranianos, <em>arpilleria</em> andina, <em>quilts</em> da tradição colonial norte-americana e estandartes de palha e pano do nordeste brasileiro.</p>
<p>O início da <a href="https://museudeartedorio.org.br/noticias/festival-criancas-no-mar-acontece-nos-dias-25-e-26-de-marco/" target="_blank" rel="noopener">comemoração </a>de aniversário será no Museu de Arte do Rio (MAR), com o espetáculo <em>Presente de Aniversário,</em> <span id="OBJ_PREFIX_DWT384_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT411_com_zimbra_date" role="link">hoje</span></span> (25), às 14h, dentro da programação do Festival Crianças no MAR (<span id="OBJ_PREFIX_DWT385_com_zimbra_url" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT412_com_zimbra_url" role="link">Museu de Arte do Rio</span></span>). São contos do mundo inteiro que tratam da importância do aniversário e da amizade, através de um pergaminho, um poncho, um grande bolo de festa e uma casa que vira tapete. Na história, três pitorescos andarilhos buscam encontrar o lugar ideal e as crianças certas para proporcioná-las uma festa de aniversário.</p>
<h2>CCBB terá minitemporada</h2>
<p>O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) receberá a minitemporada do <a href="https://ingressos.ccbb.com.br/ideias-os-tapetes-contadores-de-historias-25-anos__742" target="_blank" rel="noopener">Circuito Tapetes Contadores 25 anos</a>, mesmo local onde o grupo estreou, em 1998. A cada <span id="OBJ_PREFIX_DWT415_com_zimbra_date" role="link">domingo</span> do mês<span id="OBJ_PREFIX_DWT388_com_zimbra_date" role="link"> de abril</span>, com início no dia 9, o público poderá conferir quatro diferentes espetáculos: <em>Sol, chuva e tapete</em> apresenta contos clássicos narrados com o tradicional acervo do grupo, criado em sua origem na França; <em>Cabe na mala</em> apresenta mala, avental, caixas de tecido para iluminar obras da literatura mundial e nacional; <em>Palavras Andantes</em> compartilha o acervo de painéis feitos em parceria com o projeto peruano Manos que Cuentan; e <em>Conta um causo, ganha um aplauso</em> compartilha as ilustrações originais em tecido feito para histórias brasileiras, como a Congada de São Benedito em Uberlândia.</p>
<h2>Os Tapetes Contadores de Histórias</h2>
<p>Com uma proposta artística diferenciada, que é referência internacional na arte de contar histórias e criação de cenários têxteis, o grupo, formado por Warley Goulart, Cadu Cinelli, Rosana Reátegui, Edison Mego e Andrea Pinheiro, costuram e narram histórias com tapetes, painéis, malas, aventais, roupas, caixas e livros de pano, técnica aprendida com o diretor teatral, contador de histórias e artesão francês Tarak Hamman, em um seminário, no ano de 1998, na Universidade Federal do Estado do Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT389_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span> (UNIRIO), onde eram estudantes de teatro.</p>
<p>A técnica foi desenvolvida pela pedagoga francesa Clotide Hamman em parceria com seu filho Tarak, que criaram, há mais de 15 anos, o projeto <em>Raconte-Tapi</em>s que tem como suporte vários tapetes artesanais que são usados na contação de histórias e para estimular a leitura na França. A ideia surgiu quando Clotilde resolveu fazer um tapete de retalhos de pano como cenário da história preferida do seu neto.</p>
<p>A programação completa da temporada pode ser consultada na <a href="https://www.instagram.com/tapetescontadores/" target="_blank" rel="noopener">página</a> do Instagram do grupo Tapetes Contadores de História  &#8211; Circuito Tapetes Contadores 25 anos.</p>
<h2>MAR:</h2>
<p>25 março (<span id="OBJ_PREFIX_DWT391_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT417_com_zimbra_date" role="link">sáb</span></span>, 14h). Espetáculo: <em>Presente de Aniversário</em></p>
<h2>CCBB:</h2>
<p>Temporada: 9 a <span id="OBJ_PREFIX_DWT393_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT418_com_zimbra_date" role="link">30 abril 2023 aos d</span></span>omingos, às 15h.</p>
<p>9 abril &#8211; <em>Sol, Chuva e Tapete</em></p>
<p>16 abril &#8211; <em>Cabe na Mala</em></p>
<p>23 abril &#8211; <em>Palavras Andantes</em></p>
<p>30 abril &#8211; <em>Conta um Causo, Ganha um Aplauso</em></p>
<p>A classificação é livre, indicado para crianças acima de 3 anos, com duração de 45 minutos.</p>
<p>A entrada é gratuita. Retire seu ingresso na bilheteria ou no <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noopener">site</a>.</p>
<p><em>*Estagiário sob supervisão de Akemi Nitahara</em></p>
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		<title>Lula anuncia cinco ministros do futuro governo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-anuncia-cinco-ministros-do-futuro-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2022 22:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Governo de Transição]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[ministros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Ministros]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[Transição]]></category>
		<category><![CDATA[transição 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou os cinco primeiros ministros do futuro governo. Os nomes foram apresentados no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, onde está instalado o gabinete de transição. Segundo Lula, alguns nomes foram antecipados para que possam montar as equipes. “Preciso que algumas pessoas comecem a trabalhar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou os cinco primeiros ministros do futuro governo. Os nomes foram apresentados no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, onde está instalado o gabinete de transição.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo Lula, alguns nomes foram antecipados para que possam montar as equipes. “Preciso que algumas pessoas comecem a trabalhar para montar a estrutura do governo e para que o governo comece a funcionar”, disse.</p>
<p>Os futuros ministros serão os seguintes:</p>
<p>Casa Civil: Rui Costa, governador da Bahia até dezembro<br />
Fazenda: Fernando Haddad, ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo<br />
Defesa: José Múcio Monteiro, ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e ex-ministro de Relações Institucionais<br />
Justiça e Segurança Pública: Flávio Dino, senador eleito pelo Maranhão e ex-governador do estado<br />
Relações Exteriores: Mauro Vieira, ex-chanceler e embaixador do Brasil na Croácia</p>
<p>Os demais ministros serão anunciados na próxima semana, após a cerimônia de diplomação de Lula e do vice-presidente eleito Geraldo Alckmin. Originalmente, a equipe do futuro governo só seria anunciada após a diplomação, mas Lula decidiu antecipar alguns nomes após a aprovação no Senado da <a href="https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=9216186&amp;ts=1670535489598&amp;disposition=inline" target="_blank" rel="noopener">Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição</a>.</p>
<p>Após anunciar os nomes, Lula disse que todos os ministros, até agora, são homens e prometeu mais diversidade na apresentação dos próximos cargos, a partir da semana que vem. “Vai chegar uma hora em que vocês vão ver mais mulheres do que homens e muitos afrodescendentes”, declarou.</p>
<p>O adiantamento dos nomes pretende desfazer impasses no Ministério da Defesa e agilizar as negociações na tramitação da PEC da Transição na Câmara dos Deputados. Na semana passada, Lula disse que estava com “80% do ministério na cabeça”, mas informou que a montagem definitiva da equipe dependia de negociações.</p>
<p>Em alguns casos, os futuros titulares começaram a visitar os ministérios que comandarão. Ontem (8) pela manhã, Haddad reuniu-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes.</p>
<p>Em relação ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, Lula disse que pretende desmembrar a pasta no futuro, mas que, no primeiro momento, Flávio Dino concentrará as duas pastas. Segundo ele, caberá ao futuro ministro reestruturar as carreiras da Polícia Rodoviária Federal e reduzir a interferência política nas forças de segurança.</p>
<p>Em rápido discurso após ser confirmado no cargo, Dino informou ter indicado a Lula o delegado Andrei Rodrigues para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Segundo o futuro ministro, Rodrigues tem experiência em investigações sobre a Amazônia, participou de diálogos com estados e municípios e atuou nos esquemas de segurança da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.</p>
<p>Em relação à indicação sobre os futuros comandantes militares, Lula informou que o novo ministro da Defesa conversará com os nomes sondados para fazer os convites. Ao sair do CCBB, Múcio informou que pretende reunir-se com o atual presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, e os atuais comandantes das Forças Armadas na próxima semana.</p>
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		<item>
		<title>“Suíte Rock – Para loucos e amantes”, no domingo (08/05), no Teatro I do CCBB</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/suite-rock-para-loucos-e-amantes-no-domingo-08-05-no-teatro-i-do-ccbb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 14:51:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Vieira Cia de Dança]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir da difícil experiência do isolamento e da solidão, vivida durante a pandemia, o coreógrafo Renato Vieira sentiu a urgência de criar um espetáculo que inspirasse o desejo de liberdade e celebrasse a importância dos encontros. “Suíte Rock – Para loucos  e amantes” tem o desafio de juntar em cena bailarinos e músicos em novas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir da difícil experiência do isolamento e da solidão, vivida durante a pandemia, o coreógrafo Renato Vieira sentiu a urgência de criar um espetáculo que inspirasse o desejo de liberdade e celebrasse a importância dos encontros. <strong>“Suíte Rock – Para loucos  e amantes”</strong> tem o desafio de juntar em cena bailarinos e músicos em novas expressões artísticas que reflitam sobre as relações e desejos que surgem em um mundo pós-confinamento. O espetáculo encerra temporada no domingo (08/05) e, no sábado, haverá duas sessões: 16h30 e 19h. Com direção de Renato Vieira, codireção de Bruno Cezario e direção musical de Maria Clara Barbosa, a obra inédita da Renato Vieira Cia de Dança dá continuidade à pesquisa do grupo, que frequentemente mistura elementos eruditos e populares. Desta vez, sucessos de Led Zeppelin, Supertramp, Pink Floyd, Queen, Sting, R.E.M e The Rolling Stones, executados ao vivo por um quarteto de cordas, celebram a união entre o rock e  a música de concerto. O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil.</p>
<figure id="attachment_48726" aria-describedby="caption-attachment-48726" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-48726" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/05/03-A-premiada-Renato-Vieira-Cia-de-Danca-encerra-temporada-do-espetaculo-Suite-Rock-%E2%80%93-Para-loucos-e-amantes-no-domingo-no-Teatro-I-do-CCBB-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C450&#038;ssl=1" alt="A Premiada Renato Vieira Cia De Dança Encerra Temporada Do espetáculo, “Suíte Rock – Para Loucos E Amantes”, No Domingo, no Teatro I do CCBB - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="300" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/05/03-A-premiada-Renato-Vieira-Cia-de-Danca-encerra-temporada-do-espetaculo-Suite-Rock-%E2%80%93-Para-loucos-e-amantes-no-domingo-no-Teatro-I-do-CCBB-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/05/03-A-premiada-Renato-Vieira-Cia-de-Danca-encerra-temporada-do-espetaculo-Suite-Rock-%E2%80%93-Para-loucos-e-amantes-no-domingo-no-Teatro-I-do-CCBB-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-48726" class="wp-caption-text">SUÍTE ROCK Para loucos e amantes &#8211; O músico Rafael Kelil e o bailarino Bruno Cezario &#8211; Foto: Guilherme Licurgo</figcaption></figure>
<p>“Em todo o mundo, as ruas ficaram vazias, e as pessoas, dentro de casa, cheias de arte. Estar em um mundo em suspensão e ouvir o acorde de um celista me fez transbordar num infinito de emoções. Daí a urgência de criar um espetáculo pós-confinamento que  sirva para aguçar o som poético de um acorde de um violoncelo, um violino, um movimento, uma sequência coreográfica”, explica Renato Vieira.</p>
<p>A proposta é transpor um repertório de clássicos do rock dos anos 70 e 80 para um quarteto de cordas. No entanto, em vez de um quarteto clássico, com dois violinos, uma viola e um violoncelo, o espetáculo conta com um violino, uma viola e dois violoncelos. Um dos violoncelistas aposta em um estilo que flerta com o Rock&#8217;n&#8217;roll – ele usa pedais, distorção, efeitos variados e toca o violoncelo como se fosse uma guitarra. Ora ele toca da forma clássica, ora como um guitarrista ou um baixista de uma banda de rock. “Várias orquestras pelo mundo já fizeram essa transposição, criando espetáculos de rock com sinfônicas. Nossa proposta é levar essa transposição para o corpo, para a dança. Nossos bailarinos trabalham o corpo com a técnica do ballet clássico, e a criação  coreográfica é contemporânea”, explica Renato Vieira.</p>
<p>Renato Vieira dirige há mais de 30 anos a companhia de dança que leva seu nome, sempre movido pelo desejo de pesquisar uma linguagem de movimentos que trouxesse  à cena o que conceituou como sendo dramaticidade da condição humana. “Para mim, o  mais importante deste espetáculo é estarmos juntos, criando coreografias e misturando músicas com propostas de novos arranjos. Essas escolhas musicais fizeram parte de uma grande mudança de comportamento, pensamento e atitudes na minha adolescência. Então, estou também revolvendo um passado em que o rock estava intensamente na minha vida, podendo unir minha linguagem erudita à liberação presente naquela fase&#8221;, detalha o coreógrafo.</p>
<p><strong>Sobre Renato Vieira</strong></p>
<p>Renato Vieira é figura importante em diversas áreas da cena contemporânea. Começou sua carreira com o lendário Lennie Dale, dançou com Dalal Achcar, fundou o Vacilou Dançou com Carlota Portella e, no final dos anos 80, criou a Renato Vieira Cia de Dança, com espetáculos de sucesso como “Terceira Margem”, “Rizoma”, “No me digas que no”, “BLUE bonjour tristesse” e “Malditos”. Como coreógrafo convidado assinou peças para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Teatro Guaíra, o Teatro Municipal de Niterói, o  Balé da Cidade de São Paulo e para a Cia de Dança de São José dos Campos, onde acumulou o cargo de diretor. Assinou mais de 40 espetáculos como diretor de movimento, em parcerias com Gustavo Gasparani, Pedro Brício, Claudio Botelho e Charles Moeller, Wolf Maya, entre outros. Assinou a coreografia de Abertura dos Jogos Pan Americanos. Foi durante 10 anos coreógrafo da Comissão de Frente da Escola de Samba Grande Rio, coreografou a Comissão de Frente da Portela e da São Clemente. Pelo conjunto de sua obra recebeu, em 2004, o Prêmio Icatu Holding, com uma residência de seis meses na Cité des Arts, em Paris, França.</p>
<p><strong>Sobre</strong><strong> o CCBB RJ</strong></p>
<p>O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona na 2ª, 4ª a sábado, das 9h às 21h, no domingo, das 9h às 20h, e fecha na terça-feira. A entrada do público é permitida apenas com apresentação da comprovação de vacinação contra a COVID-19. Não é necessária a retirada de ingresso para acessar o prédio, os ingressos para os eventos podem ser retirados previamente no site <a href="http://eventim.com.br" target="_blank" rel="noopener">eventim.com.br</a> ou presencialmente na bilheteria do CCBB.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p><strong>Patrocínio:</strong> Banco do Brasil<br />
<strong>Realização:</strong> Centro Cultural Banco do Brasil<br />
<strong>Direção geral e coreografia:</strong> Renato Vieira<br />
<strong>Codireção:</strong> Bruno Cezario<br />
<strong>Direção musical:</strong> Maria Clara Barbosa<br />
<strong>Bailarinos:</strong> Bruno Cezario, Soraya Bastos, Felipe Padilha, Hugo Lopes, Rafael Gomes<br />
<strong>Músicos:</strong> Quarteto de Cordas com Sarah Cesário, Rafael Kalil, Denis Rangel e Karen Barbosa<br />
<strong>Professora de ballet clássico:</strong> Manoela Cardoso<br />
<strong>Fotografia:</strong> Guilherme Licurgo / Renato Mangolin<br />
<strong>Iluminação:</strong> Luiz Oliva e Renato Vieira<br />
<strong>Figurinos:</strong> Bruno Cezario<br />
<strong>Design:</strong> Cristhianne Vassão<br />
<strong>Direção de Produção:</strong> Tatyana Paiva<br />
<strong>Assessoria de Imprensa:</strong> Rachel Almeida (Racca Comunicação)<br />
<strong>Intérpretes de Libras:</strong> JDL Traduções</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Suíte Rock – Para loucos e amantes </strong></p>
<p><strong>Temporada: </strong>De 7 de abril a 8 de maio.<br />
<strong>Dias e horários: </strong>5ª a sáb., às 19h, e dom., às 18h. Sessão extra: 7 de maio, às 16h30. Não haverá espetáculo no dia 5 de maio.<br />
<strong>Local: </strong>CCBB – Teatro I (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro).<br />
<strong>Informações: </strong>3808-2020.<br />
<strong>Ingressos: </strong>R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).<br />
<strong>Onde comprar:</strong> na bilheteria do CCBB ou no site Eventim: <a href="https://www.eventim.com.br/artist/suite-rock/" target="_blank" rel="noopener">https://www.eventim.com.br/artist/suite-rock/</a><br />
<strong>Capacidade: </strong>172 lugares.<br />
<strong>Duração: </strong>55 minutos<br />
<strong>Classificação indicativa: </strong>12 anos</p>
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		<item>
		<title>CCBB no Rio realiza debates de ideias sobre os cem anos da Semana de Arte Moderna de 1922</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ccbb-no-rio-realiza-debates-de-ideias-sobre-os-cem-anos-da-semana-de-arte-moderna-de-1922/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 16:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[debates de ideias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Para comemorar o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, o Centro Cultural Banco do Brasil apresenta o projeto Contingências Antropofágicas / 100 anos depois de 22, no CCBB Rio de Janeiro, nos dias 11, 12 e 13 de março, às 18h30. O projeto, presencial e gratuito, é patrocinado pelo Banco do Brasil.  Com idealização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para comemorar o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, o Centro Cultural Banco do Brasil apresenta o projeto <strong>Contingências Antropofágicas / 100 anos depois de 22,</strong> no CCBB Rio de Janeiro, nos <u>dias 11, 12 e 13 de março</u>, às 18h30. O projeto, presencial e gratuito, é patrocinado pelo Banco do Brasil.</p>
<p><strong> </strong>Com idealização do escritor e Mestre em Artes Visuais <strong>Valdo Resende</strong>, curadoria e mediação da jornalista <strong>Katia Canton</strong> e produção da Kavantan &amp; Associados, de <strong>Sonia Kavantan</strong>, o debate de ideias propõe reflexões sobre os contextos sócio-históricos que deflagraram a concretização do movimento ocorrido entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 1922, no Theatro Municipal de São Paulo.</p>
<p>O seminário também questiona as influências dessa primeira etapa do modernismo na arte hoje e joga luz sobre os significados de uma busca pela identidade brasileira através da arte. Como a questão da brasilidade toma corpo agora? O diferencial do projeto é que estarão no foco da discussão as contingências em três aspectos – Histórico, Estético e Humano.</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Programação CCBB-RIO</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dia 11 de Março, 18h30 &#8211; </strong>Contingências sócio-históricas &#8211; O Significado da Semana</p>
<ul>
<li><strong>Denise Mattar</strong> &#8211; <em>Dona Odila Penteado e as consequências da Semana.</em></li>
<li><strong>Priscila Loyde Gomes Figueiredo</strong> &#8211; <em>Raça, caráter e classe em Mário de Andrade.</em></li>
</ul>
<p>Esse primeiro encontro busca discutir a questões primordiais. O que significou a Semana de 22 na cidade de SP? Como era a Paulicéia até a explosão do modernismo, como eram os artistas e como eles se organizaram em torno do movimento? Como a questão da identidade brasileira se configurou e qual o papel singular de Mario de Andrade, autor de Macunaíma, na pesquisa de nossas raízes e vocações?</p>
<hr />
<p><strong>Dia 12 de Março, 18h30 &#8211; </strong>Contingências humanas – O Significado do ser moderno hoje</p>
<ul>
<li><strong>Carolina Casarin</strong> &#8211; <em>O Modernismo e a Moda</em>.</li>
<li><strong>Frederico Coelho</strong> &#8211; <em>Invenções e Reinvenções do Modernismo.</em></li>
</ul>
<p>A contingência tratada aqui articula as especificidades da estética desenvolvida pelos principais artistas que formaram essa primeira fase do modernismo brasileiro. Nas artes visuais, na literatura e na música, como se caracterizou essa produção? Quem eram eles e como foram responsáveis pela representação de uma geração?</p>
<hr />
<p><strong>Dia 13 de Março, 18h30 </strong>– Contingências estéticas: A Composição da Sinfonia Modernista de 22</p>
<ul>
<li><strong>Agnaldo Farias</strong>: <em>O lastro modernista nas artes hoje</em>.</li>
<li>&#8211; <strong>Marcelo Campos</strong>: <em>Invisibilidades modernistas</em>.</li>
</ul>
<p>Essa contingência se liga ao atravessamento do tempo/espaço e do alargamento do conceito modernista até os dias de hoje. Será que aquela é uma Semana que não terminou, como diz o título do livro do jornalista Marcos Augusto Gonçalves? Quais as principais influências que aquele momento nos deixou como herança? O que é mito, o que é verdade?</p>
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<p><strong>Dinâmica:</strong></p>
<p>Nos três dias de evento (mesma quantidade de dias da Semana de 1922) haverá dois palestrantes e uma mediadora, com espaço de tempo para perguntas da plateia. O seminário será presencial e terá duas horas de duração.  Cada encontro será aberto pela mediadora que apresentará colocações sobre o tema proposto e apresentará os palestrantes. Na sequência cada palestrante fará sua apresentação. O mediador retomará iniciando questionamentos para os palestrantes e depois o público também poderá fazer perguntas. Ao final, após as considerações finais dos palestrantes, o mediador fará o fechamento.</p>
<p>Depois de São Paulo e Rio de Janeiro, o projeto também acontecerá em Belo Horizonte (dias 1, 2 e 3 de abril, 20h) e Brasília (dias 5, 6 e 7 de maio, 20h).</p>
<p>Ao final de todas as cidades, serão disponibilizados nas redes sociais do CCBB um vídeo com a edição de todas as palestras e uma publicação com a transcrição dos conteúdos. Será emitido certificado digital para a pessoa que comparecer a pelo menos duas palestras. Haverá tradução em libras durante todas as atividades.</p>
<p><strong>Sobre a curadora</strong></p>
<p>Katia Canton é artista visual, escritora, jornalista, professora e curadora. Estudou arquitetura, dança e formou-se jornalista pela ECA USP, em São Paulo. Também estudou literatura e civilização francesas no curso de estudos superiores dado pela Aliança Francesa juntamente com a Universidade de Nancy II. Em 1984 transferiu-se para Paris, com uma bolsa de estudos de dança moderna no estúdio Peter Goss.</p>
<p>Viveu em Nova York por oito anos, onde trabalhou como repórter para vários jornais e revistas e realizou mestrado e doutorado na New York University. Sua pesquisa acadêmica é interdisciplinar e relaciona as artes e os contos de fadas, de várias épocas e culturas do mundo. Trabalhou um ano e meio como bolsista no MoMA, de Nova York, criando projetos de arte e narrativa no departamento de educação. De volta ao Brasil, ingressou como docente na Universidade de São Paulo, sendo professora associada do Museu de Arte Contemporânea (onde foi vice-diretora) e do programa de Pós-graduação Interunidades em Estética e História da Arte.</p>
<p>Seu trabalho artístico é multimídia, incluindo desenho, pintura, fotografia e objetos, e conceitualmente se liga a questões sobre sonho, desejos e narrativas. Tem realizado exposições em museus, galerias e instituições culturais no Brasil e no exterior, desde 2008.</p>
<p>Como autora, além de escrever livros sobre arte, criou mais de 50 livros ilustrados para o público infantil e juvenil, tendo recebido vários prêmios, no Brasil e no exterior. Entre eles, recebeu por três vezes o prêmio Jabuti, prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.</p>
<p><strong>SOBRE O CCBB RJ</strong></p>
<p>O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona na 2ª, 4ª a sábado de 9h às 21h, no domingo de 9h às 20h e fecha na terça-feira. A entrada do público é permitida apenas com apresentação do comprovante de vacinação contra a COVID-19 e uso de máscara. Não é necessária a retirada de ingresso para acessar o prédio, os ingressos para os eventos podem ser retirados previamente no site <a href="http://eventim.com.br" target="_blank" rel="noopener">eventim.com.br</a> ou presencialmente na bilheteria do CCBB.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Contingências Antropofágicas / 100 anos depois de 22</strong></p>
<p><strong>Local: </strong>Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro<br />
<strong>Período: </strong>dias 11, 12 e 13 de março, às 18h30<br />
<strong>Ingressos:</strong> Agendamento através do site <a href="http://eventim.com.br" target="_blank" rel="noopener">eventim.com.br</a> e bilheteria CCBB<br />
<strong>Classificação indicativa: </strong>14 anos. Entrada gratuita<br />
<strong>Endereço:</strong> R. Primeiro de Março, 66 &#8211; Centro, Rio de Janeiro &#8211; RJ, 20010-000.<br />
<strong>Informações:</strong> (21) 3808-2020 e <a href="mailto:ccbbrio@bb.com.br">ccbbrio@bb.com.br</a></p>
<p>bb.com.br/cultura | <a href="http://www.twitter.com/ccbb_sp" target="_blank" rel="noopener">twitter.com/ccbb_rio</a> | <a href="http://www.facebook.com/ccbbsp" target="_blank" rel="noopener">facebook.com/ccbbrio</a> | <a href="http://www.instagram.com/ccbbsp" target="_blank" rel="noopener">instagram.com/ccbbrio</a></p>
<p><a href="mailto:ccbbrio@bb.com.br">ccbbrio@bb.com.br</a></p>
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		<title>Iolanta – A princesa de vidro” estreia em 22 de janeiro no Centro Cultural Banco do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 16:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[A princesa de vidro]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Banco do Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Obra Russa]]></category>
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					<description><![CDATA[Dirigido por Daniel Herz e com direção musical de Wladimir Pinheiro, espetáculo ficará em cartaz até 13 de março, no Teatro II Inspirado na obra russa “Yolanta”, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, a opereta infantojuvenil “Iolanta – A princesa de vidro” apresenta o mundo sensorial de Iolanta, uma princesa cega. Ainda bebê, ela perde a visão devido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dirigido por Daniel Herz e com direção musical de Wladimir Pinheiro,</em><em> </em><em>espetáculo ficará em cartaz até 13 de março, no Teatro II</em></p>
<p>Inspirado na obra russa “Yolanta”, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, a opereta infantojuvenil <strong>“Iolanta – A princesa de vidro”</strong> apresenta o mundo sensorial de Iolanta, uma princesa cega. Ainda bebê, ela perde a visão devido a um acidente e cresce de uma maneira inusitada: sem saber que é cega. O pai superprotetor, rei de Borgonhópoles, esconde de todos a condição da filha e constrói seu mundo de forma que ela nunca descubra que é cega. Ela, então, cresce isolada no meio das montanhas e longe da maldade humana. É uma história sobre a descoberta dos sentidos e sobre o poder de transformação e cura do amor.</p>
<p>Idealizadora do projeto, <strong>Vanessa Dantas</strong> assina a dramaturgia ao lado de <strong>Ana Paula Secco</strong>. Com direção de <strong>Daniel Herz</strong> e direção musical de <strong>Wladimir Pinheiro</strong>, a peça estreia em 22 de janeiro, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, onde ficará em cartaz no Teatro II até 13 de março, com sessões aos sábados e domingos, às 16h. O espetáculo tem patrocínio da Eletrobras Furnas e do Centro Cultural Banco do Brasil. O projeto é realizado pela Lei de Incentivo à Cultura.</p>
<p>O elenco é composto por nove atores-cantores: <strong>Caio Passos</strong> (Rufino D’Acolá), <strong>Chiara Santoro</strong> (Martha), <strong>Kiko do Valle</strong> (Jean D’Além), <strong>Leandro Castilho</strong> (Sr. Tchaikovsky), <strong>Mariah Viamonte</strong> (Iolanta D’Aquém), <strong>Marino Rocha</strong> (Petran D’Aquém), <strong>Saulo Vignoli</strong> (Almerico), <strong>Sofia Viamonte</strong> (Laurete) e <strong>Tiago Herz</strong> (Florian D’Além). Acompanhados pelo músico <strong>Pedro Izar</strong>, o elenco toca diversos instrumentos em cena, como violão, violino, violoncelo, flauta, flautim, trompete, acordeão e piano.</p>
<figure id="attachment_44806" aria-describedby="caption-attachment-44806" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-44806" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=1024%2C684&#038;ssl=1" alt="Iolanta – A Princesa De Vidro” Estreia em 22 De Janeiro No Centro Cultural Banco Do Brasil - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="1024" height="684" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-3-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C501&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44806" class="wp-caption-text">Foto: Caique Cunha/Studio Rico</figcaption></figure>
<p>“Justamente por não saber que lhe falta algo, a Iolanta representa um dom além dos sentidos. Por ser cega, ela explorou profundamente a beleza do mundo invisível. Ela se comunica com natureza, fala a língua dos pássaros, das flores”, conta Vanessa Dantas, que já esteve à frente de bem-sucedidas adaptações de óperas de Gioachino Rossini e Gaetano Donizetti para o teatro infantojuvenil.</p>
<p>Na ópera original, a história se passa no século XV, nas montanhas do sul da França. Nesta adaptação, a peça ganha contornos brasileiros, sendo ambientada no período colonial na região da Serra do Órgãos, no Rio de Janeiro. Os reinos de Borgonhópolis e Provenzópolis foram inspirados nas cidades de Petrópolis e de Teresópolis, respectivamente. O Parnaso é a riquíssima e fértil terra situada entre os dois reinos, disputada pelas famílias reais D’Aquém e D’Além – de onde vêm, respectivamente, os jovens Iolanta e Florian. Em meio às desventuras desta discórdia, os dois acabam se apaixonando.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-44805" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=400%2C401&#038;ssl=1" alt="Iolanta – A Princesa De Vidro” Estreia em 22 De Janeiro No Centro Cultural Banco Do Brasil - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="400" height="401" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=768%2C769&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=75%2C75&amp;ssl=1 75w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=350%2C350&amp;ssl=1 350w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/01/19-Iolanta-%E2%80%93-A-princesa-de-vidro-estreia-em-22-de-janeiro-no-Centro-Cultural-Banco-do-Brasil-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C751&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>“A peça traz a ideia de que na diferença você tem a possibilidade de um encantamento amoroso. É na singularidade do outro que você percebe uma outra percepção da vida, possibilitando a paixão. Nesse sentido, acho muito moderno montarmos esse espetáculo agora, nesse momento de tanta polarização”, analisa Daniel Herz. “O que faz o Florian se apaixonar pela Iolanta não é o fato de ela ser cega. Mas a consequência de ela ser cega traz uma sensibilidade, uma percepção diferente sobre a existência, algo que ele não tem”.</p>
<p>Da infância de Tchaikovsky (1840-1893), sabe-se que cedo ele revelou dotes musicais, mas não recebeu educação neste sentido. Seus pais achavam que a música não seria saudável para uma criança tão sensível e até mesmo neurótica. Sua babá costumava chamá-lo de “menino de vidro”, por sua fragilidade. Ao assistir a uma encenação do conto de fadas dinamarquês “Iolanta”, em 1891, Tchaikovsky se identificou tão profundamente com a personagem-título que se sentiu movido a transformá-la em ópera.</p>
<p>Com direção musical de Wladimir Pinheiro (música e letras originais, adaptação musical), o espetáculo explora as mais consagradas obras do compositor russo: os balés “A bela adormecida”, “O quebra-nozes” e “O lago dos cisnes”, além de temas das sinfonias nº 5 e nº 6 e de concertos. “Fizemos uma grande revista da obra Tchaikovsky. São temas conhecidos, já abordados no cinema e em desenhos animados. As pessoas vão reconhecê-los e se surpreender pela forma como foram usados no enredo”, diz Wladimir. Na transposição da história para o Brasil, a modinha imperial foi escolhida como tema musical.</p>
<p>O cenário criado por Glauco Bernardi foi inspirado nas arquiteturas francesa e italiana do século XIX, e no artesanato da cultura popular russa do mesmo período. Um grande realejo, com seus muitos compartimentos e seus bonecos mecânicos, representam os personagens que vão ganhando vida ao se transformarem nos atores.</p>
<p><strong>Daniel Herz – </strong>É fundador e diretor artístico, desde 1992, da Companhia Atores de Laura. Dirigiu espetáculos fora do grupo: “Zastrozzi” (de Georg F. Walker), “Geraldo Pereira, um escurinho brasileiro” (de Ricardo Hofstetter), “Nós no tempo” (de Marcius Melhem), “Otelo da Mangueira” (de Gustavo Gasparani), “Tom e Vinícius” (de Daniela Pereira e Eucanaã), “O Barbeiro de ervilha” (adaptação de Vanessa Dantas), “O elixir do amor”(adaptação de Vanessa Dantas), “Fonchito e a lua” (adaptação de Pedro Brício), “Acorda para cuspir” (de Eric Bogosian), “Tudo que há flora” (de Luiza Prado); “A vida de Galileu” (de Bertold Brecht) e “Valsa nº 6” (de Nelson Rodrigues).</p>
<p>Em 2017, dirigiu &#8220;Ubu Rei&#8221;, de Alfred Jarry, com Marco Nanini, Rosi Campos e os Atores de Laura; “Perdoa-me por me traíres”, de Nelson Rodrigues; e “Fulaninha e Dona Coisa”, de Noemi Marinho. Em 2018, dirigiu “Conexão: Solidão” (criação coletiva); “Ópera Piedade”, de João Guilherme Ripper; e “Cálculo ilógico”, de Jessica Menkel. Em 2021, dirigiu o filme “A melhor versão”, de Julia Spadaccini. No mesmo ano, dirigiu o documentário “A quarta margem”, assinando também o roteiro.</p>
<p><strong>Vanessa Dantas – </strong>Formada atriz pelo Teatro Escola Célia Helena (SP) em 1993. De 2001 a 2008, foi atriz integrante da Cia Atores de Laura. Estreou e viajou com a Cia por diversas cidades brasileiras com os espetáculos: “As artimanhas de Scapino” (de Molière), “Decote” (criação Coletiva da Cia Atores de Laura inspirada na obra de Nelson Rodrigues), “O conto do inverno” (de W. Shakespeare), “N.I.S.E” (criação Coletiva da Cia Atores de Laura em parceria com Maria da Luz sobre a vida da Doutora Nise da Silveira).</p>
<p>Em 2007, fundou a Marcatto Produções Artísticas. Pela empresa, foi a adaptadora dos libretos, criadora das concepções artísticas, produtora e atriz de espetáculos musicais para crianças: “O barbeiro de ervilha” (2010), adaptação da ópera “Il Barbiere di Siviglia”, de Gioacchino Rossini; “O elixir do amor” (2014), adaptação da ópera “L’ Elisir D Amore”, de Gaetano Donizetti – ambos com direção de Daniel Hertz. A peça “A borralheira, uma opereta brasileira” (2012), adaptação da ópera “La Cenerentola”, de Gioacchino Rossini; e “Thomas e as mil e uma invenções” (2018), musical para crianças de Vanessa Dantas e Tim Rescala, foi dirigida por Fabianna de Mello e Souza. Em mais de uma década, os seus projetos somam cerca de 30 indicações, tendo conquistado prêmios, entre as principais premiações de teatro infantil do Rio.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA<br />
Libreto:</strong> Vanessa Dantas, Ana Paula Secco e Wladimir Pinheiro</p>
<p><strong>Texto original a partir da ópera russa “Yolanta”, de Tchaikovsky:</strong> Vanessa Dantas e Ana Paula Secco<br />
<strong>Música e letras originais, adaptação musical:</strong> Wladimir Pinheiro<br />
<strong>Direção:</strong> Daniel Herz<br />
<strong>Direção musical e arranjos:</strong> Wladimir Pinheiro<br />
<strong>Direção de movimento:</strong> Daniel Herz e Esther Weitzman<br />
<strong>Elenco:</strong> Caio Passos, Chiara Santoro, Kiko do Valle, Leandro Castilho, Mariah Viamonte, Marino Rocha, Saulo Vignoli, Sofia Viamonte e Tiago Herz<br />
<strong>Músico:</strong> Pedro Izar<br />
<strong>Cenário:</strong> Glauco Bernardi<br />
<strong>Figurino:</strong> Karen Brustolin<br />
<strong>Iluminação:</strong> Ana Luzia Molinari de Simoni<br />
<strong>Desenho de som:</strong> João Gabriel Mattos<br />
<strong>Preparação vocal:</strong> Chiara Santoro<br />
<strong>Assistente de direção:</strong> Fernando Queiroz<br />
<strong>Operador de som:</strong> Arthur Ferreira<br />
<strong>Microfonista: </strong>Adriana Lima<br />
<strong>Costureira:</strong> Vera Lucia dos Santos Costa<br />
<strong>Comunicação visual:</strong> Bruno Dante<br />
<strong>Assessoria de imprensa:</strong> Paula Catunda<br />
<strong>Mídias sociais:</strong> Guilherme Fernandes<br />
<strong>Fotografia:</strong> Caique Cunha<br />
<strong>Maquiagem:</strong> Bruno Alsiv<br />
<strong>Direção de produção:</strong> Pagu Produções Culturais (Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal)<br />
<strong>Produção executiva:</strong> Fernando Queiroz<br />
<strong>Gestão administrativa &#8211; financeira:</strong> Natália Simonete &#8211; Estufa de Ideias<br />
<strong>Assistente financeiro:</strong> Pedro Henrique Cavalcante &#8211; Estufa de Ideias<br />
<strong>Patrocínio:</strong> Eletrobras Furnas e Centro Cultural Banco do Brasil<br />
<strong>Realização:</strong> Marcatto Produções, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal. O projeto conta com a Lei de Incentivo à Cultura</p>
<hr />
<p><strong><u>SERVIÇO</u></strong></p>
<p><strong>Espetáculo:</strong> “Iolanta – A princesa de vidro”<br />
<strong>Temporada:</strong> de 22 de janeiro a 13 de março de 2022<br />
<strong>Dias e horários:</strong> sábados e domingos, às 16h<br />
<strong>Local:</strong> Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) – Teatro II<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Primeiro de Março, 66 &#8211; Centro &#8211; RJ</p>
<p><strong>Informações:</strong> (21) 3808-2020<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)<br />
<strong>Ingressos na bilheteria:</strong> de quarta a segunda, das 9h às 20h<br />
<strong>Ingressos pelo site: </strong><a href="http://eventim.com.br/" target="_blank" rel="noopener">eventim.com.br</a><br />
<strong>Classificação livre</strong></p>
<p><strong>Duração: </strong>80 min.</p>
<p><strong>Iolanta no Instagram: </strong>@marcatto_producoes</p>
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