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	<title>Cassação de Mandato &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Cassação de Mandato &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Conselho de Ética abre processo contra Eduardo Bolsonaro por quebra de decoro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 19:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Cassação de Mandato]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Ética da Câmara]]></category>
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		<category><![CDATA[falta de decoro parlamentar]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados instaurou nesta terça-feira (23) um processo contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por quebra de decoro parlamentar. A representação, apresentada pelo PT, pede a cassação do mandato do deputado, que tem usado sua estadia nos Estados Unidos para atacar instituições brasileiras, segundo o partido. A denúncia cita declarações contra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados instaurou nesta terça-feira (23) um processo contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por quebra de decoro parlamentar. A representação, apresentada pelo PT, pede a cassação do mandato do deputado, que tem usado sua estadia nos Estados Unidos para atacar instituições brasileiras, segundo o partido.</p>
<p>A denúncia cita declarações contra o Supremo Tribunal Federal (STF) — a quem chamou de “milicianos togados” e “ditadores” — e a entrevista à CNN Brasil em que afirmou que “sem anistia para Jair Bolsonaro, não haverá eleições em 2026”. Para o PT, as falas configuram ameaça à ordem constitucional e ao processo eleitoral.</p>
<p>Além disso, a legenda argumenta que Eduardo Bolsonaro descumpriu o regimento interno da Câmara ao permanecer fora do país mesmo após o fim da licença de 120 dias, em julho, acumulando faltas sem justificativa.</p>
<p>O processo terá prazo de 90 dias para análise no colegiado. Tramitam ainda outras três representações contra o deputado, duas do PT e uma do PSOL. O presidente do conselho, Fabio Schiochet (União Brasil-SC), já pediu que os casos sejam reunidos em um único processo para evitar decisões divergentes.</p>
<p>Paralelamente, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), negou a indicação de Eduardo Bolsonaro para a liderança da minoria, alegando que não há precedente de parlamentar exercer funções estando fora do território nacional sem missão oficial.</p>
<p>Se confirmadas as faltas não justificadas, o deputado pode ter o mandato cassado, conforme prevê a Constituição.</p>
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		<title>Ministério Público pede cassação de Moro por abuso de poder econômico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 15:06:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cassação de Mandato]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pedido]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Moro]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-PR]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) pediu, na noite dessa quinta-feira (14), a cassação do mandato do senador Sergio Moro (União-PR) por abuso de poder econômico na pré-campanha de 2022. O órgão também pede que o ex-juiz seja declarado inelegível. Moro responde a duas ações que são julgadas em conjunto no TRE-PR, uma aberta pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Procuradoria Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) pediu, na noite dessa quinta-feira (14), a cassação do mandato do senador Sergio Moro (União-PR) por abuso de poder econômico na pré-campanha de 2022. O órgão também pede que o ex-juiz seja declarado inelegível.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Moro responde a duas ações que são julgadas em conjunto no TRE-PR, uma aberta pelo PL e outra pela federação PT/PV/PCdoB. O partidos alegam que Moro fez gastos excessivos antes de oficializar sua candidatura ao Senado, quando ainda pretendia se candidatar à Presidência da República, desequilibrando a disputa.</p>
<p>Em parecer de 79 páginas protocolado no fim da noite, os procuradores regionais eleitorais Marcelo Godoy e Eloisa Helena Machado escreveram que “a lisura e a legitimidade do pleito foram inegavelmente comprometidas pelo emprego excessivo de recursos financeiros no período que antecedeu o de campanha eleitoral”.</p>
<p>As ações foram motivadas pelos gastos do senador quando era pré-candidato à Presidência pelo partido Podemos. Segundo a acusação, enquanto tentava viabilizar a candidatura, Moro gastou com viagens, eventos e outras despesas mais de R$ 4 milhões.</p>
<p>Em seguida, pouco antes do prazo final, o senador mudou de partido, para o União Brasil, legenda pela qual saiu candidato ao Senado. O limite legal de gastos para o cargo, contudo, é consideravelmente menor, motivo pelo qual Moro teria desequilibrado o pleito a seu favor, argumentam as legendas adversárias.</p>
<p>A defesa do Senador diz haver “conotação política” nos processos e nega irregularidades, argumentando que gastos de pré-campanha à Presidência não podem ser contabilizados na campanha para o Senado, uma vez que um cargo é de votação nacional e o outro somente no Paraná.</p>
<p>Segundo as alegações do Ministério Público Eleitoral, contudo, tal separação não pode ser feita, “pois a projeção nacional de uma figura pública desempenha papel crucial, mesmo em eleição em nível estadual, influenciando diversos aspectos do processo eleitoral”.</p>
<p>Após as alegações das partes e do MPE, cabe agora ao relator, juiz Luciano Carrasco Flavinha de Souza, divulgar seu voto, condenando ou absolvendo Moro. A maior probabilidade é que o caso seja julgado somente no ano que vem, dada a proximidade do recesso judiciário, que começa na próxima semana.</p>
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