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	<title>Casa de Cultura Laura Alvim &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Casa de Cultura Laura Alvim &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>O musical infantil “A menina e o cubo” estreia, dia 5 de abril, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 21:55:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[Não há nada permanente, exceto a mudança. O que fazer quando o seu mundo perfeito se transforma de um dia para o outro? A protagonista do musical infantil “A menina e o cubo”, que estreia dia 5 de abril na Casa de Cultura Laura Alvim, está prestes a fazer essa descoberta. Ao embarcar em uma [&#8230;]]]></description>
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<p>Não há nada permanente, exceto a mudança. O que fazer quando o seu mundo perfeito se transforma de um dia para o outro? A protagonista do musical infantil “A menina e o cubo”, que estreia dia 5 de abril na Casa de Cultura Laura Alvim, está prestes a fazer essa descoberta. Ao embarcar em uma jornada inesperada, a garota vai ter que lidar com o medo do desconhecido, a insegurança diante de perdas e a superação de limites pessoais. Com direção artística de Thereza de Medicis e dramaturgia de Thereza de Medicis e Manuela Llerena, o espetáculo celebra a beleza das mudanças, as descobertas trazidas pela maternidade, a importância da resiliência e o poder do imaginário infantil. A peça, apresentada pelo Ministério da Cultura e pela MGAS, terá sessões aos sábados e domingos, às 16h, até 27 de abril.</p>
<figure id="attachment_82717" aria-describedby="caption-attachment-82717" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-82717" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/02-O-musical-infantil-A-menina-e-o-cubo-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C267&#038;ssl=1" alt="O Musical Infantil A Menina E O Cubo - Expresso Carioca" width="400" height="267" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/02-O-musical-infantil-A-menina-e-o-cubo-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/02-O-musical-infantil-A-menina-e-o-cubo-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/02-O-musical-infantil-A-menina-e-o-cubo-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-82717" class="wp-caption-text">A menina e o cubo &#8211; Negawal &#8211; Foto: Vinícius Dratovsky</figcaption></figure>
<p>“A menina e o cubo” conta a história de uma menina que vive em um cubo perfeito, onde tudo é previsível e seguro. Uma tempestade repentina muda drasticamente esse mundo perfeito, e ela é lançada para uma aventura mágica que desafia tudo o que conhece. Durante essa viagem, a personagem faz novos amigos, desde uma sábia baleia até um extravagante arco-íris, que a ajudam a lidar com seus medos e a mostrar que os obstáculos podem trazer crescimento e aprendizado. Com trilha sonora original, a peça tem direção de movimento e coreografia de Inaê Moreira e direção musical e arranjos de Érica de Paula. No elenco, estão Manuela Llerena, Cris Sauma, Negawal, Duda Lopes e Allenkr Soares.</p>
<p><em>“Queria contar uma história que falasse sobre a importância de se adaptar ao inesperado, que mostrasse a beleza de não sabermos o futuro. Nosso espetáculo mistura teatro, dança e música em uma narrativa que transforma desafios em oportunidades. Convidamos o público a participar ativamente da encenação, tornando a experiência ainda mais divertida e enriquecedora”</em>, descreve a diretora Thereza de Medicis.</p>
<p>“A menina e o cubo” nasceu de um conto escrito por Thereza de Medicis há 20 anos, logo após a perda de seu pai.  As palavras surgiram como uma forma de traduzir o que ele representava para a escritora: figura sólida, estruturada, sempre presente, um &#8220;cubo perfeito&#8221; cuja ausência deixou um vazio profundo.</p>
<p><em>“Vinte anos depois, agora que sou mãe, o conto se transformou em um musical infantil, uma narrativa enriquecida por camadas de significado moldadas pela maternidade”, conta a coautora Thereza de Medicis. “Este projeto nasceu da colaboração com Manuela Llerena, um encontro que reflete a força das conexões que se formam entre mulheres durante a maternidade, marcada por constantes reinvenções, e que encontra eco no processo artístico. As histórias que contamos passam a carregar a responsabilidade de ensinar, inspirar e promover reflexões sobre o mundo que construímos para as próximas gerações”</em>, completa.</p>
<p><strong>Sobre Thereza de Medicis</strong></p>
<p>Diretora e roteirista com 20 anos de experiência no mercado audiovisual brasileiro. Seus trabalhos mais recentes incluem a codireção da aclamada e provocadora série “Histórias (Im)possíveis”, da Globo (2023) e a série “Dias Perfeitos”, da Globopla,  com lançamento previsto para 2025. Como roteirista, seu filme de curta -metragem &#8220;Namíbia, Brasil&#8221; teve participação em 26 festivais internacionais incluindo o Festival Internacional de Cannes e foi vencedor de Melhor Filme no Waterfront Film Festival 2006 e Moondance Film Festival 2006. Mãe de Olivia de 4 anos e professora do curso para atores na Uhul produções.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Temporada: </strong>de 05 a 27 de abril</p>
<p><strong>Casa de Cultura Laura Alvim: </strong>Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema<br />
<strong>Telefone:</strong> (21) 2332-2016<br />
<strong>Dias e horários</strong>: sábados e domingos, às 16h</p>
<p><strong>Ingressos: </strong>R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada)</p>
<p><strong>Duração: </strong>1h<br />
<strong>Capacidade: </strong>190 lugares<br />
<strong>Classificação etária: </strong>livre (indicação de 4 a 10 anos)</p>
<p><strong>Venda de ingressos: </strong><a href="https://funarj.eleventickets.com" target="_blank" rel="noopener">https://funarj.eleventickets.com</a></p>
<p><strong>Horário da bilheteria: </strong>ter a dom, das 16h às 20h</p>
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		<title>Monólogo “A LOUCA?” estreia na Casa de Cultura Laura Alvim</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/monologo-a-louca-estreia-na-casa-de-cultura-laura-alvim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 02:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[A louca]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Cultura Laura Alvim]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ipanema]]></category>
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					<description><![CDATA[Personagem notória da História do Brasil, a rainha D. Maria I, que ficou mais conhecida entre os brasileiros desde os tempos de escola como D. Maria Louca, foi o ponto de partida para Alexandre Maximino construir “A Louca?”, montagem que estreia em curtíssima temporada de 14 a 23 de fevereiro, na Casa de Cultura Laura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_80749" aria-describedby="caption-attachment-80749" style="width: 200px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-80749" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Logo_Entrete_200.png?resize=200%2C91&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="91" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Logo_Entrete_200.png?w=200&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Logo_Entrete_200.png?resize=150%2C68&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-80749" class="wp-caption-text"><a href="https://www.instagram.com/entretee" target="_blank" rel="noopener">@entretee</a></figcaption></figure>
<p>Personagem notória da História do Brasil, a rainha <strong>D. Maria I</strong>, que ficou mais conhecida entre os brasileiros desde os tempos de escola como D. Maria Louca, foi o ponto de partida para <strong>Alexandre Maximino</strong> construir “<strong>A Louca?</strong>”, montagem que estreia em curtíssima temporada de<strong> 14 a 23 de fevereiro</strong>, na<strong> Casa de Cultura Laura Alvim</strong> &#8211;<strong> sextas e sábados </strong>às<strong> 20h </strong>e <strong>domingos </strong>às<strong> 19h</strong>. Durante a pesquisa pra confecção do texto, que surge em sua encenação na pele de <strong>Sandra Incutto</strong> sob a direção de <strong>Marcia Salgueiro</strong>, outras Marias surgiram no contexto da peça: <strong>Maria da Graça Costa Penna Burgos</strong>, a <strong>Gal Costa</strong>, que faleceu durante a criação do monólogo, e <strong>Maria</strong>, mãe do autor, uma órfã que saiu aos nove anos de Minas Gerais para o Rio de Janeiro trabalhar em casa de família, sob a mão forte do poderio machista.</p>
<p>“Fui desafiado a escrever uma peça que localizasse o Rio de Janeiro nos 200 anos da Independência do Brasil. Para esse recorte, depois de muitas pesquisas, resolvi buscar na figura de D. Maria I, a Rainha de Portugal que veio em tempos napoleônicos para a ex-capital do Brasil e passou seus últimos dias de vida sendo considerada louca. O fim da sua dinastia imperial ocorre através de seu neto, portanto, eu tinha o cenário ideal para essa finalidade. A partir daí, busquei na vida dessa mulher as implicações de ser herdeira legítima ao trono do seu país e suas colônias num momento extremamente machista e marquei esse primeiro paralelo com o Brasil atual”, explica Alexandre.</p>
<p>A entrada das demais Marias não se deu por acaso. “Eu estava revisitando o show ‘<em>Recanto’</em>, de Gal Costa, que tinha assistido anos antes, e algumas músicas bateram com o enredo da peça, onde as incluí. A montagem só tem razão de ser com elas, tornando uma massa só. Dessa pesquisa mais ampla, que sempre faço quando escrevo para criar paralelos sociais, mergulhei na história da minha família e vi o passado de outra Maria, a minha mãe que, como uma grande mulher brasileira, deu a volta por cima. Então, são Marias que são contadas nesse monólogo”, antecipa o autor.</p>
<p>Na peça, D. Maria está em franca expiação da sua existência, uma autoanálise sem retornos. É ela por ela mesma, o que torna a dramaturgia mais significativa, pois é dela que virão as soluções sem nenhum apoio externo, sem mesmo da ajuda de Deus. “Ela está num limbo eterno, esperando ir para o céu Católico Romano, com grande medo de cair nos calabouços do inferno. Essa dualidade a coloca em pleno divã, questionando em suas memórias a condescendência com seu povo e família, e também o peso cruel da mão da monarca. Como está morta, sua memória atinge a tempos antes do seu nascimento e espia os momentos até os dias de hoje no Brasil, fazendo que todos nós questionemos o que é a loucura menos no seu aspecto literal, mas, sobretudo, nos efeitos nocivos que atos políticos conseguem disseminar na sociedade. Hoje, principalmente, lutamos contra muitos desses efeitos. Não é? ”, provoca Alexandre Maximino.</p>
<p>Para a diretora Marcia Salgueiro, falar sobre uma mulher que foi considerada louca numa sociedade machista e misógina é fundamental, sobretudo quebrando paradigmas. “Evoluímos pouco. Estamos numa sociedade onde a permanência de rótulos que desqualificam o papel da mulher é constante, principalmente se ela atinge pontos de destaque ou poder. Trazer essa fala num recorte da nossa própria história utilizando o olhar de D. Maria sobre pontos de sua vida aproxima a reflexão sobre esse posicionamento, principalmente quando promovemos o comparativo com os dias de hoje. Como diretora e mulher, poder dirigir esse monólogo e criar espaço para que um olhar feminino conduza essa vivência de D. Maria só fortalece a visceralidade deste posicionamento”, atesta a diretora.</p>
<p>Intérprete de D. Maria por 11 anos no Museu Nacional, a atriz Sandra Incutto já desejava levar a personagem aos palcos. “Mas nunca comentei isso com a Márcia e Alexandre, foi uma abençoada coincidência do destino. E o convite ter chegado por essa dupla dinâmica bateu no peito como as grandes paixões que chegam na alma. Agora eu venho numa pegada bem diferente, temos um fundo histórico forte, com grandes emoções, que cercou a trajetória dessa forte, grandiosa e soberana mulher, como tantas de nós. É um grande reboliço de emoções na minha cabeça, com medos, verdades, dúvidas e com uma grande dose de responsabilidade. Enfim, uma grande honra”, afirma a atriz, que celebra o prazer de estar no palco da Casa Laura Alvim, falando sobre Mulher. “A trajetória de D. Maria I salienta e resgata nossas vivências.Com as nossas caminhadas, passadas, presentes e futuras. Hoje D. Maria, na verdade, seria apenas uma Mulher como nós”, conclui.</p>
<p>Se depender da direção, o espetáculo vai gerar impacto e reflexão na plateia sobre relações, direitos e reconhecimento de valor. “A peça apresenta uma encenação surrealista repleta de interferências sonoras e efeitos de vídeo mapping, com trechos de músicas do show ‘<em>Recanto’</em>, de Gal Costa, sendo inseridas pela própria D. Maria em momentos de dor. O monólogo toca em algumas feridas de nossa sociedade ainda em processo de construção. Queremos promover um expurgo sobre posicionamentos machistas, sobre desvalorização das falas femininas, entendendo que temos um melhor caminho a seguir enquanto sociedade. Agora será D. Maria a declarar a sua execução final, o desfecho da sua história que poderá surpreender até ela mesma. E o mais importante: sem qualquer julgamento”, finaliza Marcia Salgueiro.</p>
<p><strong><u>SINOPSE</u></strong></p>
<p>O espetáculo se passa no exato momento que D. Maria I, está em plena transição de sua morte e se vê no purgatório, delirando entre a consciência e a inconsciência, enfrentando autoanálises, para um acerto de contas pelos seus atos. É ela por ela mesma, o que torna a dramaturgia mais significativa, pois é dela que virão as soluções sem nenhum apoio externo, nem mesmo a ajuda de Deus.  Como está morta, sua memória atinge momentos até os dias de hoje no Brasil, trazendo um grande paralelo entre   passado e presente, sobre poderes e decisões e o quanto evoluímos como sociedade; fazendo que todos nós questionemos o que é a loucura. Após confrontos consigo mesma, ela clama uma nova chance de voltar a viver e escolhe o Brasil, terra que identifica como valiosa e mágica. E num acordo com Deuses Originários, D. Maria retorna através de uma entidade da Umbanda, religião Afrobrasileira, que a ressignifica de forma espiritual e profunda.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>“A LOUCA?”</strong></p>
<p><strong>Temporada:</strong> 14, 15, 16, 21, 22 e 23 de fevereiro</p>
<p><strong>Dias e horários:</strong> Sexta-feira e Sábado às 20h e Domingo às 19h<br />
<strong>Local:</strong> Casa de Cultura Laura Alvim<br />
<strong>Endereço:</strong> Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema<br />
<strong>Telefone:</strong> (21) 2332-2016</p>
<p><strong>Entrada:</strong>  R$ 40 (inteira) R$ 20 (meia-entrada)</p>
<p><strong>Duração:</strong> 70 minutos<br />
<strong>Classificação Indicativa:</strong> 14 anos</p>
<p><strong>Instagram:</strong> @alouca.monologo</p>
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		<title>O espetáculo “Um coração de Van Gogh” encerra temporada, neste domingo (20/08), na Casa de Cultura Laura Alvim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 21:51:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Cultura Laura Alvim]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Um Coração De Van Gogh]]></category>
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					<description><![CDATA[A figura do gênio incompreendido acompanhou grandes nomes da arte mundial. Os conflitos emocionais, a vida desregrada, os atos passionais, os distúrbios psiquiátricos e as dificuldades financeiras estão na biografia de personalidades que entraram para a posteridade. A possibilidade de estabelecer conexões entre essas vidas turbulentas e a sociedade contemporânea motivou o dramaturgo Rômulo Pacheco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A figura do gênio incompreendido acompanhou grandes nomes da arte mundial. Os conflitos emocionais, a vida desregrada, os atos passionais, os distúrbios psiquiátricos e as dificuldades financeiras estão na biografia de personalidades que entraram para a posteridade. A possibilidade de estabelecer conexões entre essas vidas turbulentas e a sociedade contemporânea motivou o dramaturgo Rômulo Pacheco a criar uma trilogia dos artistas. Com direção de Ticiana Studart, o espetáculo “Um coração de Van Gogh”, em cartaz na Casa de Cultura Laura Alvim até domingo, é inspirado em trechos da vida do pintor holandês e a segunda parte desta trilogia, iniciada com a peça “Saliva de Rimbaud” (2015).</p>
<blockquote><p>“Apesar das dificuldades que tiveram, e não foram poucas, esses artistas conseguiram projetar suas vozes em alto e bom som, contribuindo assim de forma visceral para a construção da sensibilidade e consciência humanas. Eles foram reconhecidos artisticamente apenas depois da morte, passando por toda a sorte de acontecimentos, muitos dos quais, extremamente desfavoráveis”, observa o autor.</p></blockquote>
<p>Como um dos precursores do expressionismo, Van Gogh criou telas de tons vibrantes e imagens distorcidas. Certo desconforto provocado por essas obras inspiram o clima do espetáculo, que aborda as relações entre arte, sonho e distúrbios psiquiátricos. “Quero fazer uma reflexão sobre a neurodiversidade. O autor procurou expor essa questão por meio do personagem Thuja, que tem as características e alma de Van Gogh. Junto a alternância de humor da personagem, conhecemos quem o cerca, e percebemos como é fácil fazer mal a um divergente”, conta Ticiana</p>
<figure id="attachment_68321" aria-describedby="caption-attachment-68321" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/15-O-espetaculo-Um-coracao-de-Van-Gogh-encerra-temporada-neste-domingo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68321" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/15-O-espetaculo-Um-coracao-de-Van-Gogh-encerra-temporada-neste-domingo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?resize=800%2C534&#038;ssl=1" alt="O Espetáculo “Um Coração De Van Gogh” Encerra Temporada, Neste Domingo - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="800" height="534" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/15-O-espetaculo-Um-coracao-de-Van-Gogh-encerra-temporada-neste-domingo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/15-O-espetaculo-Um-coracao-de-Van-Gogh-encerra-temporada-neste-domingo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/15-O-espetaculo-Um-coracao-de-Van-Gogh-encerra-temporada-neste-domingo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/15-O-espetaculo-Um-coracao-de-Van-Gogh-encerra-temporada-neste-domingo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?resize=750%2C501&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68321" class="wp-caption-text">Um coração de Van Gogh &#8211; Foto: Dalton Valério</figcaption></figure>
<p>A peça acompanha a vida de Thuja (Daniel Ericsson), pintor francês da belle époque, miserável, maníaco-depressivo e que ama demais. Um gênio que vive à margem da sociedade. Faz uso abusivo de álcool e drogas. Está em crise, às voltas com o tratamento psiquiátrico da época. Falta-lhe tudo: inspiração, amor, equilíbrio emocional e dinheiro. Só não lhe falta sexo, que consegue pagando prostitutas com o dinheiro de Otto (Xando Graça), um célebre homem das artes que, encantado com a sua obra, decide ser seu mecenas. Vive em um apartamento alugado por Otto, de quem depende financeiramente e em quem deposita a esperança de alcançar visibilidade e, principalmente, o dinheiro necessário para abandonar a vida miserável. Mas Thuja põe tudo a perder quando cisma com Sylvie (Renata Gasparim), uma moça leviana e ambiciosa, e se envolve com Lua (Vitória Furtado), uma prostituta.</p>
<blockquote><p>“Tudo gira em torno de um artista profundamente tocado pela arte e pelos distúrbios psiquiátricos. Um artista que se relaciona com o mundo através da alteridade de seu olhar excêntrico, incomum e, tragicamente, incompreendido”, explica o autor Rômulo Pacheco. “Às vezes, nosso ser atrapalha a funcionalidade da vida. Talvez seja porque é dessa angústia infinda que saem as maiores obras&#8230; Um caso a se estudar”, completa Ticiana.</p></blockquote>
<p><strong>Sinopse</strong></p>
<p>Thuja, pintor francês da belle époque que vive à margem da sociedade, recebe a ajuda de um mecenas para progredir na carreira, ao mesmo tempo em que se envolve com duas mulheres.</p>
<p><strong>Sobre Rômulo Pacheco</strong></p>
<p>Nasceu no Rio de Janeiro, em 1975. É poeta, letrista, dramaturgo, roteirista e ator. Artista híbrido, no cinema, dirigiu e roteirizou o curta metragem “Ernesto Ernesta Carmem” e o média-metragem “Delicadeza perdida”; atuou no longa-metragem “Os Suicidados”, sobre a vida e a obra de Vincent Van Gogh e Antonin Artaud, tendo interpretado este último. Participou, ainda, como ator, dos filmes de curta-metragem, “Abismo da alma”, “A Flor da Tela”, “O Poeta pela Mão”, “Quimera”, entre outros. No teatro, atuou em mais de 15 peças, de autores como William Shakespeare, Frank Wedekind, Bob Fosse, Thornton Wilder, Friedrich Dürrenmatt, Dias Gomes etc. Escreveu, entre outras peças, “Sonhos de papel” e “Nem que eu morra por isso”, além da trilogia “Saliva de Rimbaud”, “Um Coração de Van Gogh” e “Artaudiânus”. Fez o roteiro e a pesquisa musical do programa de televisão “Do som à arte”, documentário dedicado a difundir a música popular brasileira. Letrista, tem parcerias com Dominguinhos, Seu Jorge, Bernardo Lobo, Úrsula Corona, Bruno Alexander, Daniel Gonzaga e outros. Lançou seu primeiro livro de poemas, intitulado “Eletrochoques”, em dezembro de 2022, e escreve com Ticiana Studart a série “A Casa Azul”; tendo também auxiliado a atriz Camilla Amado a escrever sua autobiografia.</p>
<p><strong>Sobre Ticiana Studart</strong></p>
<p>Atriz, produtora e diretora de teatro. Ticiana é Bacharel em Artes Cênicas e pós-graduada em direção. Carioca, com raízes cearenses, Ticiana estudou no teatro O Tablado e começou sua carreira como atriz na TV Globo, em 1979. Atuou em teatro, cinema e TV, antes de se mudar por quase quatro anos para Nova Yorque. Lá iniciou seus estudos no H.B Studio, tornando-se discípula de Uta Hagen de quem, ainda hoje, aplica o método. Estudou com F. Murray Abrahan, Geraldine Page e participou do Director&#8217;s Company, onde encenou Yerma, no Staret Theatre, Nova York. Fez também assistências de direção no Public Theatre. Ao retornar para o Brasil, encenou “Delicadas Torturas”, que rendeu o Molière para Paulo José e prêmios para as atrizes Zezé Polessa e Lilia Cabral. Depois seguiu dirigindo e produzindo diversos espetáculos. São mais de 23 peças profissionais e 40 peças teatrais pela CAL onde faz parte do corpo docente há 24 anos. Ticiana é autora do livro &#8220;Fora do Normal&#8221;, publicado pela Record.</p>
<p><strong>Sobre Daniel Ericsson</strong></p>
<p>Ator formado pela CAL em 2015. Atuou no longa &#8220;Querido embaixador”, de 2017, dirigido por Luiz Fernando Goulart. No teatro, foi assistente de direção em &#8220;Amargo Fruto &#8211; A vida de Billie Holiday&#8221; e representou Bukowski na peça &#8220;Bukowski &#8211; Bicho Solto no Mundo&#8221;. Ministra oficinas de interpretação no Teatro Municipal de Cabo Frio e ministra aulas eletivas de teatro numa escola cabofriense. Desenvolve uma pesquisa intitulada &#8220;teatro do vômito&#8221; com outros três atores. O ator é sueco de naturalidade e brasileiro nacionalizado.</p>
<p><strong>Sobre Vitória Furtado</strong></p>
<p>É atriz, formada pela Faculdade de Artes Cênicas Dulcina de Morais (Brasília &#8211; DF). Com mais de 10 anos de carreira, dentre seus principais trabalhos em teatro destacam-se “O Especulador” de Honorè de Balzac; “As Eruditas”, de Molière; “Aquilo que Serve de Lembrança”, de Gabriel Garcia Marques”; “A Farsa da Boa Preguiça”, de Ariano Suassuna; “A Casa de Bernarda Alba”, de Garcia Lorca. Em seu último trabalho, interpretou a personagem “Laura” na peça “No escuro ou o que faz uma mariposa sem uma lâmpada”, com texto de Jaú Sant’angelo e direção de Jefferson Almeida. Na TV, foi apresentadora do Programa Mosaico na TV Nacional / Brasília e atuou nas novelas “Malhação” e “Cheias de Charme”, ambas da TV Globo. Em 2010 abriu a produtora VITÓRIA PRODUÇÕES E EVENTOS, com realização do espetáculo “Pessoas Vivas”, com texto de Marcelo Sant`anna e direção de Ivone Hoffmann. Realizou e produziu o musical “Amargo Fruto &#8211; A vida de Billie Holiday”, com texto de Jaú Sant’angelo e Ticiana Studart e direção de Ticiana Studart e “No escuro ou o que faz uma mariposa sem uma lâmpada” com texto de Jaú Sant’angelo e direção de Jefferson Almeida.</p>
<p><strong>Sobre Xando Graça</strong></p>
<p>É um ator carioca de teatro, cinema e televisão. Estreia no teatro em 1983 e, a partir daí trabalha com os profissionais: Ricardo Kosovski, Carlos Wilson (Damião), Dudu Sandroni, Aderbal Freire Filho, Domingos Oliveira, Amir Haddad, José Celso Martinez Corrêa, Marcos Vogel, Adriana Maia, entre outros. Seus trabalhos mais recentes incluem o monólogo “Revisitando Tebas” que além de interpretar, codirigiu (2018), “Arlequim, Servidor de 2 Patrões”, representante do Brasil no II Festival Internacional de Teatro do BRICS, em Moscou, Rússia (2018). “Macbeth” (2019/20) e “A Plebe de Coriolano” (2022) todos dirigidos por Adriana Maia. No cinema, recentemente atuou em “Barba, Cabelo e Bigode”, de Rodrigo França e Letícia Priscos e “Eike – ou Tudo ou Nada”, de Dida Andrade e Andradina Azevedo (2022). Na TV, atuou nas novelas “Vale Tudo” de Gilberto Braga, dirigida por Denis Carvalho, “Coração de Estudante” de Emanuel Jacobina, dirigida por Alexandre Avancinni, “Senhora do Destino”, de Aguinaldo Silva, com direção de Wolf Maia, “Cidadão Brasileiro”, de Lauro César Muniz, com direção de Ivan Zettel. E nos seriados “Carga Pesada”, de Roberto Naar, “A Grande Família”, de Maurício Farias, “Magnifica 70”, de Cláudio Torres e Carol Jabor. “Um Contra Todos”, de Breno Silveira. “Sob Pressão”, de Andrucha Waddington, e “Impuros “, de Tomas Portella.</p>
<p><strong>Sobre Renata Gasparim</strong></p>
<p>É atriz e produtora. Graduada em atuação cênica na UNIRIO, e em atuação para cinema na AIC. Residente em São Paulo, participou das séries “Sessão de Terapia”, direção de Selton Mello (4ª e 5ª temporadas) e “Passaporte para a Liberdade”, direção de Jayme Monjardim (1ª Temporada); das novelas “Verão 90” (2019) e “Malhação” (2018); das cenas curtas “As mulheres que eu não fui” (2015), destaque do Festival da Guanabara, e “Amante Patológica” (2016), destaque do Festival de Curitiba &#8211; Mostra Fringe, ambas dirigidas por Carolina Caldas Nunes; participou de mais de uma dezena de peças desde 2009, com destaque para “O Estupro de Lucrécia”, dirigida por Antonio Ventura, que encerrou o festival Satyrianas 2017 e “Viagem a Nova York” (2018), do coletivo Teatro Número Três, com quem realizou ainda mais uma produção, Moermemória (2020) ambas dirigidas por Márcio Freitas. A atriz também participou de uma série de curta-metragens, entre eles “Berenice”, dirigido por Bruno Nunes, que a rendeu o prêmio CAW Cine de melhor atriz em 2021. Como produtora, está à frente da sucursal paulista do Instituto Internacional de Teatro da UNESCO no Brasil, que realizará o festival internacional NEAP Fest, com artistas de mais de 16 países, em novembro deste ano.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Um coração de Van Gogh</strong></p>
<p><strong>Temporada: </strong>de 29 de julho a 20 de agosto<br />
<strong>Teatro Laura Alvim: </strong>Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema.<br />
<strong>Telefone: </strong>(21) 2332-2016<br />
<strong>Dias e horários: </strong>sexta e sábado, às 20h e domingo, às 19h.<br />
<strong>Ingressos: </strong>R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)<br />
<strong>Lotação: </strong>190 lugares<br />
<strong>Duração: </strong>1h30<br />
<strong>Classificação: </strong>16 anos<br />
<strong>Venda de ingressos: </strong>bilheteria do teatro ou no site <a href="https://funarj.eleventickets.com" target="_blank" rel="noopener">https://funarj.eleventickets.com</a></p>
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		<title>“Os Infortunados”</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/os-infortunados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 14:56:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Cultura Laura Alvim]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Os Infortunados]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O espetáculo “Os Infortunados”, tem texto e direção de Lucas Vianna, e conta com Gustavo Damasceno e Juliana Gaignoux no elenco. Eles representam “pai e menina”, pessoas que se veem obrigadas a conviverem juntas. São personagens em que a necessidade de sobrevivência e de respostas urgentes, os leva ao extremo do início ao fim da peça. Eles poderiam ser qualquer um de nós.</p>
<figure id="attachment_60025" aria-describedby="caption-attachment-60025" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/02-Os-Infortunados-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-60025" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/02-Os-Infortunados-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=800%2C533&#038;ssl=1" alt="Os Infortunados - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="800" height="533" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/02-Os-Infortunados-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/02-Os-Infortunados-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/02-Os-Infortunados-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/02-Os-Infortunados-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-60025" class="wp-caption-text">Os Infortunados &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>“Comecei a escrevê-la no meio da pandemia, em 2020. Estávamos todos em casa, confinados, num dos períodos mais difíceis desses 2 anos que passaram. A arte realmente foi a cura para esse momento difícil. Para mim, o texto vem realmente de uma necessidade de que algumas perguntas nos sejam respondidas. Acredito que todos nós, em algum momento, já procuramos significado na nossa existência. E é onde ela conversa diretamente com o público. Acredito, que o mais legal da peça, é que ela tem espaço para você preencher com o que quiser. Com as suas questões, angústias e necessidades”, diz o autor e diretor Lucas Vianna.</p>
<p><strong>SINOPSE DA PEÇA</strong><br />
Dois seres que foram esquecidos em uma casa, pelo divino ou pelo acaso, são obrigados a conviverem juntos. Neste lugar fechado, enfrentam suas questões existenciais, a fome e a necessidade de saber o que houve com o mundo, que possivelmente não existe mais. “Pai” e “Menina” representam as angústias, os medos e principalmente a necessidade de respostas que nós seres humanos, ansiamos por receber.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>Texto: Lucas Vianna<br />
Elenco: Gustavo Damasceno e Juliana Gaignoux<br />
Produção: Amanda Diener e Tiago Abreu<br />
Iluminação: Dans Souza<br />
Cenografia: Lucas Vianna<br />
Figurino: Amanda Diener e Juliana Gaignoux<br />
Operação de luz: Misael Oliveira<br />
Operação de som: Amanda Diener<br />
Fotos: Amanda Diener e Lucas Vianna<br />
Assessoria de imprensa: Anna Sant´Ana/Sant´Ana Produções &amp; Artes</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>“Os Infortunados”</strong></p>
<p><strong>Reestreia:</strong> dia 06 de junho (3ªf), às 20h<br />
<strong>Local:</strong> Casa de Cultura Laura Alvim<br />
<strong>Horários:</strong> Terça e Quarta às 20h<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$50,00, R$25,00 (meia)<br />
<strong>Bilheteria:</strong> (21) 2332-2015<br />
<strong>VENDAS ON LINE:</strong> <a href="http://funarj.eleventickets.com" target="_blank" rel="noopener">http://funarj.eleventickets.com</a><br />
<strong>Classificação Indicativa:</strong> 14 anos<br />
<strong>Duração:</strong> 75 min<br />
<strong>Capacidade:</strong> 190 lugares<br />
<strong>Temporada:</strong> até 21 de junho</p>
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		<title>MINHA AMIGA ZÉZA</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/minha-amiga-zeza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 19:50:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Cultura Laura Alvim]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Minha amiga Zéza]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Espetáculo que trata da diversidade de forma leve e lúdica estimulando o imaginário infantil reestreia nos palcos da Casa de Cultura Laura Alvim a partir do dia 07 de março, “Minha amiga Zéza”  é um infantil livremente inspirado no livro “Meu amigo Jim” da escritora belga, Kitty Crowther. A peça montada pelo grupo carioca “Tribo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Espetáculo que trata da diversidade de forma leve e lúdica estimulando o imaginário infantil reestreia nos palcos da Casa de Cultura Laura Alvim a partir do dia 07 de março,</em></p>
<p style="text-align: justify;">“Minha amiga Zéza”  é um infantil livremente inspirado no livro “Meu amigo Jim” da escritora belga, Kitty Crowther. A peça montada pelo grupo carioca “Tribo da Lua” e fomenta a discussão sobre diversidade e respeito às diferenças através do diálogo entre variadas linguagens artísticas: o circo, o teatro e a música, fará temporada na <strong>Casa de Cultura Laura Alvim,</strong> <strong>de 07 a 29 de março, sábados e domingos, às 16h.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A criação do espetáculo se deu através de jogos de improvisação explorando a musicalidade na cena, utilizando composições musicais próprias, canções da cultura popular brasileira e paisagens sonoras.  Ao mesmo tempo, o tecido acrobático apresenta de forma lúdica e instigante o voo dos pássaros.</p>
<p style="text-align: justify;">A formação dos indivíduos está para além da apreensão dos conteúdos absorvidos no ambiente escolar. É de suma importância que a criança tenha experiências que a façam compreender o mundo que a cerca de forma ampla. Trazer para o universo infantil a discussão sobre a importância da diversidade e do respeito às diferenças, contribui para a formação de indivíduos mais sensíveis e capacitados a se relacionar em uma sociedade plural. Para além da abordagem de sua temática central o espetáculo tem como intenção investigar maneiras inovadoras de proporcionar à criança uma experiência teatral que dialogue com seu universo e estimule sua sensibilidade e imaginação. Para tal, a proposta do espetáculo “Minha amiga Zéza” tem como eixo central a estimulação do imaginário infantil através  do diálogo entre diferentes linguagens artísticas: o circo, o teatro e a música.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto “Minha amiga Zéza” se propõe, portanto, a criar um trabalho comprometido de forma ampla com a experiência do pequeno espectador tanto no que diz respeito à temática abordada quanto à experiência estética construída de forma cuidadosa e ética.</p>
<figure id="attachment_20521" aria-describedby="caption-attachment-20521" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2020/02/19-MinhaAmigaZeia-1.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-20521" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2020/02/19-MinhaAmigaZeia-1.jpg?resize=1024%2C600" alt="" width="1024" height="600" /></a><figcaption id="caption-attachment-20521" class="wp-caption-text">Foto: Rodrigo Menezes</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinopse</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Minha amiga Zéza” tem como proposta principal tratar o tema da diversidade de forma leve e lúdica. Na peça, a personagem Chica é um pássaro, que vive na floresta e seu maior sonho é conhecer o mar. Ela aventura-se a atravessar toda a floresta para concretizar seu objetivo. Em sua jornada, encontra a gaivota Zéza e ao se tornarem amigas, Chica enfrenta o preconceito por ter aparência e hábitos diferentes das gaivotas. “Minha Amiga Zezá” mostra, inclusive, a importância da amizade</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O grupo “Tribo da Lua”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É composto por duas atrizes/arte educadoras e uma atriz/musicista, interessadas em pesquisar a linguagem do teatro infantil como um campo de estimulação da ludicidade e do imaginário da criança. O grupo usa como base de suas investigações cênicas as pesquisas que foram desenvolvidas como artistas/pesquisadoras em seus mestrados. Duas das integrantes do grupo são mestres em Artes, com estudos a respeito dos modos de relação do músico/ator no processo de criação e o trabalho psicofísico. Portanto, este projeto é fruto de suas experiências como atrizes, pesquisadoras e educadoras, fatores que juntos legitimam o compromisso artístico e ético com a produção teatral para o público infantil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAROLINA LAURA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pós-graduada em Orientação Educacional e Pedagógica pela Universidade Candido Mendes; possui Licenciatura em Educação Musical (UFRJ); curso técnico em arte dramática (Formação de Ator), pela Escola Técnica Martins Pena; bacharelado em piano (UNI-RIO); tendo se especializado no Conservatório de Madrid XXXIX no Curso Universitário Internacional de Música Espanhola (interpretação e formação &#8211; piano) classe dos professores Antônio Iglesias e Manuel Carra em Santiago de Compostela (Espanha). Estudou também canto popular, violão básico e técnico em teoria musical no Conservatório de Música Lorenzo Fernandez. Tem experiência como musicista, atriz, contadora de histórias e como professora de música.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EVELIN REGINALDO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Doutoranda em Artes Cênicas (PPGCA – UNIRIO), mestra em Estudos Contemporâneos das Artes (PPGCA – UFF). Atriz (DRT: 42936/RJ) formada pela Casa das artes de Laranjeiras (CAL), tendo se especializado no <em>Summer Intensive Program </em>no <em>Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards </em>em Pontedera, Itália. E no <em>Laboratory Karawanasun: The school of Rena Mirecka </em>no <em>Instytut Grotowskiego </em>em Wroclaw, Polônia. Participou de oficinas como: <em>A ponte dos ventos: o canto do corpo e as raízes da voz </em>com Carlos Simioni e Iben Nagel. Tem experiência como atriz e arte/educadora.. As últimas peças realizadas foram: <em>Brasil Subterrâneo: A escada de Jacó (2015)</em>, direção Celina Sodré; <em>Fantasmas de Guerra e Paz (2012)</em>, direção Celina Sodré; <em>Ninguém leu Guerra e Paz </em>(2011) – direção de Fabio Porchat.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>KARINE DE BACCO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mestra em Estudos Contemporâneos das Artes (PPGCA &#8211; UFF), onde desenvolveu a pesquisa intitulada: <em>&#8220;Os modos de relação músico/ator nos processos de criação do Théâtre du Soleil&#8221;</em>. Atriz (DRT: 10860), bacharel em teatro com habilitação em interpretação teatral (UFRGS). Nos últimos anos tem buscado sua formação artística participando de oficinas como: “O jogo da máscara teatral, com Eduardo Vaccari; “O jogo da máscara e sua dramaturgia corporal, com Flávia Lopes”; “Treinamento-improvisação: Os caminhos do ator no Amok Teatro”; “As emoções do ator, com Maurice Durozier (<em>Théâtre du Soleil</em>)” e “O corpo musical, com Jean-Jacques Lemêtre (<em>Théâtre du Soleil</em>)”. Como arte-educadora atuou em diferentes segmentos que vão da educação infantil ao ensino superior (como professora colaboradora da disciplina “Conformações através de apropriações”, no curso de Graduação em Artes da UFF).</p>
<hr />
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p><strong>Elenco:</strong> Carolina Laura, Evelin Reginaldo, Jully Borges e Karine De Bacco<br />
<strong>Direção e Dramaturgia:</strong> Grupo Tribo da Lua<br />
<strong>Duração Músical:</strong> Carolina Laura<br />
<strong>Figurino:</strong> Nelci Fontanella e Karine De Bacco<br />
<strong>Cenografia:</strong> Pâmela Peregrino<br />
<strong>Visagismo:</strong> Pâmela Peregrino e Regina Quintanilha<br />
<strong>Iluminação:</strong> Maurício Fusiyamma<br />
<strong>Preparação Corporal:</strong> Thaís Rissi<br />
<strong>Edição de Som:</strong> Cláudia Hollanda<br />
<strong>Operação de Luz e Som:</strong> Rodrigo Carvalho<br />
<strong>Produção e realização:</strong> Tribo da Lua<br />
<strong>Assessoria de Imprensa:</strong> Duetto Comunicação<br />
<strong>Fotografia:</strong> Rodrigo Menezes</p>
<p>Apoio Institucional do Governo do Estado do Rio / FUNARJ / Secretaria Estadual de Cultura &#8211; Teatro Laura Alvim</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇOS</strong></p>
<p><strong>Local:</strong> Casa de Cultura Laura Alvim<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Vieria Souto, 176 &#8211; Ipanema<br />
<strong>Temporada de</strong> 07 a 29 de março &#8211; sábados e domingos &#8211; às 16:00<br />
<strong>Lotação:</strong> 186 lugares e 4 cadeirantes<br />
<strong>Classificação:</strong> Livre<br />
<strong>Duração:</strong> 60 minutos<br />
<strong>Valores:</strong> R$ 30,00 (inteira_ R$ 15,00 (meia)</p>
<p>Vendas pelo Ingresso rápido.</p>
<hr />
<p><strong>PROMOÇÕES</strong></p>
<p>&#8211; Meia entrada para professores das redes privadas e publicas de ensino;<br />
&#8211; Meia entrada para a classe artística;<br />
&#8211; Meia entrada para lista amiga;<br />
&#8211; Meia entrada previstas em lei ( idosos, crianças e estudantes);<br />
&#8211; Meia entrada para funcionários de empresas apoiadoras: Gráfica Jump, Donna<br />
&#8211; Natureza e Regina Quintanilha Studio de Beleza;<br />
&#8211; Meia entrada para mulheres no dia 8 de março;<br />
&#8211; Clubinho de ofertas;<br />
&#8211; Meia entrada para quem trouxer foto com o cartaz do metrô postado nas redes sociais;<br />
&#8211; Meia entrada para todos no dia do teatro e do circo, dia 15 de março.</p>
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