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	<title>Carne de Segunda &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>“CARNE DE SEGUNDA” Faz temporada na Casa de Cultura Laura Alvim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 23:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[Surgida a partir de uma notícia de jornal, cuja manchete dizia que uma mulher do interior havia destrinchado o marido, a peça “CARNE DE SEGUNDA” volta à cena teatral embalada por mãos femininas. No dia 24 de fevereiro às 19h a montagem escrita por Marina Monteiro e dirigida por Natasha Corbelino estreia na Sala Rogério [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Surgida a partir de uma notícia de jornal, cuja manchete dizia que uma mulher do interior havia destrinchado o marido, a peça “<strong>CARNE DE SEGUNDA</strong>” volta à cena teatral embalada por mãos femininas. No dia <strong>24</strong> <strong>de fevereiro</strong> às <strong>19h</strong> a montagem escrita por <strong>Marina Monteiro</strong> e dirigida por <strong>Natasha Corbelino</strong> estreia na <strong>Sala Rogério Cardoso</strong>, na <strong>Casa de Cultura Laura Alvim</strong>, sob interpretação de <strong>Tatjana Vereza</strong>. O espetáculo conta com apoio institucional da <strong>Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro</strong>, da <strong>FUNARJ</strong> e da Casa de Cultura Laura Alvim.</p>
<p>A peça conta a história de uma moradora de uma cidade pequena que decide ser açougueira, profissão incomum para mulheres. Num lugar onde todos sabem da vida de todos, não é segredo que ela vive fugindo do marido por conta da violência doméstica. Ao longo da encenação, a plateia descobre a trajetória dessa mulher açougueira, que durante muito tempo usou seu instrumento de trabalho para destrinchar carnes.</p>
<figure id="attachment_58046" aria-describedby="caption-attachment-58046" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/28-Carne-de-Segunda-Faz-temporada-na-Casa-de-Cultura-Laura-Alvim-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-58046" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/28-Carne-de-Segunda-Faz-temporada-na-Casa-de-Cultura-Laura-Alvim-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=800%2C529&#038;ssl=1" alt="Carne De Segunda Faz Temporada Na Casa De Cultura Laura Alvim - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="800" height="529" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/28-Carne-de-Segunda-Faz-temporada-na-Casa-de-Cultura-Laura-Alvim-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/28-Carne-de-Segunda-Faz-temporada-na-Casa-de-Cultura-Laura-Alvim-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/28-Carne-de-Segunda-Faz-temporada-na-Casa-de-Cultura-Laura-Alvim-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=768%2C508&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/28-Carne-de-Segunda-Faz-temporada-na-Casa-de-Cultura-Laura-Alvim-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C496&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-58046" class="wp-caption-text">Foto: Flávia Viana</figcaption></figure>
<p><em>“Da notícia, me chamou a atenção o fato de que todos os vizinhos relataram que o marido a perseguia em volta da casa com um machado e ninguém fazia nada, mas para condená-la estavam todos a postos. Fiquei com isso na cabeça e os elementos do texto foram chegando. Um misto de tragédia com grupo do WhatsApp, fofoca de vizinho com coro grego. Os tempos se misturando. Curioso é que não salvei a matéria e nunca mais consegui encontrá-la. Não sei mais se foi delírio, mas foi daí o início. Acho que essa questão da sutileza e delicadeza misturadas com a força vêm muito no trabalho com a linguagem, buscando uma dramaturgia que ofereça ambiguidade, abertura, espaço para a atriz, pra diretora, pro público”</em>, sintetiza Marina sobre a dramaturgia desenvolvida a partir de sua ideia.</p>
<p>Construído sob uma narrativa de muitas vozes que observam a vida da personagem, o espetáculo levanta questões necessárias, como a de atravessar um sistema que de antemão não consegue garantir para as mulheres as mesmas premissas que para os homens; como forjar novas profissões para todas; ou como furar a bolha conservadora que, geração após geração, direciona as mulheres para os mesmos futuros. E estas pautas, intrínsecas ao texto, vieram ao encontro de Tatjana justo quando ela precisava de uma força que a lançasse em movimento para produzir e atuar em algum projeto.</p>
<p><em>“A peça mostra uma mulher que toma as rédeas de sua própria vida apesar de tudo que falam sobre ela: que é bruta, violenta, safada, gorda, feia, louca&#8230; Pensa aí, quais são as maneiras de silenciar uma mulher potente? Apesar de um solo, não estou sozinha. Existem muitas e milhares de mulheres que precisam pautar as suas próprias vidas. Espero que o público entenda que quanto mais se fala, se mostra e se atua contra a violência doméstica e de gênero, mais mulheres serão protegidas e livres para construir suas trajetórias de vida, inventar e sonhar seus próprios futuros. Trazendo essas questões para a cena contemporânea, criamos um motor potente para a desconstrução dessa estrutura machista e patriarcal que nos impõe tanta opressão e silenciamento”</em>, pondera Tatjana.</p>
<p>Sendo a notícia um delírio da mente ficcionista ou não, o que mais despertou o desejo em contar esta história foi o fato de a ficção ser capaz de recontar a realidade transmutando-a e movendo-a de seu lugar comum. Não se trata de uma tragédia cujo destino é se cumprir, se trata de uma possibilidade de pergunta e, quem sabe, através da arte, expor em praça pública as peças podres de nossa carne social. Embora a dramaturgia tenha surgido com dados perceptíveis no cotidiano, para a equipe majoritariamente feminina da montagem a resposta à tanta covardia não é destrinchar a carne de ninguém, mas talvez as estruturas ruídas de nossa sociedade.</p>
<p><em>“Mais do que um ato de resistência, acho que nossa peça é um ato de exaustão, exaustão explícita, é além do limite que aguentamos. Estamos morrendo? Não, estamos sendo mortas. Mas não vamos morrer para sempre, não é possível! Repito: estamos exaustas, mas não vamos parar o movimento. Num país que traz incontáveis notícias de feminicídio por dia, dirigir teatro criando com esse universo poderia ter dilacerado demais a gente. Eu não posso simplesmente dizer que ‘ser mulher e estar viva no Brasil’ é meu maior desafio. Esta fala seria uma violência de raça e gênero que eu, mulher branca e cisgênero, estaria reproduzindo. Criar táticas para cuidar de nós enquanto nos contextualizamos nos nossos privilégios me parece um bom começo para eu me perguntar como foi dirigir essa peça”</em>, finaliza Natasha.</p>
<hr />
<p><strong>SOBRE TATJANA VEREZA</strong></p>
<p>Tatjana Vereza é atriz, diretora e bacharel em Teatro pela Estácio de Sá. Iniciou sua carreira profissional como atriz há 30 anos com Márcio Vianna e fez as seguintes peças: “Farra dos Atores”, “Imaginária”, “1999” e o “Livro dos Cegos”. A partir de 1997 começa a trabalhar com Hamilton Vaz Pereira. Em 2006, começa a dirigir ao lado de Luh Maza a peça “Restos”. Já em 2007 produz e atua na peça “Lar”, direção de Vinicius Arneiro e Diego Molina; ao lado de Inez Viegas, estreia o infantil “A Semente Não Mente”, onde atua, dirige e produz. No ano de 2011, foi indicada a melhor atriz pelo esquete “Womam Machine”, de Jô Bilac. Em 2012 passa a integrar a Cia. CATAPLAY! como atriz e produtora. Em 2018, atua em “Amor Demais” da Dona Cena Cia. Teatral. Em 2017 esteve junto com outros 25 atores com o “Teatro Comercial” da diretora Natasha Corbelino. E em 2020 participa do coletivo <em>Coro na Quarentena</em>. Após estrear seu solo “Carne de Segunda” no Teatro Ruth de Souza / Parque das Ruínas, retoma a encenação entre 24 de fevereiro e 19 de março na Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de Janeiro.</p>
<hr />
<p><strong><u>SERVIÇO</u></strong><strong>:</strong></p>
<p><strong>“CARNE DE SEGUNDA” &#8211; </strong>@carnedesegundaoficial</p>
<p><strong>Temporada:</strong> 24 de fevereiro a 19 de março<br />
<strong>Dias da semana:</strong> Sexta-feira e sábado às 19h; domingo às 18h<br />
<strong>Ingressos</strong>: R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia-entrada)<br />
<strong>Link de vendas:</strong> <a href="http://www.funarj.eleventickets.com" target="_blank" rel="noopener">www.funarj.eleventickets.com</a><br />
<strong>Local:</strong> Sala Rogério Cardoso / Casa de Cultura Laura Alvim<br />
<strong>Endereço</strong>: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema<br />
<strong>Informações</strong>: (21) 2332-2016<br />
<strong>Lotação:</strong> 53 lugares<br />
<strong>Classificação Indicativa</strong>: 14 anos<br />
<strong>Duração</strong>: 50 minutos</p>
<hr />
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>Dramaturgia &#8211; Marina Monteiro / @marinaalmeidamonteiro<br />
Direção &#8211; Natasha Corbelino / @natashacorbelino<br />
Atriz &#8211; Tatjana Vereza / @tvereza<br />
Diretora de Arte / Cenário / Figurino &#8211; Patrícia Muniz<br />
Luz &#8211; Lara Cunha &amp; Fernanda Mantovani<br />
Produção &#8211; Marianna Bittencourt<br />
Fotos &#8211; Flávia Viana<br />
Produção de apoios &#8211; Kellys Kelfis<br />
Assessoria de Imprensa &#8211; Marrom Glacê Assessoria<br />
Programação Visual e Vídeos &#8211; Ana Moura<br />
Realização &#8211; Thaísa Damous Projéteis<br />
Idealização e Coordenação de Projeto &#8211; Tatjana Vereza</p>
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