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	<title>Carnaval 2020 &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Carnaval 2020 &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Acadêmicos do Salgueiro divulga enredo para o Carnaval 2021</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/academicos-do-salgueiro-divulga-enredo-para-o-carnaval-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 13:57:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
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					<description><![CDATA[O mistério acabou para o torcedor salgueirense. Após lançar uma campanha de engajamento nas redes sociais para anunciar o enredo do carnaval 2021, os Acadêmicos do Salgueiro revelaram, na noite desta quarta, 08, através de uma live no Youtube, o tema com o qual defenderão a conquista do décimo campeonato de sua história. Com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mistério acabou para o torcedor salgueirense. Após lançar uma campanha de engajamento nas redes sociais para anunciar o enredo do carnaval 2021, os Acadêmicos do Salgueiro revelaram, na noite desta quarta, 08, através de uma live no Youtube, o tema com o qual defenderão a conquista do décimo campeonato de sua história.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o luxuoso auxílio da Dra. Helena Theodoro, o trabalho idealizado em conjunto pelo carnavalesco Alex de Souza  &#8211; que assinará seu quarto projeto na agremiação – e o Departamento Cultural, trouxeram à tona um tema cuja identificação com a escola é total.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“O Salgueiro é pioneiro em revelar a questão preta no Brasil e, alçar ao seu devido lugar de destaque, personagens da nossa história. Desta vez, estamos juntos, eu e o Cultural, para realizar este trabalho que tem a chancela da Helena, uma mulher preta, escritora, ativista e salgueirense. Estamos felizes com a contribuição dela neste projeto que nasceu dentro de um espectro de luta, afinal, vivemos um momento de transformação do mundo e das pessoas”, diz Alex.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Escrita por Paulo Barros, diretor de comunicação da agremiação, com a contribuição valorosa da pesquisa do departamento cultural, <strong>“RESISTÊNCIA</strong>” é um enredo focado no Rio de Janeiro, e que traz consigo, todas as formas que o povo teve para resistir e preservar sua cultura, sua fé, sua voz e sua sobrevivência.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Apesar da minha experiência com o Carnaval, de todos os meus estudos e da minha vivência, trabalhar para a minha escola é realmente emocionante. Alex está sendo muito generoso comigo”, comentou Helena, coautora do enredo durante a live.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Nos próximos dias, serão divulgados o calendário e o formato da disputa de sambas da escola. Os produtos com o tema do enredo já podem ser adquiridos nos canais oficiais da escola.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a sinopse e a logomarca de “RESISTÊNCIA”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>G.R.E.S. ACADÊMICOS DO SALGUEIRO &#8211; </strong><strong>CARNAVAL 2021</strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>RESISTÊNCIA</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2020/07/09-Salgueiro-2.png"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-26943" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2020/07/09-Salgueiro-2.png?resize=300%2C425" alt="" width="300" height="425" /></a>Maior cidade escravista das Américas, o Rio de Janeiro foi o palco da assinatura da Lei Áurea, diploma legal que extinguiu o trabalho cativo no Brasil. Abolir a escravidão, porém, não foi suficiente para promover as mudanças tão desejadas por todos nós. Abandonados pelo Império, continuamos sem condições para uma existência decente. Libertos, tornamo-nos prisioneiros da miséria nos cortiços, nas ruas, nos trabalhos precários e na ausência de direitos humanos e sociais básicos. Discriminados e marginalizados, sem cidadania, sem alternativas para uma vida digna, fomos lançados à nossa própria sorte. Excluídos – no dia seguinte, na década seguinte, no século seguinte –, vivemos, até hoje, sufocados.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser preto no Brasil e no Rio de Janeiro, hoje, é ter que lutar diariamente por respeito. Lutar para não ceder nem sucumbir à segregação e ao constrangimento promovidos pela sociedade e pelo Estado. É recusar os abusos e a submissão pela ausência de políticas públicas que poderiam promover melhores condições de vida. É não se deixar enganar pela pseudo “democracia racial”, sempre camuflada por hipocrisia, eufemismos ou subterfúgios mal disfarçados.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Aqui, ser preto é, acima de tudo, um ato de RESISTÊNCIA.</h3>
<p style="text-align: justify;">E resistir é ter nossa história, antes negada e silenciada, ressignificada e recontada no carnaval, lugar de alegria, mas também de diálogo com o mundo. Ao som dos tambores ancestrais, o Salgueiro foi pioneiro na introdução da temática africana nas escolas de samba. Seguiu na contramão da narrativa “oficial” do país e deu vez e voz aos personagens, heróis e protagonistas pretos. Como um Griot, transmitiu ricas histórias por meio de seus enredos e desfiles, consolidando a participação da escola no processo de resistência cultural e de luta contra o racismo institucional.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é plantar um legado nos “chãos” do Rio de Janeiro. Criamos Quilombos, lugares de resistência e insurgência, com estrutura politica, econômica e social africana. Revivemos a história nas marcas deixadas na Pequena África, região que se destaca como lugar de acolhimento e também por personagens como as tias baianas festeiras da Praça XI, cozinheiras e Mães de Santo celebradas até hoje pela fantasia e pelo rodopio que as nossas Alas de Baianas exibem. Foram elas que formaram o espaço sociocultural do samba, entendido como extensão dos terreiros de Candomblé.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é professar nossa fé. Por ela nos unimos nas irmandades religiosas que faziam filantropia por justiça social. Construímos os terreiros de Candomblé, templos que são uma reinvenção do macro universo cultural e religioso trazido do continente africano. Desenvolvemos o Culto Omolokô e criamos a Umbanda, religião afro-brasileira surgida no Rio de Janeiro, que sincretiza elementos do Candomblé, do Espiritismo e do Catolicismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é expressar nossa cultura para manter a continuidade de valores civilizatórios. Com a benção dos orixás, entramos na cozinha, espaço de saber, para alimentar o corpo e a alma. Para transformar alimentos, hábitos e a própria culinária brasileira. Ao som dos atabaques, “compramos o jogo” nas rodas de capoeira e dançamos jongo ou caxambu. Pisamos nos gramados para expulsar os cabelos esticados e o pó-de-arroz que “disfarçavam” a cor da nossa pele. Colorimos as passarelas e as ruas com as formas, signos, símbolos, texturas e acessórios de nossa moda.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é fazer arte. Inquietos por representatividade e pela visibilidade que insistem em nos sonegar, criamos nossas próprias narrativas e espaços nas artes cênicas, como o Teatro Experimental do Negro. Assumimos nosso protagonismo e nos fizemos enxergar também por meio da literatura, da dança, das artes plásticas. Espalhamos para o mundo a vocação artística que reside em nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é festejar. É revelar nossa maneira de ser por meio das festas, do modo de celebrar a vida, do entusiasmo que propicia o resgate de nossa identidade e afirmação existencial. Desde o chorinho na Festa da Penha, passando pelas escolas de samba, afoxés e blocos afro. Pelo pagode à sombra da tamarineira, pelo funk carioca e pelo charmoso baile sob o viaduto de Madureira.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir é existir.</p>
<p style="text-align: justify;">É continuar a reverberar a coragem dos nossos heróis contemporâneos de pele preta.</p>
<p style="text-align: justify;">É saber que somos frutos de uma mesma raiz de igualdade, fé, esperança, arte e vida.</p>
<p style="text-align: justify;">É crer que nenhuma luta foi em vão. Que nenhuma luta será em vão.</p>
<p style="text-align: justify;">É persistir no sonho de igualdade para que ele não seja silenciado.</p>
<p style="text-align: justify;">É entender que, juntos, em cada passo e em cada pequena mudança, seguiremos adiante.</p>
<p style="text-align: justify;">E é ter certeza que no dia em que fizermos cair todas as máscaras da discriminação, conseguiremos, enfim, respirar.</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><strong>Autoria e curadoria: </strong>Dra. Helena Theodoro<strong><br />
</strong><strong>Carnavalesco: </strong>Alex de Souza<strong><br />
</strong><strong>Concepção: </strong>Eduardo Pinto e Marcelo Pires (Diretoria Cultural)<strong><br />
</strong><strong>Texto: </strong>Paulo Barros</p>
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		<title>Blocos reuniram cerca de 600 mil no pós-carnaval do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 01:28:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
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		<category><![CDATA[Blocos de Rua]]></category>
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					<description><![CDATA[O fim de semana pós-carnaval voltou a reunir multidões nos blocos de rua do Rio de Janeiro. Sábado e domingo, os blocos tiveram a participação de cerca de 600 mil pessoas. O mais concorrido foi o Bloco da Anitta, que levou 370 mil foliões ao centro do Rio na manhã de ontem (29). Ao todo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O fim de semana pós-carnaval voltou a reunir multidões nos blocos de rua do Rio de Janeiro. Sábado e domingo, os blocos tiveram a participação de cerca de 600 mil pessoas. O mais concorrido foi o Bloco da Anitta, que levou 370 mil foliões ao centro do Rio na manhã de ontem (29).</p>
<p>Ao todo, 19 blocos oficiais saíram às ruas da cidade no sábado. O Quizomba, com 60 mil foliões na Lapa, e o Mulheres de Chico, com 15 mil no Leme, foram os outros dois que se destacaram em termos de público no pós-carnaval.</p>
<p style="text-align: justify;">Para hoje (1º), data em que a cidade comemora 455 anos, estavam previstos 16 cortejos. Mesmo com o temporal que deixou a capital em estágio de alerta, 145 mil pessoas compareceram ao Monobloco, que tradicionalmente encerra o carnaval oficial do Rio com multidões que já passaram de 500 mil em anos anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação do fim de semana pós-carnaval contou ainda com os desfiles das campeãs da Marquês de Sapucaí e da Intendente Magalhães, na virada de sábado para domingo. No Terreirão do Samba, Dilsinho e Leandro Sapucaí também se apresentaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), 61 mil pessoas foram ao Sambódromo assistir ao Desfile das Campeãs do Grupo Especial.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Balanço</h2>
<p style="text-align: justify;">Nesta segunda-feira (2), a prefeitura do Rio de Janeiro fará um balanço sobre o carnaval de 2020, em uma entrevista coletiva da qual deverão participar o presidente da Riotur, Marcelo Alves, e o secretário de Eventos do município, Felipe Michel. A coletiva está prevista para as 10h.</p>
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		<title>Policiamento maior agrada foliões do bloco Fervo da Lud, no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2020 16:43:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O reforço policial, adotado este ano pela prefeitura carioca, agradou aos foliões do Fervo da Lud, que desde as 7h anima os foliões na Avenida Antonio Carlos e a Rua Primeiro de Março, no centro do Rio de Janeiro. No ano passado, uma briga generalizada acabou provocando o encerramento da apresentação do bloco uma hora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O reforço policial, adotado este ano pela prefeitura carioca, agradou aos foliões do Fervo da Lud, que desde as 7h anima os foliões na Avenida Antonio Carlos e a Rua Primeiro de Março, no centro do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano passado, uma briga generalizada acabou provocando o encerramento da apresentação do bloco uma hora e meia antes do previsto. A polícia teve que intervir, usando bombas de efeito moral e cassetetes para conter os brigões. Pelo menos os 220 pessoas ficaram feridas na confusão.</p>
<figure id="attachment_20882" aria-describedby="caption-attachment-20882" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-20882" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br//wp-content/uploads/2020/02/25-FervodaLud-1.jpg?resize=1024%2C600" alt="" width="1024" height="600" /><figcaption id="caption-attachment-20882" class="wp-caption-text">Bloco Fervo da Lud &#8211; © Fernando Maia | Riotur</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A revista prévia feita hoje (25) nas bolsas de homens e mulheres que chegavam para participar do bloco foi vista como positiva pela maioria das pessoas. O bibliotecário Tiago Resende aprovou a medida. “A gente fica menos preocupado porque tem a vistoria prévia. Mas, mesmo assim, tem que ficar atento”, sugeriu.</p>
<p style="text-align: justify;">A foliã Fernanda Resende, estudante de engenharia, disse que estava tudo certo com ela, mas criticou o fato de não haver policiais do sexo feminino para vistoriar a bolsa das meninas. “Eles (policiais homens) têm que fazer um curso para ficarem mais bem preparados, porque está muito bagunçado”, disse.</p>
<figure id="attachment_20884" aria-describedby="caption-attachment-20884" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br//wp-content/uploads/2020/02/25-FervodaLud-3.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-20884" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br//wp-content/uploads/2020/02/25-FervodaLud-3.jpg?resize=400%2C234" alt="" width="400" height="234" /></a><figcaption id="caption-attachment-20884" class="wp-caption-text">Bloco Fervo da Lud &#8211; © Fernando Maia | Riotur</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A estudante de administração Michele Marques elogiou o policiamento maior este ano. Indagada se o carnaval terminava para ela nesta terça-feira, afirmou que não. “Sábado tem mais!”, disse, lembrando que no próximo dia 29 tem o Bloco das Poderosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Gabriel Pereira veio de barca de Niterói para o Rio e estava tranquilo em razão do policiamento mais ostensivo. “Estou me sentindo bem mais seguro”, afirmou. Para evitar tumultos, como os registrados no ano passado, Gabriel disse que “o segredo é não ir para o centro do bloco e ficar na borda”. Para o folião, o carnaval 2020 só vai terminar no próximo domingo, 1º de março, com o desfile do Monobloco.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">*Colaborou Raquel Junia, do Radiojornalismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Edição: Aécio Amado</p>
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		<title>Carnaval no Rio tem mais de 3 milhões de pessoas nos blocos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2020 15:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
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					<description><![CDATA[Balanço da prefeitura do Rio de Janeiro divulgado na noite de ontem (24) informou que o carnaval reuniu mais 3 milhões de pessoas em mais de 140 blocos entre sexta-feira (21) e segunda-feira. O Aterro do Flamengo recebeu ontem 340 mil fãs dos Beatles no Sargento Pimenta. Segundo a Empresa de Turismo do Município do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Balanço da prefeitura do Rio de Janeiro divulgado na noite de ontem (24) informou que o carnaval reuniu mais 3 milhões de pessoas em mais de 140 blocos entre sexta-feira (21) e segunda-feira. O Aterro do Flamengo recebeu ontem 340 mil fãs dos Beatles no Sargento Pimenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), nessa segunda-feira, mesmo sem megablocos, as ruas da cidade ficaram repletas de foliões nos cerca de 40 desfiles. Na orla do Leblon, o Corre Atrás recebeu 80 mil foliões. O Bloco das Divas, no Recreio dos Bandeirantes, feito só por mulheres, arrastou uma multidão pela praia: 34 mil foliões pularam e cantaram ao som de clássicos do Carnaval.</p>
<p style="text-align: justify;">A Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) removeu 99 toneladas de resíduos provenientes do Carnaval em toda a cidade entre a noite de domingo e a segunda-feira. No entorno do Sambódromo, foram 12 toneladas de resíduos nessa segunda-feira. Desde sexta-feira, já foram removidas 133,8 toneladas de resíduos do interior do Sambódromo, sendo 126,4 de lixo orgânico e 7,4 de recicláveis. Já na parte externa e entorno da Marquês de Sapucaí, foram 30,6 toneladas desde sábado.</p>
<figure id="attachment_20890" aria-describedby="caption-attachment-20890" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-20890" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br//wp-content/uploads/2020/02/25-bloco_do_lixo-1.jpg?resize=463%2C309" alt="" width="463" height="309" /><figcaption id="caption-attachment-20890" class="wp-caption-text">Garis da Comlurb recolhem lixo deixado nas ruas por foliões &#8211; © Divulgação/Comlurb</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">As equipes do Lixo Zero emitiram 103 multas, todas por flagrante de foliões urinando em vias públicas, no valor de R$ 607,54 cada, nessa segunda-feira, durante o Bloco Sargento Pimenta.</p>
<p style="text-align: justify;">No domingo de Carnaval (23), os postos médicos que atendem aos blocos de rua em Ipanema, Copacabana, Largo da Carioca e Praça Ana Amélia realizaram 136 atendimentos. Seis pessoas precisaram de transferência para unidades da rede pública. Nessa segunda (24), até às 17h, os quatro postos atenderam outros 93 foliões e fizeram oito remoções.</p>
<p style="text-align: justify;">Para vacinar os foliões dos blocos contra o sarampo no domingo e na segunda, foram montados dois postos extras de vacinação localizados na Praça Antero de Quental, no Leblon, e na Estação Jardim Oceânico do metrô, na Saída Mar, na Barra da Tijuca. No domingo (23), um total de 313 pessoas foi vacinada contra a doença, sendo 210 no Leblon e 103 na Barra da Tijuca. Nessa segunda (24), os dois postos aplicaram mais 348 doses da vacina: 200 na Praça Antero de Quental e 148 na Estação Jardim Oceânico. Nos dois dias, 661 pessoas foram vacinadas nestes dois pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">As equipes dos sete postos pré-hospitalares da Secretaria Municipal de Saúde no Sambódromo realizaram 491 atendimentos na primeira noite de desfiles do Grupo Especial. Vinte e um pacientes precisaram ser transferidos para unidades da rede pública. Os principais motivos para atendimento foram pequenos traumas ortopédicos, intoxicação alcoólica e mal-estar. Já no posto de vacinação contra o sarampo, que funciona no Setor 7, no estande da Vigilância Sanitária, 194 pessoas foram vacinadas no domingo. Desde sábado, foram 301.</p>
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		<title>Ceds e Candybloco promovem festa da diversidade no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2020 15:22:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um novo bloco, que entrou este ano na lista oficial da Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), vai estrear no carnaval de rua da cidade amanhã (25), em ação conjunta com a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da prefeitura carioca (Ceds Rio). A ideia do bloco LGBT Candybloco, formado em um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item-wrap">
<p style="text-align: justify;">Um novo bloco, que entrou este ano na lista oficial da Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), vai estrear no carnaval de rua da cidade amanhã (25), em ação conjunta com a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da prefeitura carioca (Ceds Rio). A ideia do bloco LGBT Candybloco, formado em um camarote da Marquês de Sapucaí e que desfila pela primeira vez na rua, é promover uma grande festa da diversidade na Praça Marechal Âncora, região central da capital fluminense. A concentração está marcada para começar às 18h.</p>
<p style="text-align: justify;">O coordenador especial da Diversidade Sexual, Nélio Georgini, destacou a importância do Candybloco para a pluralidade, democracia e inclusão da folia. “O Rio de Janeiro é o retrato da diversidade. O período da folia é o mais democrático e inclusivo do Brasil. O carnaval não é só uma festa, faz parte da cultura, usa a alegria e o humor para fazer crítica social e para dar visibilidade a causas importantes”, declarou.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Acolhimento à diversidade</h2>
<p style="text-align: justify;">O cantor Beni Falcone, um dos fundadores do Candybloco, lembrou a necessidade de criação nas cidades de um ambiente de respeito e acolhimento à diversidade. “Precisamos criar esse ambiente de diversidade, acolhimento e celebração para toda e qualquer pessoa LGBTQI+ ou não, que queira somar sua voz à nossa. Ocupar um espaço da cidade do Rio, se fazer presente na rua, celebrando o amor, a convivência pacífica e a tolerância, é a maneira mais linda de se fazer política e de se entender como cidadão carioca. Como artista ‘queer’, isso é muito mais do que eu jamais sonhei para minha carreira&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o desfile do novo bloco, será aberta uma bandeira gigante de 30 metros com as cores da bandeira LGBT e a logomarca da prefeitura do Rio, para afirmar a luta contra a LGBTfobia e a conquista de direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info" style="text-align: justify;">Edição: Graça Adjuto</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Mangueira, Viradouro e Grande Rio são destaques do 1º dia do Grupo Especial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2020 19:09:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desfiles das Escolas de Samba]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[União da Ilha]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (24), mais seis escolas voltam à Sapucaí: São Clemente, Vila Isabel, Salgueiro, Unidos da Tijuca, Mocidade e Beija-Flor. Estácio de Sá, Paraíso do Tuiuti, Portela e União da Ilha também desfilaram nesta noite (23). Mangueira A Mangueira desfilou em busca do bicampeonato com uma releitura crítica da vida de um Jesus Cristo nascido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Nesta segunda-feira (24), mais seis escolas voltam à Sapucaí: São Clemente, Vila Isabel, Salgueiro, Unidos da Tijuca, Mocidade e Beija-Flor.</em> <em>Estácio de Sá, Paraíso do Tuiuti, Portela e União da Ilha também desfilaram nesta noite (23).</em></p>
<h2>Mangueira</h2>
<p>A Mangueira desfilou em busca do bicampeonato com uma releitura crítica da vida de um Jesus Cristo nascido em uma comunidade. O carro abre-alas mostrou o presidente de honra Nelson Sargento e a cantora Alcione representando José e Maria.</p>
<p>O desfile teve ainda uma estátua gigante mostrando um jovem Jesus negro crucificado e referências a indígenas, mulheres e membros da comunidade LGBT.</p>
<h2>Grande Rio</h2>
<p>A Grande Rio contou a história do pai de santo Joãozinho da Gomeia, mas teve problemas com dois carros, que podem diminuir as notas em quesitos como evolução e harmonia.</p>
<p>Um dos destaques da tricolor de Caxias foi a volta de Paolla Oliveira como rainha de bateria, fantasiada de Cleópatra, após dez anos fora.</p>
<h2>Viradouro</h2>
<p>A Viradouro fez um desfile que exaltou as mulheres negras de Salvador. O enredo &#8220;Viradouro de alma lavada&#8221; falou sobre as Ganhadeiras de Itaupã, quinta geração de lavadoras de roupa na Lagoa do Abaeté.</p>
<p>Na comissão de frente, a atleta da seleção brasileira de nado sincronizado Anna Giulia, vestida de sereia, dava mergulhos de até um minuto em um aquário com 7 mil litros de água mineral.</p>
<h2>União da Ilha</h2>
<p>A União da Ilha do Governador, da rainha de bateria Gracyanne Barbosa, mostrou a vida dura das comunidades do Rio em um desfile com estética realista. Não faltaram sinais das dificuldades: armas, ônibus lotados, pessoas vivendo nas ruas, desempregados, famintos&#8230;</p>
<p>O terceiro carro teve problemas para percorrer a avenida, fazendo com que a escola abrisse um &#8220;buraco&#8221; na Sapucaí. Foi um desfile apressado e com um minuto além do limite.</p>
<h2>Paraíso do Tuiuti</h2>
<p>O Paraíso do Tuiuti contou a história de &#8220;dois Sebastiões&#8221; em seu desfile: o rei português que desapareceu no século 16, Dom Sebastião, e o santo padroeiro do Rio, São Sebastião.</p>
<p>A apresentadora Lívia Andrade estreou como madrinha de bateria no carnaval carioca. A comissão de frente imaginou um encontro do santo que viveu no século 3 e o monarca.</p>
<h2>Estácio de Sá</h2>
<p>Na retorno ao Grupo Especial após quatro anos, a Estácio de Sá apostou em Rosa Magalhães, carnavalesca em busca do nono título em 50 anos de avenida. Foi uma volta após três carnavais pela escola nos anos 80.</p>
<p>O primeiro desfile da noite teve alas e carros sobre corpos celestes, pedras preciosas e minerais. A Campeã da Série A em 2019 também fez críticas ao processo de extração dessas riquezas.</p>
<h2>Portela</h2>
<p>A Portela encerrou o dia e soube se aproveitar do amanhecer com cores leves mas cheias de contraste. A escola mais vitoriosa do carnaval do Rio buscou sua 23ª vitória com um enredo sobre os tupinambás e o &#8220;paraíso&#8221; que encontraram no Rio de Janeiro antes da colonização.</p>
<p>O desfile apresentou o contraste entre a terra sem maldades dos índios em sua mítica Guajupiá e a selva urbana que a cidade se transformou.</p>
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		<title>“Rainha gostosa e seminua é ideia ultrapassada”, diz Leandro Vieira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2020 17:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Desfiles]]></category>
		<category><![CDATA[Escola da Samba. Mangueira]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rainha de Bateria]]></category>
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					<description><![CDATA[À frente da bateria da verde e rosa, Evelyn Bastos inova e desfila com o corpo todo tampado e sem sambar. “Uma rainha pode mais do que só sambar”, foi o que disse o carnavalesco Leandro Vieira. Uma grande inovação que foi colocada em prática pela Rainha de Bateria Evelyn Bastos e pela Mangueira na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">À frente da bateria da verde e rosa, Evelyn Bastos inova e desfila com o corpo todo tampado e sem sambar. “Uma rainha pode mais do que só sambar”, foi o que disse o carnavalesco Leandro Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma grande inovação que foi colocada em prática pela Rainha de Bateria Evelyn Bastos e pela Mangueira na noite deste domingo (23). A bela trocou o samba no pé pela interpretação de um Jesus Cristo mulher em plena Marquês de Sapucaí.</p>
<p style="text-align: justify;">Leandro Vieira, explicou que eles quiseram dar uma nova cara para um dos postos mais tradicionais do samba &#8211; com um quê dramatúrgico.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Uma rainha de bateria pode mais. Pode mais do que só sambar. É um personagem importante e muitas vezes desmerecido. A ideia de que a rainha de bateria é uma gostosa que tem que vir seminua à frente é uma coisa já ultrapassada&#8221;, diz Leandro.</p>
<p style="text-align: justify;">Evelyn revela que foi o maior desafio de sua vida e explica e que deixou o samba de lado, seu amor, para &#8220;pregar o amor&#8221; de outra forma.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um Jesus sem a necessidade de sexualizar. Vai ser um Jesus que não samba, porque a gente quer que as pessoas enxerguem Jesus primeiro, independente de gênero&#8221;, afirma Evelyn.</p>
<p style="text-align: justify;">Leandro deixa claro que não gosta do rótulo de um &#8220;carnaval revolucionário&#8221; e diz que sua intenção é fazer o público para pensar.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não faço desfile pensando em campeonato, nunca fiz. Fiz quatro (desfiles) e ganhei dois. Faço pensando em transmitir a ideia. O mais importante é a mensagem. Pelo que vi, acho que (transmiti) sim&#8221;.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Um Enredo político</h2>
<p style="text-align: justify;">Com o enredo &#8220;A verdade vos fará livre&#8221;, a Mangueira trouxe a política à avenida. A narrativa mostra um Jesus em diferentes faces, de presos a negros e mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">A bateria usou fantasias com balaclavas negras e, na comissão de frente, também expressou a violência policial.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas baianas, seguindo a narrativa de misturar o clássico com o moderno, a escola retratou a perseguição à religiões de origens africanas, com as integrantes carregando duas cruzes nas costas.</p>
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		<title>RJ: Quase 2,5 milhões de foliões brincaram o fim de semana de carnaval</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2020 16:06:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Blocos]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O fim de semana de carnaval teve mais de dois milhões de foliões brincando nas ruas da cidade do Rio de Janeiro, informou hoje (24) a prefeitura carioca. Ontem (23), cerca de 54 blocos desfilaram, totalizando 1,4 milhão de pessoas dispostas a se divertirem na maior festa do mundo. Com estes números, o fim de semana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item-wrap">
<p style="text-align: justify;">O fim de semana de carnaval teve mais de dois milhões de foliões brincando nas ruas da cidade do Rio de Janeiro, informou hoje (24) a prefeitura carioca. Ontem (23), cerca de <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-02/confira-os-blocos-de-rua-do-rj-deste-domingo-de-carnaval" target="_blank" rel="noopener noreferrer">54 blocos desfilaram</a>, totalizando 1,4 milhão de pessoas dispostas a se divertirem na maior festa do mundo. Com estes números, o fim de semana já soma perto de 2,5 milhões de cariocas e turistas brincando no carnaval.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Blocos</h2>
<p style="text-align: justify;">No aterro do Flamengo, o Bangalafumenga reuniu 500 mil pessoas, enquanto no Leblon, a festa foi comandada pelo bloco Areia, que reuniu 385 mil pessoas. O tradicional <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-02/em-seu-24o-carnaval-cordao-do-boitata-no-rio-celebra-ancestralidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer">bloco do Boitatá</a> fez sua apresentação no centro do Rio e animou 80 mil foliões. O TocoXona, no Flamengo, pregou a diversidade e animou 25 mil foliões. Em Ipanema, o tradicional Simpatia é Quase Amor realizou seu segundo desfile e o Toca Raul animou os fãs de Raul Seixas na praça Tiradentes, no centrop da cidade, no fim da tarde.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Assistência Social</h2>
<p style="text-align: justify;">Equipes da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos fizeram 2.958 abordagens para distribuição de material informativo e 619 pulseiras de identificação para crianças e adolescentes acompanhados dos pais até a madrugada desse domingo. O Espaço de Proteção de Crianças e Adolescentes, situado na 1ª Coordenadoria de Assistência Social e Direitos, na Praça Onze, está recebendo crianças de 2 a 11 anos e 11 meses de idade, em situações que violam seus direitos. O espaço funcionará até amanhã (25), das 18h às 6h. O serviço estará disponível também no próximo sábado (29), no mesmo horário. Hoje (24) o espaço funcionará das 16h à meia-noite.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Veículos</h2>
<p style="text-align: justify;">A Coordenadoria de Fiscalização de Estacionamentos e Reboques (Cfer), vinculada à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), removeu, até as 17h de ontem, 267 veículos em toda a cidade, sendo que 78 remoções ocorreram em áreas de passagem de blocos carnavalescos e no entorno do Sambódromo.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a última sexta-feira (21), quando foi iniciada a Operação Carnaval, a Cfer rebocou 734 automóveis (sendo 124 em pontos de blocos e no Sambódromo) e registrou 32 infrações em áreas de estacionamento da cidade. A operação conta com apoio de 40 reboques estacionados em pontos estratégicos. O atendimento é feito também no canal 1746. Informações sobre veículos removidos podem ser obtidas no <a href="http://www.rio.rj.gov.br/web/seop/exibeconteudo?id=6840042" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>site</em></a>.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Controle Urbano</h2>
<p style="text-align: justify;">Ontem, a Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, da Secretaria Municipal de Fazenda, efetuou operação de ordenamento em diversos blocos de carnaval na cidade. A Coordenadoria de Controle Urbano (CCU) apreendeu duas credenciais de promotores de venda não cadastrados nos blocos Bangalafumenga e Areia. As ações resultaram também na apreensão de 520 quilos de alimentos perecíveis. Desde o início do carnaval, a CCU apreendeu 2.717 itens como botijões de gás e bebidas alcoólicas comercializadas em garrafas de vidro, item proibido por lei nos blocos de carnaval.</p>
<p style="text-align: justify;">A Coordenadoria de Licenciamento e Fiscalização (CLF) atuou ainda nos principais blocos do centro e das zonas oeste e sul da cidade. O foco foi a fiscalização de publicidade não autorizada e o <em>marketing</em> de emboscada. O <em>marketing</em> de emboscada é toda publicidade paralela que evoque ou esteja de alguma forma associada a eventos sem a devida autorização dos seus realizadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram identificadas publicidades e ações promocionais irregulares nos blocos Areia, Bangalafumenga, Laranjada Samba Clube, Banda do Bairro Peixoto e Banda do Recreio. Os quiosques da orla da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste, foram fiscalizados mas as ações não encontraram irregularidades. A CLF também fiscalizou estabelecimentos comerciais no Leblon, zona sul, e na Cinelândia, região central, que foram notificados por ocupação irregular de calçada.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vigilância Sanitária</h2>
<p style="text-align: justify;">A Subsecretaria de Vigilância Sanitária do Rio inspecionou 23 blocos em diversos bairros da cidade. Realizadas por técnicos das coordenações de Fiscalização Sanitária, de Saúde e de Alimentos, as ações resultaram em 21 infrações, 15 delas por ausência de licença sanitária de veículos e até para a realização do evento, cinco por equipe incompleta e uma por falta de posto médico. Considerando as inspeções feitas desde sexta-feira (21), a Vigilância Sanitária atuou em 63 blocos, totalizando 37 infrações, a maioria por falta de licença sanitária.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Guarda Municipal</h2>
<p style="text-align: justify;">A Guarda Municipal do Rio efetuou diversas ações de ordenamento urbano e de controle e fiscalização de trânsito em apoio aos blocos de carnaval em todas as regiões da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">As equipes atuaram no Bangalafumenga; Princesinha do Recreio, no Recreio dos Bandeirantes; Cordão do Boitatá; Simpatia é Quase Amor; Bloco Areia, no Leblon, entre outros, de acordo com o balanço divulgado pela prefeitura do Rio.</p>
<p style="text-align: justify;">A Secretaria Municipal de Envelhecimento Saudável, Qualidade de Vida e Eventos flagrou um bloco não autorizado desfilando por várias ruas do centro. Trata-se do Boi Tolo. Todo o trajeto do bloco foi acompanhado e registrado pelas câmeras do Centro de Operações. Os responsáveis pela agremiação já estão sendo identificados pelo Serviço de Inteligência da prefeitura e serão multados pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), de acordo com a quantidade de lixo gerada.</p>
<p style="text-align: justify;">A prefeitura salientou que como se se trata de um bloco não autorizado, o desfile não contou com a presença de guardas municipais ou da Polícia Militar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">CET-Rio</h2>
<p style="text-align: justify;">A operação de trânsito feita durante o carnaval pela Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (CET-Rio) conta com um efetivo de 260 operadores. Ontem, os fechamentos do Sambódromo e blocos ocorreram sem maiores transtornos, comunicou a assessoria de imprensa da administração municipal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Mobilização</h2>
<p style="text-align: justify;">O Centro de Operações da Prefeitura do Rio (COR) continua em estágio de mobilização desde as 8h30 do último sábado (22). Segundo o Sistema Alerta Rio, a umidade do oceano em direção ao continente pode causar ainda chuva fraca em alguns bairros do município do Rio de Janeiro. Até 1° de março, o COR contará com apoio do Comitê de Operação de Carnaval, que integra os órgãos envolvidos na atuação durante a festa carnavalesca.</p>
</div>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info" style="text-align: justify;">Edição: Denise Griesinger</p>
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		<title>Folia segue no carnaval de rua do Rio de Janeiro com 41 blocos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2020 13:13:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Blocos]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (24) de carnaval, um dos destaques da programação para os foliões de rua no Rio de Janeiro é o Bloco de Segunda, no Humaitá. Tem espaço garantido para a criançada se divertir na versão infantil da Banda de Ipanema e no Largo do Machadinho mas não Largo do Suquinho. Para os fãs dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item-wrap">
<p style="text-align: justify;">Nesta segunda-feira (24) de carnaval, um dos destaques da programação para os foliões de rua no Rio de Janeiro é o Bloco de Segunda, no Humaitá. Tem espaço garantido para a criançada se divertir na versão infantil da Banda de Ipanema e no Largo do Machadinho mas não Largo do Suquinho. Para os fãs dos Beatles, a pedida é o Bloco do Sargento Pimenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao todo são 41 blocos de rua por toda a cidade hoje (21), segundo a programação oficial da Riotur. Confira a agenda:</p>
<h2>Zona Sul</h2>
<p>9h &#8211; Bloco de Segunda, Humaitá, Rua Marques</p>
<p>9h &#8211; Virtual, Leme, Av. Atlântica</p>
<p>9h &#8211; Bloco Corre Atrás, Leblon, Av. Delfim Moreira</p>
<p>9h &#8211; Bloco Infanto Juvenil Largo do Machadinho, Mas Não Largo do Suquinho, Catete, Largo do Machado</p>
<p>10h &#8211; Bloco do Sargento Pimenta, Flamengo, Aterro do Flamengo</p>
<p>10h &#8211; Batucada Abençoada, Copacabana, Praça Coronel Eugênio Franco</p>
<p>11h &#8211; Banda Clube Nobre do Bairro Peixoto, Copacabana, Rua Siqueira Campos 2</p>
<p>12h &#8211; Carvalho Em Pé, Botafogo, Rua Visconde de Caravelas 22</p>
<p>13h &#8211; Bloco Sou Cheio de Amor &#8211; Igreja Batista Atitude, Copacabana, Av. Atlântica 2964</p>
<p>16h &#8211; Banda de Ipanema Infantil, Ipanema, Rua Visconde de Pirajá 61.</p>
<p>16h &#8211; Bloco Afro Afoxé Ilê Alá, Copacabana, Av. Atlântica 4240</p>
<p>17h &#8211; Estica do Flamengo, Flamengo, Rua Marquês de Abrantes</p>
<p>17h &#8211; Arteiros da Gloria, Glória, Rua da Glória 190</p>
<p>17h &#8211; Afoxé Raízes Africanas, Copacabana, Av. Atlântica</p>
<p>17h &#8211; Confraria do Peru Sadio, Leme, Av. Atlântica 958</p>
<h2>Zona Norte</h2>
<p>11h &#8211; Bloco Carnavalesco Nova Geração do Zumbi, Zumbi, Ilha do Governador, Rua do Monjolo 546</p>
<p>11h &#8211; Banda Polvo da Ilha, Ribeira, Ilha do Governador, Praça Iaiá García</p>
<p>11h &#8211; Banda Inimigos da Bebida, Ilha do Governador, Cocotá</p>
<p>15h &#8211; Universibloco, Maracanã, Rua Gen. Canabarro 820</p>
<p>15h &#8211; Bloco Seca Copo, Pitangueiras, Rua do Monjolo 546</p>
<p>16h &#8211; Banda Vem Comigo, Vila Cosmos, Rua Itacambira</p>
<p>16h &#8211; Banda Carnavalesca Vai Tomar No Azul, Engenho de Dentro, Rua Pernambuco 530</p>
<p>18h &#8211; Bloco Carnavalesco Bambas do Curuzu, São Cristóvão, Rua Curuzu</p>
<p>18h &#8211; Bloco Balanço do Jamelão, Andaraí, Rua Rosa e Silva 60</p>
<p>18h &#8211; Banda da Constança Barbosa Galo do Meier, Méier, Rua Constança Barbosa 212</p>
<h2>Centro</h2>
<p>8h &#8211; Que Pena Amor, Centro, Praça Mário Lago</p>
<p>9h &#8211; Bloco da Insanarj, Lapa, Rua dos Arcos 24</p>
<p>11h &#8211; Vem Cá Minha Flor, Centro</p>
<p>13h &#8211; Bloco Dinossauros Nacionais, Centro, Largo São Francisco de Paula</p>
<p>16h &#8211; Bloco Filhes da Martins, Centro, Praça Tiradentes</p>
<p>16h &#8211; B.C. Urubu Malandro, Saúde, Largo São Francisco da Prainha</p>
<p>16h &#8211; Grcbc Engata no Centro, Centro, Rua Ubaldino do Amaral</p>
<p>18h &#8211; Aconteceu, Santa Teresa, Rua Alm. Alexandrino</p>
<p>18h &#8211; Picada de Primeira, Lapa, Rua dos Arcos</p>
<p>19h &#8211; Bloco da Colonia, Ilha de Paquetá, Praia José Bonifácio 175</p>
<h2>Zona Oeste</h2>
<p>14h &#8211; Bloco Só Te Pegando, Barra da Tijuca, Av. Lúcio Costa 3650</p>
<p>16h &#8211; Bloco das Divas, Recreio dos Bandeirantes, Avenida Lúcio Costa, Quiosque 105</p>
<p>17h &#8211; Os 300, Padre Miguel, Rua Tapiranga 305</p>
<p>17h &#8211; Banda do Riviera, Barra da Tijuca, Rua Rosalina Brand 200</p>
<p>19h &#8211; Bloco Carnavalesco Vermelho e Preto e Coirmãos, Padre Miguel, Rua Ivora 97</p>
<p>19h &#8211; Tigre do Coqueiro, Pedra de Guaratiba, Rua Barros de Alarcão 283</p>
</div>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info">Edição: Denise Griesinger</p>
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		<title>Geral Estácio dá largada ao desfile do Grupo Especial, na Sapucaí</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2020 14:54:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Desfile das Escolas de Samba]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas de Samba]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste domingo (23) sete escolas vão passar pela Marquês de Sapucaí abrindo os desfiles do Grupo Especial, considerado a elite do carnaval carioca. Entre agremiações campeãs e vice-campeãs, carnavalescos experientes e estreantes e enredos questionadores, o público vai poder assistir temas diferentes que apresentam questões atuais e história. Estácio A primeira a entrar na Marquês [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item-wrap">
<p style="text-align: justify;">Neste domingo (23) sete escolas vão passar pela Marquês de Sapucaí abrindo os desfiles do Grupo Especial, considerado a elite do carnaval carioca. Entre agremiações campeãs e vice-campeãs, carnavalescos experientes e estreantes e enredos questionadores, o público vai poder assistir temas diferentes que apresentam questões atuais e história.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Estácio</h2>
<p style="text-align: justify;">A primeira a entrar na Marquês de Sapucaí será a Estácio, que carrega a tradição, porque tem sua origem na Deixa Falar (apontada por especialistas, como a primeira escola de samba do Rio).</p>
<p style="text-align: justify;">A vermelho e branco foi campeã no ano passado no grupo da Série A e <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-03/estacio-de-sa-sobe-para-o-grupo-especial-do-rio-de-janeiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ganhou o direito</a> de voltar ao Grupo Especial. A escola que, em 1992, conquistou o seu único campeonato com <em>Paulicéia Desvairada, 70 anos de Modernismo no Brasil</em>, agora, no retorno, quer disputar o título com o enredo <em>Pedra</em>. Para isso, conta com a carnavalesca Rosa Magalhães, uma colecionadora de sete campeonatos pelo Império Serrano, Imperatriz Leopoldinense e Vila Isabel.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto do enredo indica que para o ser humano, a pedra representa a permanência do tempo. A história passa por Minas Gerais com a exploração de diamantes e outras pedras preciosas sob o controle da Coroa Portuguesa. Dentro do enredo essas foram as primeiras pedras que o país trilhou.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência, ainda em Minas, um destaque para o poeta Carlos Drummond de Andrade, que nasceu e cresceu em Itabira. Do seu quarto, gostava de observar o perfil montanhoso do lugar. Ele não é o único, o enredo lembra ainda de outro mineiro, o escritor Guimarães Rosa. O enredo passa também pela Serra dos Carajás, que recebeu o nome de seus antigos moradores: os índios Carajás. No encerramento, uma lasca coletada na Lua conduz a história para mostrar que a Terra vista de longe é azul, mas questiona: Até quando?</p>
<p style="text-align: justify;">A carnavalesca está confiante na recepção do público. “Divirtam-se bastante. O carnaval é um mistério. Acredito que o povo é que vai dizer se gostou ou não gostou. Mas acho que vão gostar”, disse Rosa para quem a mensagem do enredo será interpretada conforme o ponto de vista de cada pessoa. A colecionadora de títulos completou que todas as escolas querem ganhar. “Pode perder ocasionalmente, mas não é a vontade de ninguém lá dentro”, concluiu.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Viradouro</h2>
<p style="text-align: justify;">A segunda na avenida será a vermelho e branco de Niterói, que foi vice-campeã no ano passado, depois de ter subido da Série A em 2018, e vem em 2020 com o enredo <em>Viradouro de Alma Lavada</em>, desenvolvido pelos carnavalescos Marcus Ferreira e Tarcísio Zanon. A agremiação vai exaltar este momento de ascensão, mas também a força Bando das Ganhadeiras, lavadeiras de Itapoã, na Bahia, que, musicalmente, resgatou a memória de suas ancestrais.</p>
<p style="text-align: justify;">“A Marquês de Sapucaí pode esperar uma baianidade diferente com uma estamparia exclusiva, surpresas e espetáculos. Apesar de ser um enredo regional com uma densidade cultural é mais do que trazer à luz personagens que se identificam com a brasilidade”, revelou Zanon à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda mulher brasileira em sua essência é ganhadeira! É assim que aponta o texto de apresentação do enredo. A essência está presente na representação do sistema de ganhos das lavadeiras que com os seus trabalhos conseguiam o dinheiro para comprar a alforria dos seus parceiros e para o sustento familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">“É uma história de empoderamento feminino e com uma mensagem positiva sobre a superação da mulher, nesse momento em que ela ocupa seu espaço em todos os âmbitos da sociedade”, disse.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Mangueira</h2>
<p style="text-align: justify;">É com o enredo <em>A Verdade vos Fará Livre</em>, que a Estação Primeira de Mangueira quer conquistar o bicampeonato. A verde e rosa vai trazer como personagem principal Jesus Cristo e mostrar que ele nasceu pobre, deu a sua face mais amorosa aos que lhe viraram as costas, separou o joio do trigo, semeou terrenos férteis, exaltou os humildes e condenou o acúmulo de riqueza.</p>
<p style="text-align: justify;">Vai mostrar também que Jesus se insurgiu “contra o comércio da fé e desafiou a hipocrisia dos líderes religiosos de seu tempo”. O carnavalesco Leandro Vieira, que já tem dois campeonatos pela escola, que será a terceira a desfilar, indicou no texto de apresentação do enredo as questões enfrentadas por Jesus. “Questionou o poder do império romano e condenou a opressão. Seu comportamento pacifista e suas ideias revolucionárias inflamaram o discurso dos algozes que passaram a incitar o estado a decretar sua sentença. O fim todos sabemos: Foi torturado, padeceu e morreu”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o carnavalesco, o enredo não é religioso e diante de tanta importância, Jesus não pode ser representado de maneira única, quando preso à cruz. Cada setor da escola vai trazer uma representação diferente. “Ser um, exclui os demais. Preso à cruz, ele é a extensão de tantos, inclusive daqueles que a escolha pelo modelo ‘oficial’ quis esconder. Sendo assim, sua imagem humana não pode ser apenas branca e masculina”, apontou.</p>
<p style="text-align: justify;">A ressurreição seria no Morro da Mangueira e assim poderia ser saudado pelo povo. &#8220;Louvaríamos sua presença afetuosa com samba e batucada. Vestiríamos todos nossa roupa mais cara. Aquela de paetês e purpurina. De cetim com joias falsas. Desfilaríamos diante dele e, em seu louvor, instauraríamos a lei que rege nossos três dias de folia. Sem pecado, irmanados e em pleno estado de graça”, indicou o carnavalesco.</p>
<p style="text-align: justify;">A conclusão é com os integrantes, acompanhados de Jesus, descendo o morro para desfilar explicando que a cruz pesada carregada como fardo ao longo do ano é tirada das suas costas no carnaval. “Ele sorri para a baiana que desce para se apresentar. Ele acena com a mão direita para a passista que amarra a sandália, enquanto a mão esquerda dá a benção para o ritmista que rompe o silêncio com a levada de seu tamborim.</p>
<p style="text-align: justify;">E no recado final, Jesus pede para que toda essa gente que brinca anuncie enquanto canta sorrindo: A verdade vos fará livre.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Paraíso do Tuiuti</h2>
<p style="text-align: justify;">Com o enredo <em>O Santo e o Rei: Encantarias de Sebastião</em>, a azul e amarelo do Morro do Tuiuti vai levar para o Sambódromo a história cruzada entre a lenda do rei dom Sebastião e o santo que é padroeiro e defensor da cidade do Rio de Janeiro e da escola. O carnavalesco João Vitor Araújo, que esteve à frente de escolas da Série A, agora tem a responsabilidade de desenvolver o enredo de uma agremiação do Grupo Especial.</p>
<p style="text-align: justify;">A Tuiuti vai lembrar que o nascimento de dom Sebastião, em 20 de janeiro, é a mesma data de São Sebastião. A escola que nos últimos anos marcou os seus desfiles por questões políticas, em 2020 quer mais descontração. Abençoado, o rei parte em conquistas e nas águas sagradas teve a sua lenda difundida.</p>
<p style="text-align: justify;">Saído de Portugal chega ao Maranhão. “Assim, na crença, na magia e nos cânticos, o Rei foi coroado no couro do tambor. Dançou com os deuses, macerou as ervas e bebeu dos segredos das matas. Incorporou-se aos cultos afro-ameríndios.<br />
Entranhou-se, em alumbramento, na alma dos cantadores e poetas populares. Da sua capa real, ornada de brilho e sonho, veio a inspiração para tecerem as vestes do bumba-meu-boi”, diz o texto do enredo.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o texto, a cidade do padroeiro, de João Gustavo Melo, inspirado no poema <em>O Rei que Mora no Mar</em>, de Ferreira Gullar e nas <em>Encantarias e Brasilidades</em> de Luiz Antônio Simas, o povo, senhor de si, enfim desencantado e despertado na bravura do rei, arrancará as flechas do peito do padroeiro [a imagem de São Sebastião, mostra o mártir ferido por fechas]. “Sebastião, enfim, há de restaurar o que lhe é devido: O trono do Rei e o altar do Santo. E a paz enfim triunfará na cidade cansada de tantas batalhas…Mas nunca da luta!”.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Grande Rio</h2>
<p style="text-align: justify;">A vermelho, verde e branco de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, vem perseguindo o título há muito tempo e esse ano renova as esperanças com <em>Tata Londirá – O Canto do Caboclo no Quilombo de Caxias</em>. O enredo faz homenagem a Joãozinho da Gomeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Nascido na Bahia, o dançarino conhecido como o Rei do Candomblé, fixou seu terreiro em Caxias, um dos mais respeitados na cultura de origem africana. Lá recebeu até políticos e lutava contra a intolerância religiosa.</p>
<p style="text-align: justify;">E é isso também que a Grande Rio quer mostrar na avenida. O enredo desenvolvido pelos carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad, que também são do grupo de estreantes na elite do carnaval carioca, no seu texto de apresentação indica esta intenção. Destaca ainda a participação de Joãozinho na luta contra os preconceitos.</p>
<p style="text-align: justify;">“É com as bênçãos dos deuses apregoados que o Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Grande Rio, nas águas correntes do sonho, levará ao asfalto sagrado uma história dos Brasis profundos. Um olhar para o nosso passado e para o legado de um líder negro, homossexual e nordestino, bailarino que ousou dançar com o poder instituído e enfrentou, queixo alto e voz potente, as navalhas do preconceito”.</p>
<h2 style="text-align: justify;">União da Ilha</h2>
<p style="text-align: justify;">A azul, vermelho e branco da Ilha, a sexta a entrar na Passarela do Samba, costuma fazer desfiles descontraídos e empolgados. Neste ano, passará na avenida com um enredo de nome comprido. <em>Nas encruzilhadas da vida; entre becos, ruas e vielas, a sorte está lançada: Salve-se quem puder</em>. Os carnavalescos são experientes Fran-Sérgio, que por muitos anos esteve na Beija-Flor, e Cahê Rodrigues na Grande Rio e Imperatriz Leopoldinense.</p>
<p style="text-align: justify;">Para contar a história, o enredo destacou uma jovem mãe, negra, pobre, que pensa no futuro que poderá oferecer ao bebê que está sendo gerado em seu ventre. Com isso, a escola quer mostrar que ela é uma brasileira como milhões de outras mulheres vivendo em situação semelhante. Em um elo com o desfile, a mãe acredita que “a Escola de Samba também tem compromisso com a cidadania e que o Samba, com a sua magia, é capaz de operar verdadeiros milagres”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Ilha quer que o desfile desperte para a necessidade de a sociedade ser mais amiga e solidária. “Pode faltar arroz, feijão, leite, mas a amizade fala mais alto. Existe sempre um jeitinho de ajudar e ser ajudado. Um sorriso, uma palavra amiga, um olhar de ternura” indicou a escola na apresentação do enredo.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa convivência defende também a diversidade religiosa e a importância da fé. “Aqui, existem vizinhos que são do Santo, os que pregam as Sagradas Escrituras, os que louvam o Senhor sobre todas as coisas. Se falta de tudo um pouco, sobra fé. Graças a Deus!”</p>
<p style="text-align: justify;">No fim da história, a mãe mostra que a comunidade se pertence e acaba virando uma irmandade. “É exatamente isso que eu preciso ensinar a esta criança que carrego aqui dentro: mesmo com todos os revezes que povoam o nosso cotidiano, carregamos uma obrigação – que, assim como o Samba, não se aprende no colégio: Amarás o próximo como a ti mesmo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Portela</h2>
<p style="text-align: justify;">A azul e branco de Madureira e Oswaldo Cruz, a escola do Rio com o maior número de títulos (22), vai encerrar o primeiro dia de desfiles e pretende empolgar o público da Marquês de Sapucaí, com o enredo <em>Guajupiá, Terra Sem Males</em>, uma crítica ao homem que não soube dar valor às bênçãos criadas por Monã, o Deus dos Tupinambás no seu paraíso.</p>
<p style="text-align: justify;">Os carnavalescos Renato e Márcia Lage, experientes no Grupo Especial, estão estreando na Portela com enredo que tem muita relação com o Meio Ambiente. A escola tradicional do carnaval do Rio mostrará o nascimento de um tupinambá, com seus ritos e tradições que deveriam garantir bons presságios. O berço em estilo de rede, ornamentado com unhas de onça e garras de águia, foi elaborado com a intenção de que nada de mal lhe acontecesse. Tudo acontece na Karióka, que conforme o texto de apresentação do enredo, é a lendária taba tupinambá, erguida ao lado da “paradisíaca baía de kûánãpará”, o seu Guajupiá. Depois conhecida como Baía de Guanabara.</p>
<p style="text-align: justify;">O enredo diz ainda que “os tupinambás acreditavam que o homem tinha duas substâncias essenciais: uma eterna e outra transitória e ambas, o corpo e a alma, estavam ligadas”. A sabedoria era dos mais velhos que tinham a responsabilidade de repassar “oralmente as histórias, o saber, e as orientações do que deveriam fazer, aos ainda jovens, em cada fase de sua vida”. O enredo questiona ainda o que o homem fez do seu Guajupiá.</p>
</div>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info" style="text-align: justify;">Edição: Denise Griesinger</p>
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