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	<title>Carlos Marighella &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Casa de Carlos Marighella em Salvador será transformada em Instituto Cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 13:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Ditadura Militar]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A casa onde o guerrilheiro e poeta Carlos Marighella viveu com sua companheira Clara Charf, no bairro de Nazaré, em Salvador, será sede do Instituto Carlos Marighella, um centro destinado à promoção de atividades culturais e à formação política. O anúncio foi feito na última segunda-feira (4), durante um evento em São Paulo que marcou os 55 anos da morte de Marighella, assassinado pela ditadura militar em 1969. A cerimônia ocorreu no Armazém do Campo, no bairro Campos Elíseos, e contou com a presença de movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que há anos apoiam a criação do instituto.</p>
<p>Carlos Marighella, natural de Salvador, foi uma das figuras centrais na resistência armada contra a ditadura. Fundador da Ação Libertadora Nacional (ALN), Marighella se destacou na luta pela liberdade e pela justiça social. Sua trajetória de resistência começou como estudante e militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), sendo preso e torturado em diversas ocasiões. Na década de 1960, se distanciou do PCB por discordâncias ideológicas, formando a ALN, que se dedicou à guerrilha urbana contra o regime militar.</p>
<h4><strong>Legado e Memória Coletiva</strong></h4>
<p>José Luiz Del Roio, companheiro de militância de Marighella e responsável por preservar documentos históricos do PCB, participou do ato de inauguração e destacou a importância de preservar a memória dos que tombaram na luta pela democracia. &#8220;Nossa memória é coletiva e precisa ser compartilhada para que a sociedade construa uma visão sólida do passado&#8221;, afirmou Del Roio. O militante enfatizou o papel do Instituto em tornar essa memória acessível ao público, estimulando a reflexão sobre a história do Brasil.</p>
<h4><strong>Trajetória de Luta</strong></h4>
<p>Marighella começou sua militância no PCB, mas seu ideal de uma luta armada independente o levou à criação da ALN em 1968. A organização ficou conhecida por ações de guerrilha urbana, como o apoio ao sequestro do embaixador norte-americano, realizado pelo MR-8, grupo parceiro na luta armada. Marighella foi assassinado em 4 de novembro de 1969, em uma emboscada armada pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) de São Paulo, que afirmou, oficialmente, ter ocorrido um tiroteio durante a operação.</p>
<p>O Instituto Carlos Marighella em Salvador tem como objetivo preservar e compartilhar o legado do guerrilheiro, promovendo debates e atividades que mantenham viva a memória de sua luta.</p>
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		<title>MPF pede condenação de 37 ex-agentes da ditadura por execução de Carlos Marighella</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 22:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Marighella]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>
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		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[MPF]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[regime militar]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Federal (MPF) moveu uma nova ação civil pública, buscando responsabilizar 37 ex-agentes da ditadura militar pela execução de Carlos Marighella, em 1969. A ação, além de pedir a perda de aposentadorias e a restituição de valores pagos pelo Estado às famílias da vítima, busca indenização por danos morais coletivos causados à sociedade. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) moveu uma nova ação civil pública, buscando responsabilizar 37 ex-agentes da ditadura militar pela execução de Carlos Marighella, em 1969. A ação, além de pedir a perda de aposentadorias e a restituição de valores pagos pelo Estado às famílias da vítima, busca indenização por danos morais coletivos causados à sociedade. Caso os réus já estejam falecidos, os herdeiros serão responsáveis por arcar com as reparações.</p>
<p>Carlos Marighella, ex-deputado e líder da Aliança Libertadora Nacional (ALN), foi emboscado e morto pelo Departamento de Ordem Política e Social (Dops) em São Paulo. Embora pudesse ser preso, ele foi executado desarmado. Entre os réus estão o ex-delegado Sérgio Fleury, que liderou a operação, e outros agentes envolvidos na repressão da época.</p>
<p>O MPF também solicita que a União e o estado de São Paulo realizem um ato público de desagravo à memória de Marighella e que o caso seja incluído em espaços de memória dedicados ao período da ditadura. Além disso, o ex-médico legista Abeylard de Queiroz Orsini é citado por omitir detalhes cruciais no laudo necroscópico que encobriram a execução.</p>
<p>A procuradora Ana Letícia Absy, autora da ação, reforça que a Lei da Anistia, frequentemente utilizada para impedir punições aos agentes da ditadura, foi criada para proteger os responsáveis pelos crimes do regime, destacando que seu contexto de aprovação invalida seu valor jurídico. O MPF já havia ajuizado outras ações envolvendo tortura e desaparecimento de militantes políticos.</p>
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