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	<title>Carlos Brandão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Maranhão propõe fundo internacional financiado por grandes poluidoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 13:35:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante sua participação na COP30, em Belém, o governador do Maranhão, Carlos Brandão, apresentou uma proposta que amplia o debate sobre financiamento climático: a criação de um fundo internacional abastecido por percentuais do faturamento de grandes empresas poluidoras, especialmente aquelas situadas em países ricos. Para o governador, enfrentar a crise climática exige que as corporações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante sua participação na COP30, em Belém, o governador do Maranhão, Carlos Brandão, apresentou uma proposta que amplia o debate sobre financiamento climático: a criação de um fundo internacional abastecido por percentuais do faturamento de grandes empresas poluidoras, especialmente aquelas situadas em países ricos. Para o governador, enfrentar a crise climática exige que as corporações responsáveis pelas maiores emissões globais assumam parte do custo da transição sustentável.</p>
<p>“As indústrias poluidoras têm que financiar um percentual do faturamento para um fundo de preservação do meio ambiente. Senão vamos ficar passeando de COP em COP e não vamos fazer nada de concreto”, afirmou em entrevista. Brandão não detalhou o formato da governança do fundo, mas destacou que os recursos seriam destinados tanto a projetos já estruturados quanto ao desenvolvimento de novas iniciativas ambientais.</p>
<p>O governador reforçou que grandes companhias de petróleo, gás e carvão “já destruíram suas florestas” e agora precisam contribuir com ações concretas nos países que, mesmo com menos recursos, ainda mantêm vastos biomas preservados. “Esse fundo tem que ser usado para projetos que deram certo”, defendeu.</p>
<h3>Universidade indígena e ações no território maranhense</h3>
<p>Brandão apresentou também iniciativas locais consideradas estratégicas. Entre elas, a criação da primeira universidade indígena do Brasil, a ser instalada na Terra Indígena Araribóia, no município de Amarante. O projeto é desenvolvido em parceria com o Instituto Tukán, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Maranhão, a Universidade Estadual do Maranhão e o Ministério dos Povos Indígenas.</p>
<p>A instituição nasce de um processo de construção coletiva iniciado em 2023, com escutas realizadas entre lideranças, mestres de saber tradicional, professores indígenas e pesquisadores. Em outubro daquele ano, foi assinado o termo de ampliação do Centro de Saberes Tenetehar Tukàn, onde a universidade funcionará.</p>
<p>“É uma inovação. Já conseguimos formar 56 indígenas para lecionar, tanto nas escolas indígenas quanto nessa nova universidade”, destacou o governador.</p>
<h3>Parcerias e financiamentos para recuperação ambiental</h3>
<p>Na COP30, Brandão também buscou recursos e novas parcerias para iniciativas ambientais no estado. Ele assinou um acordo de US$ 100 milhões com a empresa suíça Mercúria, oriundos de compensações ambientais. O montante será destinado à recuperação de áreas degradadas em cidades como São Bento, Santa Luzia, Paço do Lumiar, Gonçalves Dias, Anapurus, Pastos Bons, Rosário, Amarante, Barra do Corda e Arari, por meio da distribuição de mudas de juçara, espécie semelhante ao açaí.</p>
<p>Segundo o governador, a estratégia envolve substituir multas por investimentos diretos: “Em vez de multar, a gente negocia para que façam algum investimento na área ambiental. A multa é ruim para a empresa. O que a gente faz? Apresenta um projeto.”</p>
<p>Brandão anunciou ainda a criação de três parques ecológicos — em Colinas, Pastos Bons e São Mateus — além do Complexo Ecológico de Atins, também fruto de compensações ambientais.</p>
<h3>Combate às queimadas e regularização fundiária</h3>
<p>Com o Maranhão tendo alcançado a segunda posição nacional em queimadas em 2025, segundo o Inpe, o estado firmou novas parcerias para ações preventivas. Além disso, receberá R$ 15 milhões dentro do projeto “Regularização Ambiental através da Governança Fundiária”, financiado pelo governo do Canadá, ONU Brasil e Consórcio da Amazônia Legal.</p>
<p>Entre 2022 e 2025, foram entregues quase 18.500 títulos de regularização fundiária e 27 títulos para comunidades quilombolas. Apesar dos avanços, o Relatório da Pastoral da Terra aponta que o Maranhão respondeu por 21,6% das ameaças de morte relacionadas a conflitos agrários em 2024 — dado que evidencia a urgência de políticas estruturantes para garantir segurança e proteção territorial.</p>
<p>Com sua proposta de um fundo global financiado por grandes poluidores, Brandão levou à COP30 um debate que toca um dos principais impasses das negociações climáticas: quem paga a conta da transição ambiental em um mundo profundamente desigual.</p>
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