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	<title>canetas emagrecedoras &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>canetas emagrecedoras &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Operação no Rio combate comércio clandestino de canetas emagrecedoras vendidas pela internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação para desarticular um esquema de comercialização clandestina de medicamentos utilizados para emagrecimento, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A ação teve como alvo grupos suspeitos de vender os produtos sem autorização sanitária, colocando em risco a saúde dos consumidores. Os agentes cumpriram mandados de busca e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação para desarticular um esquema de comercialização clandestina de medicamentos utilizados para emagrecimento, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A ação teve como alvo grupos suspeitos de vender os produtos sem autorização sanitária, colocando em risco a saúde dos consumidores.</p>
<p>Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços localizados nos bairros de Ramos, na Zona Norte, e Vargem Pequena, na Zona Oeste da capital fluminense. Durante as diligências, foram apreendidos medicamentos, armas e munições, materiais que agora serão analisados pelas autoridades responsáveis pela investigação.</p>
<p>Segundo a polícia, o objetivo da operação é interromper a circulação de substâncias comercializadas sem o controle exigido pelos órgãos reguladores. As investigações apontam que os produtos eram anunciados principalmente por meio da internet e oferecidos ao público sem as garantias de procedência, armazenamento e distribuição exigidas pela legislação brasileira.</p>
<p>O avanço do mercado ilegal de medicamentos para emagrecimento tem preocupado autoridades sanitárias em todo o país. A popularização de tratamentos à base de substâncias como semaglutida e tirzepatida impulsionou a procura por versões comercializadas de forma irregular, muitas vezes sem receita médica e fora dos canais autorizados.</p>
<p>Dados recentes mostram que as apreensões de medicamentos destinados ao emagrecimento cresceram significativamente nos últimos anos. Apenas entre 2025 e os primeiros meses de 2026, órgãos de fiscalização registraram dezenas de milhares de unidades apreendidas em operações realizadas em diferentes estados brasileiros.</p>
<p>As autoridades alertam que produtos adquiridos fora dos canais oficiais podem apresentar composição desconhecida, armazenamento inadequado ou até mesmo serem falsificados. O consumo dessas substâncias sem acompanhamento médico pode provocar efeitos adversos graves e comprometer a saúde dos pacientes.</p>
<p>A operação realizada no Rio faz parte de uma série de ações conduzidas por forças de segurança e órgãos de vigilância sanitária para combater a produção clandestina, a falsificação e a venda ilegal desses medicamentos. Nos últimos meses, fiscalizações semelhantes resultaram na apreensão de produtos sem registro, hormônios de origem desconhecida e substâncias proibidas em clínicas e estabelecimentos investigados.</p>
<p>As investigações continuam para identificar fornecedores, distribuidores e demais envolvidos na cadeia de comercialização irregular. A expectativa da Polícia Civil é ampliar o rastreamento dos produtos e responsabilizar criminalmente os integrantes do esquema.</p>
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		<title>Anvisa cria plano para acompanhar reações adversas de canetas emagrecedoras no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 20:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos Colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a criação de um novo sistema de monitoramento voltado aos chamados medicamentos “canetas emagrecedoras”, utilizados principalmente no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. A medida foi adotada diante do aumento do consumo desses produtos no país e da crescente preocupação com efeitos adversos relacionados ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a criação de um novo sistema de monitoramento voltado aos chamados medicamentos “canetas emagrecedoras”, utilizados principalmente no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. A medida foi adotada diante do aumento do consumo desses produtos no país e da crescente preocupação com efeitos adversos relacionados ao uso inadequado.</p>
<p>Batizado de Plano de Farmacovigilância Ativa, o programa muda a forma de atuação da agência reguladora. Em vez de depender apenas de notificações espontâneas feitas por médicos, pacientes ou hospitais, a Anvisa passará a realizar um acompanhamento mais sistemático e preventivo em parceria com instituições de saúde.</p>
<p>O foco da iniciativa são os medicamentos agonistas do receptor GLP-1, grupo que inclui substâncias como semaglutida e tirzepatida, amplamente conhecidas por marcas utilizadas para emagrecimento. Esses medicamentos ganharam popularidade nos últimos anos, inclusive entre pessoas sem indicação clínica formal.</p>
<p>Segundo dados apresentados pela Anvisa, entre 2018 e março de 2026 foram registradas 2.965 notificações de eventos adversos ligados ao uso dessas medicações, com aumento expressivo dos casos ao longo de 2025. A maior parte das ocorrências esteve associada ao uso de semaglutida.</p>
<p>Durante reunião da diretoria da agência, o diretor Thiago Lopes Cardoso Campos afirmou que o crescimento acelerado da demanda também provocou aumento da circulação de produtos falsificados, sem procedência comprovada ou manipulados fora dos padrões sanitários exigidos.</p>
<p>A Anvisa alertou que medicamentos irregulares representam riscos graves à saúde, já que não há garantia sobre qualidade, esterilidade, composição ou dosagem. A comercialização desse tipo de produto é considerada crime previsto no Código Penal.</p>
<p>O monitoramento será realizado com apoio da Rede Sentinela, formada por hospitais, universidades, laboratórios e serviços de assistência farmacêutica em diferentes regiões do país. Hospitais universitários federais também participarão da iniciativa.</p>
<p>Além da farmacovigilância, a Anvisa anunciou reforço no combate ao comércio ilegal das canetas emagrecedoras. A agência firmou parceria com a Polícia Federal para ampliar ações de fiscalização contra importação, venda clandestina e distribuição irregular desses medicamentos, inclusive em plataformas digitais.</p>
<p>A agência destaca que o acompanhamento pós-comercialização é essencial para identificar reações adversas que muitas vezes não aparecem durante os estudos clínicos iniciais, permitindo maior segurança no uso dos medicamentos pela população.</p>
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		<title>Canetas emagrecedoras ampliam pressão estética e reforçam “economia moral da magreza”, alertam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 14:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gordofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[padrão estético]]></category>
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					<description><![CDATA[O avanço no uso das chamadas canetas emagrecedoras — medicamentos originalmente desenvolvidos para tratar diabetes tipo 2 e obesidade — tem provocado mudanças que vão além da saúde física. Pesquisadores alertam que a popularização desses produtos está associada ao fortalecimento de uma lógica social conhecida como “economia moral da magreza”, na qual o corpo magro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço no uso das chamadas canetas emagrecedoras — medicamentos originalmente desenvolvidos para tratar diabetes tipo 2 e obesidade — tem provocado mudanças que vão além da saúde física. Pesquisadores alertam que a popularização desses produtos está associada ao fortalecimento de uma lógica social conhecida como “economia moral da magreza”, na qual o corpo magro passa a ser valorizado como símbolo de disciplina, sucesso e autocontrole.</p>
<p>A expressão é utilizada por especialistas para descrever um cenário em que perder peso deixa de ser apenas uma questão de saúde e se transforma em um marcador moral. Nesse contexto, emagrecer é interpretado como virtude, enquanto não atingir o padrão corporal dominante pode ser visto como falha individual.</p>
<h3>Uso além da indicação médica preocupa especialistas</h3>
<p>Os medicamentos à base de agonistas de GLP-1, como semaglutida e tirzepatida, têm eficácia comprovada no tratamento de doenças específicas. No entanto, o uso crescente por pessoas sem diagnóstico clínico tem levantado preocupações na comunidade científica.</p>
<p>Pesquisas indicam que esse consumo “off-label” — fora das indicações aprovadas — ocorre em meio à influência de redes sociais, celebridades e conteúdos que promovem resultados rápidos de emagrecimento. Esse movimento, segundo especialistas, contribui para transformar o medicamento em ferramenta estética, e não apenas terapêutica.</p>
<p>Além disso, ainda há lacunas importantes sobre os efeitos de longo prazo em indivíduos saudáveis, especialmente no que diz respeito à saúde mental e à relação com a alimentação.</p>
<h3>Impactos psicológicos e mudanças de comportamento</h3>
<p>O estudo aponta que o uso dessas substâncias pode provocar alterações significativas no comportamento alimentar e na percepção corporal. Entre os efeitos observados ou investigados estão:</p>
<ul>
<li>Mudanças na relação com a comida, incluindo perda de apetite e possível aversão alimentar;</li>
<li>Dependência emocional do medicamento para manutenção do peso;</li>
<li>Medo intenso de recuperar peso após interromper o uso;</li>
<li>Aumento da ansiedade e insatisfação corporal, mesmo após emagrecimento.</li>
</ul>
<p>Esses fatores indicam que o impacto das canetas emagrecedoras não se limita ao corpo, mas também influencia dimensões emocionais e sociais, reforçando padrões que podem ser difíceis de alcançar e manter.</p>
<h3>Redes sociais e pressão por resultados rápidos</h3>
<p>A disseminação de conteúdos sobre emagrecimento acelerado tem desempenhado papel central nesse fenômeno. Narrativas que apresentam os medicamentos como soluções simples e eficazes acabam minimizando riscos e incentivando o uso sem acompanhamento médico.</p>
<p>Segundo pesquisadores, esse ambiente digital contribui para consolidar a ideia de que o corpo ideal é uma meta obrigatória, criando um ciclo de comparação constante e pressão estética.</p>
<h3>Mercado em expansão e impacto social</h3>
<p>O crescimento da demanda por esses medicamentos também reflete um mercado em rápida expansão. Com bilhões movimentados globalmente, o setor farmacêutico tem ampliado investimentos e pesquisas, enquanto novos produtos buscam aprovação regulatória.</p>
<p>Esse cenário econômico se conecta diretamente à “economia moral da magreza”, na medida em que a valorização social do corpo magro impulsiona o consumo de soluções farmacológicas, criando uma relação entre estética, mercado e comportamento.</p>
<h3>Entre saúde e padrão estético</h3>
<p>Especialistas destacam que os medicamentos são seguros e eficazes quando utilizados dentro das indicações médicas. No entanto, o uso motivado por padrões estéticos levanta questionamentos éticos e de saúde pública.</p>
<p>A principal preocupação é que a busca por emagrecimento rápido acabe reforçando desigualdades e pressões sociais, deslocando o foco da saúde para a aparência.</p>
<h3>Debate em expansão</h3>
<p>O avanço das canetas emagrecedoras coloca em evidência um debate mais amplo sobre corpo, saúde e sociedade. Para pesquisadores, compreender esse fenômeno é essencial para evitar que soluções médicas sejam transformadas em instrumentos de reforço de padrões excludentes.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que representam um avanço científico no tratamento de doenças, esses medicamentos também expõem como valores sociais podem influenciar decisões individuais — e redefinir a forma como o corpo é percebido na sociedade contemporânea.</p>
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		<title>Receitas de canetas emagrecedoras passam a ser retidas em farmácias a partir desta segunda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 14:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
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		<category><![CDATA[Farmácias]]></category>
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		<category><![CDATA[receita médica]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir desta segunda-feira (23), as farmácias e drogarias de todo o país estão obrigadas a reter as receitas médicas de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras, como forma de controle mais rigoroso sobre a prescrição e o uso dessas substâncias. A medida foi definida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril e entra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta segunda-feira (23), as farmácias e drogarias de todo o país estão obrigadas a reter as receitas médicas de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras, como forma de controle mais rigoroso sobre a prescrição e o uso dessas substâncias. A medida foi definida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril e entra em vigor após 60 dias de sua publicação no <em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<p>A nova regra vale para os agonistas do receptor de GLP-1, grupo que inclui semaglutida, liraglutida, dulaglutida, exenatida, tirzepatida e lixisenatida — medicamentos originalmente indicados para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, mas que vêm sendo usados fora das indicações aprovadas, principalmente para fins estéticos.</p>
<p>Segundo a Anvisa, o aumento de relatos de eventos adversos, como reações graves à automedicação, motivou a mudança. Os dados foram extraídos do sistema de farmacovigilância VigiMed, que apontou um número superior à média global de problemas relacionados ao uso indevido no Brasil.</p>
<blockquote><p>“Estamos falando de medicamentos novos, cujo perfil de segurança a longo prazo ainda não é totalmente conhecido. O uso sem prescrição e acompanhamento adequados pode representar risco à saúde”, afirmou o diretor substituto da Anvisa, Rômison Rodrigues Mota.</p></blockquote>
<h3>Como funcionará o novo controle</h3>
<p>Com a nova norma, a prescrição deverá ser feita em duas vias, e a receita será retida no ato da compra, como já ocorre com antibióticos. A validade da receita será de 90 dias, e as farmácias devem registrar todas as movimentações desses produtos no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC).</p>
<p>A Anvisa esclarece que o uso off label — quando o médico prescreve o medicamento para uma finalidade não aprovada na bula — continua permitido, desde que haja justificativa clínica e acompanhamento adequado, com total esclarecimento ao paciente.</p>
<h3>Especialistas apoiam a decisão</h3>
<p>Entidades como a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) apoiaram a medida. Segundo nota conjunta, a falta de retenção facilitava o acesso irregular e a automedicação, mesmo com a exigência legal de receita.</p>
<blockquote><p>“O uso indiscriminado desses medicamentos compromete a saúde da população e prejudica o acesso de quem realmente precisa do tratamento”, destacaram as entidades.</p></blockquote>
<p>Entre os medicamentos mais conhecidos afetados pela decisão estão Ozempic, Wegovy e Mounjaro, amplamente divulgados em redes sociais e celebridades por seus efeitos sobre a perda de peso — uso que, sem a devida indicação médica, pode trazer riscos significativos à saúde.</p>
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