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	<title>Câmara &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Câmara &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Câmara aprova isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-aprova-isencao-do-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 01:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Isenção do IR]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º), por unanimidade — 493 votos favoráveis e nenhum contrário —, o projeto de lei 1.087/2025, que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para trabalhadores com renda mensal de até R$ 5 mil. A proposta, de autoria do governo federal, ainda precisa ser analisada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º), por unanimidade — 493 votos favoráveis e nenhum contrário —, o projeto de lei 1.087/2025, que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para trabalhadores com renda mensal de até R$ 5 mil. A proposta, de autoria do governo federal, ainda precisa ser analisada pelo Senado antes de ser sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>A medida representa um aumento expressivo em relação à regra atual, que isenta apenas quem recebe até R$ 3.036. Segundo o texto, a partir de 2026, contribuintes com ganhos de até R$ 5 mil terão um desconto mensal de até R$ 312,89, anulando a cobrança do imposto. Já quem recebe entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350,00 terá abatimento de R$ 978,62. O governo estima que mais de 26,6 milhões de brasileiros serão beneficiados.</p>
<p>Para compensar o impacto fiscal da proposta, calculado em R$ 25,8 bilhões, o projeto cria uma tributação progressiva sobre os chamados “super-ricos” — pessoas físicas com rendimentos anuais acima de R$ 600 mil. A alíquota poderá chegar a 10% para aqueles que recebem a partir de R$ 1,2 milhão por ano, sem atingir quem já paga a alíquota máxima de 27,5%. De acordo com a Fazenda, a medida alcançará cerca de 140 mil contribuintes, apenas 0,13% do total, que hoje recolhem em média 2,54% de IR.</p>
<p>O relator do projeto, deputado Arthur Lira (PP-AL), destacou que a nova taxação deve gerar uma arrecadação extra de R$ 12,7 bilhões até 2027, que será usada para compensar a redução da alíquota da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), prevista na reforma tributária.</p>
<p>A votação unânime foi comemorada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que classificou o dia como histórico.</p>
<blockquote><p>“Aqui demonstramos que quando o tema é o bem-estar das famílias brasileiras, não há lados nem divisões”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Parlamentares da base e da oposição também ressaltaram o alcance da medida, embora tenham feito ressalvas. Para Carlos Zarattini (PT-SP), trata-se de um passo importante em direção à justiça tributária. Já Gilson Marques (Novo-SC) criticou a taxação dos lucros e dividendos, afirmando que o impacto recairá sobre investimentos e geração de empregos.</p>
<p>O texto ainda define que distribuições de lucros e dividendos acima de R$ 50 mil mensais ficarão sujeitas à retenção de 10% de IRPF na fonte. No entanto, valores referentes a resultados apurados até 2025 e distribuídos até dezembro do mesmo ano não serão afetados.</p>
<p>O projeto agora segue para análise no Senado. Caso aprovado sem mudanças, poderá ser sancionado e entrar em vigor, modificando de forma significativa a base de cálculo do Imposto de Renda a partir de 2026.</p>
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		<title>Câmara inicia análise de isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-inicia-analise-de-isencao-do-imposto-de-renda-para-salarios-de-ate-r-5-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 00:19:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[isenção de Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados iniciou nesta quarta-feira (1º) a análise do Projeto de Lei 1.087/2025, que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas que ganham até R$ 5 mil por mês. A proposta prevê ainda descontos para quem recebe até R$ 7.350. A votação deve ocorrer ainda nesta noite. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados iniciou nesta quarta-feira (1º) a análise do Projeto de Lei 1.087/2025, que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas que ganham até R$ 5 mil por mês. A proposta prevê ainda descontos para quem recebe até R$ 7.350. A votação deve ocorrer ainda nesta noite.</p>
<p>O texto, encaminhado pelo governo federal, precisa passar também pelo Senado antes da sanção presidencial. Atualmente, estão isentos apenas os contribuintes com renda mensal de até R$ 3.036.</p>
<p>Pela proposta, em 2026, trabalhadores com rendimentos de até R$ 5 mil terão um desconto mensal de R$ 312,89, zerando o valor do imposto. Já aqueles que recebem entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 terão um desconto fixo de R$ 978,62.</p>
<p>Segundo o governo, a mudança deve beneficiar 26,6 milhões de contribuintes, com impacto estimado em R$ 25,8 bilhões aos cofres públicos. Para compensar a renúncia fiscal, o projeto estabelece uma nova tributação para rendimentos anuais acima de R$ 600 mil, com alíquotas progressivas de até 10%, chegando ao teto para quem recebe a partir de R$ 1,2 milhão por ano.</p>
<p>O relator da proposta, Arthur Lira (PP-AL), estima que a medida pode gerar R$ 12,7 bilhões extras até 2027, valor que deve ser usado para reduzir a alíquota da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), prevista na reforma tributária.</p>
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		<title>Câmara vota hoje isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-vota-hoje-isencao-do-imposto-de-renda-para-salarios-de-ate-r-5-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 18:23:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Isenção]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), confirmou para esta quarta-feira (1º) a votação do Projeto de Lei nº 1.087/25, que amplia a isenção do Imposto de Renda para trabalhadores com renda mensal de até R$ 5 mil. “Hoje é um dia muito importante [porque] inclui o projeto de isenção de imposto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), confirmou para esta quarta-feira (1º) a votação do Projeto de Lei nº 1.087/25, que amplia a isenção do Imposto de Renda para trabalhadores com renda mensal de até R$ 5 mil.</p>
<p>“Hoje é um dia muito importante [porque] inclui o projeto de isenção de imposto de renda na pauta de votação. A matéria sempre foi uma prioridade da minha gestão”, declarou o deputado em sua conta na rede social X (antigo Twitter).</p>
<h4>Impacto econômico</h4>
<p>A proposta, enviada pelo Executivo em março, prevê um custo anual de R$ 25,8 bilhões aos cofres públicos. Para compensar a renúncia fiscal, será aplicada uma taxação maior sobre contribuintes com rendimentos superiores a R$ 600 mil por ano.</p>
<p>Motta defendeu a medida como um passo em direção à justiça social. “A medida não é um favor do Estado, mas um reconhecimento de um direito”, escreveu.</p>
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		<title>PEC da Blindagem passa a valer também para deputados estaduais e distritais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pec-da-blindagem-passa-a-valer-tambem-para-deputados-estaduais-e-distritais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 17:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[deputados estaduais]]></category>
		<category><![CDATA[Distritais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PEC da Blindagem]]></category>
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					<description><![CDATA[A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2021, aprovada pela Câmara dos Deputados, amplia as barreiras para o processamento criminal de parlamentares federais, estaduais e distritais. Pela medida, a Justiça só poderá abrir ações penais contra deputados e senadores — e, por extensão, deputados estaduais e distritais — com autorização prévia da respectiva Casa Legislativa. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2021, aprovada pela Câmara dos Deputados, amplia as barreiras para o processamento criminal de parlamentares federais, estaduais e distritais. Pela medida, a Justiça só poderá abrir ações penais contra deputados e senadores — e, por extensão, deputados estaduais e distritais — com autorização prévia da respectiva Casa Legislativa.</p>
<p>Embora o texto não mencione explicitamente os deputados estaduais, o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), consolidado em 2023, determinou que as imunidades parlamentares previstas no artigo 53 da Constituição também se aplicam a eles, conforme o artigo 27 da Carta Magna. Vereadores, entretanto, não são contemplados pela regra.</p>
<p>Organizações como a Transparência Internacional criticam a proposta, lembrando que, entre 1988 e 2001, período em que vigoravam regras semelhantes, 253 investigações contra parlamentares foram barradas e apenas uma foi autorizada. Para a entidade, a nova PEC amplia os riscos de infiltração do crime organizado na política local, dificultando investigações contra deputados estaduais.</p>
<p>Já os defensores da proposta alegam que a medida protege o exercício do mandato contra supostas perseguições políticas do Judiciário.</p>
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		<title>Câmara Cria Grupo de Trabalho para Combater Adultização Infantil nas Redes Sociais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-cria-grupo-de-trabalho-para-combater-adultizacao-infantil-nas-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 19:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Adultização de crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados decidiu nesta terça-feira (12) criar um grupo de trabalho (GT) para elaborar, em até 30 dias, um projeto de lei destinado a combater a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais. A medida foi aprovada pelo Colégio de Líderes após crescente pressão pública motivada por denúncias sobre conteúdos digitais com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados decidiu nesta terça-feira (12) criar um grupo de trabalho (GT) para elaborar, em até 30 dias, um projeto de lei destinado a combater a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais. A medida foi aprovada pelo Colégio de Líderes após crescente pressão pública motivada por denúncias sobre conteúdos digitais com caráter sexual envolvendo menores.</p>
<p>O tema ganhou destaque depois que o influenciador Felca Bress expôs a existência de perfis que exploram crianças e adolescentes com roupas inadequadas, danças sensuais e conversas sobre sexo, com o objetivo de gerar receita por meio da monetização nas plataformas. A gravidade das denúncias levou o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), a agendar uma comissão geral para o próximo dia 20, que reunirá especialistas e representantes da sociedade civil para iniciar o debate legislativo.</p>
<p><strong>Base legislativa e divergências políticas</strong><br />
Diversos projetos já em tramitação no Congresso servirão de base para a nova proposta, entre eles o PL 2.628/2022, do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que obriga empresas de redes sociais a criar mecanismos para impedir a divulgação de conteúdo que erotize crianças. O texto prevê multas que podem chegar a 10% do faturamento das plataformas em caso de descumprimento.</p>
<p>A líder do PSOL na Câmara, deputada Talíria Petrone (RJ), defendeu que a iniciativa só terá efeito real se vier acompanhada da regulação das redes sociais. “Não é possível proteger crianças e adolescentes sem responsabilizar as plataformas digitais. Para nós, isso é proteção; para eles, é censura à liberdade de expressão”, argumentou, apontando a resistência de parte da oposição.</p>
<p>O PL, no entanto, enfrenta obstáculos entre parlamentares contrários à regulação das plataformas. O deputado Domingos Sávio (PL-MG) afirmou que há consenso sobre a necessidade de punir crimes online, mas alertou contra o risco de cerceamento de direitos. “É absurdo que alguém discorde de punir crimes nas redes. Mas não podemos permitir que, sob o pretexto de combater ilícitos, se cometa outro crime contra a Constituição: acabar com a liberdade de expressão.”</p>
<p><strong>O que é adultização infantil</strong><br />
Segundo o Instituto Alana, que atua na defesa dos direitos infantojuvenis, a adultização infantil ocorre quando crianças são expostas precocemente a comportamentos, responsabilidades e expectativas típicas da vida adulta. Essa prática pode levar à erotização precoce e causar prejuízos significativos ao desenvolvimento emocional e psicológico.</p>
<p>Com a formação do grupo de trabalho, a Câmara pretende construir um texto que concilie a proteção dos menores com as garantias constitucionais, em um debate que promete acirrar as divergências sobre a regulação das redes sociais no país.</p>
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		<item>
		<title>Câmara aprova aumento de deputados federais para 531 a partir de 2027</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-aprova-aumento-de-deputados-federais-para-531-a-partir-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 14:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[deputdos federais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (6) um projeto de lei complementar que amplia de 513 para 531 o número de cadeiras na Casa. A mudança, motivada pelo crescimento populacional registrado no Censo de 2022, passa a valer a partir da legislatura de 2027. O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (6) um projeto de lei complementar que amplia de 513 para 531 o número de cadeiras na Casa. A mudança, motivada pelo crescimento populacional registrado no Censo de 2022, passa a valer a partir da legislatura de 2027.</p>
<p>O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator Damião Feliciano (União-PB) ao PLP 177/23, de autoria da deputada Dani Cunha (União-RJ). Em vez de aplicar o critério proporcional estabelecido pela antiga Lei Complementar 78/93 — agora revogada — o relator propôs um acréscimo político negociado, que evita a perda de vagas por estados que veriam sua representação encolher com a nova contagem populacional.</p>
<p>&#8220;Estamos falando de um acréscimo modesto de 3,5%, enquanto a população nos últimos 40 anos cresceu mais de 40%&#8221;, justificou Feliciano, ressaltando que retirar cadeiras de determinadas regiões — especialmente do Nordeste, que perderia oito vagas — significaria reduzir sua força política e capacidade de captação de recursos federais.</p>
<p>A proposta surge após decisão do Supremo Tribunal Federal, que em agosto de 2023 reconheceu omissão do Congresso na atualização da distribuição de cadeiras conforme a Constituição. A ação foi movida pelo governo do Pará, estado cuja população cresceu significativamente nas últimas décadas.</p>
<p>O projeto segue agora para análise do Senado.</p>
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		<title>Câmara aprova texto-base da reforma tributária com trava no IVA</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-aprova-texto-base-da-reforma-tributaria-com-trava-no-iva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 13:21:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Por 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), o texto-base do primeiro projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo. A versão do texto inseriu uma trava para a alíquota do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), inclui remédios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Por 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), o texto-base do primeiro projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo. A versão do texto inseriu uma trava para a alíquota do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), inclui remédios na lista de produtos com imposto reduzido e amplia a cesta básica nacional com imposto zero. O texto será enviado para análise do Senado Federal. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Por meio de um destaque, carnes (de qualquer tipo), peixes, queijos e sal foram incluídos na lista de alimentos com isenção. O destaque para isentar as carnes e as proteínas animais foi aprovado por 477 votos a favor, três contra e duas abstenções, após destaque do PL, principal partido de oposição.</p>
<p>Apesar de articulada pela bancada ruralista e pela indústria de alimentos, a isenção foi acatada pelo relator do projeto de lei, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e celebrada pela líder do PT na Câmara, deputada Benedita da Silva (RJ). “É o sonho do presidente Lula todo o tempo se colocando de que era muito importante que houvesse proteína na cesta básica das pessoas mais vulneráveis”, disse a parlamentar.</p>
<p>Pelo texto enviado pelo governo, as carnes estavam na lista de produtos com alíquota reduzida para 40% da alíquota original, pagando 10,6% em vez de 26,5%. Agora terão alíquota zero.</p>
<p>Antes das carnes e dos queijos, o relator tinha incluído, de última hora, óleo de milho, aveia e farinhas na cesta básica nacional, que não pagará IVA. Ele também incluiu pão de forma e extrato de tomate nos produtos com imposto reduzido. Antes da votação do destaque da carne, a Câmara derrubou dois destaques, um que buscava introduzir incentivos para a construção civil e outro que buscava incluir armas e munições na cobrança do Imposto Seletivo.</p>
<p>Lopes também aumentou a lista de medicamentos com alíquota reduzida para 40% da alíquota cheia. O texto original do governo previa uma lista de 343 princípios ativos com isenção de imposto e 850 com alíquota reduzida. O texto aprovado ampliou a lista de alíquotas reduzidas para todos os medicamentos com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os medicamentos produzidos em farmácia de manipulação.</p>
<p>Atendendo à bancada feminina, o relator incluiu o Dispositivo Intrauterino (DIU), tipo de método anticoncepcional, na lista de dispositivos médicos com IVA reduzido. Anteriormente, Lopes tinha inserido itens de higiene menstrual, como absorventes, tampões higiênicos, coletores menstruais e calcinhas absorventes, na lista de produtos com de impostos, em vez de alíquota reduzida, como no projeto original.</p>
<h2>Cashback e imposto seletivo</h2>
<p>O cashback, mecanismo de devolução de imposto à população mais pobre, também foi ampliado. O projeto original previa a devolução de 100% da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS, tributo federal) e 20% do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS, imposto estadual e municipal) na compra de gás; 50% da CBS e 20% do IBS no pagamento das contas de luz, de água e esgoto; e 20% da CBS e do IBS sobre os demais produtos. A versão aprovada eleva de 50% para 100% a devolução da CBS sobre as contas de energia elétrica, água, esgoto e gás natural.</p>
<p>Na última hora, o relator incluiu o carvão mineral na lista de produtos que pagarão o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos que fazem mal à saúde e ao meio-ambiente. Lopes, no entanto, estendeu a alíquota máxima de 0,25% para todos os minerais extraídos, não apenas ao minério de ferro, como constava no parecer anterior. A emenda constitucional fixa em 1% o limite para o Imposto Seletivo.</p>
<p>No relatório anterior, divulgado na semana passada, carros elétricos e apostas (físicas e on-line) tinham sido incluídas na lista de produtos com Imposto Seletivo. As armas e munições, no entanto, ficaram de fora, apesar de pressões de entidades da sociedade civil. Embora sejam movidos a diesel e tenham alto nível de poluição, os caminhões também não pagarão o tributo.</p>
<h2>Alíquota travada</h2>
<p>Na terça-feira (9), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a inclusão das carnes na lista de produtos isentos <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-07/isencao-carnes-pode-elevar-aliquota-geral-em-053-ponto-diz-haddad">aumentaria o IVA em 0,53 ponto porcentual</a>, o que faria a alíquota média passar de 26,5% para 27,03%, a maior do mundo parta esse tipo de imposto, superando a da Hungria, que cobra 27%. O Banco Mundial calcula um impacto de 0,57 ponto percentual.</p>
<p>Os deputados decidiram travar a alíquota em 26,5% a partir de 2033, quando acabar a transição dos tributos atuais para o IVA. Com a limitação do futuro imposto, o governo, perderá receitas no longo prazo. Segundo o texto aprovado, se a alíquota ultrapasse o teto, o governo seria obrigado a elaborar, em conjunto com o Comitê Gestor do IBS, um projeto de lei complementar com medidas para diminuir a carga tributária.</p>
<p>A trava é mais profunda que a instituída na emenda constitucional da reforma tributária, aprovada em dezembro do ano passado. A emenda à Constituição tem um teto para evitar o aumento da carga tributária do país (medida pela relação entre a arrecadação de impostos e o Produto Interno Bruto) na comparação com a carga atual, o que permitia ao Congresso criar exceções e regimes especiais, em troca do aumento da alíquota cheia, de 26,5%. A nova trava inserida na regulamentação limita a alíquota média do IVA, obrigando o governo a reduzir a carga tributária no futuro.</p>
<h2>Planos de saúde e turismo</h2>
<p>O texto aprovado também permite que as empresas recebam créditos tributários de planos de saúde coletivos previstos em convenção, prática vedada no projeto original. Outra inclusão foi a de planos de saúde de animais domésticos, com alíquota reduzida em 30%.</p>
<p>Os deputados também incluíram um mecanismo de devolução de tributos a turistas estrangeiros que comprarem produtos no Brasil e os embarcarem na bagagem. Esse sistema existe em diversos países, quando o valor total das mercadorias ultrapassa determinado valor.</p>
<p>A proposta aprovada passa a considerar improbidade administrativa a não devolução de créditos tributários (ressarcimento parcial de tributos que impede a cobrança em cascata) às empresas nos prazos estabelecidos. Nesses casos, o secretário da Receita Federal e o presidente do Comitê Gestor do IBS serão responsabilizados.</p>
<p>O projeto estabelece até 30 dias para o pagamento de créditos os contribuintes inscritos em programas de conformidade, até 60 dias para valores dentro da média mensal do contribuinte e até 180 dias para os demais casos (créditos acima ou abaixo da média mensal da empresa).</p>
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		<title>Brasil terá Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil, afirma ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 20:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[audiência pública]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Desenvolvimento Regional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Waldez Góes]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, disse nesta terça-feira (17) que o Brasil terá, pela primeira vez, um Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil. A proposta é fortalecer o atual Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil para o enfrentamento de riscos e desastres no país. Durante audiência pública conjunta das comissões de [&#8230;]]]></description>
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<p>O ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, disse nesta terça-feira (17) que o Brasil terá, pela primeira vez, um Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil. A proposta é fortalecer o atual Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil para o enfrentamento de riscos e desastres no país. Durante audiência pública conjunta das comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; Indústria, Comércio e Serviços; Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, o ministro destacou que o plano deve ser entregue em “meados do ano que vem”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>“Fizemos a contratação da Pontíficia Universidade Católica do Rio de Janeiro numa intermediação com o Pnud [Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento] para elaborar o primeiro Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil. Hoje, todos os estados estão sendo ouvidos”</em>, disse Góes, ao debater junto aos parlamentares a situação das enchentes no Rio Grande do Sul.</p>
<p><em>“O Brasil vai ter, pela primeira vez, um Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil. Vamos entregar isso para o Brasil. Mas vamos entregar também com indicativos de que a política precisa ser revista e de que o sistema também precisa ser melhor estruturado. Junto com isso, a gente está muito mobilizado para lançar um dos instrumentos mais modernos em termos de monitoramento e sistema de alarde, que os Estados Unidos já usam, que é o CEO Broadcast.” </em></p>
<p>De acordo com o ministro, atualmente, 1.038 municípios brasileiros se encontram em situação de emergência – seja pelos temporais registrados no Sul do país, seja pela estiagem registrada no Norte. <em>“Estamos tentando construir, dentro do governo brasileiro, a possibilidade de defender, no Congresso Nacional, que, nos 1.038 municípios hoje e em todos aqueles que se enquadrarem nesses critérios estabelecidos de situação de emergência, a gente possa inverter a atuação da política pública de forma que a gente atue para retirar aquele município da situação de emergência”. </em></p>
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		<title>Câmara aprova pensão especial para filhos de vítimas de feminicídio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-aprova-pensao-especial-para-filhos-de-vitimas-de-feminicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 22:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pensão especial]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou, hoje (9), o projeto de lei nº 976/22 que prevê o pagamento de pensão especial aos filhos e outros dependentes menores de 18 anos de mulheres vítimas de feminicídio. O valor da pensão foi fixado em um salário mínimo (R$ 1.320 atualmente). O benefício será concedido ao conjunto dos filhos biológicos ou adotivos [&#8230;]]]></description>
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<p>A Câmara dos Deputados aprovou, hoje (9), o projeto de lei nº 976/22 que prevê o pagamento de pensão especial aos filhos e outros dependentes menores de 18 anos de mulheres vítimas de feminicídio. O valor da pensão foi fixado em um salário mínimo (R$ 1.320 atualmente). O benefício será concedido ao conjunto dos filhos biológicos ou adotivos e dependentes cuja renda familiar mensal <em>per capita</em> seja igual ou menor do que 25% do salário mínimo (R$ 330).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O projeto é de autoria das deputadas petistas Erika Kokay (PT-DF), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Benedita da Silva (PT-RJ), Luizianne Lins (PT-CE), Maria do Rosário (PT-RS), Natália Bonavides (PT-RN), Professora Rosa Neide (PT-MT) e Rejane Dias (PT-PI). A proposta aprovada pela Câmara, no entanto, foi o substitutivo apresentado pelo relator da matéria, deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM).</p>
<h2>Como será</h2>
<p>A norma estabelece, ainda, que a pensão não poderá ser acumulada com benefícios previdenciários recebidos do Regime Geral de Previdência Social ou dos Regimes Próprios de Previdência Social, nem com pensões ou benefícios do sistema de proteção social dos militares. Em caso de morte de um dos beneficiários, a cota deverá ser revertida aos demais.</p>
<p>Caso o processo judicial não comprove o feminicídio, o benefício será encerrado.</p>
<p>Segundo o relator da proposta, o impacto orçamentário e financeiro foi estimado em R$ 10,52 milhões neste ano, R$ 11,15 milhões em 2024 e R$ 11,82 milhões em 2025. O texto segue agora para análise do Senado Federal.</p>
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		<title>Câmara entrega à PGR notícia-crime contra vândalos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-entrega-a-pgr-noticia-crime-contra-vandalos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 20:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Lira]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Aras]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[notícia-crime]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
		<category><![CDATA[Vândalos]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), entregou, na manhã de hoje (16), ao procurador-geral da República, Augusto Aras, a notícia-crime com informações sobre a apuração interna sobre a invasão e depredação da Casa, em 8 de janeiro. O documento inclui dados de pessoas presas pela Polícia Legislativa. “O mínimo que podemos exigir” é a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), entregou, na manhã de hoje (16), ao procurador-geral da República, Augusto Aras, a notícia-crime com informações sobre a apuração interna sobre a invasão e depredação da Casa, em 8 de janeiro. O documento inclui dados de pessoas presas pela Polícia Legislativa.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O mínimo que podemos exigir” é a punição dos já identificados e dos que ainda serão identificados, disse Lira durante o encontro. “Muito mais do que a depredação do patrimônio público, mas por atentar contra as instituições, pelo risco que o Brasil correu”, afirmou o presidente da Câmara.</p>
<p>Nesta segunda-feira (16), Aras informou já ter 40 denúncias prontas, e que novas denúncias contra pessoas flagradas em atos de vandalismo no Senado e na Câmara devem ser apresentadas em breve, junto com a solicitação de outras medidas cautelares. “O Ministério Público tomará todas as medidas”, disse Aras.</p>
<p>Aras frisou haver sete inquéritos abertos no Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar a condutas no dia 8 de janeiro. Entre os pedidos já feitos pelo Ministério Público Federal (MPF), está a investigação contra três deputados eleitos e, também, a inclusão do ex-presidente Jair Bolsonaro entre os investigados. As medidas já foram autorizadas pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Mais cedo, em entrevista coletiva, ao ser questionado sobre a punição aos três parlamentares do PL eleitos que participaram dos atos de invasão a prédios públicos, Lira disse não ver evidências contra eles ou “nenhum ato que corroborasse com os inquéritos”.</p>
<p>Ao ser perguntado sobre a inclusão de Bolsonaro entre os investigados, Lira respondeu que “cada um responde pelo que faz”. O presidente da Câmara acrescentou que “temos que ter calma neste momento, investigar todos os aspectos. Nossa fala não muda. Todos os que estiveram envolvidos com esses atos de vandalismo devem ser punidos”.</p>
<p>Na semana passada, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSL-MG), também foi ao gabinete de Aras pedir punição rápida aos vândalos identificados pela Polícia Legislativa.</p>
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