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	<title>Cairo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Egito alerta Israel e define deslocamento em massa de palestinos como “linha vermelha”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 16:33:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Egito enviou nesta segunda-feira (18) um dos mais duros recados a Israel desde o início da guerra em Gaza. O ministro das Relações Exteriores, Badr Abdelatty, afirmou que qualquer tentativa de transferir em massa palestinos da Faixa de Gaza para o território egípcio será considerada uma “linha vermelha”, inaceitável para o Cairo por representar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Egito enviou nesta segunda-feira (18) um dos mais duros recados a Israel desde o início da guerra em Gaza. O ministro das Relações Exteriores, Badr Abdelatty, afirmou que qualquer tentativa de transferir em massa palestinos da Faixa de Gaza para o território egípcio será considerada uma “linha vermelha”, inaceitável para o Cairo por representar ameaça direta à sua segurança nacional e à soberania do país.</p>
<p>Em entrevista à CNN, concedida em Al-Arish, cidade no norte do Egito próxima à fronteira com Gaza, Abdelatty foi categórico: “Não aceitaremos, não participaremos e não permitiremos que aconteça”. Para ele, uma migração forçada seria um “bilhete só de ida”, capaz de significar a “liquidação total da causa palestina”.</p>
<h3>Pressão sobre o Cairo</h3>
<p>A posição egípcia ganha força diante de pressões crescentes. Israel, apoiado em declarações do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e em propostas lançadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discute com outros países a realocação de palestinos. Segundo autoridades israelenses, negociações estariam em curso com nações como Sudão do Sul, Somália, Etiópia, Líbia e Indonésia, em troca de compensações financeiras.</p>
<p>O Egito, no entanto, rejeita servir como válvula de escape do conflito. “Se os israelenses conseguirem deslocar os palestinos, será o fim da causa palestina”, advertiu o chanceler.</p>
<h3>Bloqueio e ajuda humanitária</h3>
<p>Único acesso de Gaza ao mundo exterior além de Israel, a passagem de Rafah tornou-se ponto de tensão. Abdelatty acusou Israel de bloquear a entrada de mais de cinco mil caminhões de ajuda humanitária parados do lado egípcio. A Anistia Internacional também responsabiliza Tel Aviv por uma “campanha deliberada de fome” contra os 2,2 milhões de palestinos do enclave.</p>
<p>Israel nega provocar fome de forma intencional e afirma trabalhar para permitir maior fluxo de ajuda, embora os comboios sigam parados há semanas.</p>
<h3>Negociações em curso</h3>
<p>O chanceler confirmou que o Egito atua em negociações junto com Catar e Estados Unidos para um cessar-fogo e a libertação de reféns, mas disse não enxergar, neste momento, “um parceiro para a paz” em Israel. “Temos ministros no gabinete israelense que não acreditam na solução de dois Estados”, criticou, citando integrantes da extrema-direita como Itamar Ben Gvir e Bezalel Smotrich.</p>
<p>Mesmo assim, Abdelatty assegurou que o Cairo está “pronto para contribuir” com uma força internacional em Gaza, desde que tenha mandato do Conselho de Segurança da ONU e esteja vinculada a um processo político para criação de um Estado palestino.</p>
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		<title>Lula no Egito: Conselho de Segurança deve promover paz, não guerras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-no-egito-conselho-de-seguranca-deve-promover-paz-nao-guerras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 15:31:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cairo]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Segurança da ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
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		<category><![CDATA[governança internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante sua visita ao Cairo, afirmou nesta quinta-feira (15) que os membros do Conselho de Segurança da ONU devem ser promotores da paz, não instigadores de conflitos. Lula reiterou a necessidade de reformas na governança global, destacando a inadequação do modelo atual criado após a Segunda Guerra Mundial. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante sua visita ao Cairo, afirmou nesta quinta-feira (15) que os membros do Conselho de Segurança da ONU devem ser promotores da paz, não instigadores de conflitos. Lula reiterou a necessidade de reformas na governança global, destacando a inadequação do modelo atual criado após a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Defendendo uma representação mais equitativa de países emergentes, especialmente da África e América Latina, no Conselho de Segurança, Lula criticou o atual formato, no qual apenas Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido têm poder de veto. Ele enfatizou que mudanças são essenciais para evitar a repetição de guerras não autorizadas pelo Conselho, citando exemplos como a invasão ao Iraque e a ação na Ucrânia pela Rússia.</p>
<p>Sobre o conflito recente entre Israel e o grupo palestino Hamas, Lula expressou sua preocupação com a falta de poder da ONU para evitar tais guerras. Ele destacou que o Brasil condenou o ataque do Hamas a Israel, classificando-o como terrorista, mas também criticou as ações de Israel, especialmente os impactos sobre civis, defendendo um cessar-fogo imediato e a criação de um Estado Palestino.</p>
<p>O presidente brasileiro ressaltou que Israel tem a &#8220;primazia de não cumprir&#8221; as decisões da ONU, questionando a eficácia da organização em antecipar conflitos. Ele reiterou o compromisso do Brasil em buscar mudanças nos órgãos de governança global e agradeceu ao presidente egípcio por colaborar na retirada de brasileiros da Faixa de Gaza.</p>
<p>Lula está em uma missão que inclui reuniões com líderes egípcios e participação na Cúpula de Chefes de Estado e Governo da União Africana na Etiópia, onde discutirá questões de governança internacional. O presidente brasileiro busca promover debates sobre o papel das instâncias internacionais e enfatiza a importância de uma representação mais justa no cenário global.</p>
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		<title>Incêndio em igreja egípcia deixa ao menos 41 mortos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/incendio-em-igreja-egipcia-deixa-ao-menos-41-mortos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 18:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[pisoteamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 41 pessoas morreram e 45 ficaram feridas num incêndio causado por uma falha elétrica durante missa em uma igreja cristã copta na cidade egípcia de Gizé neste domingo, disseram autoridades do Egito. O incêndio começou pouco antes das 9h (horário local), quando 5 mil pessoas se reuniam para a missa na igreja de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Pelo menos 41 pessoas morreram e 45 ficaram feridas num incêndio causado por uma falha elétrica durante missa em uma igreja cristã copta na cidade egípcia de Gizé neste domingo, disseram autoridades do Egito.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O incêndio começou pouco antes das 9h (horário local), quando 5 mil pessoas se reuniam para a missa na igreja de Abu Sifin, no bairro de Imbaba, disseram duas fontes.</p>
<p>O fogo bloqueou a entrada da igreja, causando uma pisoteamento, disseram elas, acrescentando que a maioria dos mortos eram crianças.</p>
<p>&#8220;As pessoas estavam se reunindo nos terceiro e quarto andares, e vimos fumaça saindo do segundo andar. As pessoas correram para descer as escadas e começaram a cair umas sobre as outras&#8221;, disse Yasir Munir, fiel da igreja.</p>
<p>&#8220;Então ouvimos um estrondo e faíscas e fogo saindo da janela&#8221;, disse ele, afirmando que ele e sua filha estavam no térreo e conseguiram escapar.</p>
<p>Incêndios de causa elétrica desse tipo não são uma ocorrência rara no Egito; no final de 2020, um incêndio num hospital que tratava pacientes com Covid-19 matou pelo menos sete pessoas e feriu várias outras.</p>
<p>Em comunicado, o Ministério do Interior disse que um exame forense mostrou que o incêndio começou no ar condicionado do segundo andar da igreja como resultado de um defeito elétrico.</p>
<p>A inalação de fumaça foi a principal causa das mortes e ferimentos, disse. As famílias dos que morreram receberão 100 mil libras egípcias (5.223 dólares), de acordo com um comunicado do gabinete.</p>
<p>&#8220;Ofereço minhas sinceras condolências às famílias das vítimas inocentes que nos deixaram para estar com seu Senhor em uma de suas casas de culto&#8221;, disse o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi em um tuíte.</p>
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