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	<title>Caged &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Caged &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Desemprego cai a 5,4% e Brasil registra melhor resultado da série histórica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-cai-a-54-e-brasil-registra-melhor-resultado-da-serie-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 14:29:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil encerrou o trimestre móvel terminado em outubro com taxa de desemprego de 5,4%, o menor patamar desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram um mercado de trabalho aquecido e com avanços simultâneos em ocupação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil encerrou o trimestre móvel terminado em outubro com taxa de desemprego de 5,4%, o menor patamar desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram um mercado de trabalho aquecido e com avanços simultâneos em ocupação formal e rendimento.</p>
<p>O recuo em relação ao trimestre anterior, quando a taxa estava em 5,6%, confirma a tendência de melhora contínua do emprego. Frente ao mesmo período de 2024, quando o índice marcava 6,2%, a queda é ainda mais expressiva.</p>
<h3>Recordes de ocupação e renda</h3>
<p>O total de desocupados caiu para 5,910 milhões de pessoas, o menor contingente já registrado pela pesquisa. O número representa 788 mil brasileiros a menos em busca de emprego na comparação anual, uma redução de 11,8%.</p>
<p>A ocupação formal também atingiu um marco histórico: 39,182 milhões de trabalhadores com carteira assinada, o maior volume medido pelo IBGE. O rendimento médio real, de R$ 3.528, também é o maior da série.</p>
<p>Esses resultados contrastam com o pior momento já registrado pela pesquisa, durante a pandemia de covid-19, quando a taxa de desemprego chegou a 14,9% em 2020 e 2021.</p>
<h3>Como o IBGE mede o desemprego</h3>
<p>A Pnad Contínua considera desocupadas apenas as pessoas que procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à entrevista. O levantamento abrange todas as formas de ocupação — formal, informal, temporária e trabalho por conta própria — e visita 211 mil domicílios em todo o país.</p>
<h3>Sinais do Caged também são positivos</h3>
<p>Os dados da Pnad foram divulgados um dia após o Ministério do Trabalho e Emprego apresentar o resultado do Caged, que acompanha exclusivamente vagas formais. Em outubro, houve saldo positivo de 85,1 mil postos de trabalho. No acumulado de 12 meses, o saldo chega a 1,35 milhão de novas vagas com carteira assinada.</p>
<p>Com indicadores convergindo, o país encerra 2025 com sinais robustos de recuperação e fortalecimento do mercado de trabalho formal e informal.</p>
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		<title>Brasil cria 147 mil empregos formais em agosto, mas ritmo é menor que em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-cria-147-mil-empregos-formais-em-agosto-mas-ritmo-e-menor-que-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 16:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho e Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou em agosto um saldo positivo de 147.358 empregos com carteira assinada, segundo dados do Novo Caged, divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número resulta de 2.239.895 admissões e 2.092.537 desligamentos no período. Apesar da melhora em relação a julho, quando o saldo foi de 134.251 vagas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou em agosto um saldo positivo de 147.358 empregos com carteira assinada, segundo dados do Novo Caged, divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número resulta de 2.239.895 admissões e 2.092.537 desligamentos no período.</p>
<p>Apesar da melhora em relação a julho, quando o saldo foi de 134.251 vagas, o desempenho ficou abaixo do mesmo mês de 2024, quando foram criados 239.069 postos de trabalho formais. A diferença reflete, segundo analistas, o efeito da alta de juros e da desaceleração econômica sobre o mercado de trabalho.</p>
<p>Quatro dos cinco grandes setores fecharam agosto com saldo positivo: Serviços (+81.002), Comércio (+32.612), Indústria (+19.098) e Construção Civil (+17.328). Apenas a Agropecuária recuou, com 2.665 vagas a menos.</p>
<p>No recorte regional, 25 estados tiveram saldo positivo. São Paulo liderou em números absolutos, com 45.450 novas vagas, seguido por Rio de Janeiro (+16.128) e Pernambuco (+12.692). Proporcionalmente, os destaques foram Paraíba (+1,61%), Rio Grande do Norte (+0,98%) e Pernambuco (+0,82%).</p>
<p>Dos empregos gerados, 75,1% foram considerados típicos, enquanto 24,9% foram não típicos, sobretudo trabalhadores de até 30 horas semanais (40.544, em sua maioria na educação) e aprendizes (20.252).</p>
<p>Nos últimos 12 meses, entre julho de 2024 e agosto de 2025, o saldo acumulado é de 1.438.243 vagas, abaixo do período anterior (junho de 2024 a julho de 2025), que somou 1.804.122 postos de trabalho.</p>
<p>O salário médio de admissão também teve leve alta, chegando a R$ 2.295,01 em agosto, contra R$ 2.282,31 em julho, um crescimento real de 0,56%.</p>
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		<title>Micro e pequenas empresas lideram geração de empregos em julho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/micro-e-pequenas-empresas-lideram-geracao-de-empregos-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 00:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Micro e Pequenas Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenos Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[As micro e pequenas empresas (MPEs) são o carro-chefe da criação de empregos com carteira assinada no país. Em julho, 79,8% das vagas abertas no Brasil foram absorvidas pelos pequenos negócios. Isso representa 113,8 mil postos de trabalho de um total de 142,7 mil. O levantamento foi feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>As micro e pequenas empresas (MPEs) são o carro-chefe da criação de empregos com carteira assinada no país. Em julho, 79,8% das vagas abertas no Brasil foram absorvidas pelos pequenos negócios. Isso representa 113,8 mil postos de trabalho de um total de 142,7 mil. O levantamento foi feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Esse montante representa uma média de 3.670 vagas formais geradas a cada dia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O volume total criado pelas MPEs é quase seis vezes maior que o número de contratações das médias e grandes empresas (MGEs), que concentraram 13,5% das vagas criadas (19.229). Os demais segmentos são instituições sem fins lucrativos (3.813), pessoas físicas (6.032) e administração pública (-200).</p>
<p>No levantamento do Sebrae, são consideradas microempresas as firmas com até nove empregados (agropecuária, comércio e serviço) ou 19 funcionários (indústria e mineração). Pequenas empresas são as que têm até 49 trabalhadores (agropecuária, comércio e serviço) ou 99 empregados (indústria e mineração).</p>
<h2>Sete meses seguidos</h2>
<p>O estudo leva em conta dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo de julho foi o sétimo resultado positivo seguido. A última vez que as MPEs tiverem um mês com mais demissões que admissões foi em dezembro, mês em que a economia costuma ter perda de emprego, por concentrar o término de contratos temporários relacionados à demanda das festas de fim de ano.</p>
<p>O índice alcançado pelas MPEs em julho só é inferior, em 2023, ao registrado em janeiro, quando elas foram responsáveis por 81% das contratações.</p>
<p>Os principais motores da abertura de trabalho nas MPEs, em julho, foram os setores de serviços (46,7 mil vagas), construção (26,1 mil vagas) e comércio (25 mil vagas). As atividades que mais se destacaram foram construção de edifícios (8,6 mil vagas), restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas (5,8 mil), e transporte rodoviário de carga (4,4 mil).</p>
<p>A abertura de ocupação com carteira assinada nas MGEs se concentrou principalmente na indústria de transformação (6,5 mil), serviços (5,8 mil) e agropecuária (4,7 mil).</p>
<h2>Acumulado do ano</h2>
<p>No acumulado de 2023, a participação proporcional das MPEs na geração de ocupação formal é menor, mas elas seguem na liderança. São 825,4 mil empregos do total de 1,1 milhão criados no Brasil. Isso representa 70,8%, contra 16,4% das MGEs.</p>
<p>Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, os números são um reflexo da confiança dos pequenos empreendedores no aquecimento da economia. “A partir de indicadores cada vez mais positivos, somados ao controle da inflação e à perspectiva de continuidade na queda da taxa de juros, os donos de pequenos negócios estão retomando o otimismo. É a confiança de que o país é capaz de acelerar o ritmo de crescimento que faz os empreendedores criarem vagas de emprego”, avalia.</p>
<p>Em julho e no acumulado do ano, todos os estados e o Distrito Federal apresentam saldo positivo de empregos formais em MPEs.</p>
</div>
</div>
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		<title>Micro e pequenas empresas criam sete de cada 10 empregos no país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/micro-e-pequenas-empresas-criam-sete-de-cada-10-empregos-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2023 22:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Micro e Pequenas Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de ficar sete meses à procura de um emprego, Rosana Fernandes, 41 anos, conseguiu uma vaga com carteira assinada. Ela foi contratada recentemente por uma microempresa de alimentos congelados, em Brasília. A cozinheira comemora a nova ocupação. “É a minha fonte de renda, ainda mais que sou pai e mãe lá em casa. Me [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Depois de ficar sete meses à procura de um emprego, Rosana Fernandes, 41 anos, conseguiu uma vaga com carteira assinada. Ela foi contratada recentemente por uma microempresa de alimentos congelados, em Brasília. A cozinheira comemora a nova ocupação. “É a minha fonte de renda, ainda mais que sou pai e mãe lá em casa. Me ajuda a sustentar o meu filho e a minha mãe, que também mora comigo.”<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Rosana faz parte de uma estatística que mostra o poder das micro e pequenas empresas (MPE) na geração de emprego no país. Um estudo feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), obtido com exclusividade , revela que, este ano, sete em cada dez vagas de trabalho com carteira assinada foram criadas por micro e pequenos negócios.</p>
<p>O estudo foi feito com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. De janeiro a maio, o Brasil criou 865.360 empregos formais. Desses, 594.213 foram por MPE. Isso representa 69%.</p>
<h2>Participação na economia</h2>
<p>De acordo com o presidente do Sebrae, Décio Lima, a maioria das MPE possui até cinco colaboradores. “Em um contexto de cerca de 22 milhões de pequenos negócios, as MPE são fundamentais à economia, respondendo por cerca de 99% de todas as empresas que existem no país, 55% do conjunto total de empregos com carteira e quase 30% do PIB [soma de todos os produtos e serviços do país em um ano]”, disse.</p>
<p>No levantamento, são considerados microempresas os negócios com até nove empregados (agropecuária, comércio e serviço) ou 19 funcionários (indústria e mineração). Pequenas empresas são as que têm até 49 trabalhadores (agropecuária, comércio e serviço) ou 99 empregados (indústria e mineração).</p>
<p>Só em maio, os pequenos negócios responderam por 70% (108.406 dos 155.270) dos novos vínculos empregatícios. Um aumento de 2 pontos percentuais em relação aos 68% obtidos no mesmo mês do ano passado.</p>
<p>Esse crescimento da participação das MPE no volume total de empregos no país vai na contramão do comportamento das médias e grandes empresas (MGE). As MGE viram a fatia delas no total de empregos formais cair de 22% em maio de 2022 para 15% em maio de 2023.</p>
<h2>Manutenção de emprego</h2>
<p>O presidente do Sebrae explica que os pequenos negócios são os maiores responsáveis pela criação e manutenção de empregos na economia. “É natural que as médias e grandes empresas invistam pesado na modernização de seus processos de produção, em busca da maior competitividade de seus negócios. Portanto, as MGE tendem a ser poupadoras de mão de obra, no longo prazo. Já os pequenos negócios são intensivos em mão de obra, razão pela qual, nos momentos de crise, são as últimas a dispensar pessoal e, em momentos de recuperação da economia, as que mais contratam”, avalia Lima.</p>
<p>Beatriz Bento, de 18 anos, é prova de que as MPEs são também uma porta de entrada para o mercado de trabalho. Em junho ela conseguiu uma vaga com carteira assinada como balconista em uma padaria no Grajaú, bairro do Rio de Janeiro, que contratou três pessoas este ano. “Terminei meus estudos no ano passado e estava, desde o início deste ano, procurando um trabalho para conseguir ajudar mais em casa e melhorar a qualidade de vida”, contou.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>Analisando os setores que mais contribuíram para a geração de emprego em pequenos negócios de janeiro a maio, aparecem o ramo de serviços (saldo de 339.127 vagas), construção (123.937), indústria de transformação (64.754) e comércio (34.127).</p>
<p>Já em relação às atividades econômicas responsáveis pelo saldo de criação de vagas por pequenos negócios nos cinco primeiros meses de 2023, os destaques são construção de edifícios (42.849 postos de trabalho), transporte rodoviário de carga (27.138), educação infantil/pré-escola, ensino fundamental, e serviços de escritório e apoio administrativo; todas essas três últimas com mais de 17 mil vagas geradas cada.</p>
<p>O levantamento aponta ainda que o saldo positivo de criação de trabalho com carteira assinada por MPE é difundido por todo o país. Todos os estados e o Distrito Federal tiveram números positivos.</p>
<p>Na avaliação do Sebrae, os pequenos negócios seguirão como reboque da criação de empregos. “Em 2023 o cenário aponta para um valor próximo dos 70% na participação das MPE na geração de empregos, com altas para os meses de outubro e novembro. Portanto, existe sim tendência de o nível de emprego continuar sendo puxado pelas MPE”, espera Décio Lima.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Caged: Brasil abre 83,3 mil vagas com carteira assinada em janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/caged-brasil-abre-833-mil-vagas-com-carteira-assinada-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 22:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[admissão]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, mostram a criação de 83.297 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro deste ano. No mesmo mês do ano passado, tinham sido criados 155.178 postos de trabalho, nos dados sem ajuste, que não consideram declarações entregues em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, mostram a criação de 83.297 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro deste ano. No mesmo mês do ano passado, tinham sido criados 155.178 postos de trabalho, nos dados sem ajuste, que não consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. A abertura de emprego formal caiu em janeiro de 2023, por causa da desaceleração econômica e pelo fechamento de vagas temporárias no comércio. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Apesar da desaceleração em relação a janeiro do ano passado, houve melhora em relação a dezembro, quando haviam sido fechados 440.669 postos.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em janeiro. A estatística foi liderada pelos serviços, com a abertura de 40.686 postos, seguido pela construção civil, com 38.965 postos a mais. Em terceiro lugar, vem a indústria (de transformação, de extração e de outros tipos) com a criação de 34.023 postos de trabalho.</p>
<p>O nível de emprego aumentou na agropecuária, com a abertura de 23.147 postos. Somente o comércio, pressionado pelo fechamento de vagas temporárias típico do início de ano, extinguiu empregos com carteira assinada no mês passado, com o fechamento de 53.524 vagas.</p>
<h2>Destaques</h2>
<p>Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com a abertura de 19.463 postos formais. A categoria de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas abriu 16.447 vagas.</p>
<p>Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 33.738 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou a indústria extrativa, que abriu 341 vagas.</p>
<p>As estatísticas do Caged, apresentadas em 2020, não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.</p>
<h2>Regiões</h2>
<p>Três das cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em janeiro. O Sul liderou a abertura de vagas, com 32.169 postos a mais, seguido pelo Centro-Oeste, beneficiado pela safra de grãos, com 27.352 postos. Em seguida, vem o Sudeste, com 18.778 postos. O Nordeste fechou 133 postos de trabalho, e o Norte extinguiu 482 vagas formais no mês passado.</p>
<p>Na divisão por unidades da Federação, 16 registraram saldo positivo, e nove extinguiram vagas. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+18.663 postos), Santa Catarina (+15.727) e Mato Grosso (+13.715). As maiores variações negativas ocorreram no Ceará (-3.033 postos), Pará (-1.853) e Paraíba (-1.717).</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Brasil gera 278 mil empregos formais em setembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-gera-278-mil-empregos-formais-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 16:40:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho e Previdência]]></category>
		<category><![CDATA[Postos de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil gerou 278.085 postos de trabalho em setembro, resultado de 1.926.572 admissões e de 1.648.487 desligamentos de empregos com carteira assinada. No acumulado deste ano, o saldo é de 2.147.600 novos trabalhadores no mercado formal. Os dados são do Ministério do Trabalho e Previdência, que divulgou hoje (26) as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Brasil gerou 278.085 postos de trabalho em setembro, resultado de 1.926.572 admissões e de 1.648.487 desligamentos de empregos com carteira assinada. No acumulado deste ano, o saldo é de 2.147.600 novos trabalhadores no mercado formal. Os dados são do Ministério do Trabalho e Previdência, que divulgou hoje (26) as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 42.825.955 em setembro, o que representa um aumento de 0,65% em relação ao mês anterior.</p>
<p>No mês passado, o saldo de empregos foi positivo nos cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, com a criação de 122.562 postos distribuídos principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; comércio, saldo positivo de 57.974 postos; indústria, com 56.909 novos postos, concentrado na indústria de transformação; construção, mais 31.166 postos de trabalho gerados; e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, que criou 9.474 empregos.</p>
<h2>Salário</h2>
<p>Em todo o país, o salário médio de admissão em setembro foi de R$ 1.931,13. Comparado ao mês anterior, houve decréscimo real de R$ 12,47 no salário médio de admissão, uma variação negativa de 0,64%.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira, disse que o segmento da indústria continua crescendo, apesar de ter caído para a terceira colocação na geração de empregos no mês. “Quando a gente fala de aumento de número de postos de trabalho na indústria isso também quer dizer que, inevitavelmente, no médio prazo, a média salarial do brasileiro vai aumentar, porque a qualificação para se encaixar no trabalho na indústria é um pouco maior e gera maiores salários”, explicou.</p>
<h2>Por região</h2>
<p>Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego no mês passado, sendo que houve aumento de trabalho formal nas 27 unidades da federação.</p>
<p>Em termos relativos, dos estados com maior variação na criação de empregos em relação ao estoque do mês anterior são Alagoas, com a abertura de 15.625 postos, aumento de 4,16%; Sergipe, que criou 5.131 vagas (1,78%); e Pernambuco, com saldo positivo de 20.528 postos (1,55%).</p>
<p>Os estados com menor variação relativa de empregos em setembro, em relação a agosto, são Rio de Janeiro, que criou 15.382 postos, aumento de 0,45%; Paraná, com saldo positivo de 12.920, alta de 0,44%; e Rio Grande do Sul, que encerrou o mês passado com mais 10.254 postos de trabalho formal, crescimento de apenas 0,39%.</p>
<p>Em termos absolutos, as unidades da federação com maior saldo no mês passado foram São Paulo, com 61.167 postos (0,46%); Minas Gerais, com 23.723 vagas criadas (0,53%); e Pernambuco, com a geração de 20.528 postos (1,55%). Já os estados com menor saldo absoluto foram Roraima, com 1.069 postos (1,55%); Acre, com 752 novas vagas (0,81%); e Amapá, que gerou 739 colocações (0,97%).</p>
<p>As estatísticas completas do Novo Caged estão disponíveis na <a href="http://pdet.mte.gov.br/novo-caged" target="_blank" rel="noopener">página do Ministério do Trabalho e Previdência</a>.</p>
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