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	<title>Caderno PNE Antirracista &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Chega ao Congresso caderno com propostas para educação antirracista no novo PNE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 00:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Caderno PNE Antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Antirracista]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano Nacional de Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Frente Parlamentar Mista Antirracismo entregou ao Congresso, nesta terça-feira (1º), o Caderno PNE Antirracista, documento com mais de 400 propostas colhidas em consulta pública para garantir que o novo Plano Nacional de Educação (2024–2034) enfrente o racismo estrutural nas escolas brasileiras. A principal demanda foi a formação de professores antirracistas, com sugestões para que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar Mista Antirracismo entregou ao Congresso, nesta terça-feira (1º), o <em>Caderno PNE Antirracista</em>, documento com mais de 400 propostas colhidas em consulta pública para garantir que o novo Plano Nacional de Educação (2024–2034) enfrente o racismo estrutural nas escolas brasileiras.</p>
<p>A principal demanda foi a formação de professores antirracistas, com sugestões para que esse eixo seja incorporado de forma transversal à política educacional do país. Movimentos negros, indígenas, quilombolas e educadores de todo o país participaram da consulta, entre maio e junho deste ano.</p>
<p>Segundo a deputada Carol Dartora (PT-PR), vice-coordenadora da frente, não é possível falar em educação de qualidade sem combater o racismo que afeta a permanência e o aprendizado de estudantes negros e indígenas. “As escolas em territórios periféricos, quilombolas e comunidades pobres sofrem com falta de material, infraestrutura e respeito à diversidade”, afirmou.</p>
<p>O caderno será considerado no relatório final do novo PNE, a ser elaborado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP). Ela destacou que assumir a educação antirracista como base da política nacional é garantir que crianças negras, indígenas e quilombolas tenham uma educação que valorize sua história e identidade.</p>
<p>Entre as propostas, estão:</p>
<ul>
<li>Aplicação efetiva das Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que tornam obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena;</li>
<li>Atualização de cursos de licenciatura e criação de polos regionais para formação continuada de professores;</li>
<li>Ações pedagógicas como arte-educação, hip hop, pedagogias de terreiro e visitas virtuais a espaços sagrados;</li>
<li>Indicadores étnico-raciais e inclusão do quesito raça/cor nos registros escolares;</li>
<li>Investimento prioritário em escolas quilombolas;</li>
<li>Políticas de permanência para jovens negros e indígenas.</li>
</ul>
<p>O documento reforça que a educação antirracista deve ser estratégia central e estruturante do novo plano, e não uma ação isolada, técnica ou pontual.</p>
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