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	<title>Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas renova esperanças de famílias em busca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 10:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[A criação do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, lançada nesta quarta-feira (27) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, foi recebida com emoção por familiares que há anos convivem com a dor da ausência. A plataforma, disponível em cndp.mj.gov.br/painel-publico, reúne dados de desaparecidos em um único sistema, facilitando o acesso a informações e integrando diferentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A criação do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, lançada nesta quarta-feira (27) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, foi recebida com emoção por familiares que há anos convivem com a dor da ausência. A plataforma, disponível em <a href="https://cnpd.mj.gov.br/painel-publico" target="_blank" rel="noopener">cndp.mj.gov.br/painel-publico</a>, reúne dados de desaparecidos em um único sistema, facilitando o acesso a informações e integrando diferentes bases de dados.</p>
<p>Entre as presenças, estava Ivanise da Silva Santos, fundadora da Associação Mães da Sé, que procura a filha Fabiana desde 1995, desaparecida aos 13 anos em São Paulo. “Hoje eu estou aqui em estado de graça porque finalmente a gente vai poder comemorar o marco inicial de uma luta que eu carrego há quase 30 anos”, afirmou.</p>
<p>Em 2024, o Brasil registrou 81.022 desaparecimentos, dos quais 55.159 foram resolvidos ─ taxa de localização de 68%. A expectativa é de que o cadastro aumente as chances de encontrar pessoas com vida.</p>
<h3><strong>Como funciona a plataforma</strong></h3>
<p>O sistema conta com duas frentes principais:</p>
<ul>
<li><strong>Painel público</strong>: aberto à sociedade, exibe casos concretos, com fotos e informações gerais.</li>
<li><strong>Banco restrito</strong>: exclusivo para órgãos de segurança, com dados detalhados e documentos completos para auxiliar nas investigações.</li>
</ul>
<p>A diretora do Sistema Único de Segurança Pública, Isabel Figueiredo, destacou que a iniciativa também busca acabar com protocolos que exigem esperar 48 horas antes de registrar o desaparecimento. “Quanto antes o Estado souber, maior a chance de localizar essas pessoas com vida”, ressaltou.</p>
<h3><strong>Um passo histórico</strong></h3>
<p>O chefe da delegação regional do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Nicolas Olivier, classificou o cadastro como “um verdadeiro sistema de gestão de informações”, capaz de cruzar dados e fortalecer políticas públicas. Já o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Luiz Sarrubbo, admitiu que o país tem “um grande débito com as famílias de desaparecidos”.</p>
<p>Histórias como a da brasiliense Kátia Liberato, que procura a mãe desaparecida desde 1999, reforçam a importância da iniciativa. “Esse cadastro unificado renova minhas esperanças. Eu ainda penso em encontrar minha mãe”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
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