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	<title>Caças &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Caças &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Polônia aciona caças por ataque russo no oeste da Ucrânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/polonia-aciona-cacas-por-ataque-russo-no-oeste-da-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 14:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polônia colocou caças de combate no ar nesta segunda-feira (9) após ataques aéreos intensos da Rússia contra o oeste da Ucrânia, especialmente na região de Rivne, que faz fronteira com o território polonês. Segundo o Estado-Maior das Forças Armadas da Polônia, a medida é preventiva e inclui aviões poloneses e aliados em operação no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polônia colocou caças de combate no ar nesta segunda-feira (9) após ataques aéreos intensos da Rússia contra o oeste da Ucrânia, especialmente na região de Rivne, que faz fronteira com o território polonês. Segundo o Estado-Maior das Forças Armadas da Polônia, a medida é preventiva e inclui aviões poloneses e aliados em operação no espaço aéreo do país desde as primeiras horas da manhã.</p>
<p>“Os caças de serviço foram posicionados em pares, e os sistemas de defesa aérea e radar em solo foram elevados ao nível máximo de alerta”, informou o comando militar polonês, por meio de publicação na rede social X.</p>
<p>Esse tipo de resposta já se tornou comum quando ataques russos se aproximam da fronteira da Polônia, membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).</p>
<p>Na noite de domingo (8), dezenas de mísseis e drones atingiram a cidade ucraniana de Rivne, segundo o prefeito local, Oleksandr Tretyak. O governador da região, Oleksandr Koval, afirmou que o ataque deixou ao menos um ferido. Kiev também foi atingida, com danos a edifícios residenciais.</p>
<p>O Ministério da Defesa da Rússia, por sua vez, afirmou ter interceptado 49 drones ucranianos durante a noite, em regiões fronteiriças e na Chuvashia — a cerca de 600 quilômetros de Moscou.</p>
<p>Ainda na madrugada, a Ucrânia informou que drones atingiram o aeródromo de Savasleika, em Nizhny Novgorod, de onde partem aeronaves MiG-31K armadas com mísseis hipersônicos <em>Kinzhal</em>. De acordo com o Exército ucraniano, ao menos um MiG-31 e outro caça Su-30 ou Su-34 foram danificados.</p>
<p>Em outro ataque, uma fábrica russa de antenas para drones <em>Shahed</em>, que também produz componentes para bombas e armamentos, foi atingida, segundo nota divulgada pelo Estado-Maior da Ucrânia.</p>
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		<title>Russia: O envio de caças F-16 à Ucrânia pode resultar em uma &#8220;escalada do conflito&#8221;</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/russia-o-envio-de-cacas-f-16-a-ucrania-pode-resultar-em-uma-escalada-do-conflito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 14:16:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ameaça nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Caças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[Na segunda-feira (21), a Rússia expressou forte desaprovação em relação à decisão dos Países Baixos e da Dinamarca de enviar caças F-16 para a Ucrânia, alertando que essa ação tem o potencial de desencadear &#8220;uma escalada do conflito&#8221;. O ministro russo das Relações Exteriores categorizou o envio dos F-16 para Kiev como uma ameaça nuclear. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda-feira (21), a Rússia expressou forte desaprovação em relação à decisão dos Países Baixos e da Dinamarca de enviar caças F-16 para a Ucrânia, alertando que essa ação tem o potencial de desencadear &#8220;uma escalada do conflito&#8221;. O ministro russo das Relações Exteriores categorizou o envio dos F-16 para Kiev como uma ameaça nuclear.</p>
<p>“O fato de a Dinamarca ter decidido agora doar 19 aeronaves F-16 para a Ucrânia leva a uma escalada do conflito”, disse o embaixador russo Vladimir Barbin em comunicado citado pela agência de notícias Ritzau.</p>
<p>&#8220;Ao esconder-se atrás de uma premissa de que a própria Ucrânia deve determinar as condições para a paz, a Dinamarca procura, com suas ações e palavras, deixar a Ucrânia sem outra escolha a não ser continuar o confronto militar com a Rússia&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A reação da Rússia ocorre em resposta ao anúncio feito no domingo (20) pelos Países Baixos e Dinamarca, no qual informaram o envio de caças F-16 para a Ucrânia. Essa decisão era aguardada há muito tempo pelo presidente ucraniano.</p>
<p>Sergei Lavrov, ministro russo das Relações Exteriores, também enfatizou que Moscou percebe o envio dos caças F-16 para a Ucrânia como uma ameaça nuclear, uma vez que essas aeronaves têm a capacidade de transportar armas atômicas.</p>
<h2>Restrições</h2>
<p>Diante das preocupações acerca de uma possível intensificação do conflito, o ministro da Defesa da Dinamarca esclareceu que os caças F-16 fornecidos à Ucrânia só poderão ser empregados dentro do território ucraniano.</p>
<p>&#8220;Doamos armas com a condição de que sejam usadas para expulsar o inimigo do território da Ucrânia. E não mais do que isso&#8221;, disse Ellemann-Jensen.</p>
<p>&#8220;Essas são as condições, sejam tanques, aviões de combate ou qualquer outra coisa&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Os Países Baixos e a Dinamarca também deixaram claro que a transferência das aeronaves só ocorrerá após o cumprimento de determinadas condições, como o treinamento de pilotos e engenheiros, bem como o estabelecimento de infraestruturas adequadas na Ucrânia para essas aeronaves.</p>
<p>A formação, ministrada por uma coalizão de 11 países, está prevista para começar ainda neste mês, e as autoridades estimam que os pilotos ucranianos estejam prontos para operar os aviões F-16 no início de 2024.</p>
<p>Apesar dessas considerações, o presidente ucraniano, que recentemente visitou os Países Baixos e agora está na Dinamarca, enfatizou o caráter &#8220;histórico&#8221; do acordo. Ele destacou que as aeronaves contribuirão para fortalecer a capacidade de contraofensiva da Ucrânia e para proteger o povo ucraniano contra o que ele chamou de &#8220;terror russo&#8221;.</p>
<p>“Os F-16 inspirarão darão nova confiança e motivação para os combatentes e cidadãos comuns. Eles produzirão novos resultados para a Ucrânia e o resto da Europa”, escreveu o presidente Volodymyr Zelensky na plataforma de mídia social X, anteriormente conhecida como Twitter.</p>
<p>A Dinamarca divulgou seus planos de enviar um total de 19 jatos F-16 à Ucrânia. Os seis primeiros devem ser enviados até o final deste ano, seguidos por oito em 2024 e mais cinco em 2025. Em relação aos Países Baixos, eles possuem 42 F-16 disponíveis, mas ainda não decidiram se todos serão transferidos para Kiev.</p>
<p>Zelensky antecipou nas redes sociais que serão enviados 42 aviões para a Ucrânia.</p>
<p>O anúncio dos Países Baixos e da Dinamarca vem dois dias após os Estados Unidos também aprovarem o envio de caças F-16 para a Ucrânia. No entanto, Washington enfatizou que a autorização não significa uma entrega imediata das aeronaves, devido à necessidade de treinamento dos pilotos ucranianos.</p>
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		<title>Lula participa de inauguração de linha de produção de caças Gripen</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-participa-de-inauguracao-de-linha-de-producao-de-cacas-gripen/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 14:09:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Força Aérea Brasileira]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Saab]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, nesta terça-feira (9), da inauguração da linha de produção da aeronave Gripen, na fábrica da Embraer, na cidade de Gavião Peixoto, interior de São Paulo. A cerimônia está prevista para as 11h. O contrato da empresa sueca Saab com a Força Aérea Brasileira (FAB) prevê a entrega [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, nesta terça-feira (9), da inauguração da linha de produção da aeronave Gripen, na fábrica da Embraer, na cidade de Gavião Peixoto, interior de São Paulo. A cerimônia está prevista para as 11h.</p>
<p>O contrato da empresa sueca Saab com a Força Aérea Brasileira (FAB) prevê a entrega de 36 aviões Gripen até 2027, além da transferência de tecnologia para o Brasil.</p>
<p>Do total, 13 caças serão fabricados na Suécia, oito terão a produção iniciada na Suécia e concluída no Brasil e 15 serão fabricados integralmente na unidade da Embraer, por engenheiros e técnicos brasileiros que passaram por treinamento na sede da Saab, em Linköping. Atualmente, quatro dos aviões já estão operacionais na Base Aérea de Anápolis (GO) e outros dois chegaram ao país na última sexta-feira (5).</p>
<p>Com a parceria, a fábrica da Embraer passa a contar com o ecossistema completo para os caças nas fases de desenvolvimento, testes e, agora, produção. Na unidade estão em funcionamento também o Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen e o Centro de Ensaios em Voo.</p>
<p>O caça F-39 Gripen foi escolhido pelo programa FX-2, numa concorrência concluída na gestão da presidenta Dilma Rousseff, em 2013. Para o governo, o contrato para o desenvolvimento e a produção de 36 aeronaves Gripen trouxe vários benefícios de longo prazo para o país e a inauguração da linha de produção desta terça-feira é um importante marco.</p>
<p><em>“O contrato beneficia toda a base industrial de Defesa e proporciona a renovação da frota dos caças que vão manter a soberania e segurança dos céus do país pelas próximas décadas, ao mesmo tempo em que permite que a Aeronáutica tenha plenas condições operacionais para desempenhar seu papel”,</em> diz a Presidência, em comunicado.</p>
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