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	<title>caatinga &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo lança planos contra desmatamento no Pantanal e na Caatinga</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-planos-contra-desmatamento-no-pantanal-e-na-caatinga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 21:43:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal aprovou nesta quarta-feira (18) os planos de ação para prevenção e controle do desmatamento e queimadas no Pantanal (PPPantanal) e na Caatinga (PPCaatinga). Ambos começarão a ser implementados em 2025, somando-se às iniciativas já existentes para a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica e o Pampa. A aprovação ocorreu durante a reunião [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal aprovou nesta quarta-feira (18) os planos de ação para prevenção e controle do desmatamento e queimadas no Pantanal (PPPantanal) e na Caatinga (PPCaatinga). Ambos começarão a ser implementados em 2025, somando-se às iniciativas já existentes para a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica e o Pampa. A aprovação ocorreu durante a reunião da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin no Palácio do Planalto.</p>
<p>Com base em dados científicos e em amplo diálogo com especialistas, os novos planos visam promover ações integradas entre União, estados, municípios e o setor privado. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), as medidas são essenciais para enfrentar os desafios ambientais únicos de cada bioma.</p>
<figure id="attachment_80873" aria-describedby="caption-attachment-80873" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-80873" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="No Pantanal, As Principais Causas Do Desmatamento Incluem A Expansão Da Pecuária E Da Agricultura - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80873" class="wp-caption-text">No Pantanal, as principais causas do desmatamento incluem a expansão da pecuária e da agricultura &#8211; Foto: Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>Queda nos alertas de desmatamento</h3>
<p>Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam uma redução significativa nos alertas de desmatamento entre agosto e novembro de 2024. No Pantanal, a queda foi de 77,2%; no Cerrado, 57,2%; e na Amazônia, 2%. Além disso, o monitoramento do desmatamento anual pelo sistema Prodes revelou uma diminuição de 30,6% na Amazônia Legal e de 25,7% no Cerrado no período de agosto de 2023 a julho de 2024, em comparação ao ano anterior.</p>
<figure id="attachment_80871" aria-describedby="caption-attachment-80871" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-80871" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Brigadistas Do Instituto Brasília Ambiental E Bombeiros Do Distrito Federal - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80871" class="wp-caption-text">Brasília (DF), 24/08/2024 &#8211; Brigadistas do Instituto Brasília Ambiental e Bombeiros do Distrito Federal combatem incêndio em área de cerrado próxima ao aeroporto de Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilN</figcaption></figure>
<p>Essa redução é atribuída à articulação entre governo federal e estados. No Pantanal, por exemplo, um pacto entre o MMA e Mato Grosso do Sul resultou na criação de uma lei estadual que restringe o desmatamento em áreas sensíveis. Já no Cerrado, acordos com governadores do Matopiba (região que inclui Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) reforçaram o monitoramento de imóveis com maiores índices de desmatamento.</p>
<h3>Principais metas e estratégias</h3>
<h4><strong>Plano de Ação para o Pantanal (PPPantanal)</strong></h4>
<p>Composto por 13 objetivos estratégicos, 54 linhas de ação e 159 metas, o plano prioriza:</p>
<ul>
<li>Fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios.</li>
<li>Implementação da Política de Manejo Integrado do Fogo.</li>
<li>Promoção de práticas agrícolas e pecuárias sustentáveis.</li>
<li>Regulamentação da supressão de vegetação.</li>
<li>Fomento ao turismo e às atividades extrativistas.</li>
<li>Integração de dados do Cadastro Ambiental Rural (Sicar) com o sistema de Autorização de Supressão de Vegetação (ASV).</li>
<li>Criação de um fundo de financiamento para ações no Pantanal.</li>
</ul>
<h4><strong>Plano de Ação para a Caatinga (PPCaatinga)</strong></h4>
<p>Com 13 objetivos estratégicos, 49 linhas de ação e 120 metas, o plano prevê:</p>
<ul>
<li>Regularização fundiária e ambiental.</li>
<li>Reconhecimento de territórios de Povos e Comunidades Tradicionais.</li>
<li>Promoção de práticas agrícolas sustentáveis.</li>
<li>Planejamento para empreendimentos energéticos.</li>
<li>Fortalecimento de linhas de crédito para pequenos produtores.</li>
<li>Criação de um fundo específico para o bioma.</li>
</ul>
<h3>Desafios e prevenção de queimadas</h3>
<p>Embora os dados mostrem avanços no combate ao desmatamento, a área queimada no Brasil entre janeiro e novembro de 2024 quase dobrou em relação ao mesmo período do ano anterior. Para 2025, o governo planeja implementar a recém-criada Política de Manejo Integrado do Fogo, que estabelece diretrizes de prevenção, preparação e controle de incêndios florestais.</p>
<p>“Nosso objetivo é antecipar medidas preventivas, engajando proprietários rurais, prefeituras, estados e o governo federal para mitigar os impactos das queimadas e garantir uma gestão sustentável dos biomas”, destacou André Lima, secretário extraordinário de Controle do Desmatamento.</p>
<p>Com os novos planos e políticas, o governo federal busca consolidar a preservação ambiental como uma prioridade estratégica, equilibrando desenvolvimento econômico e sustentabilidade em todo o território brasileiro.</p>
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		<title>Desmatamento na Mata Atlântica cai 59% no acumulado do ano até agosto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desmatamento-na-mata-atlantica-cai-59-no-acumulado-do-ano-ate-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 12:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[caatinga]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei da Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[SOS Mata Atlântica]]></category>
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					<description><![CDATA[O desmatamento na Mata Atlântica caiu 59% de janeiro a agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2022, informa o novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento, parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas. Consolidados na plataforma MapBiomas Alerta, os dados mostram que a área desmatada [&#8230;]]]></description>
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<p>O desmatamento na Mata Atlântica caiu 59% de janeiro a agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2022, informa o novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento, parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Consolidados na plataforma MapBiomas Alerta, os dados mostram que a área desmatada entre janeiro e agosto foi de 9.216 hectares, ante 22.240 hectares registrados no mesmo período do ano passado.</p>
<p>Segundo a SOS Mata Atlântica, o levantamento reforça a tendência de redução significativa no desflorestamento do bioma já observada desde o início do ano. Boletim anterior, divulgado em julho, mostrou que a redução era de 42% até o mês de maio, quando a área desmatada estava em 7.088 hectares, ante 12.166 hectares registrados no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>“Nos últimos anos do governo Bolsonaro, o desmatamento aumentou. Agora a gente tem uma reversão de tendência, porque o desmatamento no bioma estava em alta e agora, com esses dados parciais, está em baixa, com 59%. Há uma redução significativa, um número surpreendente, muito bom”, diz o diretor executivo da Fundação SOS Mata Atlântica, Luís Fernando Guedes Pinto.</p>
<p>Ele ressalta que estados que costumam ser líderes do desmatamento, como Paraná e Santa Catarina, tiveram queda expressiva, em torno de 60%. Elementos que ajudam a explicar os dados são o aumento da fiscalização e de embargos e o fato de produtores ficarem sem acesso a crédito por terem desmatado.</p>
<p>“Isso realmente é uma mudança resultado de um fortalecimento da política ambiental, da fiscalização, de acabar aquela expectativa de impunidade. A gente tinha praticamente um convite ao desmatamento no governo passado”, disse.</p>
<p>Os dados compilados incluem os limites do bioma estabelecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), excluindo desmatamentos ocorridos nos fragmentos de Mata Atlântica localizados nos territórios de Cerrado e Caatinga. Os chamados encraves nesses dois biomas correspondem a cerca de 5% do total de Mata Atlântica do país. Na contramão da queda no desmatamento dentro dos limites estipulados pelo IBGE, os encraves florestais são regiões que apresentaram alta.</p>
<p>Guedes Pinto destaca que os encraves também são protegidos pela Lei da Mata Atlântica. A disparidade na definição dos limites do bioma ocorre porque o IBGE considera apenas os limites geográficos contínuos, enquanto a lei tem como objetivo preservar toda a vegetação característica do bioma e ecossistemas associados, incluindo os encraves.</p>
<p>Entre janeiro e maio de 2023, as derrubadas nos encraves do Cerrado e da Caatinga aumentaram, respectivamente, 13% e 123%. Para Guedes Pinto, esse cenário demanda uma ação contundente do poder público.</p>
<p>Quando se somam todas as áreas desmatadas da Mata Atlântica – tanto nos limites do IBGE, entre janeiro e agosto, quanto nos encraves, de janeiro a maio – a queda do desmatamento foi de apenas 26%. A porcentagem foi puxada para baixo justamente pela alta no desmatamento dos entraves. “A gente fica preocupado nessa região de transição da Mata Atlântica com o Cerrado e a Catinga. Ali a gente ainda tem um problema. A gente sabe que o desmatamento no Cerrado está em alta”, acrescenta Guedes Pinto.</p>
<p>Apesar da mudança de tendência deste ano, ele diz que qualquer desmatamento na Mata Atlântica é muito ruim e que a expectativa é chegar ao zero no bioma. Para combater o desmatamento nos encraves, onde há um avanço, Guedes Pinto avalia que o principal mecanismo é a aplicação da Lei da Mata Atlântica nessas regiões com bastante rigor pelos órgãos ambientais locais.</p>
<p>Segundo ele, existe ainda uma disputa jurídica sobre a abrangência da lei nas áreas de encraves. “[A Lei da Mata Atlântica] é muito clara. Existe um mapa com esses encraves, e fica muito claro que todas as formações florestais dentro desse mapa são protegidas pela Lei da Mata Atlântica. Não tem dúvida em relação a isso.”</p>
<p>“Tem uma disputa dos produtores, de donos de terra, mas a gente tem um problema também com órgãos ambientais estaduais e municipais que não aplicam a Lei da Mata Atlântica adequadamente”, conclui o diretor executivo da Fundação SOS Mata Atlântica.</p>
</div>
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