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	<title>Butantan &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Butantan deve pedir registro de nova vacina contra a dengue até julho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/butantan-deve-pedir-registro-de-nova-vacina-contra-a-dengue-ate-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 15:51:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde 2009, pesquisadores do Instituto Butantan estudam a produção de nova vacina contra a dengue. O imunizante se encontra atualmente em fase final de ensaios clínicos – em junho, o último paciente voluntário a receber a dose experimental completa cinco anos de acompanhamento. A previsão do instituto é que, entre junho e julho, o pedido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 2009, pesquisadores do Instituto Butantan estudam a produção de nova vacina contra a dengue. O imunizante se encontra atualmente em fase final de ensaios clínicos – em junho, o último paciente voluntário a receber a dose experimental completa cinco anos de acompanhamento. A previsão do instituto é que, entre junho e julho, o pedido de registro seja submetido para análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Maior produtor de vacinas e soros da América Latina e principal produtor de imunobiológicos do Brasil, o Butantan é responsável pela maioria dos soros utilizados no país contra venenos de animais peçonhentos, toxinas bacterianas e o vírus da raiva. Também responde por grande volume da produção nacional de vacinas – produz, por exemplo, 100% das doses contra o vírus <em>influenza</em> usadas na Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe.</p>
<p>Classificada pelo próprio Butantan como problema de saúde pública no Brasil, a dengue contabiliza um total de quatro sorotipos. O tipo 3, que não circulava de forma epidêmica no país há mais de 15 anos, voltou a registrar casos. Quem pega dengue uma vez, portanto, pode ser reinfectado por outro sorotipo. Quando isso acontece, o quadro pode evoluir para o que é popularmente chamado de dengue grave, com risco aumentado de morte do paciente.</p>
<h2>Tetravalente e dose única</h2>
<p>A vacina em desenvolvimento pelo Butantan, assim como a Qdenga, do laboratório japonês Takeda, é tetravalente e contém os quatro tipos do vírus atenuados. “Por estarem enfraquecidos, os vírus atenuados induzem a produção de anticorpos sem causar a doença e com poucas reações adversas”, destacou o instituto. O imunizante brasileiro, entretanto, conta com um diferencial: será administrado em dose única, contra as duas doses necessárias da Qdenga.</p>
<h2>Produção</h2>
<p>O caminho para a produção da vacina inclui os seguintes passos: o cultivo do vírus atenuado em células Vero do macaco verde africano, técnica amplamente conhecida e estudada pela ciência, segundo o Butantan; o material é purificado e segue para formulação; em seguida, é feita a liofilização, processo que transforma o líquido em pó; por fim, é criado o diluente para ser adicionado ao pó no momento da aplicação da vacina.</p>
<h2>Eficácia</h2>
<figure id="attachment_73616" aria-describedby="caption-attachment-73616" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/01-Medidas-de-protecao-individual-para-evitar-picadas-de-mosquitos-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-73616" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/01-Medidas-de-protecao-individual-para-evitar-picadas-de-mosquitos-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C518&#038;ssl=1" alt="Medidas De Proteção Individual Para Evitar Picadas De Mosquitos - Expresso Carioca" width="754" height="518" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/01-Medidas-de-protecao-individual-para-evitar-picadas-de-mosquitos-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/01-Medidas-de-protecao-individual-para-evitar-picadas-de-mosquitos-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/01-Medidas-de-protecao-individual-para-evitar-picadas-de-mosquitos-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C515&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73616" class="wp-caption-text">Medidas de proteção individual para evitar picadas de mosquitos. Foto: Arte/EBC &#8211; Arte/EBC</figcaption></figure>
<p>No caso da vacina contra a dengue do Butantan, a dose é feita em parceria com o Instituto Nacional de Saúde Americano (NIH) e a farmacêutica MSD. Os ensaios clínicos, neste momento, estão na fase 3. O imunizante foi administrado em mais de 16 mil pessoas e, atualmente, a equipe acompanha os últimos voluntários incluídos. Os estudos mostram os seguintes resultados:</p>
<p>&#8211; Fase 1 do ensaio clínico: 100% de geração de anticorpos em pessoas que já tiveram dengue e 90% de geração de anticorpos em indivíduos que nunca haviam tido contato com o vírus.</p>
<p>&#8211; Fase 2 do ensaio clínico (voluntários receberam duas doses): 100% de taxa de soroconversão após a primeira dose em pessoas que já tiveram dengue e 92,6% de taxa de soroconversão em indivíduos que nunca foram infectados. Oitenta por cento dos voluntários produziram anticorpos contra os quatro sorotipos.</p>
<p>&#8211; Fase 3 do ensaio clínico (dados primários): 79,6% de eficácia geral, 89,2% de eficácia naqueles que já tinham contraído dengue e 73,5% de eficácia em quem nunca teve contato com o vírus.</p>
<p>“Das mais de 10 mil pessoas que receberam o imunizante na fase 3, apenas três (menos de 0,1%) apresentaram eventos adversos graves e todos se recuperaram totalmente. A frequência de eventos adversos foi semelhante entre as três faixas etárias (2-6, 7-17 e 18-59 anos)”, informou o Butantan.</p>
<h2>Anvisa</h2>
<p>A Anvisa informou já ter se reunido com o Instituto Butantan para tratar da vacina contra dengue que vem sendo desenvolvida pelo laboratório. A atual fase 3 de pesquisa clínica é classificada pela agência como “etapa essencial” para definir de forma científica o perfil de segurança e eficácia da dose.</p>
<p>“Durante a reunião, a equipe do Butantan apresentou alguns dados preliminares do estudo clínico que ainda está em andamento. À medida que o estudo clínico avançar, novos dados e informações complementares poderão ser apresentados pelo instituto para discussão com a Anvisa, com vistas à futura aprovação da vacina, caso os resultados clínicos comprovem sua segurança e eficácia.”</p>
<h2>Chikungunya</h2>
<p>Em dezembro, o instituto enviou à Anvisa pedido de registro definitivo para uso no Brasil de sua candidata à vacina contra o chikungunya, desenvolvida em parceria com a farmacêutica franco-austríaca Valneva. O imunizante se mostrou seguro e imunogênico em dois ensaios clínicos de fase 3, sendo o segundo coordenado pelo Instituto Butantan em voluntários adolescentes no Brasil.</p>
<p>O estudo mostrou que a vacina induziu a produção de anticorpos neutralizantes em 98,8% dos voluntários. Em novembro, o imunizante foi aprovado para uso nos Estados Unidos pela Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora norte-americana.</p>
<h2>Casos</h2>
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<figure id="attachment_73617" aria-describedby="caption-attachment-73617" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/01-Os-principais-sintomas-da-dengue-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-73617" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/01-Os-principais-sintomas-da-dengue-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C1066&#038;ssl=1" alt="Os Principais Sintomas Da Dengue - Expresso Carioca" width="754" height="1066" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/01-Os-principais-sintomas-da-dengue-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/01-Os-principais-sintomas-da-dengue-Expresso-Carioca.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/01-Os-principais-sintomas-da-dengue-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C1060&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73617" class="wp-caption-text">Os principais sintomas da dengue. Arte/EBC</figcaption></figure>
<p>Nas primeiras semanas de 2024, o Brasil registrou um acumulado de 243.721 casos prováveis de dengue. Há ainda 24 mortes confirmadas e 163 em investigação. Com base nos números, a incidência da dengue no país é de 120 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.</p>
<p>No balanço anterior, o país registrava 15 mortes e 217.841 casos prováveis da doença. Havia ainda 149 óbitos em investigação.</p>
<p>Dados do Ministério da Saúde mostram ainda que nas primeiras semanas de 2024 foram contabilizados 14.958 casos prováveis de chikungunya. Há ainda 3 mortes confirmadas e 12 em investigação. A incidência da doença no país é de 7,4 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.</p>
<p>No balanço anterior, o país contabilizava 12.838 casos de chikungunya, doença também transmitida pelo mosquito <em>Aedes aegypti.</em> Haviam sido confirmadas 3 mortes pela doença e 11 estavam em investigação.</p>
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		<title>Covid-19: apenas 35% das crianças de 5 a 11 anos tomaram a D1 no RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 23:22:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Apenas 35% das crianças de 5 a 11 anos do estado do Rio de Janeiro receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. De um total estimado em 1,5 milhão de crianças, apenas 526,2 mil receberam a imunização. A segunda dose só foi aplicada até o momento em 78,9 mil crianças nessa faixa etária, [&#8230;]]]></description>
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<p>Apenas 35% das crianças de 5 a 11 anos do estado do Rio de Janeiro receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. De um total estimado em 1,5 milhão de crianças, apenas 526,2 mil receberam a imunização. A segunda dose só foi aplicada até o momento em 78,9 mil crianças nessa faixa etária, o que equivale a 5% do total.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Entre os adolescentes de 12 a 17 anos, a adesão no estado chega a 86% (1,1 milhão) com a primeira dose e 63% (833,2 mil) com a segunda. Os dados estão <a href="https://painel.saude.rj.gov.br/monitoramento/covid19.html#" target="_blank" rel="noopener">disponíveis nos painéis</a> da Secretaria de Estado de Saúde (SES). A SES foi procurada para se manifestar sobre a baixa adesão à vacinação infantil contra covid-19 no estado, mas não enviou posicionamento nem informou estratégias para aumentar a cobertura.</p>
<p>Na capital, faltam 26% do grupo de 5 a 11 anos tomarem a primeira dose, um total de 147,2 mil crianças, segundo os dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Para ampliar a adesão à vacina, foi feita uma campanha de busca ativa nas escolas, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME), com vacinação nas unidades de ensino municipais durante as aulas, mediante autorização dos pais.</p>
<p>A cobertura na cidade da população total acima de 5 anos está em 98% com a primeira dose e 91% com a segunda ou dose única. No estado do Rio de Janeiro, a cobertura com o esquema completo para o público que integra a campanha está em 73%.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>O grupo de 5 a 11 anos foi incluído no Plano Nacional de Imunizações (PNI) no dia 5 de janeiro deste ano, após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso da vacina Pfizer pediátrica em 16 de dezembro.</p>
<p>As primeiras doses chegaram ao Brasil em 13 de janeiro e, no Rio de Janeiro, a aplicação começou no dia 17 de janeiro. O uso infantil da CoronaVac, fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan, em São Paulo, foi aprovado pela Anvisa para a faixa entre 6 e 17 anos no dia 20 de janeiro.</p>
<h2>Fake News</h2>
<p>Esse mês, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu um alerta sobre o desafio e a importância da vacinação infantil contra a covid-19 para conter a pandemia. A nota técnica atribui às <em>fake news</em> a responsabilidade por causar insegurança em muitos pais sobre os riscos de vacinar seus filhos.</p>
<p>Instituições de <a href="https://butantan.gov.br/noticias/medicos-e-pesquisadores-garantem-a-seguranca-da-vacinacao-infantil-contra-covid-19" target="_blank" rel="noopener">pesquisa como o Butantan</a> e diversos cientistas brasileiros e de outros países já atestaram a segurança e eficácia da vacina contra a covid-19 para o público infantil. Segundo a Fiocruz, os principais motivos para a hesitação em vacinar os filhos são o medo de reações adversas e a minimização da gravidade da doença em crianças.</p>
<p>O problema da disseminação de desinformação e informações falsas também foi apontado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), como uma barreira na resposta à pandemia no Brasil. A conclusão está no relatório <em>Explorando debates online da Covid-19 e a poluição de informações na América Latina e no Caribe</em>, <a href="https://www.latinamerica.undp.org/content/rblac/en/home/library/democratic_governance/exploring-covid-19-online-debates-and-information-pollution-in-l.html" target="_blank" rel="noopener">lançado na semana passada</a>, apenas em inglês.</p>
<p>Segundo o relatório, 25,8% das informações falsas que circularam na região entre 1º de outubro de 2020 e 13 de fevereiro de 2021, em inglês e espanhol, são relacionadas às vacinas. O documento aponta que, apesar de não terem sido analisados conteúdos em português, 22% dos brasileiros foram expostos a informações poluídas sobre vacinas em outras línguas.</p>
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		<title>CoronaVac mantém proteção após seis meses da segunda dose</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/coronavac-mantem-protecao-apos-seis-meses-da-segunda-dose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2022 20:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A vacina CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac, manteve a proteção contra o vírus da covid-19 após seis meses da aplicação da segunda dose, mostra estudo de efetividade do Instituto Butantan, no município de Serrana, no interior paulista.  Segundo a análise, as taxas de anticorpos para se defender da infecção contra o SARS-CoV-2 em todas as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A vacina CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac, manteve a proteção contra o vírus da covid-19 após seis meses da aplicação da segunda dose, mostra estudo de efetividade do Instituto Butantan, no município de Serrana, no interior paulista. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a análise, as taxas de anticorpos para se defender da infecção contra o SARS-CoV-2 em todas as faixas etárias se mantiveram acima de 99%. Além disso, a dose de reforço da mesma vacina em idosos aumentou de duas a quatro vezes os níveis de anticorpos.</p>
<p>Os dados fazem parte das conclusões preliminares da segunda etapa de sorologia e avaliação da resposta imunológica dos voluntários do Projeto S, como o estudo de efetividade é chamado. A população de Serrana foi vacinada no primeiro semestre de 2021 para avaliar a capacidade da CoronaVac de conter a pandemia e a transmissão do vírus.</p>
<p>Foram feitas três coletas de sorologia no município: em julho e em outubro de 2021, e em janeiro de 2022. A última coleta de sorologia será feita em abril. A participação na pesquisa é voluntária e envolve pessoas de qualquer idade que tenham se vacinado no contexto do Projeto S.</p>
<p>De acordo com o Butantan, inicialmente o projeto seria encerrado após um ano da conclusão do esquema vacinal, mas a equipe deve pedir a renovação e continuar as análises por pelo menos mais um ano. Isso ocorre devido à adaptação dos esquemas vacinais, com a administração de doses de reforço; ao surgimento de novas variantes; e à manutenção das altas taxas de transmissão.</p>
<p>A proposta de uma nova fase é seguir coletando dados sobre a imunidade gerada pela vacina ao longo do tempo, além de saber como os anticorpos e a imunidade celular vão se comportar diante de casos mais graves.</p>
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