<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Bullying &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/bullying/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 07 May 2026 02:06:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Bullying &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Violência nas escolas desafia mais de 70% dos gestores da rede pública, aponta pesquisa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/violencia-nas-escolas-desafia-mais-de-70-dos-gestores-da-rede-publica-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 00:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Carlos Chagas]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Violência nas Escolas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90481</guid>

					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas (FCC), em parceria com o Ministério da Educação (MEC), mostrou que 71,7% dos gestores de escolas públicas enfrentam dificuldades para tratar temas ligados à violência no ambiente escolar. O levantamento ouviu 136 profissionais de 105 instituições de ensino municipais e estaduais em diferentes regiões do país. Entre os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas (FCC), em parceria com o Ministério da Educação (MEC), mostrou que 71,7% dos gestores de escolas públicas enfrentam dificuldades para tratar temas ligados à violência no ambiente escolar. O levantamento ouviu 136 profissionais de 105 instituições de ensino municipais e estaduais em diferentes regiões do país.</p>
<p>Entre os principais desafios relatados estão o enfrentamento de episódios de bullying, racismo, capacitismo e outras formas de discriminação. Segundo os pesquisadores, a complexidade dessas situações exige preparo técnico, apoio institucional e estratégias permanentes de acolhimento e prevenção.</p>
<p>Os dados divulgados servirão de base para a criação do novo Guia de Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, iniciativa do governo federal voltada ao fortalecimento de ambientes escolares mais seguros e inclusivos. O material será lançado pelo MEC com orientações para diretores, coordenadores e demais profissionais da educação.</p>
<p>Coordenador do estudo e pesquisador da FCC, Adriano Moro afirmou que um dos obstáculos identificados é a naturalização de comportamentos agressivos dentro das escolas. Segundo ele, muitas situações acabam sendo tratadas como “brincadeiras”, o que pode dificultar a identificação correta da violência e atrasar intervenções necessárias.</p>
<p>A pesquisa também aponta que o uso genérico do termo bullying pode esconder outras formas específicas de violência, como xenofobia, violência de gênero e discriminação contra pessoas com deficiência. Para os especialistas, reconhecer corretamente cada tipo de agressão é fundamental para que as medidas adotadas sejam eficazes.</p>
<p>Outro fator destacado no levantamento é a influência do contexto social no cotidiano das escolas. Muitas unidades de ensino estão inseridas em regiões marcadas pela violência urbana e pela vulnerabilidade social, o que amplia a pressão sobre gestores e professores. Além disso, os pesquisadores identificaram dificuldades na aproximação entre escola, famílias e comunidade.</p>
<p>De acordo com o estudo, criar um clima escolar positivo pode ajudar na prevenção de conflitos e no fortalecimento das relações dentro das instituições de ensino. Ambientes baseados em diálogo, respeito e escuta ativa tendem a facilitar a identificação de problemas e o desenvolvimento de soluções mais rápidas e efetivas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90481</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Quase 40% dos adolescentes relatam bullying nas escolas, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/quase-40-dos-adolescentes-relatam-bullying-nas-escolas-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=89479</guid>

					<description><![CDATA[Um levantamento divulgado pelo IBGE indica que quatro em cada dez estudantes brasileiros entre 13 e 17 anos já foram vítimas de bullying no ambiente escolar. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada em 2024 em instituições de ensino de todo o país. De acordo com o estudo, 39,8% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento divulgado pelo IBGE indica que quatro em cada dez estudantes brasileiros entre 13 e 17 anos já foram vítimas de bullying no ambiente escolar. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada em 2024 em instituições de ensino de todo o país.</p>
<p>De acordo com o estudo, 39,8% dos adolescentes afirmaram ter sofrido esse tipo de violência ao menos uma vez. Além disso, 27,2% relataram ter sido alvo de humilhações de forma repetida, evidenciando que os episódios não são pontuais, mas recorrentes.</p>
<p>A análise também aponta crescimento na intensidade das ocorrências em comparação com a edição anterior da pesquisa, realizada em 2019. Embora o aumento no número total de vítimas tenha sido discreto, houve avanço significativo nos casos de repetição, indicando agravamento do problema entre os jovens.</p>
<p>As meninas aparecem como as principais vítimas. Segundo os dados, 43,3% das estudantes já sofreram bullying, frente a 37,3% dos meninos. Entre elas, 30,1% disseram ter passado por situações de humilhação mais de uma vez, proporção superior à registrada entre os alunos do sexo masculino.</p>
<p>Os motivos mais citados para as agressões estão relacionados à aparência física. Características como rosto e cabelo lideram os relatos, presentes em 30,2% dos casos, seguidas pela aparência corporal e por fatores como cor ou raça. Parte significativa dos estudantes, no entanto, afirma não conseguir identificar uma razão específica para os ataques.</p>
<p>O levantamento também analisou o perfil dos agressores. Cerca de 13,7% dos estudantes admitiram já ter praticado bullying, sendo a maioria composta por meninos. A pesquisa aponta ainda discrepâncias entre o que é relatado por vítimas e autores, sugerindo que fatores como gênero, orientação sexual e deficiência podem estar subnotificados entre os alvos.</p>
<p>Além das agressões verbais, o estudo identificou que 16,6% dos alunos já sofreram violência física dentro do ambiente escolar. Já os casos de bullying virtual, realizados por meio de redes sociais e aplicativos, atingem uma parcela menor, embora ainda significativa dos adolescentes.</p>
<p>Os resultados reforçam o alerta sobre os impactos do bullying na saúde mental e no desempenho escolar dos jovens. Especialistas destacam a necessidade de ampliar políticas de prevenção e fortalecer ações dentro das escolas para enfrentar o problema e promover ambientes mais seguros.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">89479</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Pesquisa revela: jovens estão desamparados diante das redes sociais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-revela-jovens-estao-desamparados-diante-das-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 17:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[violência escolar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=83531</guid>

					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada em abril mostrou que 9 em cada 10 brasileiros acreditam que adolescentes não recebem apoio emocional e social suficiente para lidar com o ambiente digital, especialmente com as redes sociais. O estudo também aponta que 70% defendem a presença de psicólogos nas escolas como medida urgente. O levantamento, conduzido pelo Porto Digital [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada em abril mostrou que 9 em cada 10 brasileiros acreditam que adolescentes não recebem apoio emocional e social suficiente para lidar com o ambiente digital, especialmente com as redes sociais. O estudo também aponta que 70% defendem a presença de psicólogos nas escolas como medida urgente.</p>
<p>O levantamento, conduzido pelo Porto Digital e a Offerwise, traz à tona um debate importante sobre os impactos do mundo online na saúde mental dos jovens, especialmente após a repercussão da série <em>Adolescência</em>, da Netflix. A produção abordou temas como bullying, depressão, pressão estética e distanciamento entre pais e filhos.</p>
<p><strong>Dados Preocupantes</strong></p>
<ul>
<li>57% apontam o bullying e a violência escolar como principais desafios;</li>
<li>48% citam a depressão e a ansiedade;</li>
<li>32% falam da pressão estética;</li>
<li>Apenas 20% dos pais pretendem adotar ferramentas de controle digital no futuro;</li>
<li>Supervisão dos pais diminui conforme os filhos crescem.</li>
</ul>
<p>Especialistas alertam para a fragilidade da autorregulação das redes sociais e destacam a importância de espaços de acolhimento e diálogo, tanto na escola quanto em casa. O psicólogo e professor Luciano Meira defende equilíbrio entre o mundo digital e o real: <em>“É preciso construir relações de confiança e ensinar senso crítico para navegar na internet”.</em></p>
<p>Enquanto isso, o STF analisa mudanças no Marco Civil da Internet e o Congresso discute o PL das Fake News, buscando responsabilizar plataformas por conteúdos nocivos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">83531</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Teatro nas escolas do DF alerta para os perigos do cyberbullying</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/teatro-nas-escolas-do-df-alerta-para-os-perigos-do-cyberbullying/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 14:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Bate-papo]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[cyberbullying]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=83223</guid>

					<description><![CDATA[Escolas públicas do Distrito Federal recebem até 5 de maio a peça teatral Hora da Saída, que trata dos impactos do bullying e do cyberbullying entre adolescentes. A iniciativa, de caráter cultural e pedagógico, é financiada pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, e busca conscientizar os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="" data-start="292" data-end="660">Escolas públicas do Distrito Federal recebem até 5 de maio a peça teatral <em data-start="366" data-end="381">Hora da Saída</em>, que trata dos impactos do bullying e do cyberbullying entre adolescentes. A iniciativa, de caráter cultural e pedagógico, é financiada pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, e busca conscientizar os estudantes por meio da arte.</p>
<p class="" data-start="662" data-end="904">Após a apresentação, os alunos participam de uma roda de conversa com o psicólogo Rodrigo Macedo e a diretora do projeto, Luciana Mauren, para discutir os temas abordados. Os estudantes também recebem cartilhas explicativas e kits com lanche.</p>
<p class="" data-start="906" data-end="1204">Para Rodrigo, o teatro é uma ferramenta eficaz para sensibilizar os jovens. “Eles se identificam com o que veem em cena. O teatro cria um espaço seguro onde eles conseguem refletir e até sentir coisas que não conseguem nomear. Isso gera uma conexão emocional essencial para a aprendizagem”, afirma.</p>
<p class="" data-start="1206" data-end="1463">A diretora Luciana reforça que o projeto foi pensado especialmente para adolescentes. “A arte tem o poder de abrir o diálogo. Por isso, o bate-papo após a peça é fundamental: os alunos conseguem construir seu próprio discurso crítico sobre o tema”, destaca.</p>
<h3 class="" data-start="1465" data-end="1495">Violência que deixa marcas</h3>
<p class="" data-start="1497" data-end="1766">A aluna Sofia Palatucci compartilhou sua experiência com o cyberbullying, que a levou a mudar de escola. “Foi importante ver esse tema retratado no teatro. Muitos estudantes vivem isso e não sabem como reagir. A peça ajuda a entender e reconhecer esses comportamentos.”</p>
<p class="" data-start="1768" data-end="2027">Lino Miguel, 16 anos, aluno do 9º ano, também relatou ter sofrido bullying. Ele destacou a importância de expandir o projeto para outras escolas. “A peça fala de coisas que realmente acontecem, como o preconceito contra pessoas obesas. Isso mexe com a gente.”</p>
<p class="" data-start="2029" data-end="2207">A peça <em data-start="2036" data-end="2051">Hora da Saída</em> tem sido elogiada por unir linguagem artística e educação emocional, despertando empatia e consciência sobre um problema crescente nas escolas brasileiras.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">83223</post-id>	</item>
		<item>
		<title>STF Reconhece obrigação das Escolas em combater discriminação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-reconhece-obrigacao-das-escolas-em-combater-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 22:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação sexual e de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas particulares]]></category>
		<category><![CDATA[escolas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PSOL]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=77874</guid>

					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) formou, nesta sexta-feira (28), maioria de votos para reconhecer que escolas públicas e particulares têm a obrigação de coibir discriminações de gênero e sexual. Esta decisão ocorre no âmbito de uma ação protocolada em 2014 pelo PSOL, que questionava a necessidade de explicitar no Plano Nacional de Educação a responsabilidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou, nesta sexta-feira (28), maioria de votos para reconhecer que escolas públicas e particulares têm a obrigação de coibir discriminações de gênero e sexual. Esta decisão ocorre no âmbito de uma ação protocolada em 2014 pelo PSOL, que questionava a necessidade de explicitar no Plano Nacional de Educação a responsabilidade das instituições de ensino no combate à discriminação.</p>
<p>Até o momento, seis dos 11 ministros votaram favoravelmente, incluindo o relator, Edson Fachin, além dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Eles concordaram que as escolas devem atuar contra discriminações de gênero, orientação sexual, bullying, e discriminações de cunho machista e transfóbico.</p>
<p>Em seu voto, o ministro Fachin destacou a importância de explicitar a proteção contra discriminações no contexto educacional, afirmando que &#8220;uma restrição a direitos fundamentais desta natureza não apenas deveria estar posta expressamente, senão também haveria de ser acompanhada de argumentos dotados de extraordinário peso que a justificassem&#8221;.</p>
<p>O julgamento, realizado em formato virtual, será concluído às 23h59 desta sexta-feira. Com esta decisão, o STF reforça a necessidade de medidas explícitas e efetivas para combater a discriminação nas escolas, promovendo um ambiente educacional mais justo e inclusivo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">77874</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sistema nacional reunirá informações sobre violência escolar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sistema-nacional-reunira-informacoes-sobre-violencia-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 13:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Snave]]></category>
		<category><![CDATA[violência escolar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=76280</guid>

					<description><![CDATA[Oito meses após a sanção da Lei 14.643/2023, o governo federal iniciou a regulamentação do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave) para ampliar a capacidade das ações de prevenção e resposta nos municípios, estados e Distrito Federal. A ferramenta deverá reunir informações que possam auxiliar o sistema educacional no enfrentamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p data-sider-select-id="77891cf9-efce-4f40-af89-8031c199e29c">Oito meses após a sanção da Lei 14.643/2023, o governo federal iniciou a regulamentação do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave) para ampliar a capacidade das ações de prevenção e resposta nos municípios, estados e Distrito Federal. A ferramenta deverá reunir informações que possam auxiliar o sistema educacional no enfrentamento ao problema.</p>
<p>O decreto publicado nesta quinta-feira (25), no Diário Oficial da União, reúne orientações para operacionalização dos Snave por meio dos Ministérios da Educação, dos Direitos Humanos e Cidadania e da Justiça e Segurança Pública. Entre as medidas a serem adotadas estão a criação de protocolo preventivo, identificação e monitoramento de ameaças; capacitação de profissionais de educação; elaboração de planos de resposta a emergências; e sistematização dos registro de ocorrências e das boas práticas de enfrentamento da violência nas escolas.</p>
<p>O Ministério da Educação será o responsável por implementar as capacitações e desenvolver os protocolos em articulação com os entes federados. Da mesma forma, também prestará orientações sobre as leis que tratam do enfrentamento ao <em>bullying</em> e do atendimento de psicologia e serviço social nas escolas.</p>
<p>A norma sugere que a ferramenta a ser criada integre o Sistema Nacional de Informações e de Gestão de Segurança Pública e Defesa Social (Sinesp), existente desde 2012. E junto com a produção e sistematização das informações, também está prevista a prestação de apoio psicossocial às vítimas de violência nas escolas ou em seu entorno, com abordagem multidisciplinar e intersetorialidade conforme a política pública criada em janeiro.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76280</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Especialistas defendem espaços de expressão de sentimentos em escolas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/especialistas-defendem-espacos-de-expressao-de-sentimentos-em-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2023 14:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Violência nas Escolas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=58869</guid>

					<description><![CDATA[A cultura de diálogo que fortaleça os valores democráticos nas escolas é um dos caminhos apontados por educadores para frear o aumento de ataques em escolas do país. Antes incomum, os crimes têm exigido atenção das autoridades e gerado alerta entre famílias e estudantes. Catarina de Almeida, professora e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A cultura de diálogo que fortaleça os valores democráticos nas escolas é um dos caminhos apontados por educadores para frear o aumento de ataques em escolas do país. Antes incomum, os crimes têm exigido atenção das autoridades e gerado alerta entre famílias e estudantes.</p>
<p>Catarina de Almeida, professora e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), vê as instituições de ensino mais vulneráveis por motivos que não estão ligados à falta de instrumentos de segurança.</p>
<blockquote><p>&#8220;As escolas têm sido perseguidas quando tratam de temas como educação sexual, questões de gênero, racismo, misoginia. Temos inclusive muitos parlamentares que expõem a figura do professor ou da professora. E isso é uma questão muita séria para a saúde psíquica desses professores. Ainda passam para a sociedade a ideia de que qualquer pessoa pode entrar numa escola e dizer o que ela deve ou não fazer &#8220;, avalia.</p></blockquote>
<p>Segundo Catarina, a redução de componentes curriculares de ciências humanas e sociais aplicadas &#8211; história, filosofia, sociologia e geografia &#8211; no ensino médio fazem com que estudantes tenham dificuldades de compreender noções de justiça, solidariedade, respeito aos direitos humanos e combate aos preconceitos de qualquer natureza. Ao mesmo tempo, Catarina defende a criação de políticas públicas para capacitar as comunidades escolares e familiares a identificar alterações comportamentais nos jovens e observarem o conteúdo digital consumido por crianças e adolescentes.</p>
<p>Para a educadora Telma Vinha, coordenadora de pesquisa realizada pela Unicamp sobre casos de ataques em escolas por alunos ou ex-alunos, é preciso desenvolver, por meio de políticas públicas, uma cultura de diálogo nas escolas que fortaleçam os valores democráticos. Ela defende a criação espaços de expressão de sentimento, voltados para fomentar um clima positivo na convivência, e também espaços de mediação de conflitos que podem envolver assembleias coletivas e reuniões privadas onde os estudantes aprendem a usar o diálogo em substituição à violência.</p>
<blockquote><p>“Hoje os profissionais da educação atuam como bombeiro. Só atuam depois que os conflitos entre alunos já estão ocorrendo na escola. É preciso criar um clima positivo de convivência capaz de evitar que eles surjam. Mas só é possível capitaneado pelo Ministério da Educação, por secretarias estaduais de educação. Não dá para responsabilizar individualmente cada escola&#8221;.</p></blockquote>
<p>Ainda segundo ela, quando ocorrem esses episódios, muitas das soluções apresentadas se baseiam apenas em medidas de segurança. “Nos Estados Unidos, o excesso de aparato de segurança nas escolas não resolve. Lá tem detector de metal, câmeras 3D, e os casos continuam ocorrendo”, alertou.</p>
<p>Paralelamente aos projetos que envolvem a escola, a ampliação do trabalho de inteligência é considerada fundamental. Na semana passada, mensagens contendo ameaças de ataque a uma escola do Rio de Janeiro foram encontradas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública durante monitoramento na internet. O conteúdo foi encaminhado à Polícia Civil, que apreendeu uma adolescente de 12 anos, órfã de mãe e, segundo as investigações, com problemas de relacionamento na instituição de ensino, onde seria vítima de <em>bullying</em>. De acordo com os policiais, ela admitiu ser a autora das mensagens.</p>
<p>Em 2021, um jovem de 16 anos também foi apreendido em Goiânia após a identificação de conversas onde ele anunciava admitia ser fã do nazismo e afirmava estar pronto para cometer algum ataque em escola, pois teria facilidade em acessar material bélico. Telma observa que hoje não há uma plataforma centralizada de denúncia, onde estudantes possam ir quando veem algo na internet ou em grupos privados.</p>
<p>“Às vezes contam para o diretor, que não sabe o que fazer e faz um boletim na delegacia do bairro&#8221;, relata. Ela avalia que a criação de um canal unificado facilitará com que as denúncias sejam feitas e permitirá que elas sejam levadas mais à sério e sejam investigadas com inteligência.</p>
<h2>Armas de fogo</h2>
<p>Nem todos os episódios de violência em ambiente escolar estão relacionados com armas de fogo. Ainda assim, de acordo com o levantamento da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as armas de fogo foram usadas em mais da metade dos casos: 12 dos 22 ataques. Em seis episódios, o jovem teve acesso ao armamento em casa.</p>
<p>O documento produzido pelo grupo mobilizado pelo professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Daniel Cara, compilou dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública para apontar os efeitos das políticas de flexibilização das normas para compra de armas adotadas durante o governo de Jair Bolsonaro, entre 2018 e 2022.  No período, o número de registros de armas em mãos de caçadores, atiradores e colecionadores quase sextuplicou alcançando a marca de 673.818.</p>
<p>“Esses dados são fundamentais para a desconstrução da narrativa que coloca essa violência na conta das escolas, que apontam soluções fáceis, que geralmente, culpabilizam as instituições escolares”, apontam os pesquisadores. Eles cobram alterações normativas e legais que revertam esse quadro.</p>
<h2>Mudanças na legislação</h2>
<p>No documento, educadores defendem atualizações no Código Penal para tipificar condutas relacionadas à cooptação e recrutamento de crianças e adolescentes por grupos e ideologias de extremistas de direita. Também advogam pela tipificação da fabricação, comercialização, distribuição e veiculação de símbolos, emblemas, distintivos ou propaganda de teor supremacista que façam ou não uso da cruz suástica.</p>
<p>Uma outra mudança fundamental na ótica dos pesquisadores é a adoção de um novo marco regulatório para a internet que seja capaz de oferecer mecanismos contra a circulação de discursos de ódio e desinformação promovidos não apenas por grupos neonazistas, mas também por lideranças públicas políticas e sociais que ganharam visibilidade em diversos lugares do mundo onde a extrema-direita cresceu nos últimos anos. Fóruns virtuais, chats, redes sociais e aplicativos como Telegram, Whatsapp e Discord se tornaram espaços de disseminação desses conteúdos.</p>
<p>A responsabilização das plataformas pelas publicações dos usuários exige alterações no Marco Civil da Internet e é um assunto controverso que vem gerando debates institucionais. O tema esteve em pauta no mês passado em uma audiência pública realizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Telma Vinha observa que fóruns de grupos neonazistas se encontravam anteriormente na chamada <em>Deep Web</em>, que não é indexada em sistemas de busca e é de acesso mais restrito, demandando navegadores específicos. “Nos últimos anos, eles passaram para a superfície da internet. É de fácil acesso através das redes sociais”, afirma.</p>
<p>Os pesquisadores da Unicamp possuem <em>prints</em> de mensagens ameaçadoras encontradas em redes sociais. Uma dessas postagens, em que o autor afirma já ter armas, vestimentas e um parceiro na escola que topou executar seu plano, continha 43 curtidas. A publicação ficou cerca de um mês no Twitter.</p>
<p>A forma de funcionamento dos algoritmos das redes sociais também gera preocupação: ao curtir uma mensagem desse teor ou assistir um vídeo contendo discurso de ódio, outros perfis e publicações similares são recomendados. E além de facilitar o acesso a esses conteúdos, muitos deles são monetizados a partir de publicidade direcionada pela própria plataforma.</p>
<h2>Abordagem jornalística</h2>
<p>Cuidados que a mídia deve ter ao reportar um ataque foram discutidos em webinário promovido pela Jeduca, uma associação formada por jornalistas que cobrem educação.</p>
<p>Pesquisadores consideram que determinados tipos de cobertura podem influenciar novos episódios. Segundo Catarina, é preciso uma abordagem jornalística que evite dar notoriedade ao autor do ataque, uma vez que este é exatamente o seu objetivo e a atenção da mídia é percebida como recompensa. Ela considera inadequado mostrar imagens da ação e dar relevância à história de vida do autor. “A exposição aumenta o status social daquele que provocou o ataque, gerando uma notoriedade que é desejada por outros”, observa.</p>
<p>Em sua visão, o detalhamento da história de vida do autor acaba por individualizar o caso podendo, por exemplo, passar a ideia equivocada de que ele está unicamente relacionado com um quadro de depressão. Ela reitera que se trata de um fenômeno mais complexo. &#8220;Ficar dizendo que o autor estava se vingando por ter sofrido bullying e falar das origens do atirador pode fazer com outros jovens se identifiquem&#8221;, acrescenta a pesquisadora.</p>
<p>Além disso, as extensas coberturas com o relato minucioso, que revelam o passo a passo do plano de ataque, podem proporcionar disseminação de informação indesejada. &#8220;Os autores buscam observar aquilo que outros já fizeram. Como eles não se conhecem, onde eles buscam obter essas informações? Na mídia. Então a mídia pode influenciar na proliferação desses ataques realizados por jovens em escolas&#8221;, avalia Catarina.</p>
<p>A pesquisadora afirma que há projetos de lei em tramitação no Congresso inspirados em medidas adotadas na Nova Zelândia, onde é proibido noticiar informações sobre o autor do ataque e sobre os procedimentos utilizados. Ela também observa que diretrizes já elaboradas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para cobertura de casos de suicídio também podem ser válidas para reportagens sobre ocorrências de ataques em escolas. A entidade recomenda evitar o sensacionalismo, não mostrar vídeos e fotografias da ação, não fornecer descrição passo a passo dos métodos.</p>
<p>Para Catarina, é preciso reduzir o tempo de cobertura midiática sobre os ataques. De outro lado, ele acredita que a imprensa pode contribuir para o enfrentamento da situação se focar nas punições, se retratar a ação como algo vergonhoso e se, passado o calor do momento, acompanhar e cobrar a implementação de propostas.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">58869</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
