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	<title>BRB &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF forma maioria inicial para manter prisão de ex-presidente do BRB em escândalo bilionário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:50:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[BRB]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Master]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Henrique Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento que decidirá o futuro imediato do ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, preso no âmbito das investigações sobre o chamado caso Banco Master. Até o momento, dois ministros da Corte já votaram pela manutenção da prisão preventiva do executivo, indicando uma tendência inicial no colegiado. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento que decidirá o futuro imediato do ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, preso no âmbito das investigações sobre o chamado caso Banco Master. Até o momento, dois ministros da Corte já votaram pela manutenção da prisão preventiva do executivo, indicando uma tendência inicial no colegiado.</p>
<p>A análise ocorre na Segunda Turma do STF, responsável por julgar processos de natureza penal na Corte. Os ministros André Mendonça e Luiz Fux foram os primeiros a se manifestar, ambos favoráveis à continuidade da detenção.</p>
<p>O julgamento acontece em plenário virtual e deve seguir até o fim da semana, período no qual os demais integrantes do colegiado ainda podem apresentar seus votos e definir o desfecho do caso.</p>
<h3>Prisão ligada a investigação de corrupção e lavagem de dinheiro</h3>
<p>Paulo Henrique Costa foi detido durante a mais recente fase da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal para apurar suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo o sistema financeiro.</p>
<p>De acordo com as investigações, o ex-dirigente do BRB é suspeito de participar de um esquema que teria movimentado valores milionários em troca de favorecimento ao Banco Master. As apurações indicam que ele teria negociado cerca de R$ 146 milhões em vantagens indevidas, supostamente pagas por meio de imóveis de alto padrão.</p>
<p>A Polícia Federal sustenta que os pagamentos teriam como objetivo influenciar decisões estratégicas dentro do banco estatal, especialmente relacionadas a operações envolvendo a instituição privada investigada.</p>
<h3>Indícios e elementos reunidos pela investigação</h3>
<p>Documentos e mensagens analisados pelos investigadores apontam para uma relação direta entre o ex-presidente do BRB e operadores do esquema. Em conversas obtidas pela apuração, há referências à escolha de imóveis e tratativas sobre benefícios, o que, segundo os órgãos de investigação, reforça a hipótese de pagamento de propina.</p>
<p>Além disso, a decisão que autorizou a prisão menciona indícios de que o executivo teria utilizado sua posição para sustentar interesses do Banco Master, levantando suspeitas de desvio de finalidade na gestão da instituição pública.</p>
<h3>Papel do STF e próximos passos</h3>
<p>O julgamento em curso no STF não trata ainda do mérito das acusações, mas sim da legalidade e necessidade da prisão preventiva. Nesse tipo de análise, os ministros avaliam fatores como risco de interferência nas investigações, possibilidade de fuga e gravidade dos fatos apurados.</p>
<p>A decisão final caberá aos cinco ministros da Segunda Turma, que também inclui Gilmar Mendes, Nunes Marques e Dias Toffoli — este último já declarou impedimento em processos relacionados ao caso anteriormente.</p>
<h3>Contexto do escândalo financeiro</h3>
<p>O caso Banco Master tornou-se um dos principais escândalos recentes do setor financeiro brasileiro. As investigações tiveram início após suspeitas de irregularidades em operações envolvendo a tentativa de aquisição da instituição pelo BRB e movimentações consideradas atípicas pelo Banco Central.</p>
<p>A operação policial já revelou um complexo esquema de transações financeiras, com indícios de uso de empresas, imóveis e intermediários para ocultar pagamentos ilícitos.</p>
<h3>Decisão pode impactar desdobramentos do caso</h3>
<p>A definição do STF sobre a prisão de Paulo Henrique Costa é vista como um passo importante para o andamento das investigações. Caso a maioria seja formada pela manutenção da detenção, a tendência é de fortalecimento das medidas cautelares adotadas até o momento.</p>
<p>Por outro lado, eventual reversão da prisão poderia abrir espaço para novas estratégias de defesa e alterar o ritmo das apurações.</p>
<p>Enquanto o julgamento segue em andamento, o caso continua a repercutir nos meios político e econômico, reforçando a gravidade das suspeitas que envolvem uma das principais instituições financeiras públicas do país.</p>
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		<title>Governo do Distrito Federal propõe usar imóveis públicos para reforçar capital do Banco de Brasília</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-do-distrito-federal-propoe-usar-imoveis-publicos-para-reforcar-capital-do-banco-de-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 17:21:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[BRB]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[GDF]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo do Distrito Federal encaminhou à Câmara Legislativa um projeto de lei que autoriza a utilização de 12 imóveis públicos como instrumento para fortalecer o caixa do Banco de Brasília. A proposta integra o plano apresentado ao Banco Central do Brasil com o objetivo de levantar ao menos R$ 2,6 bilhões e recompor perdas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Distrito Federal encaminhou à Câmara Legislativa um projeto de lei que autoriza a utilização de 12 imóveis públicos como instrumento para fortalecer o caixa do Banco de Brasília. A proposta integra o plano apresentado ao Banco Central do Brasil com o objetivo de levantar ao menos R$ 2,6 bilhões e recompor perdas associadas à aquisição de carteiras de crédito do Banco Master.</p>
<p>De acordo com o Executivo local, os imóveis poderão servir como garantia em operações de crédito, inclusive em eventual empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O governo ressalta que a medida não implica venda imediata do patrimônio público, mas busca oferecer maior segurança a credores, reduzir riscos de inadimplência e, consequentemente, obter condições financeiras mais vantajosas para o banco.</p>
<h3>Estratégia de capitalização</h3>
<p>O texto legislativo prevê três frentes principais: a integralização de capital com bens móveis ou imóveis; a alienação de patrimônio com destinação direta dos recursos ao banco; e a adoção de outras medidas autorizadas pelo Sistema Financeiro Nacional.</p>
<p>Caso aprovado, o projeto permitirá ao GDF transferir propriedades ao BRB, estruturar operações por meio de fundos imobiliários, constituir garantias reais ou até realizar vendas diretas. As alternativas poderão ser executadas de forma isolada ou combinada, conforme a estratégia financeira adotada.</p>
<p>A iniciativa surge em meio ao monitoramento regulatório intensificado após operações envolvendo o BRB e o Banco Master, que impactaram indicadores de capital e colocaram a instituição sob maior escrutínio do mercado e das autoridades.</p>
<h3>Imóveis listados</h3>
<p>Entre as áreas incluídas na proposta estão o Centro Administrativo do Distrito Federal (Centrad), em Taguatinga, além de terrenos localizados no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), no Parque do Guará, no Lago Sul, na Asa Norte e no Setor Habitacional Tororó, próximo ao complexo da Papuda.</p>
<p>Os imóveis pertencem a estatais distritais como a Terracap e a Novacap. O projeto determina que qualquer operação deverá ser precedida de avaliação técnica dos bens, observância das regras de governança e respeito ao interesse público.</p>
<h3>Pressão do Banco Central e desafios fiscais</h3>
<p>A necessidade de reforço de capital ganhou urgência após o Banco Central sinalizar a possibilidade de impor restrições operacionais ao BRB caso não haja recomposição adequada até a divulgação do próximo balanço, prevista para 31 de março. Entre as medidas potenciais estariam limitações à expansão de negócios e restrições a novas operações de crédito.</p>
<p>Nos últimos meses, o banco vendeu carteiras de crédito para instituições privadas a fim de recuperar liquidez. Contudo, essa estratégia não elevou o patrimônio líquido — elemento central para melhorar o índice de Basileia, indicador que mede a solidez financeira das instituições bancárias.</p>
<p>Outro obstáculo enfrentado pelo Distrito Federal é a recente piora na nota de Capacidade de Pagamento (Capag), divulgada pelo Tesouro Nacional. A classificação C impede o governo local de contratar empréstimos com garantia da União, restringindo alternativas tradicionais de financiamento.</p>
<p>O projeto agora será debatido pelos deputados distritais, em meio a um cenário de pressão regulatória e necessidade urgente de recomposição do capital do banco público.</p>
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