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	<title>Brasil &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Brasil &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil conquista título do Grand Prix de Parataekwondo em Paris com seis medalhas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-conquista-titulo-do-grand-prix-de-parataekwondo-em-paris-com-seis-medalhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 22:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Carolina Moura]]></category>
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		<category><![CDATA[Paris 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[A seleção brasileira de parataekwondo conquistou nesta quinta-feira (8) o título da etapa de Paris do Grand Prix da modalidade. Com seis medalhas, sendo duas de ouro, três de prata e uma de bronze, o Brasil terminou na liderança do quadro de medalhas da competição realizada na França. O resultado representa a melhor campanha do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A seleção brasileira de parataekwondo conquistou nesta quinta-feira (8) o título da etapa de Paris do Grand Prix da modalidade. Com seis medalhas, sendo duas de ouro, três de prata e uma de bronze, o Brasil terminou na liderança do quadro de medalhas da competição realizada na França. O resultado representa a melhor campanha do país desde o início do circuito em 2026.</p>
<p>Entre os principais destaques estão as vitórias de Ana Carolina Moura, na categoria até 65 kg, e Silvana Cardoso Fernandes, nos 57 kg. A equipe também garantiu duas medalhas de prata em decisões com participação brasileira e subiu ao pódio na categoria até 58 kg.</p>
<h3>Ana Carolina repete vitória sobre adversária francesa</h3>
<p>Campeã paralímpica nos Jogos de Paris 2024, a mineira Ana Carolina Moura voltou a enfrentar a francesa Djelika Diallo na final da categoria até 65 kg. Assim como na decisão dos Jogos Paralímpicos, a brasileira venceu a adversária por dois rounds a zero e garantiu mais um ouro em território francês.</p>
<p>Outro destaque foi Silvana Cardoso Fernandes, da Paraíba, que conquistou o título na categoria até 57 kg. A final teve uma disputa exclusivamente brasileira: Silvana superou a gaúcha Maria Eduarda Stumpf por dois rounds a zero. Com o resultado, Maria Eduarda ficou com a medalha de prata.</p>
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<h3>Brasil conquista três pratas e um bronze</h3>
<p>Além das duas medalhas de ouro, a seleção brasileira garantiu outras três pratas e um bronze.</p>
<p>O fluminense Valter Sedano ficou em segundo lugar na categoria até 70 kg, após ser derrotado pelo mexicano Juan Diego García López por dois rounds a zero. Já o paraibano Joel Gomes conquistou a prata nos 80 kg, depois de perder a final para o cazaque Nurlan Dombayev, também por dois rounds a zero.</p>
<p>O bronze veio com o paranaense Gustavo Antony Ruppel, na categoria até 58 kg. Ele venceu o primeiro round da semifinal contra o israelense Asaf Yasur, mas acabou superado nos dois seguintes. Yasur avançou à decisão e conquistou o título da categoria.</p>
<h3>Campanha brasileira ganha força no circuito internacional</h3>
<p>O desempenho em Paris dá sequência aos resultados obtidos pelo Brasil nas etapas anteriores do Grand Prix em 2026.</p>
<p>Em Roma, na Itália, em junho, a seleção conquistou três medalhas: ouro com Silvana Fernandes e pratas com Maria Eduarda Stumpf e Ana Carolina Moura. Em setembro, na etapa de Muju, na Coreia do Sul, os brasileiros somaram quatro pódios, com um ouro, uma prata e dois bronzes.</p>
<p>O Grand Prix distribui até 60 pontos no ranking mundial para atletas que chegam ao pódio, tornando os resultados importantes para a posição dos competidores na classificação internacional.</p>
<h3>Mundial e última etapa do Grand Prix estão no calendário</h3>
<p>A próxima competição da seleção brasileira será o Campeonato Mundial de Parataekwondo, marcado para os dias 20 a 22 de novembro, em Muju, na Coreia do Sul.</p>
<p>Na sequência, o Brasil disputará a etapa final do Grand Prix de 2026, prevista para 28 de novembro, em Astana, no Cazaquistão. A equipe chega aos próximos compromissos depois de uma campanha em Paris que reforça a presença brasileira entre os destaques internacionais da modalidade.</p>
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		<title>Copa do Mundo Feminina de 2027 supera marca histórica e recebe 161 mil inscrições para voluntariado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 16:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo Feminina 2027]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
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		<category><![CDATA[Futebol Feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[A Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil, estabeleceu um novo recorde de inscrições para o programa de voluntariado da competição. Mais de 161 mil pessoas, de 183 países, manifestaram interesse em participar da organização do torneio, número superior ao dobro das aproximadamente 68 mil inscrições registradas na edição de 2023, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil, estabeleceu um novo recorde de inscrições para o programa de voluntariado da competição. Mais de 161 mil pessoas, de 183 países, manifestaram interesse em participar da organização do torneio, número superior ao dobro das aproximadamente 68 mil inscrições registradas na edição de 2023, disputada na Austrália e na Nova Zelândia.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (8) pela Federação Internacional de Futebol (FIFA). Apesar do volume de interessados, cerca de 6 mil pessoas serão selecionadas para trabalhar nas operações do campeonato, que ocorrerá entre junho e julho de 2027.</p>
<h2>Mulheres são maioria entre os inscritos</h2>
<p>As mulheres correspondem a 58% das inscrições recebidas pelo programa. Os homens representam 39%, enquanto 3% dos candidatos se identificaram como não binários ou pertencentes a outra categoria de gênero.</p>
<p>O Brasil concentra a maior parte dos interessados, com 83% do total de inscrições. Entre os candidatos estrangeiros, Colômbia, México, Marrocos, Nigéria e Estados Unidos aparecem entre os países com maior participação.</p>
<p>No território brasileiro, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília lideram o número de candidaturas. As três cidades estão entre as oito sedes escolhidas para receber partidas e atividades relacionadas à competição.</p>
<h2>Selecionados atuarão em mais de 30 funções</h2>
<p>Os voluntários poderão trabalhar em mais de 20 áreas funcionais, com oportunidades distribuídas por mais de 30 tipos de atividades. Entre os setores previstos estão atendimento à imprensa, tecnologia, transporte, gestão da competição e organização de cerimônias.</p>
<p>As funções não ficarão restritas aos estádios. Os participantes também poderão atuar em aeroportos, centros de treinamento, hotéis e outros espaços utilizados na operação do Mundial.</p>
<p>Segundo a FIFA, os candidatos que avançarem na etapa inicial de triagem serão convidados para entrevistas ao longo dos próximos dois meses. Os selecionados receberão orientações e treinamento para as atividades que irão desempenhar durante o evento.</p>
<p>A participação no programa não é remunerada. Como parte do suporte oferecido, os voluntários terão alimentação durante os turnos, soluções de transporte nas cidades-sede nos dias de trabalho, uniforme oficial e itens de reconhecimento pela contribuição ao torneio.</p>
<h2>Brasil receberá oito cidades-sede</h2>
<p>A Copa do Mundo Feminina de 2027 será disputada em oito cidades brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.</p>
<p>O torneio será realizado de 24 de junho a 25 de julho de 2027 e terá a participação de 32 seleções. A partida de abertura e a final estão previstas para o Maracanã, no Rio de Janeiro.</p>
<p>A competição será a primeira edição da Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul. Na edição de 2014 da Copa masculina, também sediada pelo Brasil, mais de 13 mil voluntários participaram das operações em 12 cidades-sede.</p>
<p>A expectativa é que o programa de voluntariado contribua para a organização de um dos maiores eventos esportivos já realizados no país, reunindo participantes brasileiros e estrangeiros em atividades de apoio às seleções, aos torcedores e às equipes envolvidas na competição.</p>
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		<item>
		<title>Brasil reforça vacinação e vigilância contra o sarampo diante do avanço da doença nas Américas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-reforca-vacinacao-e-vigilancia-contra-o-sarampo-diante-do-avanco-da-doenca-nas-americas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 14:12:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde reforçou as ações de vacinação e vigilância contra o sarampo diante do aumento de casos nos Estados Unidos e em outros países das Américas. Até 5 de outubro, o Brasil havia registrado 52 casos importados da doença, sendo 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio de Janeiro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde reforçou as ações de vacinação e vigilância contra o sarampo diante do aumento de casos nos Estados Unidos e em outros países das Américas. Até 5 de outubro, o Brasil havia registrado 52 casos importados da doença, sendo 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio de Janeiro. Apesar dos registros, o país permanece sem circulação endêmica do vírus.</p>
<p>O alerta ocorre em um cenário de expansão do sarampo no continente. Segundo dados citados pelo Ministério da Saúde, os Estados Unidos enfrentam o maior número anual de casos em mais de 35 anos. Mais de 90% das pessoas infectadas no país não estavam vacinadas ou não tinham informação sobre a situação vacinal.</p>
<p>Na América Latina e América do Norte, Estados Unidos, Guatemala, México, Peru e Canadá concentram mais de 95% dos casos confirmados em 2026, de acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).</p>
<h3>Vigilância é reforçada</h3>
<p>Para evitar que casos importados provoquem novas cadeias de transmissão no Brasil, equipes de saúde realizam busca ativa, investigação epidemiológica, acompanhamento de pessoas que tiveram contato com infectados e bloqueio vacinal.</p>
<p>A vacinação também foi ampliada em locais públicos e áreas de grande circulação, especialmente nas regiões que registraram casos.</p>
<p>Em São Paulo, as ações foram reforçadas na capital, em Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André. Entre as medidas está a aplicação da chamada dose zero para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. Essa dose é complementar ao esquema de rotina, que prevê vacinação aos 12 e aos 15 meses.</p>
<p>Na região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, o Ministério da Saúde também ampliou a resposta após a identificação de casos importados. As equipes atuam na vacinação, investigação de suspeitas, coleta de amostras e acompanhamento de contatos.</p>
<h3>Brasil recuperou status de eliminação</h3>
<p>O país já enfrentou um cenário mais grave recentemente. Em 2019, foram registrados mais de 20 mil casos de sarampo e, após mais de 12 meses de transmissão, o Brasil perdeu a certificação de eliminação da doença.</p>
<p>A situação foi revertida após a interrupção da transmissão sustentada. Em novembro de 2024, a Opas voltou a reconhecer o Brasil como país livre da circulação endêmica do sarampo.</p>
<p>Entre 2023 e 2025, foram confirmados 85 casos no país, sem registro de mortes. Em 2026, os casos registrados até agora estão relacionados à importação ou a situações que ainda são investigadas pelas autoridades de saúde.</p>
<h3>Cobertura vacinal aumentou</h3>
<p>A melhora da vacinação é apontada pelo Ministério da Saúde como um dos fatores que ajudaram o país a recuperar e manter o controle da doença.</p>
<p>Desde 2023, a cobertura das 16 vacinas previstas no calendário infantil aumentou, enquanto o número de crianças sem vacinação caiu 86%, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Unicef.</p>
<p>Em 2025, a cobertura da primeira dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 93,10% no país. Em São Paulo, o índice foi de 94,39%, enquanto no Amazonas ficou em 89,54%.</p>
<p>Ao longo de 2026, quatro grandes mobilizações de vacinação foram realizadas. Mais de 3,8 milhões de doses foram aplicadas em São Paulo e aproximadamente 192 mil no Amazonas.</p>
<h3>Vacina está disponível gratuitamente</h3>
<p>O Ministério da Saúde reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Quem estiver com alguma dose atrasada deve procurar uma unidade de saúde para verificar a situação da caderneta e completar o esquema recomendado pelo Programa Nacional de Imunizações.</p>
<p>A manutenção de altas coberturas vacinais, aliada à identificação rápida de casos e ao acompanhamento dos contatos, é considerada essencial para impedir que infecções trazidas de outros países voltem a provocar transmissão sustentada do vírus no território brasileiro.</p>
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		<title>WSL cancela etapa de Abu Dhabi do Circuito Mundial de Surfe de 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/wsl-cancela-etapa-de-abu-dhabi-do-circuito-mundial-de-surfe-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 22:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Circuito Mundial de Surfe]]></category>
		<category><![CDATA[etapa de Abu Dhabi]]></category>
		<category><![CDATA[EUA x Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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		<category><![CDATA[ranking mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
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					<description><![CDATA[A Liga Mundial de Surfe (WSL) retirou do calendário do Circuito Mundial de 2026 a etapa do Abu Dhabi Pro, que seria realizada nos Emirados Árabes Unidos. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (4) e está relacionada a dificuldades logísticas provocadas pelas restrições de voos na região, afetada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Liga Mundial de Surfe (WSL) retirou do calendário do Circuito Mundial de 2026 a etapa do Abu Dhabi Pro, que seria realizada nos Emirados Árabes Unidos. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (4) e está relacionada a dificuldades logísticas provocadas pelas restrições de voos na região, afetada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.</p>
<p>A competição já havia passado por uma alteração de datas antes do cancelamento. Inicialmente prevista para outubro, a etapa tinha sido transferida pela organização para o período de 25 a 29 de novembro, em uma tentativa de manter Abu Dhabi na programação da temporada. Com as limitações de deslocamento, porém, a WSL decidiu retirar definitivamente a prova do circuito deste ano.</p>
<p>A saída de Abu Dhabi modifica o planejamento da temporada de 2026, que foi estruturada pela WSL com mudanças importantes no formato do campeonato. O circuito passou a contar com uma temporada regular e uma fase posterior, enquanto o Pipe Masters, no Havaí, volta a ter papel decisivo na definição dos campeões mundiais.</p>
<p>A etapa de Abu Dhabi estava prevista para integrar justamente essa fase final do campeonato. O evento seria disputado em uma piscina de ondas artificiais na Ilha Hudayriyat, nos Emirados Árabes Unidos, e fazia parte do calendário da WSL desde 2025.</p>
<p>Com a exclusão da prova, os atletas terão uma etapa a menos na programação antes das disputas finais da temporada. A mudança também ocorre em um momento importante da briga pelo título mundial, já que os resultados das últimas competições podem ter impacto direto na classificação dos principais surfistas.</p>
<p>A temporada segue agora para a próxima etapa do calendário, em Lower Trestles, na Califórnia, entre os dias 11 e 20 de setembro. Depois, o circuito terá a competição de Portugal e o encerramento no Pipeline, no Havaí, onde serão definidos os campeões mundiais de 2026.</p>
<p>A retirada de Abu Dhabi também representa uma alteração significativa para a WSL, que havia apostado na realização da competição no Oriente Médio como uma das etapas da pós-temporada. Em 2025, o evento entrou para a história por ser a primeira prova do Circuito Mundial realizada na região.</p>
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		<item>
		<title>Brasil apresenta plano para recuperar mais de 163 mil km² de áreas degradadas até 2030</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-apresenta-plano-para-recuperar-mais-de-163-mil-km%c2%b2-de-areas-degradadas-ate-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[COP17 da Desertificação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil apresentou nesta terça-feira (25) um conjunto de metas para reduzir a degradação de terras e ampliar a recuperação de áreas afetadas em seu território. O compromisso prevê a restauração de mais de 163 mil quilômetros quadrados até 2030 e foi anunciado durante a 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil apresentou nesta terça-feira (25) um conjunto de metas para reduzir a degradação de terras e ampliar a recuperação de áreas afetadas em seu território. O compromisso prevê a restauração de mais de 163 mil quilômetros quadrados até 2030 e foi anunciado durante a 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), realizada em Ulaanbaatar, na Mongólia.</p>
<p>As ações previstas incluem a recuperação de vegetação nativa, a ampliação de sistemas agroflorestais e iniciativas em unidades de conservação, territórios indígenas, áreas de preservação permanente e bacias hidrográficas. O objetivo é contribuir para a recuperação de terras degradadas e, ao mesmo tempo, preservar áreas que ainda apresentam condições adequadas de conservação.</p>
<p>O compromisso brasileiro está relacionado às metas de Neutralidade da Degradação da Terra, conhecidas pela sigla LDN, de Land Degradation Neutrality. Trata-se de compromissos voluntários assumidos pelos países para manter ou aumentar a quantidade de terras consideradas saudáveis e produtivas.</p>
<p>Para estabelecer sua referência, o Brasil adotou como base a situação registrada em 2020. Naquele ano, o país contabilizava 55,7 milhões de hectares classificados com tendência à degradação. Para cumprir o princípio de neutralidade até 2030, a meta é chegar ao fim do período com pelo menos essa mesma quantidade de terras preservadas das tendências de degradação.</p>
<p>O compromisso apresentado pelo país, porém, vai além da área destinada diretamente à restauração. O planejamento inclui outros 3,51 milhões de quilômetros quadrados que deverão receber medidas de prevenção, conservação e manejo sustentável.</p>
<p>Somadas as áreas de restauração e conservação, a meta oficial brasileira dentro da LDN chega a 3,67 milhões de quilômetros quadrados.</p>
<h3>Brasil chega à COP17 após anos de atraso</h3>
<p>A apresentação das metas ocorre quase uma década depois do início do processo internacional para que os países definissem seus compromissos de Neutralidade da Degradação da Terra.</p>
<p>O conceito de LDN foi formalizado pela Organização das Nações Unidas em 2015, mesmo ano em que o Brasil criou sua Política Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, por meio da Lei nº 13.153. A legislação também estabeleceu a Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD).</p>
<p>A comissão, no entanto, ficou inativa no ano seguinte e acabou extinta em 2019. A estrutura foi retomada e reorganizada somente em 2024, por meio do Decreto nº 11.932.</p>
<p>Dos 196 países que fazem parte da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), 131 já se comprometeram a estabelecer metas de LDN. O Brasil está entre eles, mas apresentou oficialmente suas metas com quase dez anos de atraso em relação ao cronograma inicial.</p>
<h3>Meta brasileira é destacada durante conferência</h3>
<p>Durante a apresentação do compromisso brasileiro, o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, destacou a importância da cooperação internacional diante do avanço da degradação e da expansão das áreas sujeitas à seca.</p>
<p>&#8220;A cada dia que passa, crescem as áreas sujeitas à seca e à degradação da terra em vários países. Portanto, é uma ação decisiva de cooperação internacional contra a desertificação.”</p>
<p>A representante regional da UNCCD para a América Latina e Caribe, Laura Meza, avaliou que a meta brasileira coloca a região entre aquelas com maior volume territorial de compromissos relacionados à sustentabilidade do solo.</p>
<p>Para ela, os efeitos das ações de recuperação podem alcançar diferentes setores, incluindo a produção agrícola e as condições socioeconômicas das populações que vivem nas áreas afetadas.</p>
<p>&#8220;Restaurar não tem apenas um impacto ambiental, tem impacto na agricultura e na restauração socioprodutiva. Não se pode separar esse impacto ambiental da vida das pessoas&#8221;, disse Meza.</p>
<p>A diretora adjunta da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Nora Barahona, também ressaltou o papel que o Brasil pode desempenhar no cumprimento dos compromissos internacionais de combate à degradação do solo.</p>
<p>“Precisamos do apoio do Brasil para apoiar outros países-membros, para construir uma solidariedade dentro da região e internacionalmente. Para que outros sigam o exemplo maravilhoso que vocês estão dando”, disse Nora.</p>
<p>O compromisso anunciado na COP17 amplia a participação brasileira nas iniciativas internacionais voltadas ao combate à desertificação e à degradação das terras. Até 2030, o país terá como desafio colocar em prática as ações de restauração, conservação, prevenção e manejo sustentável previstas nas metas apresentadas na conferência.</p>
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		<title>Libertadores pode ter semifinal inédita com quatro clubes brasileiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/libertadores-pode-ter-semifinal-inedita-com-quatro-clubes-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:44:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Exportes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Libertadores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[representantes]]></category>
		<category><![CDATA[Semifinais]]></category>
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					<description><![CDATA[A Libertadores de 2026 pode registrar um feito inédito na história da competição. Pela primeira vez, os quatro times classificados para as semifinais poderão ser brasileiros. Para isso, Corinthians, Flamengo, Palmeiras e Fluminense precisam superar seus respectivos confrontos nas quartas de final. A possibilidade ganhou força na noite de quinta-feira (20), quando o Corinthians confirmou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Libertadores de 2026 pode registrar um feito inédito na história da competição. Pela primeira vez, os quatro times classificados para as semifinais poderão ser brasileiros. Para isso, Corinthians, Flamengo, Palmeiras e Fluminense precisam superar seus respectivos confrontos nas quartas de final.</p>
<p>A possibilidade ganhou força na noite de quinta-feira (20), quando o Corinthians confirmou sua classificação diante do Rosario Central. O time paulista venceu por 1 a 0 na Neo Química Arena, depois de empatar sem gols na partida de ida, disputada na Argentina.</p>
<p>O Timão precisou jogar boa parte do segundo tempo com dez jogadores. Aos 12 minutos, Raniele recebeu o segundo cartão amarelo após cometer falta em Enzo Copetti e foi expulso. Mesmo em desvantagem numérica, o Corinthians encontrou o gol aos 35 minutos.</p>
<p>Memphis Depay, que havia retornado à equipe depois de um longo processo de renovação contratual, cobrou uma falta pelo lado esquerdo. Breno Bidon apareceu na área e desviou a bola para garantir a vitória e a vaga nas quartas.</p>
<h3>Corinthians terá mais um argentino pela frente</h3>
<p>O próximo adversário do Corinthians será o Estudiantes, que avançou ao eliminar a Universidad Católica, do Chile. O time argentino teve uma campanha superior à do clube paulista e, por isso, poderá decidir a classificação em casa.</p>
<p>Caso avance, o Corinthians poderá encontrar o Flamengo na semifinal. Para isso, porém, o Rubro-Negro também terá que superar o vencedor do confronto entre Independiente del Valle e Tolima.</p>
<p>O duelo entre equatorianos e colombianos ainda não foi concluído. O segundo jogo será disputado na próxima terça-feira (25), às 21h30, no Estádio Banco Guayaquil, em Quito. O Independiente del Valle venceu a primeira partida por 1 a 0, em Ibagué.</p>
<p>A partida de volta foi adiada depois do terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na semana passada.</p>
<p>Atual campeão da Libertadores, o Flamengo é o único dos quatro brasileiros que terá a vantagem de disputar o segundo jogo das quartas de final em casa.</p>
<h3>Palmeiras e Fluminense podem formar outro duelo brasileiro</h3>
<p>Do outro lado da chave, o Palmeiras terá a LDU, do Equador, como adversária. O clube paulista terminou a fase de grupos com desempenho inferior ao do time equatoriano e, por isso, fará a partida decisiva em Quito, a aproximadamente 2.850 metros de altitude.</p>
<p>O vencedor desse confronto poderá enfrentar o Fluminense nas semifinais. Antes disso, o Tricolor terá que eliminar o Platense, da Argentina.</p>
<p>A equipe carioca chegou às quartas depois de uma classificação nos pênaltis diante do Coquimbo Unido, do Chile. O Platense também precisou das cobranças para avançar.</p>
<p>Se Corinthians e Flamengo vencerem seus confrontos, e Palmeiras e Fluminense fizerem o mesmo, a Libertadores terá pela primeira vez uma semifinal formada exclusivamente por clubes brasileiros.</p>
<h3>Brasil já teve três semifinalistas em uma mesma edição</h3>
<p>O recorde atual pertence a duas edições nas quais três clubes de um mesmo país chegaram entre os quatro melhores.</p>
<p>Em 1966, quando a competição tinha um formato diferente e as semifinais eram disputadas por sete equipes divididas em duas chaves, três argentinos avançaram: River Plate, Boca Juniors e Independiente. Peñarol e Nacional, do Uruguai, Universidad Católica, do Chile, e Guaraní, do Paraguai, completaram a fase.</p>
<p>A outra ocorrência foi em 2021, já no formato atual. Atlético-MG, Flamengo e Palmeiras chegaram às semifinais, acompanhados pelo Barcelona de Guayaquil. Naquele ano, o Fluminense foi eliminado nas quartas justamente pelo clube equatoriano, impedindo que os quatro semifinalistas fossem brasileiros.</p>
<p>A temporada de 2026, portanto, pode superar o número máximo já registrado e estabelecer uma nova marca na competição continental.</p>
<h3>Botafogo deixa a Sul-Americana</h3>
<p>Na Copa Sul-Americana, o Botafogo também entrou em campo na quinta-feira (20), mas não conseguiu reverter a desvantagem construída no primeiro jogo contra o Cienciano.</p>
<p>O time carioca venceu por 1 a 0 no Estádio Nilton Santos, com gol de Danilo Pereira aos sete minutos do primeiro tempo. O resultado, porém, foi insuficiente para compensar a derrota por 6 a 1 sofrida em Cusco, no Peru, a cerca de 3.400 metros de altitude.</p>
<p>O Botafogo ainda teve outro gol anulado após análise do VAR e viu um pênalti ser posteriormente cancelado pelo árbitro de vídeo. Precisando marcar pelo menos quatro vezes para levar a decisão aos pênaltis, a equipe não conseguiu ampliar a vantagem.</p>
<p>Com a classificação, o Cienciano enfrentará o Montevideo City Torque, do Uruguai, nas quartas de final.</p>
<p>Apesar da eliminação do Botafogo, o Brasil continua com quatro representantes na Sul-Americana. Atlético-MG e Santos terão um confronto direto nas quartas, enquanto o São Paulo enfrentará o Boca Juniors. O Vasco aguarda a definição do duelo entre River Plate e Independiente Santa Fe para conhecer seu próximo adversário.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>EUA respondem ao Brasil na OMC e aceitam reunião para consultas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eua-respondem-ao-brasil-na-omc-e-aceitam-reuniao-para-consultas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[🔁 Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 20:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[OMC]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos responderam, nesta segunda-feira (10), à manifestação do Brasil junto à Organização Mundial de Comércio (OMC) sobre as tarifas extras impostas por eles a produtos brasileiros.  Na resposta, o país norte-americano se disse pronto para conversar e atender ao pedido de consultas feito pelo governo brasileiro. “Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos responderam, nesta segunda-feira (10), à manifestação do Brasil junto à Organização Mundial de Comércio (OMC) sobre as tarifas extras impostas por eles a produtos brasileiros. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Na resposta, o país norte-americano se disse pronto para conversar e atender ao pedido de consultas feito pelo governo brasileiro.</p>
<p>“Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil para participar das consultas. Estamos prontos para dialogar com as autoridades da sua missão em uma data mutuamente conveniente para consultas”, respondeu o governo norte-americano.</p>
<p>O Brasil apresentou seus argumentos como um pedido de consultas aos Estados Unidos no sistema de solução de controvérsias da OMC. O documento expõe o cenário, inclusive com as alegações dos EUA de serem tratados de forma discriminatória pelo Brasil.</p>
<p>O pedido de consultas representa a primeira etapa formal do sistema de solução de controvérsias da OMC. Nessa fase, os países buscam negociar uma solução para o conflito antes da eventual instalação de um painel para analisar o caso.</p>
<p>O Brasil se manifestou junto à OMC no dia 27 de julho e argumentou que as tarifas aplicadas pelos Estados Unidos são “inconsistentes” com as regras definidas pela entidade.</p>
<p>“As medidas em questão [tomadas pelos EUA] parecem ser inconsistentes com as obrigações dos EUA sob o Acordo Geral de Tarifas e Comércio 1994”, afirmou o Brasil.</p>
<p>O Acordo Geral de Tarifas e Comércio traz a base normativa para aplicação de tarifas por parte dos membros da OMC.</p>
<p>O Brasil também afirma que é preterido pelos EUA na relação comercial, comparado a outros países da Organização Mundial do Comércio.</p>
<h2>China</h2>
<p>Autoridades do governo chinês também se manifestaram no mesmo pedido de consultas feito pelo Brasil e pediram autorização para participar das consultas.A China é o maior parceiro comercial do Brasil.</p>
<p>“China tem um interesse comercial substancial nessas consultas”, disse o documento. A China afirma que os EUA também impuseram “certas medidas” a produtos originados no país.</p>
<p>“Essas medidas afetam todas as exportações da China aos Estados Unidos, sujeitas a isenções específicas, e em particular as condições de competição para esses produtos originados na China e vendidos ao mercado estadunidense, como resultado de tarifas adicionais impostas. A China, portanto, solicita respeitosamente que seja permitida sua participação nas consultas nesta disputa”, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Cooperação com a China pode fortalecer soberania digital do Brasil na inteligência artificial, apontam especialistas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cooperacao-com-a-china-pode-fortalecer-soberania-digital-do-brasil-na-inteligencia-artificial-apontam-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 18:20:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[O avanço da cooperação entre Brasil e China na área de inteligência artificial pode representar um passo importante para o fortalecimento da soberania digital brasileira. A avaliação foi feita por especialistas durante debates realizados na Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC), em Xangai, onde autoridades, pesquisadores e representantes do setor tecnológico discutiram os desafios da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da cooperação entre Brasil e China na área de inteligência artificial pode representar um passo importante para o fortalecimento da soberania digital brasileira. A avaliação foi feita por especialistas durante debates realizados na Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC), em Xangai, onde autoridades, pesquisadores e representantes do setor tecnológico discutiram os desafios da governança global e do desenvolvimento de tecnologias estratégicas.</p>
<p>Segundo os participantes, o cenário internacional exige que países ampliem sua capacidade de desenvolver infraestrutura própria para inteligência artificial, reduzindo a dependência de soluções controladas por empresas estrangeiras. Nesse contexto, a aproximação entre Brasil e China é vista como uma oportunidade para impulsionar investimentos em pesquisa, processamento de dados, computação em nuvem e desenvolvimento de modelos treinados em língua portuguesa e adaptados às necessidades nacionais.</p>
<figure id="attachment_91886" aria-describedby="caption-attachment-91886" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-91886" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Pax Silica, Iniciativa Dos EUA Com Países Aliados Na área De Inteligência Artificial - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-91886" class="wp-caption-text">Pax Silica, iniciativa dos EUA com países aliados na área de inteligência artificial. Foto: Divulgação &#8211; Divulgação</figcaption></figure>
<p>Os especialistas destacaram que a soberania digital vai além da criação de ferramentas de inteligência artificial. Ela envolve o domínio sobre dados, infraestrutura tecnológica, centros de processamento e capacidade de formular políticas públicas capazes de garantir autonomia diante das transformações provocadas pela nova economia digital.</p>
<p>Durante o encontro, também foi ressaltado que a inteligência artificial passou a ocupar posição estratégica nas relações internacionais, tornando-se um dos principais temas da disputa tecnológica entre grandes potências. Nesse cenário, a cooperação internacional pode contribuir para acelerar a formação de capacidades nacionais sem comprometer a autonomia dos países envolvidos.</p>
<p>A participação brasileira na fundação da Organização Mundial para Cooperação em Inteligência Artificial (WAICO), sediada em Xangai, foi apresentada como um dos marcos recentes dessa aproximação. A nova instituição tem como objetivo incentivar a cooperação internacional para o desenvolvimento e a aplicação da inteligência artificial de forma ética, segura, confiável e voltada ao benefício da sociedade.</p>
<p>Para os debatedores, o Brasil reúne condições favoráveis para ampliar sua presença nesse setor por contar com universidades, centros de pesquisa e profissionais qualificados. No entanto, afirmam que ainda são necessários investimentos consistentes em infraestrutura computacional, formação de especialistas e incentivo à inovação para que o país deixe de ser apenas consumidor de tecnologias desenvolvidas no exterior.</p>
<p>Outro ponto destacado foi a importância da adoção de modelos de código aberto e de iniciativas que permitam maior controle nacional sobre dados estratégicos e sistemas utilizados pelo setor público. A expectativa é que a cooperação tecnológica entre Brasil e China contribua para acelerar esse processo e ampliar a participação brasileira na definição das futuras regras internacionais para o desenvolvimento da inteligência artificial.</p>
<p>Ao longo dos debates, especialistas também defenderam que o fortalecimento da soberania digital deve caminhar ao lado de princípios como transparência, segurança, proteção de dados e uso responsável da inteligência artificial. A avaliação é que esses elementos serão fundamentais para garantir que o avanço tecnológico ocorra de forma sustentável e alinhada aos interesses públicos.</p>
<p>A aproximação entre Brasil e China na área tecnológica vem sendo ampliada nos últimos meses por meio de acordos de cooperação e iniciativas conjuntas voltadas ao desenvolvimento de inteligência artificial, computação em nuvem e transformação digital, reforçando a estratégia brasileira de ampliar sua capacidade tecnológica e reduzir a dependência de soluções externas.</p>
<figure id="attachment_91887" aria-describedby="caption-attachment-91887" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-91887" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=754%2C1453&#038;ssl=1" alt="" width="754" height="1453" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=156%2C300&amp;ssl=1 156w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=593%2C1142&amp;ssl=1 593w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=150%2C289&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=750%2C1445&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-91887" class="wp-caption-text">Brasília &#8211; 31/07/2026 &#8211; Iniciativas da China (Waico) e dos EUA (Pax Silica) para governança da IA. Arte. &#8211; Foto: governança da IA &#8211; Governança da IA</figcaption></figure>
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		<title>Estados Unidos renovam por mais um ano emergência nacional relacionada ao Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estados-unidos-renovam-por-mais-um-ano-emergencia-nacional-relacionada-ao-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 00:36:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos decidiu estender por mais um ano a vigência da emergência nacional declarada em relação ao Brasil. A medida, oficializada pelo presidente Donald Trump, mantém ativa a ordem executiva assinada em julho de 2025 e preserva os mecanismos legais previstos na legislação norte-americana para adoção de medidas econômicas e administrativas vinculadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo dos Estados Unidos decidiu estender por mais um ano a vigência da emergência nacional declarada em relação ao Brasil. A medida, oficializada pelo presidente Donald Trump, mantém ativa a ordem executiva assinada em julho de 2025 e preserva os mecanismos legais previstos na legislação norte-americana para adoção de medidas econômicas e administrativas vinculadas à declaração de emergência.</p>
<p>A renovação da medida não representa a criação de uma nova emergência, mas apenas a continuidade do ato já existente. Conforme estabelece a legislação dos Estados Unidos, esse tipo de declaração precisa ser renovado anualmente para permanecer em vigor. Caso contrário, perde automaticamente sua validade.</p>
<p>O documento divulgado pela Casa Branca mantém o entendimento apresentado na ordem executiva original, segundo a qual determinadas ações atribuídas ao governo brasileiro configurariam uma situação considerada extraordinária para interesses dos Estados Unidos. A justificativa apresentada pela administração norte-americana permanece a mesma adotada na edição anterior do decreto.</p>
<p>Embora a renovação preserve a base jurídica da medida, especialistas destacam que ela não produz, por si só, novos efeitos práticos imediatos. A prorrogação mantém o arcabouço legal existente, sem anunciar sanções adicionais ou alterações automáticas na política comercial entre os dois países.</p>
<p>A emergência nacional havia sido decretada originalmente em julho de 2025, permitindo ao governo norte-americano recorrer aos poderes previstos na legislação federal para adotar medidas econômicas consideradas necessárias diante da situação descrita no decreto. Desde então, o tema integra o conjunto de pontos de tensão nas relações diplomáticas entre Brasília e Washington.</p>
<p>A decisão de renovar a ordem executiva ocorre em meio à continuidade das discussões entre os dois países sobre questões comerciais, institucionais e diplomáticas. Com a prorrogação, o decreto permanece válido por mais um ano, mantendo em vigor os instrumentos legais associados à declaração de emergência até o próximo período de revisão previsto pela legislação dos Estados Unidos.</p>
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		<title>Brasil afirma que tarifas dos EUA não têm justificativa e reforça defesa do diálogo comercial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-afirma-que-tarifas-dos-eua-nao-tem-justificativa-e-reforca-defesa-do-dialogo-comercial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro voltou a contestar a proposta dos Estados Unidos de aplicar tarifas sobre produtos nacionais e afirmou que não existem fundamentos que justifiquem a adoção da medida. Em manifestação oficial enviada às autoridades norte-americanas, o Brasil sustentou que as alegações apresentadas por Washington não encontram respaldo nos dados da relação comercial entre os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro voltou a contestar a proposta dos Estados Unidos de aplicar tarifas sobre produtos nacionais e afirmou que não existem fundamentos que justifiquem a adoção da medida. Em manifestação oficial enviada às autoridades norte-americanas, o Brasil sustentou que as alegações apresentadas por Washington não encontram respaldo nos dados da relação comercial entre os dois países e defendeu a continuidade das negociações.</p>
<p>O documento, elaborado pelo Ministério das Relações Exteriores, argumenta que a sobretaxa de 25% sugerida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) teria efeitos negativos também para empresas e consumidores norte-americanos. Segundo o governo brasileiro, diversos produtos exportados pelo Brasil são utilizados como insumos por indústrias dos EUA e sua taxação elevaria custos de produção, afetando a competitividade e podendo resultar em aumento de preços no mercado americano.</p>
<p>Na resposta encaminhada ao USTR, o Brasil também rebateu as críticas relacionadas ao sistema de pagamentos Pix, ao ambiente regulatório, às decisões do Poder Judiciário, à política ambiental e a outros pontos incluídos na investigação comercial conduzida pelos Estados Unidos. O governo sustenta que todas as políticas questionadas seguem a legislação brasileira e os compromissos internacionais assumidos pelo país.</p>
<p>O Itamaraty reiterou que o relacionamento econômico entre Brasil e Estados Unidos é historicamente equilibrado e destacou que empresas norte-americanas também seriam impactadas pela eventual adoção das tarifas. O governo brasileiro informou ainda que recebeu manifestações de associações empresariais dos próprios Estados Unidos defendendo a exclusão de produtos brasileiros da medida, devido à dependência de matérias-primas e componentes fornecidos pelo Brasil.</p>
<p>Enquanto mantém a contestação formal às justificativas apresentadas por Washington, o Brasil continua apostando na via diplomática para tentar evitar o aumento das barreiras comerciais. As equipes técnicas dos dois países seguem em negociação na tentativa de construir uma solução antes da decisão definitiva sobre a aplicação das tarifas.</p>
<p>A proposta de sobretaxar produtos brasileiros integra uma investigação conduzida pelo USTR, que apontou supostas práticas comerciais consideradas desleais. O governo brasileiro, no entanto, afirma que apresentou informações capazes de demonstrar que as acusações não procedem e defende que não há base técnica ou jurídica para a imposição das novas tarifas.</p>
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