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	<title>Bom Dia Ministro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Apagão foi causado por falha técnica, não por falta de energia, diz ministro Alexandre Silveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 11:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Apagão]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta terça-feira (14) que o apagão registrado durante a madrugada em todas as regiões do país foi provocado por um problema técnico na infraestrutura elétrica, e não por falta de geração de energia. Segundo ele, um incêndio em uma subestação localizada no Paraná causou a falha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta terça-feira (14) que o apagão registrado durante a madrugada em todas as regiões do país foi provocado por um problema técnico na infraestrutura elétrica, e não por falta de geração de energia. Segundo ele, um incêndio em uma subestação localizada no Paraná causou a falha no sistema de transmissão.</p>
<blockquote><p>“É importante que a população entenda o que acontece neste momento. Não é falta de energia. É um problema na infraestrutura que transmite a energia”, explicou o ministro. “Quando se fala em apagão, muita gente lembra dos episódios de 2001 e 2021, que foram causados por falta de energia e planejamento. Hoje, não. Hoje nós temos muita energia.”</p></blockquote>
<p>Silveira garantiu que o Sistema Interligado Nacional (SIN) reagiu rapidamente, evitando um colapso maior e restabelecendo o fornecimento de energia em poucas horas.</p>
<h3>Sistema reforçado</h3>
<p>Durante entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Silveira destacou que o governo federal vem ampliando e modernizando a rede de transmissão, com investimentos de R$ 70 bilhões em novas linhas.</p>
<blockquote><p>“Estamos com obras em todo o Nordeste para reforçar a conexão com o Sudeste, que é o principal centro de carga do país. Também concluímos a ligação entre Manaus e Boa Vista, o que aumenta nossa segurança energética”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O ministro classificou o episódio como pontual e ressaltou que a resposta rápida do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) foi possível graças ao sistema moderno de controle e monitoramento implantado nos últimos anos.</p>
<blockquote><p>“Foi um episódio pontual que o Operador Nacional do Sistema deu pronta resposta, graças a um moderno sistema”, concluiu Silveira.</p></blockquote>
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		<title>Haddad Garante que mudanças no Imposto de Renda não afetarão estados e municípios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 20:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Dia Ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda da Pessoa Física]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças no Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reafirmou nesta quinta-feira (20) que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até R$ 5 mil não causará prejuízos à arrecadação de estados e municípios. Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, do Canal Gov, ele destacou que a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reafirmou nesta quinta-feira (20) que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até R$ 5 mil não causará prejuízos à arrecadação de estados e municípios. Em entrevista ao programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, do <em>Canal Gov</em>, ele destacou que a medida já prevê a devida compensação sobre a arrecadação federal, que é compartilhada com os entes subnacionais.</p>
<h3><strong>Compensação e Tributção dos Super Ricos</strong></h3>
<p>A isenção resultará em uma renúncia fiscal estimada em R$ 25,84 bilhões, que será compensada pela tributação de aproximadamente 141,3 mil pessoas com renda superior a R$ 50 mil por mês, representando apenas 0,13% dos contribuintes brasileiros.</p>
<p>Além disso, o governo pretende tributar remessas de dividendos ao exterior quando destinadas a cidadãos estrangeiros. Segundo Haddad, &#8220;nós não estamos abrindo mão da receita porque estamos cobrando dos super ricos que não pagam&#8221;. Ele destacou que a nova alíquota mínima de 10% sobre essas altas rendas permitirá isentar quem ganha até cinco salários mínimos, garantindo que não haverá impactos negativos para os estados e municípios.</p>
<h3><strong>Impacto e Necessidade de Aprovação no Congresso</strong></h3>
<p>O projeto também prevê um desconto parcial para aqueles que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7 mil, reduzindo a carga tributária sobre essa faixa de contribuintes. No entanto, Haddad ressaltou que é essencial que o Congresso Nacional mantenha as compensações previstas no texto para garantir a viabilidade da medida.</p>
<p>Ele expressou confiança na aprovação do projeto, afirmando que &#8220;mesmo a extrema direita não terá argumentos para rejeitar essa medida, pois não há justificativa para manter a cobrança de imposto de renda sobre quem ganha R$ 5 mil&#8221;.</p>
<h3><strong>Tributação Mais Justa</strong></h3>
<p>Haddad ressaltou a desigualdade na cobrança atual do Imposto de Renda, destacando que trabalhadores da classe média chegam a pagar alíquotas efetivas médias de cerca de 10%, enquanto os super ricos, cujos rendimentos são majoritariamente isentos, pagam apenas 2,54%. Com a nova medida, aqueles que ganham mais de R$ 600 mil anuais e atualmente não pagam IR terão que contribuir com pelo menos 10% de sua renda.</p>
<p>&#8220;Se a pessoa, ao final do ano, demonstrar que já pagou mais de 10% da sua renda em imposto, ela não será impactada pela nova regra&#8221;, esclareceu o ministro.</p>
<p>Haddad também frisou que diversas isenções continuarão vigentes para algumas categorias de contribuintes, incluindo despesas com saúde, títulos incentivados e ganhos de capital na venda de bens.</p>
<h3><strong>Previsão de Implementação</strong></h3>
<p>Caso aprovada pelo Congresso, a nova política do Imposto de Renda passará a valer a partir de 2026. Para rendas acima de R$ 7 mil, a tabela progressiva do IR continuará sendo aplicada normalmente. Atualmente, a isenção do IRPF é concedida apenas para quem ganha até R$ 2.259,20.</p>
<p>Com essa mudança, o governo busca promover maior justiça tributária, aliviando a carga sobre a classe média e garantindo que os mais ricos também contribuam de forma proporcional.</p>
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