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	<title>Bolívia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Bolívia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>São Paulo confirma primeiro caso de sarampo em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 16:09:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado de São Paulo registrou o primeiro caso de sarampo em 2026, informou a Secretaria de Estado da Saúde nesta terça-feira (10). A doença, que havia apresentado queda nos números nos últimos anos, voltou a ser identificada em um paciente adulto que não possuía esquema vacinal completo contra o vírus. Segundo a pasta, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo registrou o primeiro caso de sarampo em 2026, informou a Secretaria de Estado da Saúde nesta terça-feira (10). A doença, que havia apresentado queda nos números nos últimos anos, voltou a ser identificada em um paciente adulto que não possuía esquema vacinal completo contra o vírus.</p>
<p>Segundo a pasta, o paciente apresentou sintomas típicos da doença — como febre, erupção cutânea e mal-estar — e teve o diagnóstico confirmado por meio de exames laboratoriais. Ele segue em isolamento domiciliar sob acompanhamento das equipes de saúde e apresenta evolução clínica estável, sem complicações graves até o momento.</p>
<p>A Secretaria de Saúde paulista ressaltou que a ocorrência está sendo investigada epidemiologicamente para identificar possíveis fontes de infecção e eventuais contatos que possam necessitar de monitoramento ou intervenção preventiva. A identificação de casos isolados é considerada um sinal de alerta para a necessidade de vigilância contínua da doença.</p>
<p>Autoridades de saúde lembraram que o sarampo é altamente contagioso, transmitido por vias respiratórias, e que a vacinação é a principal forma de prevenção. Segundo o Ministério da Saúde, a cobertura vacinal com a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, precisa atingir níveis elevados da população para interromper cadeias de transmissão.</p>
<p>Especialistas enfatizam que áreas com baixa cobertura vacinal estão mais vulneráveis a surtos e reforçam a importância de que crianças e adultos atualizem sua situação vacinal em unidades básicas de saúde. O poder público também mantém campanhas de imunização em todo o país para ampliar a proteção coletiva.</p>
<p>O caso em São Paulo chega em um momento em que outras regiões brasileiras têm reforçado a vigilância epidemiológica para sarampo, após registros de circulação do vírus em anos anteriores. A retomada de casos chamam atenção para a necessidade de manter ações de prevenção e educação sobre a doença entre a população e profissionais de saúde.</p>
<p>Autoridades estaduais pedem que cidadãos verifiquem seus cartões de vacinação e procurem atendimento se apresentarem sintomas compatíveis com sarampo, especialmente em comunidades com menores índices de imunização.</p>
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		<title>Evo Morales alega atentado contra sua vida em meio à crise política na Bolívia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Oct 2024 17:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente boliviano Evo Morales afirmou neste domingo (27) que seu carro foi alvejado enquanto trafegava em uma estrada, e publicou um vídeo mostrando o para-brisa com marcas de bala e um motorista ferido. Em mensagem no Facebook, Morales atribuiu a responsabilidade ao governo, intensificando ainda mais as tensões entre ele e o atual presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente boliviano Evo Morales afirmou neste domingo (27) que seu carro foi alvejado enquanto trafegava em uma estrada, e publicou um vídeo mostrando o para-brisa com marcas de bala e um motorista ferido. Em mensagem no Facebook, Morales atribuiu a responsabilidade ao governo, intensificando ainda mais as tensões entre ele e o atual presidente e ex-aliado, Luis Arce.</p>
<p>Segundo Morales, o ataque envolveu dois veículos que interceptaram seu carro e abriram fogo, com uma das balas passando a centímetros de sua cabeça. O vice-ministro da Segurança boliviano, Roberto Ríos, negou qualquer envolvimento oficial, mas garantiu que as autoridades investigariam a alegação. A Reuters, porém, informou que não conseguiu verificar a autenticidade do vídeo.</p>
<p>O incidente ocorre em um momento de acirramento político, com apoiadores de Morales realizando bloqueios de estradas por duas semanas, gerando desabastecimento de alimentos e combustíveis em várias regiões do país. O governo acusa Morales de buscar desestabilizar o país e interromper a ordem democrática, enquanto grupos pró-Morales, armados, têm entrado em confronto com as forças de segurança, que reportaram policiais feridos ao tentarem liberar vias.</p>
<p>Além das acusações de desestabilização, Morales enfrenta alegações judiciais de envolvimento com menores de idade, as quais nega categoricamente, mas que podem afetar ainda mais seu histórico político e aumentar as divisões internas no Movimento ao Socialismo (MAS). Em um contexto de crise econômica, com queda na produção de gás e pressão inflacionária, a luta pelo poder entre Morales e Arce se intensifica, complicando ainda mais o cenário boliviano antes das eleições de 2025.</p>
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		<title>&#8220;Ausência de Milei é Triste para a Argentina&#8221;, diz Lula sobre Mercosul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ausencia-de-milei-e-triste-para-a-argentina-diz-lula-sobre-mercosul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 00:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou, nesta segunda-feira (8), a ausência do presidente da Argentina, Javier Milei, na Cúpula do Mercosul, realizada em Assunção, no Paraguai. Milei foi o único chefe de Estado que não participou da reunião semestral do bloco, originalmente formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, e que agora formalizou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou, nesta segunda-feira (8), a ausência do presidente da Argentina, Javier Milei, na Cúpula do Mercosul, realizada em Assunção, no Paraguai. Milei foi o único chefe de Estado que não participou da reunião semestral do bloco, originalmente formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, e que agora formalizou a entrada da Bolívia como membro pleno.</p>
<p>&#8220;Eu acho que quem perde não comparecendo não são os que vieram, é quem não veio. Quem não veio desaprende um pouco, quem não veio não sabe o que está acontecendo. Sempre que tem uma reunião com outro chefe de Estado, eu faço questão de participar, porque eu sempre tô aprendendo alguma coisa, sempre converso com gente que está mais preparada do que eu&#8221;, disse Lula.</p>
<p>Ao criticar a ausência de Milei, Lula destacou a importância da Argentina para o sucesso do bloco. &#8220;É uma bobagem imensa o presidente de um país importante como a Argentina não participar de uma reunião com o Mercosul, é triste para a Argentina. Agora, uma coisa é verdade: estamos trabalhando o fortalecimento do Mercosul com a Argentina porque acreditamos na importância da Argentina. A Argentina é um país extremamente importante para o sucesso do Mercosul.&#8221;</p>
<p>As declarações foram dadas em entrevista a jornalistas pouco antes de o presidente brasileiro deixar a capital paraguaia rumo à Bolívia, onde manterá um encontro bilateral com o presidente Luís Arce, além de participar de evento com empresários dos dois países. Mais cedo, ao discursar na sessão principal na Cúpula do Mercosul, Lula criticou o que chamou de “nacionalismo arcaico e isolacionista”.</p>
<p>Ausente na reunião de chefes de Estado do principal bloco econômico da América do Sul, Javier Milei participou, no fim de semana, de uma conferência que reuniu políticos da extrema-direita, inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro, e ativistas liberais conservadores, na cidade de Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina. Sobre o evento, Lula disse que é algo que não interessa. &#8220;Sinceramente, é o tipo de reunião que não me interessa. Eu acho que, no final das contas, o presidente da República [Milei] perdeu tempo fazendo uma coisa de extrema-direita tão desagradável, tão antissocial, tão antipovo sociável, tão antidemocrático. Eu não sei o que as pessoas ganham participando disso&#8221;, comentou.</p>
<p><strong>Virada na França</strong></p>
<p>Lula também foi perguntado sobre o resultado do segundo turno das eleições legislativas na França, em que a Nova Frente Popular, uma coalizão de esquerda, conquistou o maior número de assentos na Assembleia Nacional do país, revertendo uma esperada vitória da extrema-direita, de Marine Le Pen, que havia liderado no primeiro turno, mas acabou ficando em terceiro lugar, atrás da aliança de centro que representa o grupo político do presidente Emmanuel Macron.</p>
<p>&#8220;O que aconteceu na França é aquela coisa maravilhosa do que representa a democracia, ou seja, quando parecia que tudo estava confuso, quando parecia que tudo estava dando errado, eis que o povo se manifesta, o povo vem para a rua e diz: &#8216;nós queremos que os setores democráticos continuem governando a França, a gente não quer extrema-direita, a gente não quer fascista, a gente não quer nazista, a gente quer democracia&#8217;. Foi isso que aconteceu na França, e estou muito feliz&#8221;, afirmou Lula.</p>
<p>Sobre a dificuldade na montagem de um novo governo, já que nenhuma das forças políticas obteve, sozinha, a maioria legislativa, o presidente brasileiro disse esperar que isso seja efetivado com mais um acordo entre as lideranças de esquerda e de centro.</p>
<p>&#8220;Agora, espero o meu amigo [Emmanuel] Macron, que meu amigo [Jean-Luc] Mélenchon [líder de esquerda], que meu amigo François Hollande [ex-presidente da França] e que tantos outros companheiros da França se coloquem de acordo para montar um governo que possa atender aos interesses do povo francês. É isso que eu espero. Eu acho que foi uma coisa muito importante neste final de semana que aconteceu no mundo, e tudo o que acontece na França é sempre muito importante porque todos nós somos um pouco filhos da Revolução Francesa&#8221;, completou.</p>
<p>Lula também reafirmou sua satisfação com a vitória esmagadora do Partido Trabalhista no Reino Unido, voltando ao comando do país após mais de 14 anos fora do poder. &#8220;Estou muito feliz com a vitória do Labour Party [Partido Trabalhista] na Inglaterra. Uma coisa muito interessante é que, há 14 anos, eles estavam afastados do governo e agora voltaram ao governo. E voltaram com uma maioria avassaladora que nem eles mesmos esperavam tanta força no processo eleitoral. É um avanço importante&#8221;, observou.</p>
<p><strong>Relação com a Bolívia</strong></p>
<p>Com próxima parada em Santa Cruz de La Sierra, para um encontro bilateral com o presidente boliviano Luís Arce, nesta terça-feira (9), Lula falou em fortalecer a parceria com a Bolívia, impulsionando o desenvolvimento conjunto dos dois países.</p>
<p>&#8220;A Bolívia é um país que o Brasil precisa ajudar a se desenvolver, a se industrializar. Nós precisamos discutir como é que vão se explorar os materiais, os minerais críticos que a Bolívia tem. Como é que vai se utilizar todo o potencial mineral da Bolívia, o potencial de gás. E o Brasil pode ajudar a Bolívia a explorar, mas também ajudar a desenvolver a Bolívia, porque é preciso gerar desenvolvimento. No caso do Brasil, eu não consigo pensar o Brasil crescendo sozinho, o Brasil tem que crescer e, junto com o Brasil tem que crescer o nosso vizinho&#8221;, disse Lula.</p>
<p>Ele também voltou a comentar o fracasso da tentativa de golpe militar na Bolívia, ocorrida no fim de junho.</p>
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		<title>Especialistas analisam tentativa de golpe na Bolívia: Crise econômica e disputa política como fatores chave</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/especialistas-analisam-tentativa-de-golpe-na-bolivia-crise-economica-e-disputa-politica-como-fatores-chave/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 14:13:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
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		<category><![CDATA[Tentativa de Golpe Militar]]></category>
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					<description><![CDATA[A invasão do palácio presidencial em La Paz por tanques e soldados do Exército boliviano nesta quarta-feira (26) remeteu às sombrias décadas de 1960 e 1970, quando ditaduras militares se espalharam pela América do Sul. Contudo, segundo especialistas em Relações Internacionais ouvidos pela Agência Brasil, o episódio reflete um ato isolado e mal calculado, fruto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A invasão do palácio presidencial em La Paz por tanques e soldados do Exército boliviano nesta quarta-feira (26) remeteu às sombrias décadas de 1960 e 1970, quando ditaduras militares se espalharam pela América do Sul. Contudo, segundo especialistas em Relações Internacionais ouvidos pela Agência Brasil, o episódio reflete um ato isolado e mal calculado, fruto de uma crise econômica e política interna.</p>
<p><strong>Ato Isolado</strong></p>
<p>Para muitos analistas, a ação liderada pelo general Juan José Zúñiga não passou de um movimento isolado, sem apoio significativo de forças sociais ou militares. &#8220;O general cometeu um erro de cálculo político ao ameaçar Evo Morales, esperando respaldo que não veio. Sua tentativa de golpe foi improvisada e sem apoio de outras lideranças das Forças Armadas ou grupos sociais&#8221;, explicou Maurício Santoro, cientista político e professor de Relações Internacionais.</p>
<p>Arthur Murta, professor de Relações Internacionais da PUC-SP, destacou a falta de apoio à tentativa de golpe, mesmo entre os opositores de Morales. &#8220;Setores da oposição se colocaram contra o golpe, mostrando que o movimento foi mais uma tentativa isolada de demonstração de poder do que uma real vontade de impor um novo governo.&#8221;</p>
<p><strong>Crise Econômica e Disputas Políticas</strong></p>
<p>A difícil situação econômica da Bolívia também é apontada como um fator determinante para a instabilidade atual. &#8220;A Bolívia enfrenta uma crise econômica grave, com o setor de gás natural em declínio e reservas internacionais muito baixas. Isso afeta a capacidade do país de importar produtos essenciais&#8221;, disse Santoro.</p>
<p>O professor Nildo Ouriques, da UFSC, ressaltou as disputas em torno dos recursos naturais do país. &#8220;Os conflitos entre o Estado e forças sociais, nacionais e multinacionais pelo controle dos recursos econômicos geram tensões constantes.&#8221;</p>
<p>As disputas políticas também agravam a situação, especialmente com as eleições presidenciais se aproximando. &#8220;As tensões aumentam com a possibilidade de Evo Morales se candidatar novamente, reacendendo feridas da crise política de 2019&#8221;, observou Santoro.</p>
<p><strong>Contexto Regional</strong></p>
<p>Os especialistas destacam que a tentativa de golpe na Bolívia se insere em um contexto mais amplo de crise democrática na América Latina. &#8220;Há uma crise mais ampla da democracia na região, com tentativas de golpe na Guatemala e no Brasil nos últimos anos. A democracia está resistindo, mas as crises são preocupantes&#8221;, afirmou Santoro.</p>
<p>Apesar dos desafios, a resposta internacional em defesa da democracia boliviana foi forte. &#8220;Todos os países da América do Sul se manifestaram a favor da democracia, e a Organização dos Estados Americanos respondeu de modo rápido e contundente&#8221;, acrescentou Santoro, destacando a importância da solidariedade regional.</p>
<p>Essa análise destaca os fatores complexos e interconectados que levaram à recente tentativa de golpe na Bolívia, sublinhando a importância de compreender tanto as dinâmicas internas quanto o contexto regional mais amplo.</p>
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		<title>Rússia alerta contra interferências externas na Bolívia e apoia presidente Arce</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/russia-alerta-contra-interferencias-externas-na-bolivia-e-apoia-presidente-arce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 14:08:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (27), a Rússia emitiu um alerta contra qualquer interferência estrangeira nos assuntos internos da Bolívia, condenando veementemente a recente tentativa de golpe de Estado no país sul-americano. Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo expressou total apoio ao presidente boliviano, Luis Arce. &#8220;Alertamos para as tentativas de ingerência estrangeira destrutiva nos assuntos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (27), a Rússia emitiu um alerta contra qualquer interferência estrangeira nos assuntos internos da Bolívia, condenando veementemente a recente tentativa de golpe de Estado no país sul-americano. Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo expressou total apoio ao presidente boliviano, Luis Arce.</p>
<p>&#8220;Alertamos para as tentativas de ingerência estrangeira destrutiva nos assuntos internos da Bolívia&#8221;, afirmou a nota oficial. A condenação veio após eventos tumultuosos em La Paz, onde soldados e veículos blindados, liderados pelo chefe das Forças Armadas bolivianas, general Juan José Zuniga, se concentraram em frente ao palácio presidencial. A retirada das tropas ocorreu algumas horas depois, e o general Zuniga foi detido sob acusações de terrorismo e revolta armada.</p>
<p>A diplomacia russa, citada pela agência francesa AFP, reiterou seu firme repúdio à tentativa de golpe militar e sublinhou a importância de resolver politicamente os desacordos internos para garantir a estabilidade na Bolívia. &#8220;Somos solidários à Bolívia, nosso parceiro estratégico confiável&#8221;, acrescentou o ministério liderado por Serguei Lavrov.</p>
<p>O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, também destacou a importância de evitar interferências de terceiros países na situação boliviana, esperando que o país &#8220;regresse à calma o mais rapidamente possível&#8221;.</p>
<p>Este posicionamento firme da Rússia ocorre no contexto da recente visita do presidente boliviano, Luis Arce, à Rússia. Em junho, Arce se encontrou com o presidente russo, Vladimir Putin, durante o fórum econômico de São Petersburgo, marcando sua primeira viagem à Rússia desde sua eleição em 2020. Esta visita foi notável também por ser uma das raras visitas de um chefe de Estado à Rússia desde o início do conflito na Ucrânia em fevereiro de 2022.</p>
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		<title>Presidente da Bolívia Denuncia tentativa de golpe militar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-da-bolivia-denuncia-tentativa-de-golpe-militar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 21:33:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (26), as Forças Armadas bolivianas assumiram o controle da praça central da capital, levantando temores de um golpe militar. O presidente da Bolívia, Luis Arce, denunciou uma &#8220;mobilização irregular&#8221; de unidades do Exército, enquanto o ex-presidente Evo Morales acusava o general Juan Jose Zuñiga de planejar um golpe. Soldados fortemente armados e veículos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (26), as Forças Armadas bolivianas assumiram o controle da praça central da capital, levantando temores de um golpe militar. O presidente da Bolívia, Luis Arce, denunciou uma &#8220;mobilização irregular&#8221; de unidades do Exército, enquanto o ex-presidente Evo Morales acusava o general Juan Jose Zuñiga de planejar um golpe.</p>
<p>Soldados fortemente armados e veículos blindados foram vistos se concentrando na Plaza Murillo, em La Paz. Uma testemunha da Reuters relatou que um veículo blindado forçou entrada no palácio presidencial, seguido por soldados que entraram no prédio.</p>
<p>Em declarações à imprensa local na praça, o general Zuñiga expressou preocupação e anunciou mudanças no gabinete de ministros. Ele também defendeu a ação militar, alegando apoio público.</p>
<p>Morales, mesmo distanciado de Arce, convocou seus partidários para uma mobilização nacional em defesa da democracia. Ele acusou Zuñiga de tentar um golpe de Estado e promoveu uma paralisação geral, incluindo bloqueios de estradas.</p>
<p>&#8220;Não permitiremos que as Forças Armadas violem a democracia e intimidem o povo&#8221;, afirmou Morales, enfatizando a necessidade de respeitar os princípios democráticos na Bolívia.</p>
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