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	<title>Boletim Infogripe &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Casos de síndrome respiratória seguem elevados entre idosos e crianças no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 23:38:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) continuam elevados no Brasil, especialmente entre crianças e idosos, conforme alerta o Boletim InfoGripe divulgado nesta quinta-feira (5) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A análise, que corresponde à semana epidemiológica de 25 a 31 de maio, aponta que os principais agentes associados à alta de casos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) continuam elevados no Brasil, especialmente entre crianças e idosos, conforme alerta o Boletim InfoGripe divulgado nesta quinta-feira (5) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A análise, que corresponde à semana epidemiológica de 25 a 31 de maio, aponta que os principais agentes associados à alta de casos e óbitos são a Influenza A e o vírus sincicial respiratório (VSR).</p>
<p>Segundo o levantamento, a mortalidade por SRAG nas últimas oito semanas foi semelhante entre crianças e idosos. Entre os mais velhos, predominam os óbitos relacionados à Influenza A, enquanto nas crianças destacam-se tanto a incidência quanto as mortes provocadas por rinovírus e também pela Influenza A.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, embora a maior parte do país registre elevação nos casos de SRAG em crianças, alguns estados das regiões Centro-Sul e Norte, além do Ceará, já apresentam sinais de estabilização ou mesmo de interrupção dessa tendência. No entanto, ela adverte que os índices da doença seguem altos nessas áreas e reforça a necessidade da vacinação contra o vírus Influenza A, especialmente para as populações mais vulneráveis, como idosos, crianças, pessoas com comorbidades e gestantes.</p>
<p>Portella explica que, entre as crianças de até 4 anos, o aumento de casos de SRAG é impulsionado principalmente pelo VSR, mas também há contribuição expressiva do rinovírus e da Influenza A, especialmente entre adolescentes de até 14 anos. Já nos idosos a partir de 65 anos, adultos e jovens com mais de 15 anos, a Influenza A é o principal fator associado ao crescimento das hospitalizações por síndrome respiratória.</p>
<p>O boletim também revela que 25 das 27 unidades da federação apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento a longo prazo. São eles: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.</p>
<p>Além disso, 15 das 27 capitais brasileiras estão com nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, também com sinal de crescimento a longo prazo: Aracaju, Belo Horizonte, Boa Vista, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Porto Alegre, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo.</p>
<p>Diante desse cenário, especialistas reforçam a necessidade de intensificar a vacinação e as medidas de prevenção, sobretudo entre os grupos mais vulneráveis da população.</p>
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		<title>InfoGripe mantém alerta para aumento de casos de covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 20:17:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Infogripe]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Oswaldo Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Influenza A]]></category>
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					<description><![CDATA[Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), segue similar ao da semana passada, no qual se identificou um ligeiro aumento nos casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) associadas à covid-19, majoritariamente localizados em estados do Sudeste e do Centro-Oeste, com destaque para o Rio de Janeiro, São Paulo e Goiás. As informações são referentes [&#8230;]]]></description>
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<p>Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), segue similar ao da semana passada, no qual se identificou um ligeiro aumento nos casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) associadas à covid-19, majoritariamente localizados em estados do Sudeste e do Centro-Oeste, com destaque para o Rio de Janeiro, São Paulo e Goiás.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As informações são referentes à Semana Epidemiológica 37 &#8211; de 10 a 16 de setembro &#8211; e a análise tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 18 de agosto.</p>
<p>Coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes destaca que a população adulta é a mais afetada e faz um alerta para alguns estados do Sudeste e do Centro-Oeste.</p>
<p>“O que continua chamando a atenção é essa retomada do crescimento da covid-19, especialmente no Rio de Janeiro, São Paulo e Goiás. É um processo lento. O Rio de Janeiro chama um pouco mais a atenção, pois a situação está mais clara, mas São Paulo também já começa a ficar mais evidente”, afirmou Gomes, em nota.</p>
<h2>Vacinação em dia</h2>
<p>Em função da retomada que se observa, o pesquisador relembra a importância da vacinação em dia. “Temos a vacina bivalente, agora disponível para a maior parte das faixas etárias. E mesmo para aquelas faixas para as quais a bivalente ainda não está aprovada, estar em dia com a vacina disponível para a sua idade é fundamental, especialmente agora que observamos esse aumento”, destacou.</p>
<p>Em relação aos casos gerais de SRAG no país, detectou-se sinal de queda na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de estabilidade na de curto prazo (últimas três semanas).</p>
<p>Já para os vírus da influenza A e para o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), o cenário é de estabilidade ou queda na maioria dos estados. Apesar de ainda ter um volume expressivo no número de ocorrências de rinovírus em alguns estados, principalmente em crianças e pré-adolescentes, há uma tendência de interrupção no crescimento ou início de queda.</p>
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