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	<title>boletim Focus &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>boletim Focus &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mercado projeta inflação de 4,17% em 2026 e mantém expectativa dentro da meta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A projeção do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a subir e agora está estimada em 4,17%, segundo dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil. A revisão representa a segunda elevação consecutiva nas expectativas dos analistas. Mesmo com o aumento, a previsão segue dentro do intervalo da meta estabelecida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A projeção do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a subir e agora está estimada em 4,17%, segundo dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil. A revisão representa a segunda elevação consecutiva nas expectativas dos analistas.</p>
<p>Mesmo com o aumento, a previsão segue dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que fixa o centro em 3%, com margem de tolerância entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O avanço nas estimativas ocorre em um cenário de maior incerteza internacional, especialmente em função das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que impactam diretamente os preços de commodities como o petróleo e, consequentemente, pressionam a inflação.</p>
<p>Além da inflação, o relatório também trouxe ajustes em outros indicadores. A expectativa de crescimento da economia brasileira em 2026 teve leve alta, passando para 1,84%. Já a taxa básica de juros, a Selic, segue como principal instrumento de controle inflacionário e deve encerrar o ano em torno de 12,5%.</p>
<p>Para os anos seguintes, as projeções permanecem mais estáveis. O mercado estima inflação de 3,8% em 2027 e cerca de 3,5% entre 2028 e 2029, sinalizando uma tendência de convergência gradual para a meta ao longo do tempo.</p>
<p>A revisão reforça o cenário de cautela na economia, em que fatores externos e internos seguem sendo monitorados pelo mercado e pelas autoridades monetárias na definição das políticas econômicas.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz projeção da inflação para 2026 e mantém expectativa moderada de crescimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a revisar para baixo a expectativa de inflação no Brasil em 2026. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,99% para 3,97%, marcando a quinta semana consecutiva de redução na estimativa. O novo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a revisar para baixo a expectativa de inflação no Brasil em 2026. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,99% para 3,97%, marcando a quinta semana consecutiva de redução na estimativa.</p>
<p>O novo patamar mantém a inflação projetada dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%. Para os anos seguintes, o mercado manteve estabilidade nas previsões: 3,8% em 2027 e 3,5% tanto em 2028 quanto em 2029.</p>
<p>A primeira leitura oficial do IPCA de 2026 será divulgada nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com os dados referentes ao mês de janeiro. No fechamento de 2025, a inflação acumulada ficou em 4,26%, após alta de 0,33% em dezembro, pressionada principalmente pelos preços de passagens aéreas e transportes por aplicativo.</p>
<p>No campo da política monetária, o boletim Focus aponta manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano no momento. O nível é o mais elevado desde julho de 2006 e vem sendo mantido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) pela quinta reunião consecutiva. Em comunicado recente, o Banco Central indicou que poderá iniciar o ciclo de cortes na reunião de março, desde que o cenário inflacionário permaneça favorável.</p>
<p>A expectativa do mercado é que a Selic encerre 2026 em 12,25% ao ano. Para 2027, a projeção é de nova redução, para 10,5%, chegando a 10% em 2028 e 9,5% em 2029. Juros mais altos têm como objetivo conter a inflação ao desestimular o consumo e encarecer o crédito, enquanto a redução da taxa tende a estimular a atividade econômica, ainda que com menor controle sobre os preços.</p>
<p>Em relação ao crescimento econômico, as instituições financeiras mantiveram a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,8% para 2026. O mesmo percentual é projetado para 2027, enquanto para 2028 e 2029 a expectativa é de crescimento de 2% ao ano. O desempenho recente da economia brasileira foi marcado por estabilidade no terceiro trimestre de 2025, com avanço de 0,1%, impulsionado principalmente pela indústria e pela agropecuária.</p>
<p>O IBGE deve divulgar o resultado consolidado do PIB de 2025 no próximo dia 3 de março. Em 2024, a economia brasileira registrou crescimento de 3,4%, o quarto ano consecutivo de alta e o melhor desempenho desde 2021.</p>
<p>Já no câmbio, o mercado manteve a projeção de dólar a R$ 5,50 ao fim de 2026, patamar que também é esperado para o encerramento de 2027, refletindo um cenário de relativa estabilidade nas expectativas para a moeda norte-americana.</p>
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		<title>Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-projeta-inflacao-de-406-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 14:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025. Apesar do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025.</p>
<p>Apesar do pequeno ajuste, o boletim indica estabilidade em três das quatro principais projeções acompanhadas pelo mercado. A inflação foi o único indicador a registrar mudança, interrompendo uma sequência de oito semanas consecutivas de queda nas estimativas. Há quatro semanas, a projeção para o IPCA de 2026 era de 4,16%.</p>
<p>Para os anos seguintes, o cenário permanece inalterado há nove semanas. A inflação projetada é de 3,80% em 2027 e de 3,50% em 2028, níveis próximos ao centro da meta estabelecida para o médio prazo.</p>
<h3>Meta de inflação segue no radar</h3>
<p>A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2025 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%. A prévia da inflação oficial de dezembro, medida pelo IPCA-15, foi de 0,25%, levando o acumulado em 12 meses a 4,41%, dentro do limite da meta.</p>
<p>Esse foi o segundo mês consecutivo em que a inflação acumulada permaneceu dentro da margem de tolerância. Em novembro, o índice havia recuado para 4,5%, após ter permanecido acima do teto desde janeiro. O pico do período ocorreu em abril, quando o acumulado chegou a 5,49%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h3>PIB mantém projeção de crescimento moderado</h3>
<p>As estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) seguem estáveis. O mercado financeiro projeta crescimento de 1,8% para a economia brasileira em 2026, mesmo percentual esperado para 2027. Para 2028, a expectativa é de uma expansão um pouco maior, de 2%.</p>
<h3>Câmbio e Selic permanecem estáveis</h3>
<p>No câmbio, a projeção é de que o dólar encerre 2026 cotado a R$ 5,50, valor que não sofre alterações há 12 semanas. Para 2027, a estimativa também é de R$ 5,50, enquanto para 2028 o mercado projeta R$ 5,52.</p>
<p>Já a taxa básica de juros (Selic), que fechou 2025 em 15% ao ano, deve iniciar um ciclo de queda ao longo de 2026, recuando para 12,25%. Para 2027, a expectativa é de 10,50%, e para 2028, de 9,75%.</p>
<p>A Selic está no maior patamar desde julho de 2006, quando atingiu 15,25% ao ano. Após cair para 10,5% em maio do ano passado, a taxa voltou a subir em setembro de 2024, alcançando novamente 15% na reunião de junho de 2025, nível mantido desde então.</p>
<p>Segundo o Banco Central, a elevação da Selic tem como objetivo conter a demanda aquecida, encarecendo o crédito e estimulando a poupança, o que ajuda a controlar a inflação. Por outro lado, juros mais altos tendem a dificultar a expansão da economia. Quando a taxa é reduzida, o efeito é o oposto: o crédito fica mais barato, incentivando o consumo e a produção, ainda que com menor controle inflacionário.</p>
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		<title>Mercado reduz projeção de inflação para 2025 e mantém expectativa de juros elevados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-reduz-projecao-de-inflacao-para-2025-e-mantem-expectativa-de-juros-elevados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 13:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
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					<description><![CDATA[A projeção do mercado financeiro para a inflação oficial do país voltou a cair. Segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,45% para 4,43% em 2025. É a terceira semana consecutiva de revisão para baixo, movimento impulsionado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A projeção do mercado financeiro para a inflação oficial do país voltou a cair. Segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,45% para 4,43% em 2025. É a terceira semana consecutiva de revisão para baixo, movimento impulsionado pelo resultado de outubro, o mais baixo para o mês em quase três décadas.</p>
<p>Com a nova projeção, o IPCA volta a se situar dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Apesar disso, a inflação acumulada em 12 meses — atualmente em 4,68% — ainda supera o teto da meta.</p>
<h3><strong>Inflação em desaceleração</strong></h3>
<p>O índice fechou outubro em alta de apenas 0,09%, influenciado principalmente pela queda na conta de luz, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado contrasta com os 0,48% registrados em setembro e com os 0,56% de outubro de 2024.</p>
<p>As previsões para os anos seguintes também seguem estáveis ou em leve queda: 4,17% para 2026, 3,8% para 2027 e 3,5% para 2028.</p>
<h3><strong>Juros seguem em patamar elevado</strong></h3>
<p>Mesmo com a desaceleração dos preços e da atividade econômica, o Banco Central tem mantido a taxa Selic em 15% ao ano. Foi a terceira reunião consecutiva sem alterações, enquanto a autoridade monetária mantém o alerta de que pode voltar a subir os juros “caso julgue apropriado”.</p>
<p>Em nota, o BC destacou que o cenário internacional permanece incerto, especialmente diante da política econômica dos Estados Unidos, o que afeta as condições financeiras globais. No Brasil, embora a inflação esteja recuando, ainda opera acima da meta, o que justifica, segundo o Banco Central, a permanência de juros elevados por mais tempo.</p>
<p>O mercado projeta que a Selic encerre 2025 em 15% ao ano, com reduções graduais nos anos seguintes: 12% em 2026, 10,5% em 2027 e 9,5% em 2028.</p>
<h3><strong>Reflexos na economia</strong></h3>
<p>A política de juros altos tende a conter o consumo e restringir o crédito, medida usada pelo BC para controlar a demanda e, consequentemente, pressionar a inflação para baixo. Contudo, esse movimento também limita o crescimento econômico.</p>
<p>Para 2025, a estimativa do mercado para o Produto Interno Bruto (PIB) permanece em 2,16%, expectativa que ainda reflete um ambiente de desaceleração da atividade, mas com sinais de maior estabilidade nos preços.</p>
<p>O cenário, segundo analistas, continuará exigindo cautela, equilíbrio fiscal e previsibilidade monetária para garantir uma trajetória de inflação mais próxima da meta nos próximos anos.</p>
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		<title>Mercado financeiro ajusta previsão e vê inflação em 4,55% no fim de 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-ajusta-previsao-e-ve-inflacao-em-455-no-fim-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 14:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro reduziu levemente sua projeção para a inflação oficial do país em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,56% para 4,55%. Embora a variação seja mínima, a projeção ainda está acima do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro reduziu levemente sua projeção para a inflação oficial do país em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,56% para 4,55%.</p>
<p>Embora a variação seja mínima, a projeção ainda está acima do teto da meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O Focus também manteve as projeções de 4,2% para 2026, 3,8% para 2027 e 3,5% para 2028, apontando para uma tendência de desaceleração gradual dos preços nos próximos anos.</p>
<h3>Juros permanecem altos</h3>
<p>Para tentar conter a inflação, o Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano, conforme decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em setembro. A instituição indicou, em ata, que deve manter os juros elevados por um “período prolongado” até garantir a convergência da inflação à meta.</p>
<p>O Copom volta a se reunir nesta semana, nos dias 4 e 5 de novembro, para reavaliar o cenário.<br />
A expectativa do mercado é que a taxa básica permaneça em 15% até o fim de 2025, caindo gradualmente para 12,25% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>Economistas explicam que, embora a Selic alta ajude a controlar os preços, também freia a atividade econômica, já que encarece o crédito e desestimula o consumo.</p>
<h3>PIB estável e dólar em leve alta</h3>
<p>A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi mantida em 2,16% para 2025, impulsionada principalmente pelos setores de serviços e indústria, que cresceram 0,4% no segundo trimestre.</p>
<p>Para os anos seguintes, o mercado espera uma expansão mais moderada, de 1,78% em 2026, 1,9% em 2027 e 2% em 2028.</p>
<p>A cotação do dólar também deve permanecer pressionada, com previsão de R$ 5,41 ao fim de 2025 e R$ 5,50 em 2026.</p>
<p>Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, consolidando o quarto ano consecutivo de expansão e o melhor resultado desde 2021, quando o PIB subiu 4,8%.</p>
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		<item>
		<title>Mercado revisa para baixo previsão da inflação em 2025, mas índice segue acima da meta do BC</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-revisa-para-baixo-previsao-da-inflacao-em-2025-mas-indice-segue-acima-da-meta-do-bc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 13:41:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão da inflação para 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,95% para 4,86%, registrando a 13ª queda consecutiva. Apesar da revisão, a projeção permanece acima do teto da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão da inflação para 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,95% para 4,86%, registrando a 13ª queda consecutiva.</p>
<p>Apesar da revisão, a projeção permanece acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3%, com tolerância entre 1,5% e 4,5%. Nos últimos 12 meses, a inflação acumulada atingiu 5,23%, puxada principalmente pelo aumento na conta de energia, ainda que alimentos tenham registrado queda pelo segundo mês seguido.</p>
<h3><strong>Crescimento econômico em ritmo mais lento</strong></h3>
<p>A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2025 caiu de 2,21% para 2,18%, mantendo a projeção de desaceleração da economia em relação a 2024, quando o crescimento foi de 3,4% – o quarto ano seguido de alta. Para 2026, o mercado prevê avanço de 1,86%.</p>
<h3><strong>Juros e câmbio</strong></h3>
<p>A taxa Selic, hoje em 15% ao ano, deve se manter nesse patamar até o fim de 2025, segundo analistas. O mercado projeta recuo gradual a partir de 2026, quando pode cair para 12,5%, chegando a 10% em 2028.</p>
<p>A previsão para o dólar é de R$ 5,59 ao fim deste ano, com ligeira alta para R$ 5,64 até 2026.</p>
<p>Com inflação ainda pressionada e juros elevados, o cenário econômico aponta para um equilíbrio delicado: controlar preços sem sufocar o crescimento.</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão de inflação para 5,1% em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-de-inflacao-para-51-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 14:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a reduzir a projeção para a inflação oficial do país, medida pelo IPCA, este ano: de 5,17% para 5,10%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Banco Central. Esta é a oitava queda consecutiva na estimativa. Para os anos seguintes, as previsões também recuaram levemente: 4,45% em 2026, 4% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a reduzir a projeção para a inflação oficial do país, medida pelo IPCA, este ano: de 5,17% para 5,10%, segundo o <em>Boletim Focus</em> divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Banco Central. Esta é a oitava queda consecutiva na estimativa.</p>
<p>Para os anos seguintes, as previsões também recuaram levemente: 4,45% em 2026, 4% em 2027 e 3,8% em 2028. Mesmo assim, a inflação projetada para 2025 ainda está acima do teto da meta de 4,5% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).</p>
<p>Em junho, a inflação acumulada em 12 meses ficou em 5,35%, ainda acima do teto da meta, apesar da desaceleração registrada no mês.</p>
<h3>Juros mantidos em patamar elevado</h3>
<p>Para tentar controlar os preços, o Banco Central elevou a taxa Selic para 15% ao ano em sua última reunião — o sétimo aumento consecutivo. A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) sinaliza manutenção nesse nível por mais tempo, mas não descarta novas altas caso a inflação volte a subir.</p>
<p>O mercado espera que a Selic só comece a cair a partir de 2026, fechando aquele ano em 12,5%, e recuando para 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<h3>PIB e dólar</h3>
<p>A projeção para o crescimento do PIB este ano se manteve em 2,23%, puxada pelo bom desempenho da agropecuária no início de 2025. Para 2026, a estimativa caiu para 1,88%, e para 2027 e 2028 a expectativa é de expansão de 2% ao ano.</p>
<p>Em 2024, a economia brasileira já havia registrado alta de 3,4%, o quarto crescimento anual seguido.</p>
<p>No câmbio, a expectativa do mercado é que o dólar termine 2025 em R$ 5,65 e suba para R$ 5,70 em 2026.</p>
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		<title>Mercado eleva projeção do PIB para 2025, mas inflação segue acima da meta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 14:05:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro ajustou para cima a previsão de crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central, a nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano passou de 2% para 2,02%. A expectativa para os anos seguintes permanece relativamente estável: o mercado projeta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro ajustou para cima a previsão de crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central, a nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano passou de 2% para 2,02%.</p>
<p>A expectativa para os anos seguintes permanece relativamente estável: o mercado projeta crescimento de 1,7% em 2026 e 2% em 2027 e 2028.</p>
<p>Em 2024, o Brasil já havia registrado uma expansão de 3,4%, o maior avanço desde 2021, quando o PIB cresceu 4,8%. Foi o quarto ano seguido de crescimento da atividade econômica.</p>
<h3>Inflação preocupa</h3>
<p>Apesar do otimismo moderado com o crescimento, o mercado reduziu ligeiramente a expectativa de inflação para 2025, que caiu de 5,51% para 5,5%, ainda acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5%. A meta central é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>Para os anos seguintes, o Boletim Focus prevê desaceleração inflacionária: 4,5% em 2026, 4% em 2027 e 3,8% em 2028. No acumulado de 12 meses até abril de 2024, o IPCA soma 5,53%, pressionado por itens como alimentos e medicamentos, mesmo com desaceleração nos últimos dois meses.</p>
<h3>Juros em alta</h3>
<p>Para conter a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 14,75% ao ano, após seis altas consecutivas. A decisão foi influenciada por incertezas no cenário global e pelo encarecimento de alimentos e energia. O BC afirmou que o ambiente permanece incerto e exige prudência nas próximas decisões.</p>
<p>O mercado projeta que a Selic permaneça em 14,75% até o fim de 2025, caindo para 12,5% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>A política de juros altos busca esfriar a demanda e conter a inflação, mas também pode desacelerar a economia ao tornar o crédito mais caro e desestimular o consumo.</p>
<h3>Dólar em alta</h3>
<p>Outro indicador que chama atenção é a previsão de câmbio: o mercado estima que o dólar feche 2024 em R$ 5,82 e chegue a R$ 5,90 no fim de 2026, refletindo a percepção de risco e a política monetária nos Estados Unidos.</p>
<p>Com inflação ainda pressionada e juros elevados, o desafio do governo e do Banco Central será equilibrar crescimento econômico com controle dos preços, em um cenário que segue marcado por volatilidade interna e externa.</p>
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		<title>PIB em alta: mercado eleva projeção de crescimento da economia brasileira em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pib-em-alta-mercado-eleva-projecao-de-crescimento-da-economia-brasileira-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 20:27:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro aumentou ligeiramente sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (14), a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1,97% para 1,98%, refletindo o otimismo moderado com o desempenho da economia, mesmo diante das turbulências no cenário global. O leve ajuste ocorre em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro aumentou ligeiramente sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (14), a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1,97% para 1,98%, refletindo o otimismo moderado com o desempenho da economia, mesmo diante das turbulências no cenário global.</p>
<p>O leve ajuste ocorre em um momento de mudança estratégica na política comercial brasileira, com a entrada em vigor da Lei da Reciprocidade Comercial, sancionada na última sexta-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A nova legislação permite ao Brasil responder com medidas comerciais a países e blocos que imponham barreiras unilaterais aos produtos brasileiros.</p>
<h3>Crescimento sob pressão externa</h3>
<p>Apesar do otimismo contido, o cenário externo traz incertezas. A escalada da guerra comercial intensificada pelos Estados Unidos, especialmente contra a China, também atingiu o Brasil. O governo norte-americano, sob comando de Donald Trump, impôs tarifas de 10% sobre todas as exportações brasileiras, com sobretaxas de 25% para aço e alumínio — setores sensíveis para a indústria nacional.</p>
<p>A medida acendeu um alerta no Planalto. Lula, durante a 9ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), em Honduras, voltou a criticar as tarifas unilaterais e afirmou que o Brasil usará todos os mecanismos diplomáticos e jurídicos disponíveis, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), antes de adotar retaliações.</p>
<h3>Nova lei e proteção à competitividade</h3>
<p>A Lei da Reciprocidade Comercial é considerada uma resposta firme e pragmática à nova ordem comercial global. O texto autoriza o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex) a impor restrições à importação de bens e serviços de países que prejudiquem a competitividade do Brasil ou interfiram em suas decisões soberanas.</p>
<p>A norma estabelece ainda que qualquer medida comercial reativa será precedida por tentativas de negociação, mantendo o país alinhado aos princípios do comércio justo e do multilateralismo.</p>
<h3>Expectativas para 2025</h3>
<p>Mesmo com o ambiente desafiador, a elevação da projeção do PIB sinaliza confiança na resiliência da economia brasileira, impulsionada por medidas internas de proteção e ajustes estruturais. Analistas destacam o papel da nova lei como um passo importante para a defesa da indústria nacional, sem descuidar da diplomacia.</p>
<p>O leve avanço na estimativa do crescimento, embora modesto, indica que o mercado aposta em um Brasil mais preparado para enfrentar choques externos e preservar sua posição no comércio global.</p>
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		<title>Mercado financeiro eleva projeção de inflação e meta do Banco Central é ultrapassada</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-eleva-projecao-de-inflacao-e-meta-do-banco-central-e-ultrapassada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 15:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[previsão da inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A expectativa de inflação oficial do Brasil, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada pelo mercado financeiro, passando de 4,5% para 4,55% em 2024, o que ultrapassa o limite superior da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Divulgada semanalmente no Boletim Focus do Banco Central, essa estimativa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A expectativa de inflação oficial do Brasil, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada pelo mercado financeiro, passando de 4,5% para 4,55% em 2024, o que ultrapassa o limite superior da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Divulgada semanalmente no Boletim Focus do Banco Central, essa estimativa reflete preocupações crescentes com o controle da inflação diante de desafios internos e externos.</p>
<p>Além disso, o mercado projeta uma inflação de 4% para 2025 e 3,5% para 2027, mantendo-se acima do centro da meta de 3% com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos, estipulada pelo CMN. A partir de 2025, o sistema de metas contínuas entrará em vigor, eliminando a necessidade de definir metas anuais e mantendo o foco no objetivo de 3%, permitindo maior estabilidade.</p>
<p>Em setembro, o IPCA apresentou alta de 0,44%, impulsionada principalmente pelo aumento das tarifas de energia elétrica, e acumula 4,42% nos últimos 12 meses.</p>
<h4><strong>Ajustes na Taxa Selic</strong></h4>
<p>Para enfrentar as pressões inflacionárias, o Banco Central usa a taxa Selic como principal instrumento. Após várias reduções, a Selic encontra-se atualmente em 10,75% ao ano, e o mercado prevê uma nova elevação para conter a inflação. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) está agendada para os dias 5 e 6 de novembro, e há expectativas de que a taxa alcance 11,75% em 2024.</p>
<p>Em 2025, a Selic pode reduzir gradativamente para 11,25%, com projeções de novas quedas para 9,5% em 2026 e 9% em 2027. Esse ajuste gradual reflete o objetivo de controlar a inflação, mantendo estímulos para a produção e o consumo sem comprometer a estabilidade dos preços.</p>
<h4><strong>Expectativas para o PIB e o Câmbio</strong></h4>
<p>As previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro também foram ajustadas. A expectativa de crescimento subiu para 3,08% em 2024, com os dados do segundo trimestre de 2024 indicando uma expansão de 1,4% em comparação com o trimestre anterior. Para os próximos anos, o mercado projeta um crescimento econômico de 1,93% para 2025 e de 2% para 2026 e 2027.</p>
<p>No câmbio, a expectativa é que o dólar encerre 2024 em R$ 5,45, com uma leve queda para R$ 5,40 ao final de 2025, refletindo um cenário global de fortalecimento do dólar.</p>
<h4><strong>Perspectiva Econômica e Impacto nos Consumidores</strong></h4>
<p>O controle da inflação e o ajuste nas taxas de juros buscam estabilizar a economia, embora taxas elevadas de juros possam desacelerar o crescimento. Com juros mais altos, o crédito tende a encarecer, impactando diretamente o consumo e os investimentos, mas, ao mesmo tempo, ajudando a reduzir as pressões inflacionárias e mantendo a credibilidade econômica.</p>
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