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	<title>Boate Kiss &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Boate Kiss &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF vai decidir sobre anulação do júri da boate Kiss</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-vai-decidir-sobre-anulacao-do-juri-da-boate-kiss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 01:17:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Boate Kiss]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>
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					<description><![CDATA[O desfecho do trágico incêndio na Boate Kiss, que em 2013 ceifou 242 vidas e deixou mais de 600 feridos em Santa Maria, Rio Grande do Sul, agora está nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma reviravolta recente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a anulação do julgamento dos quatro acusados, ocorrido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desfecho do trágico incêndio na Boate Kiss, que em 2013 ceifou 242 vidas e deixou mais de 600 feridos em Santa Maria, Rio Grande do Sul, agora está nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma reviravolta recente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a anulação do julgamento dos quatro acusados, ocorrido em dezembro de 2021, e o caso agora segue para o veredito final da mais alta instância jurídica do país.</p>
<p>O Ministério Público Federal (MPF) interpôs recurso após a decisão do STJ e, nesta quarta-feira (19), o vice-presidente do STJ, ministro Og Fernandes, determinou que o processo seja encaminhado ao Supremo. A data para o julgamento ainda não foi estipulada.</p>
<p>Atualmente, as condenações dos ex-sócios da boate, Elissandro Callegaro Spohr (22 anos e seis meses de prisão) e Mauro Londero Hoffmann (19 anos e seis meses), juntamente com o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos, e o produtor musical Luciano Bonilha, estão anuladas. Os quatro foram sentenciados a 18 anos de prisão.</p>
<p>Um novo júri estava agendado para o mês passado, mas foi suspenso por decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>A defesa dos quatro acusados reiterou no STJ que o julgamento foi repleto de irregularidades e defendeu a manutenção da anulação das condenações. Entre as falhas apontadas pelos advogados estão uma reunião privada entre o juiz e o conselho de sentença, realizada sem a presença do Ministério Público e das defesas, além do sorteio de jurados fora do prazo legal.</p>
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		<title>Justiça marca novo júri da Boate Kiss após anulação de condenações</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-marca-novo-juri-da-boate-kiss-apos-anulacao-de-condenacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 23:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Boate Kiss]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal do Júri]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal do Júri de Porto Alegre marcou para 26 de fevereiro de 2024 novo julgamento de quatro acusados pelo incêndio na Boate Kiss, ocorrido em 2013, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e que deixou 242 mortos e mais de 600 feridos. A data foi marcada após o Superior Tribunal de Justiça [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Tribunal do Júri de Porto Alegre marcou para 26 de fevereiro de 2024 novo julgamento de quatro acusados pelo incêndio na Boate Kiss, ocorrido em 2013, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e que deixou 242 mortos e mais de 600 feridos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A data foi marcada após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manter, no início deste mês, a anulação da condenação de dois sócios da boate e de integrantes da banda Gurizada Fandangueira.</p>
<p>Com a decisão, continuaram anuladas as condenações dos ex-sócios da boate Elissandro Callegaro Spohr (22 anos e seis meses de prisão) e Mauro Londero Hoffmann (19 anos e seis meses), além do vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos, e o produtor musical Luciano Bonilha. Ambos foram condenados a 18 anos de prisão.</p>
<p>No STJ, os advogados dos quatro acusados afirmaram que o júri foi repleto de nulidades e defenderam a manutenção da decisão que anulou as condenações.</p>
<p>Entre as ilegalidades apontadas pelos advogados, estão a realização de uma reunião reservada entre o juiz e o conselho de sentença, sem a presença do Ministério Público e das defesas, e o sorteio de jurados fora do prazo legal.</p>
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		<title>Boate Kiss: 10 anos depois da tragédia, ainda não há punição para os responsáveis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/boate-kiss-10-anos-depois-da-tragedia-ainda-nao-ha-punicao-para-os-responsaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 16:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[10 Anos]]></category>
		<category><![CDATA[Boate Kiss]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje, 27 de Janeiro, completa dez anos da tragédia que aconteceu na boate Kiss em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e que tirou a vida de 242 pessoas. Infelizmente, até hoje, nenhuma responsabilidade foi atribuída pelo ocorrido. Os familiares e as vítimas desta tragédia ainda esperam por justiça e desfecho judicial. A década [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, 27 de Janeiro, completa dez anos da tragédia que aconteceu na boate Kiss em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e que tirou a vida de 242 pessoas. Infelizmente, até hoje, nenhuma responsabilidade foi atribuída pelo ocorrido. Os familiares e as vítimas desta tragédia ainda esperam por justiça e desfecho judicial. A década se passou, mas a dor e o sofrimento continuam presentes na vida de muitas pessoas. Esperamos que o sistema de justiça possa dar as respostas e realizar a punição dos responsáveis pela tragédia.</p>
<p>Em 2021, os sócios da boate Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos e o auxiliar Luciano Bonilha Leão foram condenados pelo Tribunal do Júri por homicídio, com penas de 18 a 22 anos de prisão. No entanto, em agosto do ano passado, o Tribunal de Justiça do Estado anulou a sentença e revogou a prisão, alegando descumprimento de regras na formação do Conselho de Sentença. O Ministério Público do Estado (MPE) recorreu da decisão, buscando justiça para as vítimas e suas famílias.</p>
<p>O delegado regional de Santa Maria, Sandro Luís Meinerz, que conduziu a investigação do caso, lamenta a demora da justiça.</p>
<blockquote><p>“Estamos fechando agora no dia 27, dez anos dessa absurda tragédia e, infelizmente, nenhuma resposta final desse processo foi dada para sociedade e, principalmente, para os pais e familiares dessas vítimas que morreram, fora aquelas que ficaram sequeladas”, disse.</p></blockquote>
<p>A defesa de Luciano Bonilha argumenta que a sentença do júri, que foi anulada, foi injusta e espera uma solução no final deste ano. Por outro lado, o advogado de Mauro Londero, Bruno Seligman de Menezes, acredita que a anulação da sentença deve ser mantida e que um novo julgamento resultará em uma sentença justa. Ambas as partes esperam que a verdade seja revelada e a justiça seja feita para as vítimas e suas famílias.</p>
<p>De acordo com a advogada do vocalista Marcelo Santos, Tatiana Vizzotto Borsa, o músico está trabalhando em São Vicente do Sul enquanto aguarda a decisão dos tribunais superiores. A defesa de Elissandro Spohr optou por não se pronunciar sobre o assunto.</p>
<p>De acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul, além dos quatro réus acusados de homicídio, outras 19 pessoas, incluindo bombeiros e ex-sócios da boate, foram acusadas de crimes como falsidade ideológica e negligência.</p>
<p>De acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul, além dos quatro réus acusados de homicídio e outras 19 pessoas acusadas de crimes como negligência, outras 27 pessoas foram denunciadas por falsidade ideológica, por terem assinado um documento afirmando residir a menos de 100 metros da boate Kiss, o que foi comprovado como não verdadeiro.</p>
<h2>Mudanças na legislação</h2>
<p>A tragédia na boate Kiss, ocorrida em 2013, expôs a fragilidade dos critérios de segurança em casas noturnas e exigiu uma resposta dos legisladores. Em 2017, foi instituída a Lei Kiss, uma lei federal que estabelece normas mais rigorosas sobre segurança, prevenção e proteção contra incêndios em estabelecimentos de reunião de público em todo o território nacional.</p>
<p>Entre as principais mudanças na lei, destacam-se a determinação de que cada estabelecimento tenha uma lotação máxima visível na porta de entrada e a inclusão de noções de segurança contra incêndio e pânico nos cursos de engenharia e arquitetura. A aspirante a oficial do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal e pesquisadora do caso Kiss, Kirla Pignaton, aponta essas medidas como importantes passos para garantir a segurança de frequentadores de casas noturnas no país.</p>
<p>A tragédia no clube Kiss, em Santa Maria, expôs a necessidade de uma maior regulamentação da segurança em estabelecimentos de reunião de público. Em 2017, a Lei Kiss foi criada para estabelecer normas mais rígidas sobre prevenção e proteção contra incêndios em todo o território nacional. No entanto, ao sancioná-la, o então presidente Michel Temer vetou trechos importantes, incluindo a criminalização do descumprimento das ações de prevenção e combate a incêndios e a proibição do uso de comandas em casas noturnas.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora Kirla Pignaton, outras nove situações similares aconteceram antes em outros países. Ela acredita que a tragédia no Kiss mostrou a importância de informações sobre a segurança dos locais e a necessidade de uma maior regulamentação para garantir a segurança dos frequentadores.</p>
<p>&#8220;[O consumidor passou a] se atentar que não pode ficar em um estabelecimento [sem segurança]. Ele também pode entrar no site do Corpo de Bombeiros e fazer uma denúncia para que eles vão até o local para façam vistoria para verificar se está tudo conforme o projeto, se o projeto de segurança foi executado&#8221;, disse a pesquisadora.</p>
<p>Em 2013, ano do trágico incêndio na boate Kiss, o estado do Rio Grande do Sul já havia adotado medidas para aumentar a prevenção contra incêndios. No entanto, no final de 2020, a Assembleia Legislativa do estado aprovou uma lei proposta pelo Executivo que dispensa a necessidade de obtenção de alvará para 730 tipos de imóveis. Isso significa que esses imóveis não precisam mais passar por inspeções para garantir a segurança contra incêndios.</p>
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		<title>Boate Kiss: após 9 anos, familiares de vítimas veem início de justiça</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/boate-kiss-apos-9-anos-familiares-de-vitimas-veem-inicio-de-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 14:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Vitimas]]></category>
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					<description><![CDATA[Nove anos depois do incêndio que matou 242 jovens e deixou mais de 600 feridos na Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, familiares das vítimas consideram que a justiça começou a ser feita. No último mês de dezembro, quatro pessoas acusadas pelo Ministério Público (MP) pelos 242 homicídios e 636 tentativas de homicídio por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Nove anos depois do incêndio que matou 242 jovens e deixou mais de 600 feridos na Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, familiares das vítimas consideram que a justiça começou a ser feita. No último mês de dezembro, quatro pessoas acusadas pelo Ministério Público (MP) pelos 242 homicídios e 636 tentativas de homicídio por dolo eventual, foram condenadas em júri popular a penas de 18 a 22 anos, a serem cumpridas em regime fechado, inicialmente.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O que a gente entende é que nesse processo em que os réus responderam pelos homicídios, isso aí ficou, sem dúvida nenhuma, justiçado. Consideramos que foi feita justiça, mas sabemos que isso vai ser decidido nos tribunais superiores mais à frente, porque eles devem recorrer. A gente entende que a justiça teve seu início, a condenação deles é sinal de justiça”, destacou o presidente da Associação dos Familiares das Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM), Flávio Silva.</p>
<p>Os sócios da Boate Kiss, Elissandro Calegaro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, foram condenados a penas de 22 anos e 6 meses, e 19 anos e seis meses, respectivamente; o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos, que acendeu o artefato pirotécnico que causou o incêndio, foi condenado a 18 anos; e o produtor do grupo musical, Luciano Augusto Bonilha Leão, que comprou os fogos, a 18 anos também.</p>
<p>“Houve vitória da sociedade, nós não ganhamos nada, a sociedade conquistou sim o início da punição desse tipo de crime. [A condenação deles] prova que esse tipo de crime começa a ser punido no Brasil. Mas a gente entende que só à base de muita luta, muito esforço, que a justiça acontece”, ressaltou Flávio, pai de Andrielle Righi da Silva, que morreu no incêndio quando tinha 22 anos.</p>
<p>Os quatro condenados já começaram a cumprir pena. Na Justiça Militar, dois bombeiros foram condenados a penas de reclusão, mas as punições não começaram a serem cumpridas em razão de recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p>Quatro bombeiros também já haviam sido condenados anteriormente pela Justiça Comum a penas sem reclusão, em razão de irregularidades no processo de concessão de alvará da boate. “A gente não entende isso como condenação, porque as responsabilidades deles são graves, pelos crimes que cometeram. Eles foram condenados a pagar multa”, disse Flávio. De acordo com ele, os familiares já recorreram ao STJ e aguardam novo julgamento.</p>
<h2>Tragédia</h2>
<p>O incêndio teve início na madrugada de domingo, 27 de janeiro de 2013, durante apresentação da banda Gurizada Fandangueira. O evento havia sido organizado por estudantes dos cursos de agronomia, medicina veterinária, zootecnia, técnico em agronegócio, técnico em alimentos e pedagogia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<p>O fogo teve início no teto da boate, após um dos integrantes da banda acender um artefato pirotécnico no palco. A espuma, utilizada para abafar o som do ambiente, era inapropriada para uso interno. Ao queimar, produziu substâncias tóxicas que causaram a maioria das mortes. O recinto funcionava com documentação irregular e estava superlotado.</p>
<p>De acordo com sobreviventes, uma fumaça preta tomou conta do local em questão de segundos, e impediu as pessoas de encontrar rota de fuga. A maior parte dos corpos foi achada em um dos banheiros da boate, confundido com a saída do local.</p>
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