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	<title>Boa Vista &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Conexão com os Yanomami através da sala de rádio em Boa Vista</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conexao-com-os-yanomami-atraves-da-sala-de-radio-em-boa-vista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2023 13:45:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Localizada no Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami e Yek’uana (Disei-YY) em Boa Vista, uma pequena sala com mapas e cronogramas de visitas às comunidades indígenas afixados na parede, além de uma mesa com equipamentos de radiocomunicação, é a única conexão em tempo real com a maioria das comunidades yanomami. Isso é especialmente importante em regiões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Localizada no Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami e Yek’uana (Disei-YY) em Boa Vista, uma pequena sala com mapas e cronogramas de visitas às comunidades indígenas afixados na parede, além de uma mesa com equipamentos de radiocomunicação, é a única conexão em tempo real com a maioria das comunidades yanomami. Isso é especialmente importante em regiões como Roraima e Amazonas, onde não há sinal de celular.</p>
<p>O operador de rádio trabalha das 7h às 19h diariamente, recebendo demandas e comunicações dos indígenas. Por meio da sala, os yanomami entram em contato com o Disei-YY por meio das 78 unidades de saúde distribuídas em suas comunidades.</p>
<p>Essa conexão é essencial para lidar com emergências de saúde e outras necessidades de comunicação. Por exemplo, a sala de rádio é responsável por informar o Disei-YY sobre casos graves de saúde que exigem remoção dos pacientes para hospitais na capital.</p>
<figure id="attachment_57487" aria-describedby="caption-attachment-57487" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Presidente-do-Conselho-Distrital-de-Saude-Indigena-Yanomami-e-Yekuana-Junior-Hekurari-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-57487" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Presidente-do-Conselho-Distrital-de-Saude-Indigena-Yanomami-e-Yekuana-Junior-Hekurari-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Presidente Do Conselho Distrital De Saúde Indígena Yanomami E Ye'kuana Júnior Hekurari Yanomami - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Presidente-do-Conselho-Distrital-de-Saude-Indigena-Yanomami-e-Yekuana-Junior-Hekurari-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Presidente-do-Conselho-Distrital-de-Saude-Indigena-Yanomami-e-Yekuana-Junior-Hekurari-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Presidente-do-Conselho-Distrital-de-Saude-Indigena-Yanomami-e-Yekuana-Junior-Hekurari-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=391%2C260&amp;ssl=1 391w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57487" class="wp-caption-text">Presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye&#8217;kuana Júnior Hekurari Yanomami &#8211; Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>“<em>Os yanomami procuram essas estações, passam as informações para os profissionais de saúde e o profissional de saúde passa pra cá. Passam informações sobre remoções. Quando uma mãe se recusa a vir para a cidade, minha equipe vem pra convencer, porque eles têm medo de avião, de a criança morrer aqui, de a criança não retornar pra comunidade</em>”, explica o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Yek’uana (Codisi-YY), Júnior Hekurari Yanomami.</p>
<p>Com as informações em mãos, são acionados os recursos logísticos necessários, como aeronaves e equipes médicas, para chegar até aquela comunidade e transferir o paciente para Boa Vista.</p>
<p>A central de rádio recebe também pedidos de medicamentos, além de denúncias de ameaças de garimpeiros e conflitos. “<em>Chega tudo aqui. A gente ouve e corre para resolver esses problemas</em>”, conta Júnior.</p>
<p>Como a sala não funciona 24 horas, demandas ocorridas durante a noite, só podem ser resolvidas na manhã seguinte. E, segundo Júnior Yanomami, mesmo nos horários de funcionamento da sala, algumas vezes não conseguem estabelecer comunicação com a terra indígena. “<em>Às vezes só pega dez horas da manhã, às vezes uma hora da tarde</em>”</p>
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<figure id="attachment_57486" aria-describedby="caption-attachment-57486" style="width: 463px" class="wp-caption alignright"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Iolanda-Carvalho-na-sala-de-radiofonia-do-DSEI-em-Boa-Vista-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-57486" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Iolanda-Carvalho-na-sala-de-radiofonia-do-DSEI-em-Boa-Vista-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Iolanda Carvalho, Na Sala De Radiofonia Do DSEI, Em Boa Vista - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Iolanda-Carvalho-na-sala-de-radiofonia-do-DSEI-em-Boa-Vista-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Iolanda-Carvalho-na-sala-de-radiofonia-do-DSEI-em-Boa-Vista-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Iolanda-Carvalho-na-sala-de-radiofonia-do-DSEI-em-Boa-Vista-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=391%2C260&amp;ssl=1 391w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57486" class="wp-caption-text">Iolanda Carvalho, na sala de radiofonia do DSEI, em Boa Vista &#8211; Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A operadora de rádio Iolanda Carvalho conta que muitas comunidades não conseguem se comunicar diretamente com a central, por ficarem em territórios remotos. Nesse caso, é preciso que outras unidades de saúde façam a mediação.</p>
<p><em>“Tem polo que é tão fraca a propagação, que tem que pedir pro outro ajudar, porque a gente não ouve. Então, às vezes, é até difícil a comunicação chegar certa aqui, porque envolve muita gente&#8221;</em>, afirma.</p>
<p>Nove postos de saúde contam também com um aparelho de telefone público (orelhão), mas nem todos estão funcionando, conta Júnior.</p>
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		<title>Hospital montado para atender povo yanomami começa a funcionar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/hospital-montado-para-atender-povo-yanomami-comeca-a-funcionar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 23:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[O hospital de campanha que a Força Aérea Brasileira (FAB) montou em Boa Vista (RR) começou a funcionar na manhã desta sexta-feira (27), quando os profissionais de saúde da própria Aeronáutica iniciaram os atendimentos a indígenas transferidos da Reserva Yanomami. Trinta militares médicos, de diferentes especialidades, como clínica médica, ortopedia, cirurgia geral, pediatria, radiologia, ginecologia, patologia, [&#8230;]]]></description>
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<p>O hospital de campanha que a Força Aérea Brasileira (FAB) montou em Boa Vista (RR) começou a funcionar na manhã desta sexta-feira (27), quando os profissionais de saúde da própria Aeronáutica iniciaram os atendimentos a indígenas transferidos da Reserva Yanomami.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Trinta militares médicos, de diferentes especialidades, como clínica médica, ortopedia, cirurgia geral, pediatria, radiologia, ginecologia, patologia, além de farmacêuticos, enfermeiros e técnicos de enfermagem foram destacados para atender os pacientes cujo estado de saúde exigia que fossem levados à capital do estado, distante cerca de duas horas de voo do território indígena.</p>
<p>Segundo a FAB, o hospital de campanha dispõe de laboratórios e ambulatórios para a realização de atendimentos emergenciais, consultas, exames e ultrassonografias e contribuirá para ampliar a capacidade de atendimento da Casa de Saúde Indígena (Casai) – em cujo terreno a estrutura temporária está montada.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, 576 yanomami estavam internados na Casai esta manhã. Há cinco dias, o número de pacientes chegava a 777. Para servidores da pasta, a redução dos últimos dias já é resultado da primeira semana de intervenção federal na crise sanitária e humanitária enfrentada pelos yanomami, que viram o número de casos de malária e de desnutrição de adultos e crianças explodir nos últimos anos.</p>
<p>Na semana passada, o ministério declarou Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional e criou o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE-Y), responsável por coordenar as ações a serem implementadas pelo Poder Público, incluindo a distribuição de recursos para o restabelecimento dos serviços e a articulação com os gestores estaduais e municipais do Sistema Único de Saúde (SUS). Na última terça-feira (24), profissionais da Força Nacional do SUS começaram a reforçar o atendimento na Casa de Apoio à Saúde Indígena (Casai) de Boa Vista (RR).</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, só na quarta-feira, as equipes da Força Nacional do SUS atenderam a 148 pacientes, sendo 77 homens e 71 mulheres, todos adultos. As principais queixas são quadros de diarreia, pneumonia, suspeitas de tuberculose – quadros sérios, agravados pelo alto grau de desnutrição que técnicos do ministério diagnosticaram ao visitar a terra indígena e a unidade de saúde indígena de Boa Vista, nas últimas semanas.</p>
<p>De acordo com a FAB, um segundo hospital de campanha já está sendo montado no Surucucu, um dos polos base da Terra Indígena Yanomami, e apenas os pacientes em estado grave estão sendo levados a Boa Vista.</p>
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