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	<title>Birinaites Catiripapos e Borogodó &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Birinaites Catiripapos e Borogodó, de Luís Cosme Pinto, crônicas de um “andarilho da escrita”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2023 16:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[andarilho da escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Birinaites Catiripapos e Borogodó]]></category>
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					<description><![CDATA[A cidade e seus personagens, vivos ou estáticos, sempre inspiram histórias. Para captá-las, precisa ter um olhar atento e um tanto de sensibilidade. Luís Cosme Pinto, sempre com leveza e quase sempre com bom humor, recorre a vivências de décadas de sua experiência de jornalista para apresentar, em 28 crônicas, lugares e pessoas conhecidas suas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade e seus personagens, vivos ou estáticos, sempre inspiram histórias. Para captá-las, precisa ter um olhar atento e um tanto de sensibilidade. Luís Cosme Pinto, sempre com leveza e quase sempre com bom humor, recorre a vivências de décadas de sua experiência de jornalista para apresentar, em 28 crônicas, lugares e pessoas conhecidas suas em Birinaites catiripapos e borogodó, seu segundo livro.</p>
<p>Lançado em São Paulo na Livraria da Vila em fevereiro de 2023, chegou ao Rio de Janeiro no dia 15/04. O livro tem apresentação de Álvaro Costa e Silva, Caco Barcellos – que o define como “andarilho da escrita” – e Rita Lisauskas. Sai pela Kotter Editorial.</p>
<p>Semanalmente, Luís Cosme publica suas crônicas no Estadão.com, como convidado do blog do Fausto Macedo (estadao.com.br/politica/blog-do-fausto-macedo) e na Revista Fórum (revistaforum.com.br/opinião).</p>
<blockquote><p>“O trabalho de repórter ajuda muito a criar minhas crônicas. A mim não interessava saber só o que aconteceu. Há muitos fatores num acontecimento. Deixo-me levar pela curiosidade. Procuro sempre entrevistar pessoas por onde ando. Muitas vezes, vou usar seus depoimentos. Procuro suavizar, tornar importante o que é invisível, humanizar os fatos, que passam a ser minhas histórias”, resume o autor.</p></blockquote>
<p>A lista de seus inspiradores registra uma temática comum: o mundo urbano. Estão lá a vida de uma cobradora de ônibus, o sufoco dos ambulantes da CPTM e dos trabalhadores de aplicativo, um morador de rua, varredores de calçada, petiscos de padaria, casarões históricos, passageiros de transporte público, noitada de aniversário e conversas de botequim, entre outros assuntos.</p>
<p>Do mundo profissional, há crônicas em homenagem a companheiros já falecidos, como PHA – Paulo Henrique Amorim. Em outra, reforça a recuperação moral de um amigo jornalista injustiçado.</p>
<p>Fernando Sabino, Elsie Lessa, Rubem Braga, Antônio Maria, Fabrício Corsaletti são cronistas de sua preferência. Admira também João Saldanha e Nélson Rodrigues.</p>
<p><strong>Perfil resumido</strong></p>
<p>Luis Cosme de Miranda Pinto, carioca do bairro de Vila Isabel, nasceu em 1961. Para agradar ao pai e ainda sem ideia da profissão que queria seguir foi estudar Engenharia Civil.</p>
<p>Largou Engenharia e foi pro Jornalismo. Formou-se no Rio de Janeiro, trabalhou em algumas rádios com transmissão de corridas de cavalo, mas foi em São Paulo que conheceu o jornalismo profissional. Passou pela TV Globo de Bauru, depois, na capital, pelas tevês Manchete, SBT e Cultura. Foi repórter e apresentador de telejornais.</p>
<p>Em 1998, estava na Rede Globo, como editor do Jornal Nacional.</p>
<p>De 2006 a 2016, trabalhou na TV Record, de onde saiu, voltou para a Globo, foi para o SBT e encerrou a carreira numa última passagem pela Globo – lá, como roteirista do programa Mais Você, da Ana Maria Braga.</p>
<p>Saiu com quase 60 anos porque desejava viver da Literatura. Estava no último período de uma pós-graduação em Literatura de Não-Ficção, no Instituto Vera Cruz, em São Paulo. O conteúdo<br />
do seu TCC compõe o livro Birinaites Catiripapos e Borogodó.</p>
<p>Entre outros trabalhos jornalísticos, destacam-se Prêmio Embratel, na TV Globo; três vezes o Prêmio Vladimir Herzog (como editor, 2006, 2007 e 2008), na TV Record), diversos documentários, igualmente premiados, e cobertura da Copa do Mundo de 1990.</p>
<p>Seu primeiro livro é Ponte Aérea, lançado em 2010. Planeja para 2024 o terceiro. Ambos, como o atual, são de crônicas.</p>
<p><strong>Eis um “aperitivo” das 28 crônicas:</strong></p>
<p>1 &#8211; O Chopp acabou. As emoções de um lançamento de livro que quase fracassou. Humor e boemia<br />
2 &#8211; As Geladeiras de Gilberto. A cada casamento uma geladeira.<br />
3 &#8211; Badaladas. A enfermeira que sonha ser dona de um botequim.<br />
4 &#8211; Madrinhas. Duas jovens amigas brincam de cupido.<br />
5 &#8211; Lanterninha. Jovem garçonete vira lanterninha de cinema.<br />
6 &#8211; Nando, Jessé, Ely e cia. Histórias de fãs que viram grandes estrelas.<br />
7 &#8211; Passarela. Passeio pela Vila Buarque.<br />
8- Piauí, logo ali. Uma rua paulistana onde uma velha cadeia vai virar arranha céu.<br />
9 &#8211; Faxina. Cotidiano de quem ganha a vida com a vassoura na mão<br />
10 &#8211; Herança. Um relógio da zona norte carioca, hoje aposentado num apartamento ao lado do Minhocão.<br />
11 &#8211; Cama de Pedra. Uma cama gelada no frio e quase incandescente no verão.<br />
12 &#8211; Desassossego de um Poste. Repórter iniciante quer levar poste para a primeira página.<br />
13 &#8211; Olha o Rapa. Olhar sobre os ambulantes de trens e suas vendas.<br />
14 &#8211; Um passinho à frente por favor. Foco na consequência da demissão dos cobradores.<br />
15 &#8211; O Laranjão da Madrugada. O jeito carioca de puxar assunto nos ônibus da cidade.<br />
16 &#8211; Boa noite e boa sorte. O obituário do jornalista Paulo Henrique Amorim.<br />
17 &#8211; Bem Amado. O dono da risada mais escandalosa era um homem amargurado.<br />
18 &#8211; O sorriso do Diniz. Festeiro, Diniz um dia sentiu falta de ar. Era Covid.<br />
19 &#8211; João Paulada. Homem de pouco estudo e muita inteligência. Foi um dos profissionais mais queridos e respeitados da televisão brasileira.<br />
20 &#8211; Cavalo e Foca. Estagiário às voltas com o mundo do turfe e o cavalo voador.<br />
21 – Caçadores. Casal urbano, cheio de certezas e teorias, vai morar no meio do mato.<br />
22 &#8211; Dona Liberdade. Netos no banheiro da vovó.<br />
23 &#8211; Portão vermelho. Aventura de duas irmãs bem idosas que viajam por São Paulo.<br />
24 &#8211; Um abraço no Chefão. Homenagem ao pai, explorando passos da relação dos dois.<br />
25 &#8211; Birinaites, Catiripapos e Borogodó. O jeito único do pai se comunicar. Usava palavras antigas e difíceis pra não facilitar.<br />
26 &#8211; Assim Nascia uma Cordilheira. Brincadeiras, jogos e adivinhações da mãe para acalmar filhos travessos e segurar o casamento.<br />
27 &#8211; Que dia é hoje? O Alzheimer levou a memória da mulher mais importante da minha vida e dos meus irmãos.<br />
28 &#8211; Guerreiro Russo. O estrogonofe sumiu dos restaurantes e dos almoços caseiros, que tristeza.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Luis Cosme Pinto estará autografando o livro na Bienal do Livro no dia <strong>07 de setembro de 2023</strong>, das <strong>18h às 19h</strong>, no estande <strong>Máquina do Livr</strong>o.</p>
<p><strong>Local:</strong> Riocentro<br />
<strong>Endereço:</strong> Avenida Salvador Allende, 6555 &#8211; Barra da Tijuca</p>
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