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	<title>Biomas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Amazônia perde área equivalente à França em 40 anos de desmatamento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/amazonia-perde-area-equivalente-a-franca-em-40-anos-de-desmatamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 15:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 1985 e 2024, a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa – área equivalente ao território da França. O dado faz parte de uma análise inédita do MapBiomas, divulgada nesta segunda-feira (15), que mostra o ritmo acelerado da conversão da floresta para uso humano. Segundo o levantamento, a região já perdeu 18,7% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 1985 e 2024, a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa – área equivalente ao território da França. O dado faz parte de uma análise inédita do MapBiomas, divulgada nesta segunda-feira (15), que mostra o ritmo acelerado da conversão da floresta para uso humano.</p>
<p>Segundo o levantamento, a região já perdeu 18,7% de sua cobertura original, dos quais 15,3% foram tomados por atividades como pecuária, agricultura, silvicultura e mineração.</p>
<blockquote><p>“A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% de destruição, apontada pela ciência como possível ponto de não retorno”, alertou o pesquisador Bruno Ferreira, do MapBiomas.</p></blockquote>
<p><strong>Principais transformações em 40 anos</strong></p>
<ul>
<li>Pastagens: de 12,3 milhões de ha (1985) → 56,1 milhões (2024)</li>
<li>Agricultura: de 180 mil ha → 7,9 milhões (crescimento de 44 vezes)</li>
<li>Silvicultura: de 3,2 mil ha → 352 mil ha (110 vezes mais)</li>
<li>Mineração: de 26 mil ha → 444 mil ha</li>
</ul>
<p>A soja responde por 74,4% da área agrícola da Amazônia, com 5,9 milhões de ha, sendo que parte relevante se expandiu após a Moratória da Soja de 2008.</p>
<p>O estudo também aponta que a floresta está ficando mais seca: as áreas de água recuaram 2,6 milhões de ha desde 1985. O período entre 2014 e 2024 concentrou oito dos dez anos mais secos da série histórica.</p>
<p>Há sinais de regeneração: 6,9 milhões de ha (2% da área verde da Amazônia) estão em recuperação, embora ainda sob risco.</p>
<p>O governo federal, por meio do CIPPCD, do Inpe e com apoio do Fundo Amazônia, reforça a fiscalização com drones, helicópteros e recursos extras. A meta é zerar o desmatamento ilegal até 2030.</p>
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		<title>Pantanal enfrenta crise hídrica histórica em 2024, aponta estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pantanal-enfrenta-crise-hidrica-historica-em-2024-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 13:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[crise hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pantanal, uma das áreas úmidas mais ricas em biodiversidade do mundo, enfrenta a pior crise hídrica das últimas quatro décadas, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (3). Desde 2019, o bioma tem experimentado secas severas, e a situação em 2024 pode ser a mais crítica já registrada. Nos primeiros quatro meses deste ano, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Pantanal, uma das áreas úmidas mais ricas em biodiversidade do mundo, enfrenta a pior crise hídrica das últimas quatro décadas, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (3). Desde 2019, o bioma tem experimentado secas severas, e a situação em 2024 pode ser a mais crítica já registrada. Nos primeiros quatro meses deste ano, a área inundada foi menor do que a observada no período de seca do ano passado.</p>
<p>Realizado pela empresa ArcPlan e encomendado pelo WWF-Brasil com financiamento do WWF-Japão, o estudo utilizou dados do satélite Planet para mapear a cobertura de água. “O pulso de cheias não aconteceu em 2024, e isso é alarmante para a manutenção do sistema pantaneiro,” afirmou Helga Correa, especialista em conservação do WWF-Brasil e uma das autoras do estudo.</p>
<p>Os dados revelam que o nível do Rio Paraguai, que define a presença de seca quando está abaixo de 4 metros, não passou de 1 metro em 2024. Nos primeiros cinco meses do ano, o nível esteve 68% abaixo da média esperada. Esta situação agrava a vulnerabilidade do Pantanal, com a previsão de secas ainda mais severas até outubro, aumentando o risco de grandes incêndios.</p>
<p>A estação chuvosa na Bacia do Alto Rio Paraguai, onde se situa o Pantanal, ocorre entre outubro e abril. No entanto, entre janeiro e abril de 2024, a área coberta por água foi de apenas 400 mil hectares, inferior à média de 440 mil hectares da estação seca de 2023. Esta redução contínua de inundações pode ter consequências drásticas para a fauna, flora e a economia local, que depende da navegabilidade dos rios e da diversidade de espécies.</p>
<p>Além das mudanças climáticas, ações humanas como a construção de barragens, desmatamento e queimadas agravam a crise hídrica. A combinação desses fatores pode levar o Pantanal a um ponto de não retorno, comprometendo sua capacidade de recuperação natural e resultando em uma redução abrupta de espécies.</p>
<p>O estudo destaca que as secas extremas e queimadas afetam a qualidade da água, introduzindo cinzas no sistema hídrico e causando mortalidade de peixes, além de dificultar o acesso à água das comunidades. Helga Correa enfatiza a necessidade urgente de mapear as populações tradicionais vulneráveis e de implementar medidas de prevenção e adaptação à seca.</p>
<p>Entre as recomendações do estudo estão o mapeamento das principais ameaças aos corpos hídricos do Pantanal, fortalecimento de políticas públicas para conter o desmatamento, restauração de áreas de Proteção Permanente (APPs) e apoio a práticas sustentáveis que valorizem as comunidades locais e o setor produtivo. Essas ações são cruciais para preservar o Pantanal e garantir a sustentabilidade de seu ecossistema e das populações que dele dependem.</p>
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		<title>Desmatamento na Mata Atlântica cai 59% no acumulado do ano até agosto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desmatamento-na-mata-atlantica-cai-59-no-acumulado-do-ano-ate-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 12:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[caatinga]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[SOS Mata Atlântica]]></category>
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					<description><![CDATA[O desmatamento na Mata Atlântica caiu 59% de janeiro a agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2022, informa o novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento, parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas. Consolidados na plataforma MapBiomas Alerta, os dados mostram que a área desmatada [&#8230;]]]></description>
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<p>O desmatamento na Mata Atlântica caiu 59% de janeiro a agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2022, informa o novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento, parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Consolidados na plataforma MapBiomas Alerta, os dados mostram que a área desmatada entre janeiro e agosto foi de 9.216 hectares, ante 22.240 hectares registrados no mesmo período do ano passado.</p>
<p>Segundo a SOS Mata Atlântica, o levantamento reforça a tendência de redução significativa no desflorestamento do bioma já observada desde o início do ano. Boletim anterior, divulgado em julho, mostrou que a redução era de 42% até o mês de maio, quando a área desmatada estava em 7.088 hectares, ante 12.166 hectares registrados no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>“Nos últimos anos do governo Bolsonaro, o desmatamento aumentou. Agora a gente tem uma reversão de tendência, porque o desmatamento no bioma estava em alta e agora, com esses dados parciais, está em baixa, com 59%. Há uma redução significativa, um número surpreendente, muito bom”, diz o diretor executivo da Fundação SOS Mata Atlântica, Luís Fernando Guedes Pinto.</p>
<p>Ele ressalta que estados que costumam ser líderes do desmatamento, como Paraná e Santa Catarina, tiveram queda expressiva, em torno de 60%. Elementos que ajudam a explicar os dados são o aumento da fiscalização e de embargos e o fato de produtores ficarem sem acesso a crédito por terem desmatado.</p>
<p>“Isso realmente é uma mudança resultado de um fortalecimento da política ambiental, da fiscalização, de acabar aquela expectativa de impunidade. A gente tinha praticamente um convite ao desmatamento no governo passado”, disse.</p>
<p>Os dados compilados incluem os limites do bioma estabelecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), excluindo desmatamentos ocorridos nos fragmentos de Mata Atlântica localizados nos territórios de Cerrado e Caatinga. Os chamados encraves nesses dois biomas correspondem a cerca de 5% do total de Mata Atlântica do país. Na contramão da queda no desmatamento dentro dos limites estipulados pelo IBGE, os encraves florestais são regiões que apresentaram alta.</p>
<p>Guedes Pinto destaca que os encraves também são protegidos pela Lei da Mata Atlântica. A disparidade na definição dos limites do bioma ocorre porque o IBGE considera apenas os limites geográficos contínuos, enquanto a lei tem como objetivo preservar toda a vegetação característica do bioma e ecossistemas associados, incluindo os encraves.</p>
<p>Entre janeiro e maio de 2023, as derrubadas nos encraves do Cerrado e da Caatinga aumentaram, respectivamente, 13% e 123%. Para Guedes Pinto, esse cenário demanda uma ação contundente do poder público.</p>
<p>Quando se somam todas as áreas desmatadas da Mata Atlântica – tanto nos limites do IBGE, entre janeiro e agosto, quanto nos encraves, de janeiro a maio – a queda do desmatamento foi de apenas 26%. A porcentagem foi puxada para baixo justamente pela alta no desmatamento dos entraves. “A gente fica preocupado nessa região de transição da Mata Atlântica com o Cerrado e a Catinga. Ali a gente ainda tem um problema. A gente sabe que o desmatamento no Cerrado está em alta”, acrescenta Guedes Pinto.</p>
<p>Apesar da mudança de tendência deste ano, ele diz que qualquer desmatamento na Mata Atlântica é muito ruim e que a expectativa é chegar ao zero no bioma. Para combater o desmatamento nos encraves, onde há um avanço, Guedes Pinto avalia que o principal mecanismo é a aplicação da Lei da Mata Atlântica nessas regiões com bastante rigor pelos órgãos ambientais locais.</p>
<p>Segundo ele, existe ainda uma disputa jurídica sobre a abrangência da lei nas áreas de encraves. “[A Lei da Mata Atlântica] é muito clara. Existe um mapa com esses encraves, e fica muito claro que todas as formações florestais dentro desse mapa são protegidas pela Lei da Mata Atlântica. Não tem dúvida em relação a isso.”</p>
<p>“Tem uma disputa dos produtores, de donos de terra, mas a gente tem um problema também com órgãos ambientais estaduais e municipais que não aplicam a Lei da Mata Atlântica adequadamente”, conclui o diretor executivo da Fundação SOS Mata Atlântica.</p>
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