<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>big techs &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/big-techs/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Sep 2025 23:05:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>big techs &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Câmara acelera votação de projeto que garante vale-refeição a entregadores</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-acelera-votacao-de-projeto-que-garante-vale-refeicao-a-entregadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 20:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[big techs]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[entregador de aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Cardos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma de aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Talíria Petrone]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=85585</guid>

					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) o regime de urgência para o Projeto de Lei 1.579/2025, que obriga empresas de aplicativos de entrega a conceder vale-refeição aos trabalhadores da categoria. A votação registrou 300 votos a favor e 99 contrários. Com a urgência, a proposta poderá ser votada diretamente no plenário, sem passar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) o regime de urgência para o Projeto de Lei 1.579/2025, que obriga empresas de aplicativos de entrega a conceder vale-refeição aos trabalhadores da categoria. A votação registrou 300 votos a favor e 99 contrários.</p>
<p>Com a urgência, a proposta poderá ser votada diretamente no plenário, sem passar pelas comissões. O texto estabelece que os entregadores cadastrados há pelo menos um mês no aplicativo terão direito a um crédito mínimo de R$ 20 por cada quatro horas ininterruptas ou seis horas intercaladas de trabalho.</p>
<p>Segundo as autoras do projeto, deputadas Talíria Petrone (PSOL-RJ) e Juliana Cardoso (PT-SP), o objetivo é enfrentar a situação de vulnerabilidade alimentar de trabalhadores que cumprem longas jornadas sem garantia de acesso à alimentação, enquanto as plataformas acumulam lucros expressivos.</p>
<p>Um estudo da ONG Ação da Cidadania, de 2024, mostrou que 30% dos entregadores vivem em insegurança alimentar, além de trabalhar, em sua maioria, todos os dias da semana e por mais de nove horas diárias.</p>
<p>O relator da proposta, deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), destacou que o benefício deverá ser pago por meio eletrônico, diretamente na plataforma, e será de uso exclusivo para compra de alimentos, sem possibilidade de saque em dinheiro. Segundo ele, a medida garantirá cerca de R$ 40 por dia de auxílio para grande parte dos entregadores.</p>
<p>“Essa iniciativa corrige uma grave injustiça e reafirma o primado do trabalho e o valor social da livre iniciativa”, defendeu Almeida.</p>
<p>Se aprovado, o projeto segue para análise do Senado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">85585</post-id>	</item>
		<item>
		<title>União Europeia intensifica investigação sobre rede social X de Elon Musk</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uniao-europeia-intensifica-investigacao-sobre-rede-social-x-de-elon-musk/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 20:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[big techs]]></category>
		<category><![CDATA[Checagem de fatos]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Serviços Digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[x]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=81319</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão Europeia anunciou nesta sexta-feira (17) a intensificação de sua investigação sobre a plataforma X, de Elon Musk, para determinar se a rede social violou as diretrizes da Lei de Serviços Digitais (DSA) da União Europeia relacionadas à moderação de conteúdo. A iniciativa inclui solicitações de informações detalhadas e uma ordem para preservação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia anunciou nesta sexta-feira (17) a intensificação de sua investigação sobre a plataforma X, de Elon Musk, para determinar se a rede social violou as diretrizes da Lei de Serviços Digitais (DSA) da União Europeia relacionadas à moderação de conteúdo. A iniciativa inclui solicitações de informações detalhadas e uma ordem para preservação de documentos essenciais para o caso.</p>
<p>Iniciada em dezembro de 2023, a investigação busca avaliar as práticas do X, especialmente no que diz respeito ao sistema de recomendação de conteúdo. A Comissão estabeleceu o prazo de 15 de fevereiro para que a plataforma entregue documentação interna sobre o funcionamento e eventuais alterações recentes desse sistema.</p>
<p>“Estamos avançando com medidas adicionais para verificar se os sistemas de recomendação do X cumprem as obrigações previstas na Lei de Serviços Digitais”, afirmou Henna Virkkunen, comissária digital da UE, em comunicado oficial.</p>
<p>Apesar das solicitações, a plataforma X ainda não respondeu ao pedido de comentários.</p>
<h3>Contexto político e impacto das investigações</h3>
<p>O fortalecimento das ações regulatórias ocorre em um momento de tensão global, com Donald Trump assumindo a presidência dos Estados Unidos na próxima segunda-feira (20). Conhecido por sua postura crítica às políticas da União Europeia, Trump tem se mostrado um aliado de líderes do setor de tecnologia, como Mark Zuckerberg, CEO da Meta.</p>
<p>Recentemente, a Meta encerrou seus programas de verificação de fatos nos EUA, e Zuckerberg declarou sua intenção de colaborar com Trump para combater o que classificou como &#8220;censura global&#8221;. Ele também expressou preocupação com a crescente regulação europeia, que, segundo ele, ameaça a liberdade de expressão.</p>
<p>Por sua vez, Elon Musk, proprietário do X, tem enfrentado atritos frequentes com os reguladores da UE. Ele foi acusado por alguns políticos europeus de influenciar eleições, incluindo uma polêmica conversa pública com um líder da extrema-direita alemã. Musk nega as acusações, afirmando que representam um ataque à democracia e à liberdade de expressão.</p>
<p>Apesar das especulações sobre uma possível revisão nas investigações envolvendo gigantes da tecnologia, a Comissão Europeia reafirmou seu compromisso em aplicar as leis existentes de forma rigorosa, independentemente do cenário político internacional.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">81319</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Só teremos escolas seguras com regulação da internet, diz ministro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/so-teremos-escolas-seguras-com-regulacao-da-internet-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 23:50:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[big techs]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Extremismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Internautas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei 2.630]]></category>
		<category><![CDATA[Regulação]]></category>
		<category><![CDATA[Violência nas Escolas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=59506</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, voltou a defender a importância de o Congresso Nacional aprovar uma lei que regulamente o funcionamento das plataformas digitais no Brasil. Para Dino, estabelecer os direitos e deveres dos internautas e das chamadas big techs (do inglês, grandes empresas de tecnologia) é de fundamental importância para o combate [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, voltou a defender a importância de o Congresso Nacional aprovar uma lei que regulamente o funcionamento das plataformas digitais no Brasil. Para Dino, estabelecer os direitos e deveres dos internautas e das chamadas <em>big techs</em> (do inglês, grandes empresas de tecnologia) é de fundamental importância para o combate à violência nas escolas e ao crescimento do extremismo no país.</p>
<p>“Só teremos escolas seguras com a regulação da internet. Este é um tema fundamental”, disse Dino ao participar, nesta quarta-feira (3), de uma reunião que durou mais de três horas e meia, na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados. “Todos os deputados e deputadas que querem crianças e adolescentes protegidas têm que cuidar da internet. Sem isso, teremos grupos neonazistas atacando escolas; criminosos cooptando crianças e adolescentes e ameaçando as famílias brasileiras”, afirmou o ministro.</p>
<p>Dino informou que a Operação Escola Segura vai continuar por tempo indeterminado, realizando ações preventivas e repressivas contra ataques nas escolas de todo o país. Coordenada pelo ministério, a iniciativa foi anunciada na primeira semana de abril, após o assassinato de quatro crianças em uma creche de Blumenau, em Santa Catarina, e é realizada em parceria com governos estaduais, principalmente com as delegacias contra crimes cibernéticos.</p>
<h2>Regulação</h2>
<p>Dino também respondeu às críticas de parlamentares contrários ao Projeto de Lei 2.630, cuja votação foi adiada ontem (2) na Câmara dos Deputados. Se aprovado na Câmara, o texto que tramita no Congresso Nacional desde 2020 e que já teve uma versão subscrita pelo Senado, dará origem à chamada Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet.</p>
<p>Para os críticos, entre os quais se incluem algumas das principais companhias de tecnologia globais, como a Google, o projeto ameaça a liberdade dos internautas e a qualidade dos serviços acessíveis na rede mundial de computadores, tese da qual o ministro da Justiça discorda.</p>
<p>“É imprescindível que haja uma lei sobre comunicação digital-cibernética [no Brasil]. Não podemos ter um faroeste digital que mate. <em>Fake news</em> mata. E por isso é necessária uma regulação sobre isso”, disse o ministro, voltando a comentar a decisão da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), que determinou, ontem, que a Google cumprisse uma série de medidas cautelares para corrigir o que o governo federal classificou de indícios de que a empresa estava censurando o debate público sobre o Projeto de Lei 2.630/2020.</p>
<p>“O que vimos foram empresas querendo censurar o Parlamento, o processo legislativo, em uma violência raras vezes vista no Brasil. Nenhuma empresa foi advertida ou punida pela Senacon por suas posições políticas. Tratou-se da aplicação do Código de Defesa do Consumidor por publicidade enganosa, abusiva e/ou cifrada. Inclusive, a empresa [Google] retirou um <em>link</em> [de sua página inicial] enquanto eu dava entrevistas sem que nós tivéssemos determinado – o que determinamos é que ela divulgue a contrapropaganda à propaganda cifrada que vinha divulgando contra o PL das Fake News. Não houve nenhum tipo de cerceamento à liberdade de expressão”, disse Dino, referindo-se a um texto que a empresa inseriu junto à caixa de pesquisas, na página principal do buscador, e que remetia o internauta para um artigo assinado pelo diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da Google, Marcelo Lacerda, crítico do PL 2.630.</p>
<p>O texto, que dizia que “O PL das Fake News pode aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil” foi retirado do <em>site</em> logo após o Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciar as medidas adotadas contra a empresa. O artigo de Lacerda, contudo, continua disponível no blog da empresa.</p>
<h2>Reunião</h2>
<p>Dino foi convidado a participar da reunião da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados para responder às perguntas dos parlamentares sobre vários temas pré-acordados. Parte deles, já tratados em 28 de março, quando o ministro participou de uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, da Câmara.</p>
<p>Entre os assuntos que discutidos hoje estavam a visita do ministro, no dia 15 de março, à organização não governamental (ONG) Redes da Maré, no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, para participar do lançamento da 7ª edição do boletim Direito à Segurança Pública na Maré; as prisões de vândalos e golpistas que, em 8 de janeiro, invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal e as providências adotadas pelos órgãos de segurança pública federais após o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) antecipar que promoveria novas ocupações de terra em todo o Brasil durante o mês de abril, quando, tradicionalmente, realiza atos para exigir reforma agrária.</p>
<h2>Veja as principais declarações do ministro</h2>
<h2>MST e reforma agrária</h2>
<p>“Acredito que não é possível estigmatizar toda uma instituição. É preciso apontar fatos. Se o fato é a existência do MST, não é possível extingui-lo. Se for a existência de acampamentos de sem-terra, o fato inconstitucional é existirem pessoas sem-terra. […] No que se refere ao governo federal, acreditamos que o principal instrumento de pacificação do campo é a reforma agrária, e uma política agrária eficiente, democrática. E é isso que estamos buscando.”</p>
<h2>Homicídios</h2>
<p>“[A redução do número de] homicídios depende da apreensão de armas de fogo ilegais, que é uma das nossas lutas. Este é um pilar de uma estratégia séria e sustentável de redução de homicídios.”</p>
<h2>Desarmamento</h2>
<p>O armamentismo mata. Felizmente, tivemos um grande sucesso no recadastramento de armas […] uma medida saneadora e protetora das famílias brasileiras. Alcançamos 99% das armas recadastradas, mostrando que há um entendimento [social] de que estamos caminhando na direção correta para encontramos uma regulação adequada. Com a conclusão do recadastramento, teremos, em breve, a edição de uma nova norma regulamentadora, pois agora temos um número exato das armas não recadastradas – cerca de 10 mil. Obviamente, estas serão alvo de ações policiais, conforme a lei manda. Este é um vetor importante para que haja paz no Brasil.”</p>
<h2>Yanomami</h2>
<p>“Estamos com uma operação permanente por lá [Terra Indígena Yanomami, em Roraima e parte do Amazonas] […] Precisamos da atenção desta Casa e de todas as instituições para termos paz. Temos ordens judiciais que precisam ser cumpridas. Fazemos um apelo para que todos respeitem aquilo que a Constituição e as leis mandam. Vamos ampliar a operação e o secretário [nacional de Segurança Pública] Tadeu Alencar vai enviar mais policiais para Roraima a fim de garantir que a operação seja concluída como desejamos, com a preservação da vida das pessoas.”</p>
<h2>Visita ao Complexo da Maré</h2>
<p>“Esta questão já foi esclarecida. Obviamente, é uma leviandade [afirmar que Dino obteve a permissão de organizações criminosas que atuam na região para entrar no complexo sem um forte aparato de segurança]. Como não existe prova de fato negativo, é impossível para mim provar que não houve acordo. Portanto, o ônus de provar cabe a todos que propagam esta leviandade de que fiz acordo com bandidos. Nunca fiz e nunca farei. Já esclareci que avisamos antes, por escrito, às polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal. Como, então, [suspeitar de que] fomos lá fazer reunião com facção criminosa? E a polícia estava presente. Afirmo que havia dezenas de policiais no perímetro.”</p>
<h2>Acampamentos</h2>
<p>“Nos acampamentos [montados em frente a quartéis do Exército] havia todo um acervo, um conjunto imenso de crimes. E as pessoas estavam em [situação de] flagrante. Obviamente, foi aplicada a lei, pois quem está em flagrante deve ser preso. […] Não fomos nós que permitimos que eles [acampamentos] fossem montados, pois, na ocasião, o presidente era outro. Ao tomarmos posse, em 1º de janeiro, nosso esforço foi para retirar aquilo que encontramos. E, com a graça de Deus e a colaboração das Forças Armadas, conseguimos acabar com esses acampamentos [após vândalos e golpistas invadirem e depredarem o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o STF].”</p>
<h2>Atos golpistas</h2>
<p>“Havia, naquele momento [véspera do dia 8 de janeiro], na internet, uma ampla circulação de cards [informações] sobre este movimento, mas somos democratas. Respeitamos a liberdade de manifestação e não poderíamos, a priori, proibir uma manifestação. Achávamos que [as pessoas reunidas em Brasília para o ato do dia 8 de janeiro] eram pessoas pacíficas, equilibradas e que cumpririam a lei. As agências de inteligência estavam atuando. E, conforme já declarei seguidas vezes, recebi, na noite do dia 7, um documento [sobre a concentração de pessoas na capital federal e os riscos de atos violentos] que encaminhei imediatamente para o governador do Distrito Federal [Ibaneis Rocha], que é o chefe da Polícia Militar, responsável por fazer o policiamento ostensivo na Esplanada e na Praça dos Três Poderes.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">59506</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Câmara discute limites para empresas de tecnologia no Projeto de Lei das Fake News</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-discute-limites-para-empresas-de-tecnologia-no-projeto-de-lei-das-fake-news/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 15:31:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[big techs]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Civil da Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Pl das Fake News]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=58722</guid>

					<description><![CDATA[O Projeto de Lei das Fake News (PL 2630) apresenta importantes pontos como a criminalização das fake news, a exigência de empresas de tecnologia terem sede no Brasil e a proibição de disparos em massa em aplicativos de mensagens. Recentemente, o tema foi debatido em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Lei das Fake News (PL 2630) apresenta importantes pontos como a criminalização das fake news, a exigência de empresas de tecnologia terem sede no Brasil e a proibição de disparos em massa em aplicativos de mensagens. Recentemente, o tema foi debatido em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, o projeto enfrenta muita polêmica e os deputados e senadores precisam avançar na discussão da proposta. Embora aprovado no Senado em junho de 2020, o texto sofreu mudanças significativas e está parado na Câmara dos Deputados desde abril do mesmo ano.</p>
<p>Em uma tentativa anterior, a proposta não alcançou os votos necessários para ter a tramitação acelerada. Agora, um novo pedido de urgência deve ser pautado pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). O PL tem como objetivo aumentar a transparência nas redes sociais e nos serviços de mensagens privadas, bem como a responsabilidade dos provedores no combate à desinformação. O texto também prevê sanções para o descumprimento da lei e o relator da proposta na Câmara, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), acredita que a votação pode ocorrer ainda este semestre.</p>
<p>Para o deputado, uma possível solução seria a responsabilização da plataforma quando houver publicidade e impulsionamento. “Uma coisa é alguém publicar algo na rede social, uma ideia. Aí, as plataformas falam que é liberdade de expressão. Se não for conteúdo ilegal, não há problema. Mas, se for publicada uma fake news paga em uma empresa, e essa empresa projetar isso em um alcance que aquilo nunca teria, é outra coisa. As empresas não podem ser sócias da propagação de desinformação, <em>fake news</em> e discurso de ódio. Sempre que houver impulsionamento, patrocínio e ganhos, a plataforma precisa assumir a sua responsabilidade”, afirmou</p>
<h2><em>Big techs</em></h2>
<p>De acordo com Antônio Carlos Freitas Junior, um advogado e professor de Direito Constitucional que também é membro da comissão de regulamentação e mídias sociais no Instituto de Advogados de São Paulo, a discussão sobre a regulamentação das grandes empresas de tecnologia, conhecidas como &#8220;big techs&#8221;, se tornou essencial no século XXI.</p>
<p>Ele destacou que pesquisas recentes evidenciam como essas empresas podem influenciar o comportamento eleitoral por meio da distribuição de postagens e de seus algoritmos. “Em algum momento, uma autoridade, até mesmo mundial, e os países vão ter que se debruçar para limitar a atuação livre e desimpedida das <em>big techs</em>”, disse.</p>
<p>Conforme previsto no projeto de lei, as plataformas serão obrigadas a armazenar registros de envios de mensagens encaminhadas em massa por um período de três meses. Essas informações só poderão ser acessadas mediante ordem judicial em casos de investigação penal envolvendo conteúdo ilegal.</p>
<p>Yasmin Curzi, uma pesquisadora da FGV Direito Rio, considera que o mecanismo de rastreabilidade presente no projeto de lei já está pautado no processo penal, portanto não vê a necessidade de atualização. A pesquisadora ainda destaca que o projeto inclui diversas obrigações de relatórios, bem como direitos e recursos para os usuários recorrerem das decisões das empresas. A intenção é reduzir a assimetria de informação e poder na relação entre as plataformas e os usuários.</p>
<h2>Educação para evitar <em>fake news</em></h2>
<p>Maria Helena Weber, coordenadora do Observatório da Comunicação, argumenta que a disseminação de notícias falsas está diretamente relacionada ao fato de que muitas pessoas não compreendem o poder que a comunicação exerce. De acordo com ela, normalmente, as mensagens são compartilhadas por pessoas importantes na vida do indivíduo, que, em princípio, não mentiriam. Isso pode incluir amigos ou familiares.</p>
<p>Weber defende a implementação de um processo educativo que ajude as pessoas a entender melhor seu papel na disseminação de notícias, em vez de torná-las menos vulneráveis ao abuso digital.</p>
<p>Na visão da coordenadora, o maior desafio é descobrir como garantir que a realidade não seja distorcida e que a verdade seja o ponto central na divulgação de informações.</p>
<p>“Nós acompanhamos, seja no Brexit [saída do Reino Unido da União Europeia], seja com o [ex-presidente norte-americano Donald] Trump e principalmente no Brasil, com a eleição de [Jair] Bolsonaro, por exemplo, descobrimos o poder que tem essas plataformas e o poder da circulação de notícias no campo da política. Então, [é necessário] recuperar a força do que é verdadeiro e do que é real.”</p>
<p>O secretário de Políticas Digitais do governo federal, João Brant, afirmou que o maior desafio para regulamentar o setor é encontrar um equilíbrio entre direitos. É necessário preservar simultaneamente a liberdade de expressão, a privacidade, a proteção de dados dos usuários, além de impedir a disseminação de desinformação, discurso de ódio, violações de direitos de crianças e adolescentes, golpes e fraudes.</p>
<h2>Audiências públicas</h2>
<p>Jade Percassi, representante do Instituto Palavra Aberta, argumenta que a Educação Midiática é fundamental em tempos de revolução digital. No início deste mês, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou a formação de um grupo de trabalho em parceria com plataformas digitais e redes sociais para apresentar propostas ao Congresso Nacional. Além disso, o Poder Executivo também deve encaminhar sugestões.</p>
<p>“Somos nós os indivíduos que compartilhamos, que engajamos conteúdos bons ou ruins, que passamos para frente desinformação. Todos nós somos responsáveis por aquilo que a gente posta, por aquilo que a gente compartilha, por aquilo que a gente divide nesse ambiente”, conclui.</p>
<p>Durante dois dias desta semana, o STF realizou uma audiência pública para debater o Marco Civil da Internet. A convocação foi feita pelos ministros Dias Toffoli e Luiz Fux, que são os relatores de ações que discutem a responsabilidade dos provedores de aplicativos ou ferramentas da internet em relação aos discursos de ódio e fake news. A audiência contou com a participação de representantes da sociedade civil, operadores do direito e partes envolvidas no processo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">58722</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
