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	<title>bets &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>bets &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo lança plataforma unificada para autoexclusão em sites de apostas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-plataforma-unificada-para-autoexclusao-em-sites-de-apostas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 19:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Apostas]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal lançou a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, ferramenta que permite ao cidadão bloquear, de uma só vez, todas as contas vinculadas a sites de apostas autorizados pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF). O acesso é feito pelo endereço gov.br/autoexclusaoapostas, mediante login com conta gov.br nos níveis prata ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal lançou a <strong>Plataforma Centralizada de Autoexclusão</strong>, ferramenta que permite ao cidadão bloquear, de uma só vez, todas as contas vinculadas a sites de apostas autorizados pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF). O acesso é feito pelo endereço <strong>gov.br/autoexclusaoapostas</strong>, mediante login com conta gov.br nos níveis prata ou ouro.</p>
<p>Até agora, cada operadora oferecia seu próprio recurso de autoexclusão. Com o novo sistema, o processo passa a ser <strong>unificado</strong>, impedindo o usuário de manter contas ativas, abrir novos cadastros ou receber publicidade direcionada de plataformas de apostas — embora as opções individuais de bloqueio continuem disponíveis em cada site.</p>
<p>Além da função de banimento voluntário, a plataforma reúne <strong>informações sobre saúde mental</strong>, orientações sobre atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e um autoteste para avaliação do bem-estar emocional. Segundo o governo, a autoexclusão é reconhecida por pesquisadores como uma estratégia eficaz para reduzir danos associados ao jogo.</p>
<h2><strong>Como funciona</strong></h2>
<p>Ao iniciar o procedimento, o usuário escolhe o período de afastamento — entre <strong>1 e 12 meses</strong> ou por <strong>tempo indeterminado</strong>. Na opção sem prazo, há um período de até 30 dias para eventual cancelamento. É necessário ainda indicar o motivo da solicitação, que pode incluir dificuldades financeiras, recomendação médica, perda de controle ou questões relacionadas à saúde mental.</p>
<p>Após a confirmação, as operadoras têm até <strong>72 horas</strong> para efetivar o bloqueio. A ferramenta também pode ser utilizada por pessoas que nunca apostaram, como forma de prevenir o uso indevido de dados pessoais por plataformas de jogos.</p>
<h2><strong>Mais do que autoexclusão</strong></h2>
<p>De acordo com o secretário de Prêmios e Apostas, <strong>Regis Dudena</strong>, a proposta vai além do bloqueio de contas.<br />
“Será uma plataforma de múltiplas atividades, e não apenas de autoexclusão. Qualquer cidadão poderá acessar informações sobre o tema, realizar o Autoteste de Saúde Mental e compreender os riscos desse setor”, afirmou.</p>
<p>A iniciativa integra as ações do <strong>Grupo de Trabalho Interministerial sobre Saúde Mental e Prevenção de Danos do Jogo Problemático</strong>, formado pelos ministérios da Fazenda, Saúde, Esporte e pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. O sistema foi desenvolvido pelo <strong>Serpro</strong>.</p>
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		<title>SUS terá teleatendimento para tratar compulsão por apostas online</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sus-tera-teleatendimento-para-tratar-compulsao-por-apostas-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
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		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
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		<category><![CDATA[minsitério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento acelerado das apostas eletrônicas, popularizadas pelas chamadas bets, tem provocado danos financeiros, emocionais e sociais em milhares de brasileiros. Diante desse cenário, os ministérios da Saúde e da Fazenda anunciaram, nesta quarta-feira (3), um conjunto de medidas integradas para prevenir e tratar problemas relacionados ao vício em jogos. As ações incluem desde apoio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento acelerado das apostas eletrônicas, popularizadas pelas chamadas <em>bets</em>, tem provocado danos financeiros, emocionais e sociais em milhares de brasileiros. Diante desse cenário, os ministérios da Saúde e da Fazenda anunciaram, nesta quarta-feira (3), um conjunto de medidas integradas para prevenir e tratar problemas relacionados ao vício em jogos. As ações incluem desde apoio psicológico até mecanismos de proteção financeira.</p>
<p>Entre as iniciativas está a criação de uma plataforma de autoexclusão, prevista para entrar em funcionamento no dia 10 de dezembro, permitindo que qualquer usuário solicite o bloqueio do próprio CPF em sites de apostas. Ao aderir ao sistema, o usuário também deixará de receber publicidade dessas plataformas e terá o cadastro impedido para novos acessos.</p>
<p>O anúncio ocorre em meio a um estudo que estima em R$ 38,8 bilhões as perdas econômicas e sociais provocadas anualmente pelas bets no Brasil.</p>
<h3><strong>Observatório de Saúde e Apostas Eletrônicas será canal permanente de monitoramento</strong></h3>
<p>O acordo firmado pelos ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Fernando Haddad (Fazenda) também prevê a criação do Observatório Brasil Saúde e Apostas Eletrônicas. O órgão funcionará como um sistema contínuo de troca de informações entre as duas pastas para monitorar padrões de comportamento associados ao vício, facilitar a identificação de casos graves e oferecer apoio integrado pelo SUS.</p>
<p>Padilha ressalta que o objetivo é aproximar o sistema público de quem precisa de ajuda:</p>
<blockquote><p>“A partir dos dados, vamos identificar padrões de adição ou compulsão. Isso permitirá orientar nossas equipes para que entrem em contato e funcionem como um ombro amigo ou apoio para essas pessoas.”</p></blockquote>
<h3><strong>Ferramentas de apoio: orientações, Meu SUS Digital e linha de cuidado</strong></h3>
<p>Além da plataforma de bloqueio, o governo vai disponibilizar materiais de orientação para quem busca ajuda na rede pública. As informações sobre pontos de atendimento estarão integradas ao Meu SUS Digital e à Ouvidoria do SUS.</p>
<p>O Ministério da Saúde lançou ainda a Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas, que estabelece diretrizes clínicas e amplia o acesso ao atendimento especializado, tanto presencial quanto online.</p>
<p>A medida mais aguardada pela rede pública é o início do teleatendimento em saúde mental voltado à compulsão por jogos, previsto para fevereiro de 2026. A iniciativa será realizada em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, com capacidade inicial de 450 atendimentos mensais online, número que poderá ser ampliado conforme a demanda.</p>
<blockquote><p>“Essa assistência funcionará integrada à rede do SUS. Sempre que necessário, o paciente será encaminhado ao atendimento presencial”, informou o ministério.</p></blockquote>
<h3><strong>Regulamentação das apostas e novas restrições</strong></h3>
<p>Durante o anúncio, o ministro Fernando Haddad destacou o atraso regulatório no setor. Embora as apostas tenham sido autorizadas em 2018, disse ele, não houve definição clara de regras, parâmetros de propaganda ou tributação entre 2019 e 2022.</p>
<p>Com as normas atuais, CPFs de crianças e beneficiários do BPC ou do Bolsa Família não podem ser usados para cadastro em sites de jogos, uma tentativa de reduzir o risco entre grupos vulneráveis.</p>
<h3><strong>Transtornos ligados ao jogo crescem no SUS</strong></h3>
<p>O Ministério da Saúde já identifica aumento significativo no atendimento a pessoas com vício em apostas. Segundo o diretor do Departamento de Saúde Mental, Marcelo Kimati, os números mostram avanço constante dessa demanda:</p>
<ul>
<li><strong>2023:</strong> 2.262 atendimentos</li>
<li><strong>2024:</strong> 3.490 atendimentos</li>
<li><strong>Jan–jun 2025:</strong> 1.951 atendimentos</li>
</ul>
<p>Com base nos casos registrados, Kimati traça um perfil predominante das pessoas afetadas:</p>
<blockquote><p>“Trata-se, em geral, de um homem entre 18 e 35 anos, negro, vivendo situações de estresse, ruptura de cotidiano, desemprego ou isolamento. É um grupo marcadamente vulnerável.”</p></blockquote>
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		<title>Governo anuncia MP para ajustar IOF, tributar bets e elevar arrecadação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-anuncia-mp-para-ajustar-iof-tributar-bets-e-elevar-arrecadacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 14:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal vai enviar ao Congresso uma medida provisória (MP) com foco no mercado financeiro, segundo anunciou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após reunião neste domingo (8) com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A proposta reformulará o recente decreto que elevou o Imposto sobre Operações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal vai enviar ao Congresso uma medida provisória (MP) com foco no mercado financeiro, segundo anunciou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após reunião neste domingo (8) com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A proposta reformulará o recente decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), alvo de forte reação do Legislativo.</p>
<p>A nova MP, segundo Haddad, permitirá “recalibrar” o decreto original, priorizando o caráter regulatório do IOF e reduzindo suas alíquotas. “Todos os itens do decreto vão ser revistos”, disse. Entre as mudanças estão o fim da cobrança fixa do risco sacado e o ajuste da cobrança diária.</p>
<p>Outro ponto relevante será o aumento da tributação sobre as casas de apostas. A alíquota de 12% sobre o GGR (Gross Gaming Revenue) será elevada para 18%. “Vai entrar um aspecto na questão das bets”, confirmou o ministro.</p>
<p>A MP também revoga isenções de alguns títulos, como LCI e LCA, que passarão a ter tributação de 5%. Segundo Haddad, a isenção atual gera distorções no mercado de crédito e dificulta a atuação do Tesouro Nacional. Ainda na MP, a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) para instituições financeiras será unificada em 15% ou 20% — eliminando a alíquota de 9%.</p>
<p><strong>Impacto fiscal e revisão de benefícios</strong></p>
<p>O governo também se comprometeu com a redução de ao menos 10% nos gastos tributários infraconstitucionais, além de iniciar uma nova rodada de diálogo com o Congresso sobre o controle de despesas primárias.</p>
<p>Haddad argumentou que muitas das pressões fiscais atuais decorrem de gastos contratados por gestões anteriores. “A conta está chegando sem que a fonte de financiamento tenha sido contratada na mesma época”, alertou.</p>
<p><strong>Reação do Congresso</strong></p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta, confirmou que o decreto original do IOF gerou forte resistência entre os parlamentares. “O ambiente se tornou muito adverso. Colocamos que a medida precisaria ser revista, e o governo trouxe essa alternativa”, afirmou.</p>
<p>Motta avaliou que a MP oferece uma compensação financeira ao governo “muito menos danosa” do que o decreto original. Ele também confirmou que o Congresso deve revisar os incentivos fiscais, que, segundo estimativas do governo, somam até R$ 800 bilhões.</p>
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		<item>
		<title>IBGE irá avaliar impacto das apostas online nos gastos dos brasileiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ibge-ira-avaliar-impacto-das-apostas-online-nos-gastos-dos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 12:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Apostas online]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[gastos dos brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai mensurar pela primeira vez os gastos com plataformas de apostas online, conhecidas como &#8220;bets&#8221;, na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2024/2025, que terá início em 5 de novembro. Embora a edição anterior da POF, realizada entre 2017 e 2018, já incluísse dados sobre jogos de azar, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai mensurar pela primeira vez os gastos com plataformas de apostas online, conhecidas como &#8220;bets&#8221;, na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2024/2025, que terá início em 5 de novembro.</p>
<p>Embora a edição anterior da POF, realizada entre 2017 e 2018, já incluísse dados sobre jogos de azar, como as loterias oficiais, as bets ainda não tinham presença no Brasil na época. Agora, com o aumento da popularidade dessas plataformas, o levantamento incluirá esses dados para medir o impacto econômico crescente das apostas.</p>
<p>A nova edição da pesquisa trará outra novidade: um módulo inédito que analisará como os brasileiros utilizam seu tempo. Desde a década de 1970, a POF tem sido fundamental para delinear a cesta de consumo do país, atualizando a base de cálculo para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial.</p>
<p>Por meio de questionários detalhados, o IBGE coleta informações sobre a distribuição do orçamento familiar em diferentes categorias, como alimentação, vestuário, saúde e transporte. A pesquisa também fornece uma visão abrangente das estruturas de consumo, rendimentos e patrimônio das famílias, além de captar percepções subjetivas sobre a qualidade de vida nos domicílios brasileiros.</p>
<div class="footer-noticia"></div>
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		<item>
		<title>Apostas esportivas comprometem orçamento de famílias de baixa renda</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apostas-esportivas-comprometem-orcamento-de-familias-de-baixa-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 00:49:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
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					<description><![CDATA[As apostas esportivas em plataformas online, conhecidas como bets, estão causando um impacto significativo no orçamento das famílias das classes D e E no Brasil, desviando recursos que antes eram destinados a setores essenciais como alimentação, lazer e produtos pessoais. Essa tendência, que se intensificou desde a aprovação da Lei nº 13.756 em 2018, já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As apostas esportivas em plataformas online, conhecidas como bets, estão causando um impacto significativo no orçamento das famílias das classes D e E no Brasil, desviando recursos que antes eram destinados a setores essenciais como alimentação, lazer e produtos pessoais. Essa tendência, que se intensificou desde a aprovação da Lei nº 13.756 em 2018, já preocupa economistas e especialistas.</p>
<p>De acordo com Gerson Charchat, economista e advogado da PwC Strategy&amp; do Brasil, os gastos com apostas superaram outras despesas discricionárias e começaram a afetar até mesmo o orçamento destinado à alimentação. Entre 2018 e 2023, o percentual do orçamento familiar das classes D e E destinado às bets aumentou de 0,27% para 1,98%, enquanto os gastos com lazer e cultura diminuíram. Essa redistribuição de gastos compromete a percepção de melhoria da economia e pode aumentar o endividamento, especialmente entre os jovens.</p>
<p>Ione Amorim, economista do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), destaca que o problema é agravado pela falta de educação financeira e pela vulnerabilidade social. Segundo ela, as apostas atraem pessoas em situação de dificuldade financeira, oferecendo uma promessa de ganho fácil que, na realidade, resulta em perdas significativas. Além disso, Amorim alerta para os efeitos negativos na saúde mental e no aumento do endividamento, que podem levar a problemas mais graves, como suicídio e dependência de álcool e drogas.</p>
<p>A aprovação do Projeto de Lei nº 2.234/2022, que visa expandir a exploração de jogos de azar no Brasil, é vista com preocupação por especialistas, que apontam para os potenciais impactos econômicos, sociais e de saúde pública. Embora a legalização dos jogos seja defendida por sua capacidade de gerar emprego e tributos, ainda não foram considerados os custos adicionais que podem surgir, como o aumento das despesas com segurança pública e atendimento à saúde mental.</p>
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		<item>
		<title>Entenda as mudanças nas regras das apostas esportivas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/entenda-as-mudancas-nas-regras-das-apostas-esportivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 21:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Apostas esportivas]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MP 1.182]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[À espera de uma regulamentação desde 2018, as apostas esportivas obedecem a novas regras desde o fim de julho. No último dia 25, o governo editou a Medida Provisória (MP) 1.182. As casas de apostas eletrônicas pagarão 18% de impostos, que financiarão projetos de educação, segurança e esportes, e uma outorga para poderem operar legalmente. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>À espera de uma regulamentação desde 2018, as apostas esportivas obedecem a novas regras desde o fim de julho. No último dia 25, o governo editou a <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.182-de-24-de-julho-de-2023-498372451" target="_blank" rel="noopener">Medida Provisória (MP) 1.182</a>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As casas de apostas eletrônicas pagarão 18% de impostos, que financiarão projetos de educação, segurança e esportes, e uma outorga para poderem operar legalmente. O apostador pagará 30% de Imposto de Renda sobre a parcela dos prêmios que exceder a faixa de isenção.</p>
<p>As apostas esportivas no Brasil obedecem a uma <a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/54976993/do1-2018-12-13-lei-n-13-756-de-12-de-dezembro-de-2018-54976737" target="_blank" rel="noopener">lei sancionada em dezembro de 2018</a>, que nunca chegou a entrar formalmente em vigor porque não foi regulamentada.</p>
<p>Em tese, a regulamentação poderia ocorrer por meio de decreto do presidente da República ou de portaria do Ministério da Fazenda. O governo, no entanto, decidiu editar uma medida provisória porque as novas taxações exigem mudanças na lei de 2018.</p>
<p>A lei original previa imposto de 11% para as casas de apostas virtuais e de 20% para os estabelecimentos físicos. A MP estabeleceu alíquota única de 18%, independentemente do canal usado pela casa de aposta. A MP está em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional até 120 dias após a edição para não perder a validade.</p>
<h2>Confira as mudanças</h2>
<p><strong>Taxação das casas de apostas</strong></p>
<p>Também conhecidas como bets, as empresas de apostas esportivas pagarão 18% de imposto sobre a receita bruta de jogos (GGR, gross gaming revenue, na sigla em inglês). O GGR é definido como o faturamento com as apostas menos os prêmios pagos aos vencedores e o Imposto de Renda descontado dos prêmios.</p>
<p>Originalmente, o imposto seria de 16%, mas a alíquota subiu em dois pontos percentuais porque o governo decidiu elevar a fatia distribuída ao Ministério do Esporte de 1% para 3%.</p>
<p>Sobre os 82% restantes, as casas de apostas continuarão a pagar os tributos aplicados às demais empresas, como Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição sobre o Financiamento à Seguridade Social (Cofins).</p>
<p><strong>Partilha do novo imposto</strong></p>
<p>O novo imposto de 18% será distribuído da seguinte forma:</p>
<p>•    10% para a seguridade social;</p>
<p>•    3% para o Ministério do Esporte;</p>
<p>•    2,55% para o Fundo Nacional de Segurança Pública;</p>
<p>•    1,63% para clubes e atletas profissionais com símbolos e nomes ligados às apostas;</p>
<p>•    0,82% para a educação básica.</p>
<p><strong>Imposto sobre premiações</strong></p>
<p>Os prêmios recebidos pelos vencedores das apostas passarão a pagar 30% de Imposto de Renda sobre o que exceder a faixa de isenção, atualmente em R$ 2.112. A retenção ocorrerá na fonte.</p>
<p><strong>Estimativa de receitas</strong></p>
<p>Segundo o Ministério da Fazenda, o governo deverá arrecadar até R$ 2 bilhões no próximo ano com a regulamentação das apostas esportivas, nas estimativas mais conservadoras. Nos anos seguintes, a projeção pode subir uma faixa entre R$ 6 bilhões e R$ 12 bilhões.</p>
<p><strong>Prêmios esquecidos</strong></p>
<p>Assim como nas loterias tradicionais, os ganhadores terão até 90 dias a partir da divulgação do resultado da aposta para retirar o prêmio. Após esse prazo, o dinheiro esquecido será repassado ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) até 24 de julho de 2028. Depois dessa data, os recursos serão transferidos diretamente ao Tesouro Nacional.</p>
<p><strong>Proibições de apostar</strong></p>
<p>Não podem fazer apostas esportivas os seguintes grupos de pessoas:</p>
<p>•    menores de 18 anos;</p>
<p>•    trabalhadores de casas de apostas;</p>
<p>•    cônjuges, companheiros e parentes de até segundo grau de trabalhadores de casas de apostas;</p>
<p>•    com acesso aos sistemas de apostas esportivas;</p>
<p>•    treinadores, atletas, árbitros, dirigentes esportivos e demais pessoas ligadas aos objetos das apostas;</p>
<p>•    negativados nos cadastros de restrição de crédito;</p>
<p>•    agentes públicos que atuem na fiscalização do setor de apostas.</p>
<p><strong>Outorgas</strong></p>
<p>Apenas as bets habilitadas poderão operar apostas relacionadas a eventos esportivos oficiais, mediante pagamento de uma outorga (licença) ao governo. O valor a ser cobrado constará de outra regulamentação a ser publicada pelo Ministério da Fazenda, que se responsabilizará pela fiscalização.</p>
<p>A MP não estabelece limite para o número de outorgas e permite a habilitação de empresas tanto nacionais como estrangeiras.</p>
<p><strong>Canais de distribuição</strong></p>
<p>Assim que foram liberadas a operar, as casas de apostas poderão usar quaisquer canais de distribuição comercial. Sejam em estabelecimentos físicos ou meios virtuais, desde que obedeçam à regulamentação do Ministério da Fazenda.</p>
<p><strong>Infrações</strong></p>
<p>Entre as infrações passíveis de punição, estão:</p>
<p>•    exploração de apostas sem autorização do Ministério da Fazenda;</p>
<p>•    atividades proibidas ou não previstas na licença concedida;</p>
<p>•    publicidade de empresas não autorizadas a atuar no Brasil;</p>
<p>•    impedimentos e dificuldades à fiscalização do governo;</p>
<p>•    práticas contrárias à integridade do esporte, dos resultados ou da transparência das regras.</p>
<p><strong>Punições</strong></p>
<p>As empresas que descumprirem as regras podem sofrer as seguintes punições:</p>
<p>•    advertência;</p>
<p>•    multa de 0,1% a 20% sobre a arrecadação, limitada a R$ 2 bilhões por infração;</p>
<p>•    suspensão parcial ou total das atividades por até 180 dias;</p>
<p>•    cassação da licença para operar no Brasil;</p>
<p>•    proibição de pedir novas autorizações por até dez anos;</p>
<p>•    proibição de participar de licitações de concessão ou permissão de serviços públicos, na administração pública federal, direta ou indireta, por pelo menos cinco anos.</p>
<p><strong>Apostadores ou pessoas de fora das empresas que cometerem infrações:</strong></p>
<p>•    multa de R$ 50 mil a R$ 2 bilhões por infração.</p>
</div>
</div>
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