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	<title>benefício emergencial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Rio Grande do Sul precisa de R$ 1 bilhão para revitalizar Turismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 22:03:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, declarou nesta quarta-feira (22) que o estado necessita de aproximadamente R$ 1 bilhão para revitalizar seu setor turístico. Leite voltou a solicitar a reedição de um auxílio federal similar ao Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, criado em 2020 para mitigar os impactos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, declarou nesta quarta-feira (22) que o estado necessita de aproximadamente R$ 1 bilhão para revitalizar seu setor turístico. Leite voltou a solicitar a reedição de um auxílio federal similar ao Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, criado em 2020 para mitigar os impactos econômicos da pandemia da covid-19 e evitar demissões.</p>
<p>&#8220;O turismo é uma das áreas que mais nos preocupam, pois é uma vocação natural do estado e gera muitos empregos, especialmente nas regiões afetadas pelas chuvas intensas desde o final de abril&#8221;, afirmou Leite durante uma videoconferência com o ministro do Turismo, Celso Sabino. A reunião contou com a presença de parlamentares gaúchos, o presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Marcelo Freixo, e representantes do setor turístico.</p>
<p>O governador mencionou que o Ministério do Turismo já se comprometeu a liberar R$ 100 milhões através do Fungetur (Fundo Geral de Turismo), com uma promessa de mais R$ 100 milhões posteriormente, mas enfatizou que a necessidade total estimada é de até R$ 1 bilhão. &#8220;Após conversas com o setor turístico, entendemos que será necessário chegar a esse valor para atender plenamente às demandas&#8221;, explicou Leite.</p>
<p>O Fungetur é um fundo especial de empréstimo vinculado ao Ministério do Turismo, destinado a financiar projetos que impulsionem o desenvolvimento do setor em todo o Brasil. As operações de crédito são realizadas por meio de agentes financeiros credenciados pelo ministério, abrangendo financiamentos para capital fixo, obras de ampliação e modernização de empreendimentos turísticos, além de aquisição de bens e capital de giro.</p>
<p>&#8220;O Fungetur oferece taxas de juros bastante atraentes, com carência de até cinco anos e prazos de pagamento de até 12 anos. Para o Rio Grande do Sul, ampliamos os prazos de carência e pagamento dos novos empréstimos e suspendemos os pagamentos por seis meses, proporcionando um alívio temporário aos beneficiários do fundo&#8221;, informou o ministro Celso Sabino após a fala de Leite.</p>
<p>Sabino confirmou a liberação dos R$ 100 milhões iniciais e garantiu que mais R$ 100 milhões serão disponibilizados assim que o primeiro montante for utilizado. O objetivo é apoiar &#8220;os empreendedores, proprietários de pousadas, bares, restaurantes, hotéis, transportadores, operadores turísticos e agentes de viagem&#8221; impactados pelos recentes eventos climáticos extremos.</p>
<p>&#8220;Implementamos uma portaria inédita determinando que esses recursos do Fungetur sejam usados exclusivamente no Rio Grande do Sul, sem possibilidade de redirecionamento para outros estados&#8221;, completou Sabino.</p>
<p><strong>Outras Medidas</strong></p>
<p>Durante a videoconferência, Leite também defendeu a criação de um benefício emergencial para a manutenção de empregos e renda, similar ao concedido durante a pandemia da covid-19. &#8220;Esse benefício é crucial para evitar demissões em massa no setor turístico&#8221;, argumentou Leite, citando os desafios causados por rodovias bloqueadas, a inoperância do aeroporto Salgado Filho, e a situação crítica em 467 dos 497 municípios gaúchos afetados pelas chuvas.</p>
<p>Leite insistiu na importância de um benefício emergencial para manutenção de emprego e renda, destacando o sucesso da medida durante a pandemia. Segundo ele, ajudar os empregadores a custear parte dos salários dos funcionários é uma forma &#8220;rápida e eficiente&#8221; de evitar demissões enquanto o setor se recupera.</p>
<p>O governador também sugeriu a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para itens da &#8220;linha branca&#8221; (como refrigeradores, freezers, condicionadores de ar, lavadoras de louça e roupas, secadoras e fornos de micro-ondas), visando reduzir os custos de restaurantes, hotéis e pousadas que precisam renovar seus equipamentos.</p>
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