<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>bebidas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/bebidas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 26 Mar 2026 15:32:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>bebidas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Prévia da inflação desacelera para 0,44% em março, com pressão dos alimentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/previa-da-inflacao-desacelera-para-044-em-marco-com-pressao-dos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia da Inflação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=89513</guid>

					<description><![CDATA[A prévia da inflação oficial no Brasil registrou alta de 0,44% em março, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado representa uma desaceleração em relação a fevereiro, quando o índice havia alcançado 0,84%. Apesar da redução no ritmo geral, o principal fator de pressão sobre os preços no período foi o grupo de alimentação e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação oficial no Brasil registrou alta de 0,44% em março, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado representa uma desaceleração em relação a fevereiro, quando o índice havia alcançado 0,84%.</p>
<p>Apesar da redução no ritmo geral, o principal fator de pressão sobre os preços no período foi o grupo de alimentação e bebidas, que apresentou elevação de 0,88%, exercendo o maior impacto no indicador mensal.</p>
<p>No acumulado de 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) atingiu 3,9%, mantendo-se dentro da meta estabelecida pelo governo federal, que prevê tolerância de até 4,5% ao ano.</p>
<p>Entre os itens que mais contribuíram para a alta dos alimentos, destacam-se produtos básicos do consumo diário. O açaí apresentou aumento expressivo de 29,95%, seguido pelo feijão-carioca (19,69%), ovo de galinha (7,54%), leite longa vida (4,46%) e carnes (1,45%).</p>
<p>Dentro desse grupo, a alimentação no domicílio teve avanço de 1,10%, indicando maior impacto direto no orçamento das famílias. Já a alimentação fora de casa registrou alta mais moderada, de 0,35%, com desaceleração em relação ao mês anterior.</p>
<p>Além dos alimentos, o grupo de despesas pessoais também influenciou o resultado, com variação de 0,82%. Outros segmentos, como saúde, habitação e transportes, apresentaram aumentos mais moderados, contribuindo de forma complementar para o índice.</p>
<p>No setor de transportes, o destaque foi a elevação das passagens aéreas, que subiram 5,94% e tiveram o maior impacto individual entre os itens analisados. Em contrapartida, os combustíveis apresentaram leve queda média de 0,03%, com recuos nos preços da gasolina e do etanol, enquanto o diesel registrou alta.</p>
<p>O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial do país e segue metodologia semelhante à do IPCA, com a diferença de ser calculado com base em um período antecipado de coleta de preços. O indicador serve como referência para acompanhar a tendência inflacionária antes do fechamento do índice mensal completo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">89513</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Rio utiliza laboratório portátil para detectar bebidas falsificadas em tempo real</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-utiliza-laboratorio-portatil-para-detectar-bebidas-falsificadas-em-tempo-real/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 14:12:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Falsificação]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório portátil]]></category>
		<category><![CDATA[metanol]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Salus]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=86278</guid>

					<description><![CDATA[O governo do Rio de Janeiro deu um novo passo no combate à falsificação de bebidas alcoólicas. Em parceria com a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), o estado passou a usar um laboratório portátil de alta precisão, capaz de identificar, em poucos segundos, se um destilado foi adulterado ou falsificado. De origem escocesa, o equipamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Rio de Janeiro deu um novo passo no combate à falsificação de bebidas alcoólicas. Em parceria com a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), o estado passou a usar um laboratório portátil de alta precisão, capaz de identificar, em poucos segundos, se um destilado foi adulterado ou falsificado.</p>
<p>De origem escocesa, o equipamento reúne as fórmulas originais dos principais destilados do mercado, permitindo a comparação imediata das amostras coletadas durante fiscalizações. A tecnologia vem sendo aplicada em ações conjuntas da Secretaria de Defesa do Consumidor (Sedcon) e do Procon-RJ, e já tem mostrado resultados expressivos.</p>
<h3>Operação Salus: irregularidades em Copacabana</h3>
<p>Na segunda fase da Operação Salus, realizada em Copacabana, as equipes apreenderam 20 litros de chope vencido, sete garrafas de tequila com impurezas e um litro de xarope de açúcar fora da validade usado na produção de drinques. As tequilas foram encaminhadas para análise junto aos fabricantes, enquanto as demais bebidas foram descartadas.</p>
<p>A operação ocorre simultaneamente em oito estados brasileiros, com o apoio de vigilâncias sanitárias, órgãos de defesa do consumidor e forças de segurança. Desde o início das ações, mais de 750 litros de bebidas adulteradas e contrabandeadas foram apreendidos em 21 municípios do país.</p>
<h3>Tecnologia a serviço da segurança alimentar</h3>
<p>O secretário de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, ressaltou o papel estratégico da nova ferramenta e afirmou que o governo pretende adquirir mais dois laboratórios portáteis para ampliar o alcance das fiscalizações.</p>
<blockquote><p>“O laboratório portátil é um aliado essencial na proteção da saúde pública. Ele permite identificar adulterações com rapidez e precisão, garantindo que as bebidas vendidas atendam aos padrões de qualidade e segurança exigidos por lei”, destacou Fonseca.</p></blockquote>
<h3>Resultados e próximos passos</h3>
<p>Nos últimos 12 meses, operações coordenadas pela Sedcon e pelo Procon-RJ apreenderam mais de 300 litros de bebidas adulteradas ou sem procedência, em cidades como Rio das Ostras, Niterói e na zona sul da capital, além da Lapa, tradicional reduto boêmio carioca.</p>
<p>Com o uso da tecnologia, o estado busca não apenas coibir o comércio irregular, mas também reforçar a confiança dos consumidores e proteger a saúde pública, consolidando o Rio de Janeiro como referência nacional na aplicação de recursos tecnológicos em ações de fiscalização.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">86278</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Mercado eleva previsão da inflação para 4,10% em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-410-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 13:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Selix]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=78475</guid>

					<description><![CDATA[O mercado financeiro ajustou sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do Brasil, elevando a expectativa de 4,05% para 4,10% em 2024. A informação consta no Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Banco Central (BC), que reúne semanalmente as expectativas de instituições financeiras para os principais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro ajustou sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do Brasil, elevando a expectativa de 4,05% para 4,10% em 2024. A informação consta no Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Banco Central (BC), que reúne semanalmente as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para 2025, a projeção da inflação também subiu, de 3,9% para 3,96%. Para os anos seguintes, 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente. A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro da faixa de tolerância estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3% com um intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, resultando em um limite superior de 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, o Brasil adotará o sistema de meta contínua para a inflação, eliminando a necessidade de definir uma meta anual. O CMN estabeleceu o centro da meta contínua em 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>Em junho, a inflação no país, influenciada principalmente pelos preços de alimentos e bebidas, foi de 0,21%, uma queda em relação aos 0,46% registrados em maio. Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulou uma alta de 4,23%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>Taxa de Juros Selic e Política Monetária</strong></p>
<p>Para controlar a inflação, o Banco Central utiliza a taxa básica de juros, a Selic, atualmente fixada em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A recente alta do dólar e o aumento das incertezas econômicas levaram o BC a interromper os cortes na Selic, que vinham ocorrendo desde agosto de 2022. Na última reunião de junho, o Copom decidiu, por unanimidade, manter a Selic nesse patamar após sete reduções consecutivas.</p>
<p>De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em resposta à escalada dos preços de alimentos, energia e combustíveis. De agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano. Com a estabilização dos preços, o BC iniciou um ciclo de cortes na Selic. Antes desse ciclo de alta, a Selic estava no nível histórico mais baixo, de 2% ao ano, entre agosto de 2020 e março de 2021, para estimular a economia durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>O mercado financeiro projeta que a Selic permanecerá em 10,5% ao ano até o final de 2024. Para 2025, a expectativa é de uma redução para 9,5% ao ano. Em 2026 e 2027, a previsão é que a taxa caia para 9% ao ano.</p>
<p><strong>Crescimento do PIB e Cotação do Dólar</strong></p>
<p>A previsão para o crescimento da economia brasileira em 2024 foi ajustada de 2,15% para 2,19%. Para 2025, a expectativa é de um crescimento de 1,94% do Produto Interno Bruto (PIB), e para 2026 e 2027, a projeção é de uma expansão de 2% ao ano.</p>
<p>Em 2023, o PIB brasileiro superou as expectativas, crescendo 2,9% e alcançando R$ 10,9 trilhões, segundo o IBGE. No ano anterior, a economia havia crescido 3%.</p>
<p>A previsão para a cotação do dólar é de R$ 5,30 ao final de 2024, e de R$ 5,25 ao fim de 2025.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">78475</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
