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	<title>BC &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>BC &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Pix supera 313 milhões de transações em um único dia e estabelece novo recorde nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 14:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pix, sistema de transferências instantâneas criado pelo Banco Central (BC), estabeleceu um novo marco histórico na última sexta-feira (5), ao registrar 313,3 milhões de transações em apenas 24 horas. Esta é a primeira vez que a ferramenta ultrapassa a marca de 300 milhões de operações em um único dia. Além do volume de transações, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Pix, sistema de transferências instantâneas criado pelo Banco Central (BC), estabeleceu um novo marco histórico na última sexta-feira (5), ao registrar 313,3 milhões de transações em apenas 24 horas. Esta é a primeira vez que a ferramenta ultrapassa a marca de 300 milhões de operações em um único dia.</p>
<p>Além do volume de transações, o sistema também bateu recorde em montante financeiro movimentado, alcançando R$ 179,9 bilhões no mesmo período. Em nota, o Banco Central destacou que o desempenho reforça a relevância do Pix como infraestrutura pública digital essencial para o funcionamento da economia brasileira.</p>
<h3>Crescimento acelerado</h3>
<p>O recorde anterior havia sido registrado em 28 de novembro, na véspera da Black Friday e também na data de pagamento da primeira parcela do 13º salário, quando o Pix somou 297,4 milhões de operações em um dia.</p>
<p>Lançado em novembro de 2020, o sistema segue em trajetória contínua de expansão. No fim de novembro deste ano, o Pix contabilizava 178,9 milhões de usuários, sendo 162,3 milhões de pessoas físicas e 16,6 milhões de pessoas jurídicas, segundo as estatísticas mais recentes do BC.</p>
<p>Os números refletem não apenas a adoção generalizada pela população, mas também o uso crescente por empresas e serviços, consolidando o Pix como o principal meio de transferência e pagamento do país.</p>
<h3>Fluxo financeiro recorde</h3>
<p>De acordo com dados consolidados de outubro, o sistema atingiu a marca de R$ 3,32 trilhões movimentados no mês — um indicador da força do Pix como mecanismo central da digitalização financeira brasileira.</p>
<p>Com novos serviços em expansão, como Pix Automático e Pix Crédito, o Banco Central projeta que o volume de operações siga crescendo, ampliando ainda mais o impacto da ferramenta na economia e nos hábitos de consumo da população.</p>
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		<title>Copom decide hoje se mantém Selic em 15% ao ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-hoje-se-mantem-selic-em-15-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:53:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa de Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (4) para decidir o futuro da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, o maior nível desde julho de 2006. A expectativa do mercado é de que os juros sejam mantidos inalterados, diante da combinação entre inflação em desaceleração e pressões persistentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (4) para decidir o futuro da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, o maior nível desde julho de 2006. A expectativa do mercado é de que os juros sejam mantidos inalterados, diante da combinação entre inflação em desaceleração e pressões persistentes sobre alguns preços, como o da energia.</p>
<p>Esta é a penúltima reunião do Copom em 2025, e o anúncio oficial será feito no início da noite. Nas últimas duas decisões, em julho e setembro, o comitê já havia optado por manter a taxa, sinalizando que pretende segurar os juros “por tempo prolongado”.</p>
<p>De acordo com a ata mais recente, o Banco Central avalia que o cenário internacional — especialmente a política monetária dos Estados Unidos e as tarifas impostas pelo país — tem exercido forte influência sobre a economia brasileira. Internamente, a inflação recua, mas ainda sofre com custos elevados de energia e serviços.</p>
<p>O boletim Focus indica que a Selic deve continuar em 15% até o fim de 2025 ou início de 2026, com o início do ciclo de queda dos juros previsto apenas no segundo semestre do próximo ano.</p>
<h3>Inflação em queda</h3>
<p>A prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, ficou em 0,18% em outubro, acumulando 4,94% em 12 meses. O recuo no preço dos alimentos tem ajudado a conter o índice. A expectativa de inflação para 2025 foi revisada para 4,55%, levemente acima do teto da nova meta contínua, de 4,5%.</p>
<h3>Entenda o impacto da Selic</h3>
<p>A Taxa Selic serve de referência para todas as taxas de juros da economia. Quando sobe, encarece o crédito e desestimula o consumo, ajudando a conter a inflação. Quando cai, barateia os empréstimos e estimula a atividade econômica, mas pode aumentar a pressão sobre os preços.</p>
<p>Com o novo sistema de meta contínua de inflação, em vigor desde janeiro, o Banco Central persegue uma meta de 3% ao ano, com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O resultado da reunião do Copom deve indicar se o Banco Central manterá o tom conservador na política monetária ou começará a preparar o terreno para uma futura redução da taxa — movimento aguardado</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,07%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-507/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 18:39:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,09% para 5,07% este ano. É a décima redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (4). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,09% para 5,07% este ano. É a décima redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (4). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,44% para 4,43%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>Em junho, mesmo pressionada pela energia elétrica, a inflação oficial &#8211; divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; perdeu força e fechou em 0,24%, marcada pela primeira queda no preço dos alimentos depois de nove meses. Apesar da desaceleração nos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%.</p>
<p>Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024 . Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento, as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, na semana passada, após sete altas seguidas na Selic.</p>
<p>Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.</p>
<p>A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 nos 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,5% ao ano<strong>.</strong> Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,23% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,89% para 1,88%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,95% e 2%, respectivamente.</p>
<p>Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,60 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,70.</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão de inflação para 5,09%, mas Selic deve seguir alta em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-de-inflacao-para-509-mas-selic-deve-seguir-alta-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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					<description><![CDATA[O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (28), trouxe uma nova revisão nas expectativas do mercado financeiro para a economia brasileira. A projeção para a inflação oficial de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou pela nona vez consecutiva, passando de 5,1% para 5,09%. Apesar da queda, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (28), trouxe uma nova revisão nas expectativas do mercado financeiro para a economia brasileira. A projeção para a inflação oficial de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou pela nona vez consecutiva, passando de 5,1% para 5,09%.</p>
<p>Apesar da queda, o índice ainda está acima do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5% – considerando o intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Para 2026, a previsão foi ligeiramente reduzida para 4,44%, enquanto para 2027 e 2028 as estimativas permanecem em 4% e 3,8%, respectivamente.</p>
<p>Em junho, a inflação perdeu força e ficou em 0,24%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), marcada pela primeira queda no preço dos alimentos em nove meses. Ainda assim, o acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, configurando estouro da meta pelo sexto mês seguido, o que obriga o presidente do BC a enviar carta ao Ministério da Fazenda explicando as causas e medidas adotadas para reconduzir a inflação aos limites estabelecidos.</p>
<h3><strong>Juros básicos seguem em patamar elevado</strong></h3>
<p>A principal ferramenta utilizada pelo BC para conter a inflação é a taxa Selic, atualmente em 15% ao ano. Em sua última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu o mercado ao elevar os juros em 0,25 ponto percentual, dando sequência a um ciclo de sete altas consecutivas.</p>
<p>Segundo a ata divulgada, o colegiado deverá manter a Selic no mesmo patamar nas próximas reuniões, mas não descarta novos aumentos caso a inflação volte a acelerar. Analistas projetam que a taxa básica encerrará 2025 nesse mesmo nível e só começará a cair de forma mais consistente a partir de 2026, quando pode recuar para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a expectativa é de 10,5% e 10%, respectivamente.</p>
<h3><strong>Impacto na economia</strong></h3>
<p>Juros altos encarecem o crédito e incentivam a poupança, o que ajuda a conter pressões inflacionárias. Por outro lado, podem dificultar a expansão da atividade econômica. Quando a Selic é reduzida, o crédito fica mais barato, estimulando consumo e produção, mas reduzindo o controle sobre a inflação.</p>
<h3><strong>PIB e câmbio</strong></h3>
<p>A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 se manteve em 2,23%, enquanto para 2026 houve leve alta para 1,89%. Para 2027 e 2028, o mercado projeta avanço de 2% ao ano.</p>
<p>O desempenho da economia vem sendo impulsionado pela agropecuária, que fez o PIB crescer 1,4% no primeiro trimestre deste ano. Em 2024, o país registrou alta de 3,4%, o maior crescimento desde 2021.</p>
<p>Quanto ao câmbio, a expectativa é de que o dólar encerre 2025 cotado a R$ 5,60, chegando a R$ 5,70 no fim de 2026.</p>
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		<item>
		<title>Após ataque hacker, C&#038;M Software retoma operações do PIX com aval do Banco Central</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-ataque-hacker-cm-software-retoma-operacoes-do-pix-com-aval-do-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 20:55:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[C&M Software]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
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		<category><![CDATA[Hacker]]></category>
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					<description><![CDATA[A C&#38;M Software voltou a operar suas plataformas do PIX na manhã desta quinta-feira (3), após ter sido alvo de um ataque cibernético que desviou milhões de reais mantidos por instituições financeiras em contas reservas do Banco Central (BC). O retorno das atividades ocorreu em regime de produção controlada, depois que a empresa apresentou ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A C&amp;M Software voltou a operar suas plataformas do PIX na manhã desta quinta-feira (3), após ter sido alvo de um ataque cibernético que desviou milhões de reais mantidos por instituições financeiras em contas reservas do Banco Central (BC). O retorno das atividades ocorreu em regime de produção controlada, depois que a empresa apresentou ao BC provas de que reforçou a proteção contra novas invasões.</p>
<p>A autorização parcial foi concedida pelo BC um dia após a determinação inicial, em caráter cautelar, para suspensão integral dos serviços. O órgão regulador informou que a retomada das operações ocorrerá em dias úteis, das 6h30 às 18h30, com a condição de anuência explícita das instituições participantes do sistema de pagamentos instantâneos e com “robustecimento do monitoramento de fraudes e dos limites transacionais”.</p>
<p>Em nota oficial, a C&amp;M reafirmou que foi vítima de “uma ação criminosa” e que colabora desde o primeiro momento com as autoridades. “Confiamos plenamente na isenção das investigações quanto à origem do incidente, mesmo diante de ilações ou tentativas externas de antecipar julgamentos”, declarou a empresa. Segundo o comunicado, todas as medidas de segurança previstas foram aplicadas, incluindo auditorias independentes, reforço de controles internos e comunicação direta com os clientes afetados.</p>
<p>Na quarta-feira (2), a companhia já havia garantido que seus sistemas críticos permaneciam “íntegros e operacionais”, apesar do ataque.</p>
<h3>Invasão com credenciais vazadas</h3>
<p>O ataque hacker à infraestrutura da C&amp;M aconteceu na terça-feira (1º), quando criminosos exploraram credenciais de clientes vazadas — como logins e senhas — para acessar os sistemas da companhia. A invasão foi detectada e reportada pela própria empresa ao Banco Central, que imediatamente ordenou a suspensão do acesso das instituições financeiras à plataforma da C&amp;M.</p>
<p>A C&amp;M é especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o ecossistema de pagamentos instantâneos, administrando a troca de informações entre instituições financeiras no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Embora o SPB abranja o ambiente do PIX, até agora não há indícios de desvio de recursos diretamente dessa modalidade.</p>
<p>As contas reservas acessadas ilegalmente são contas mantidas por bancos e instituições financeiras no Banco Central, com depósitos exigidos por lei para garantir a solidez do sistema financeiro.</p>
<p>As investigações sobre a fraude continuam sob responsabilidade das autoridades competentes. Até o momento, o BC não informou o valor exato dos prejuízos.</p>
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		<item>
		<title>Entram em vigor novas regras para chaves Pix com checagem na Receita Federal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/entram-em-vigor-novas-regras-para-chaves-pix-com-checagem-na-receita-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 12:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[dados cadastrados]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIXE-Mail]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir desta terça-feira (1º), passam a valer novas regras de segurança para o sistema Pix. As instituições financeiras deverão, obrigatoriamente, verificar os dados cadastrais das chaves Pix junto à Receita Federal antes de qualquer operação, como criação, alteração ou portabilidade. A medida foi determinada pelo Banco Central (BC) e busca impedir fraudes, como o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta terça-feira (1º), passam a valer novas regras de segurança para o sistema Pix. As instituições financeiras deverão, obrigatoriamente, verificar os dados cadastrais das chaves Pix junto à Receita Federal antes de qualquer operação, como criação, alteração ou portabilidade. A medida foi determinada pelo Banco Central (BC) e busca impedir fraudes, como o uso de CPFs de pessoas falecidas por terceiros.</p>
<p>De acordo com o BC, as mudanças devem impactar apenas cerca de 1% das chaves cadastradas. A verificação cruzada com a Receita evitará, por exemplo, que nomes incompatíveis com o CPF ou CNPJ oficial sejam usados para ocultar a identidade de criminosos.</p>
<h3>Quem será afetado?</h3>
<p>Entre os mais de 600 milhões de chaves Pix cadastradas, deverão ser excluídas:</p>
<ul>
<li><strong>4,5 milhões</strong> com grafia inconsistente;</li>
<li><strong>3,5 milhões</strong> pertencentes a pessoas já falecidas;</li>
<li>Outras ligadas a CPFs <strong>suspensos</strong>, <strong>cancelados</strong> ou <strong>nulos</strong>;</li>
<li>Quase <strong>1,7 milhão de CNPJs</strong> irregulares (inaptos, suspensos ou baixados).</li>
</ul>
<p>As exclusões começam em julho, e ocorrerão sempre que houver movimentação na chave, como alteração ou contestação de posse.</p>
<h3>Mudanças específicas por tipo de chave</h3>
<ul>
<li><strong>CPF/CNPJ</strong>: serão conferidos com a base da Receita Federal; inconsistências levam à exclusão.</li>
<li><strong>Chave aleatória</strong>: não poderá mais ser modificada; será necessário excluir e criar uma nova.</li>
<li><strong>E-mail</strong>: desde abril, não pode mais mudar de titular.</li>
<li><strong>Celular</strong>: continua podendo ser transferido de titular, devido à troca frequente de número por usuários.</li>
</ul>
<h3>Boatos desmentidos</h3>
<ul>
<li>Ter nome sujo ou dívidas não bloqueia chave Pix.</li>
<li>Não há relação entre inadimplência e exclusão de chaves.</li>
</ul>
<h3>Objetivo das medidas</h3>
<p>O foco é reforçar a segurança do sistema, prevenindo fraudes e falsificação de dados. O Banco Central também retirou o limite de R$ 200 para devoluções automáticas quando a chave não estiver registrada — valor que havia sido imposto desde novembro de 2024.</p>
<h3>Como saber se seu CPF está regular?</h3>
<p>A consulta pode ser feita diretamente no site da Receita Federal, na aba “Comprovante de situação cadastral”. Já quem tem CPF suspenso pode regularizar online, preenchendo um formulário no mesmo portal.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado eleva previsão de inflação para 2024 e ajusta crescimento do PIB</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-eleva-previsao-de-inflacao-para-2024-e-ajusta-crescimento-do-pib/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 15:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro revisou, pela quinta semana consecutiva, sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2024, elevando-a de 4,2% para 4,22%. As informações são do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC), que reúne as expectativas de diversas instituições financeiras. O IPCA é utilizado como o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro revisou, pela quinta semana consecutiva, sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2024, elevando-a de 4,2% para 4,22%. As informações são do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC), que reúne as expectativas de diversas instituições financeiras. O IPCA é utilizado como o principal indicador da inflação oficial no Brasil.</p>
<p>Para 2025, a projeção de inflação apresentou uma leve queda, passando de 3,97% para 3,91%, enquanto a previsão para 2026 permaneceu estável em 3,6%. Mesmo com a projeção para 2024 acima da meta oficial de 3%, ela ainda se encontra dentro da margem de tolerância estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>A partir de 2025, o sistema de meta contínua para a inflação entrará em vigor, eliminando a necessidade de uma nova meta anual definida pelo CMN. O centro da meta contínua foi estabelecido em 3%, com a mesma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>No que diz respeito ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2024, o mercado financeiro ajustou ligeiramente sua expectativa de crescimento, de 2,2% para 2,23%. Para 2025, a projeção de crescimento do PIB foi revisada para baixo, de 1,92% para 1,89%, enquanto a previsão para 2026 permanece inalterada em 2% por 54 semanas consecutivas.</p>
<p>Em 2023, a economia brasileira superou as expectativas, registrando um crescimento de 2,9% e atingindo um valor total de R$ 10,9 trilhões, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação, o crescimento do PIB em 2022 foi de 3%.</p>
<p>A taxa básica de juros (Selic) mantém-se estável em 10,50% para 2024 há nove semanas, segundo o mercado. Para 2025, a projeção foi revisada para 10%, frente aos 9,75% da semana anterior. Já para 2026, a expectativa continua em 9% há 14 semanas. A Selic é o principal instrumento utilizado pelo BC para controlar a inflação.</p>
<p>Com relação ao câmbio, o mercado prevê que o dólar fechará 2024 cotado a R$ 5,31, um leve aumento em comparação à projeção anterior de R$ 5,30. As previsões para 2025 e 2026 permanecem estáveis, em R$ 5,30 e R$ 5,25, respectivamente.</p>
<p>Em julho, a inflação no Brasil foi de 0,38%, puxada principalmente pelo aumento nos preços da gasolina, passagens aéreas e energia elétrica, conforme apontou o IBGE. Nos últimos 12 meses, o IPCA acumula uma alta de 4,5%, situando-se no limite superior da meta de inflação.</p>
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		<title>Mercado eleva previsão da inflação para 4,10% em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-410-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 13:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro ajustou sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do Brasil, elevando a expectativa de 4,05% para 4,10% em 2024. A informação consta no Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Banco Central (BC), que reúne semanalmente as expectativas de instituições financeiras para os principais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro ajustou sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do Brasil, elevando a expectativa de 4,05% para 4,10% em 2024. A informação consta no Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Banco Central (BC), que reúne semanalmente as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para 2025, a projeção da inflação também subiu, de 3,9% para 3,96%. Para os anos seguintes, 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente. A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro da faixa de tolerância estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3% com um intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, resultando em um limite superior de 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, o Brasil adotará o sistema de meta contínua para a inflação, eliminando a necessidade de definir uma meta anual. O CMN estabeleceu o centro da meta contínua em 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>Em junho, a inflação no país, influenciada principalmente pelos preços de alimentos e bebidas, foi de 0,21%, uma queda em relação aos 0,46% registrados em maio. Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulou uma alta de 4,23%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>Taxa de Juros Selic e Política Monetária</strong></p>
<p>Para controlar a inflação, o Banco Central utiliza a taxa básica de juros, a Selic, atualmente fixada em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A recente alta do dólar e o aumento das incertezas econômicas levaram o BC a interromper os cortes na Selic, que vinham ocorrendo desde agosto de 2022. Na última reunião de junho, o Copom decidiu, por unanimidade, manter a Selic nesse patamar após sete reduções consecutivas.</p>
<p>De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em resposta à escalada dos preços de alimentos, energia e combustíveis. De agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano. Com a estabilização dos preços, o BC iniciou um ciclo de cortes na Selic. Antes desse ciclo de alta, a Selic estava no nível histórico mais baixo, de 2% ao ano, entre agosto de 2020 e março de 2021, para estimular a economia durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>O mercado financeiro projeta que a Selic permanecerá em 10,5% ao ano até o final de 2024. Para 2025, a expectativa é de uma redução para 9,5% ao ano. Em 2026 e 2027, a previsão é que a taxa caia para 9% ao ano.</p>
<p><strong>Crescimento do PIB e Cotação do Dólar</strong></p>
<p>A previsão para o crescimento da economia brasileira em 2024 foi ajustada de 2,15% para 2,19%. Para 2025, a expectativa é de um crescimento de 1,94% do Produto Interno Bruto (PIB), e para 2026 e 2027, a projeção é de uma expansão de 2% ao ano.</p>
<p>Em 2023, o PIB brasileiro superou as expectativas, crescendo 2,9% e alcançando R$ 10,9 trilhões, segundo o IBGE. No ano anterior, a economia havia crescido 3%.</p>
<p>A previsão para a cotação do dólar é de R$ 5,30 ao final de 2024, e de R$ 5,25 ao fim de 2025.</p>
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		<title>Mercado financeiro ajusta previsão de inflação para 4,05% em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-ajusta-previsao-de-inflacao-para-405-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 16:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
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		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Juros Básicos]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4% para 4,05% em 2024. A atualização foi divulgada no Boletim Focus desta segunda-feira (22), uma pesquisa semanal do Banco Central (BC) que coleta as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para os próximos anos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4% para 4,05% em 2024. A atualização foi divulgada no Boletim Focus desta segunda-feira (22), uma pesquisa semanal do Banco Central (BC) que coleta as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para os próximos anos, a projeção da inflação manteve-se em 3,9% para 2025, enquanto para 2026 e 2027 as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente. Embora a estimativa de 2024 esteja acima da meta de 3%, ainda está dentro da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que varia entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, será implementado o sistema de meta contínua, eliminando a necessidade de definir uma meta de inflação anualmente. O CMN fixou o centro da meta contínua em 3%, com a mesma margem de tolerância.</p>
<p>Em junho, a inflação foi de 0,21%, influenciada principalmente pelo grupo de alimentação e bebidas, após um registro de 0,46% em maio. Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulou uma alta de 4,23%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).</p>
<p><strong>Taxa Selic e Política Monetária</strong></p>
<p>Para controlar a inflação, o Banco Central utiliza a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A recente alta do dólar e a crescente incerteza econômica levaram o BC a interromper o ciclo de cortes na Selic iniciado há quase um ano. Na última reunião de junho, o Copom manteve a Selic em 10,5%, após sete reduções consecutivas.</p>
<p>O ciclo de aumento da Selic começou em março de 2021 e durou até agosto de 2022, com 12 elevações consecutivas devido ao aumento dos preços de alimentos, energia e combustíveis. De agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa permaneceu em 13,75% ao ano. Com o controle da inflação, o BC iniciou cortes na Selic, que antes estava em 2% ao ano, seu nível mais baixo histórico, para estimular a economia durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>O mercado financeiro projeta que a Selic se manterá em 10,5% até o final de 2024, caindo para 9,5% em 2025 e para 9% em 2026 e 2027. A taxa Selic mais alta visa conter a demanda e reduzir a inflação, enquanto uma Selic mais baixa estimula o crédito, produção e consumo, incentivando a atividade econômica.</p>
<p><strong>PIB e Câmbio</strong></p>
<p>A previsão para o crescimento da economia brasileira em 2024 aumentou de 2,11% para 2,15%. Para 2025, a expectativa é um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,93%, mantendo-se em 2% para 2026 e 2027.</p>
<p>Em 2023, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um PIB total de R$ 10,9 trilhões, superando as expectativas, após um crescimento de 3% em 2022, conforme dados do IBGE.</p>
<p>A previsão de cotação do dólar para o fim deste ano é de R$ 5,30, com uma leve redução esperada para R$ 5,23 no final de 2025.</p>
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		<title>Lula: BC deveria ser autônomo, mas sofre interferências políticas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-bc-deveria-ser-autonomo-mas-sofre-interferencias-politicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 22:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira (18) a forma como o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, tem conduzido as políticas da instituição. Em entrevista à Rádio CBN, Lula afirmou que a aproximação do presidente do BC com a oposição levanta suspeitas, sugerindo que o governador de São Paulo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira (18) a forma como o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, tem conduzido as políticas da instituição. Em entrevista à Rádio CBN, Lula afirmou que a aproximação do presidente do BC com a oposição levanta suspeitas, sugerindo que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, exerça mais influência no BC do que o próprio governo federal.</p>
<p>“Temos um presidente do BC que não demonstra nenhuma capacidade de autonomia e que tem um claro lado político. Na minha opinião, ele trabalha muito mais para prejudicar do que para ajudar o país”, afirmou Lula. Ele ressaltou sua experiência como chefe de Estado, mencionando sua escolha por Henrique Meirelles para a presidência do BC em seu primeiro mandato, e comparando a autonomia de Meirelles à de Campos Neto.</p>
<p>Lula mencionou um evento em que Roberto Campos foi homenageado pelo governador de São Paulo, interpretando isso como um sinal de alinhamento político. “Certamente porque o governador está achando maravilhosa a taxa de juro em 10,5%”, ironizou.</p>
<h4><strong>Juros Altos e Economia</strong></h4>
<p>Lula argumentou que a taxa de juros atual não tem justificativa, especialmente considerando o contexto de baixa inflação. Ele mencionou que a inflação está sob controle e criticou o discurso de uma possível inflação futura como base para manter os juros elevados. &#8220;O Brasil não pode continuar com essa taxa proibitiva de investimento no setor produtivo&#8221;, disse Lula.</p>
<p>O presidente afirmou que diversos líderes financeiros globais, como do FMI e bancos internacionais, veem o Brasil com otimismo, o que, segundo ele, é incompatível com os altos juros praticados no país.</p>
<p>### Taxações e Desonerações<br />
Lula também criticou a postura de legisladores que defendem desonerações para setores lucrativos enquanto taxam importações de baixo valor feitas por pessoas de menor renda. Ele apontou a incoerência entre a crítica aos gastos do governo e o apoio a isenções fiscais para os ricos, citando R$ 546 bilhões em isenções fiscais.</p>
<h4><strong>Orçamento e Desonerações</strong></h4>
<p>Lula se disse disposto a discutir o orçamento nacional com diversos setores da sociedade, mas garantiu que a solução não será &#8220;em cima das pessoas mais humildes deste país&#8221;. Ele mencionou as desonerações recentes para 17 setores da indústria brasileira e questionou a falta de contrapartidas em termos de estabilidade no emprego ou aumentos salariais para os trabalhadores.</p>
<p>Ele alertou que a desoneração da folha de pagamento pode acabar se não houver um acordo entre empresários beneficiados e o Senado, uma vez que há uma decisão da suprema corte sobre o assunto.</p>
<h4><strong>Reeleição</strong></h4>
<p>Sobre uma possível candidatura à reeleição, Lula afirmou que, por enquanto, não quer discutir o assunto, destacando que ainda tem muito a cumprir em seu atual mandato. No entanto, ele não descartou a possibilidade de se candidatar novamente se isso for necessário &#8220;para evitar que os trogloditas que governaram esse país voltem a governar&#8221;. Lula enfatizou que sua prioridade é evitar o retorno de um governo que ele considera fascista e negacionista.</p>
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