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	<title>Barroso &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF define regras para uso de câmeras corporais pela PM de São Paulo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-define-regras-para-uso-de-cameras-corporais-pela-pm-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 12:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Barroso]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, estabeleceu nesta quinta-feira (26) as regras para o uso obrigatório de câmeras corporais pelos policiais militares de São Paulo. A decisão restringe a aplicação dos equipamentos a operações de grande porte, incursões em comunidades vulneráveis e ações em resposta a ataques contra agentes de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, estabeleceu nesta quinta-feira (26) as regras para o uso obrigatório de câmeras corporais pelos policiais militares de São Paulo. A decisão restringe a aplicação dos equipamentos a operações de grande porte, incursões em comunidades vulneráveis e ações em resposta a ataques contra agentes de segurança.</p>
<h3>Contexto e solicitação do governo</h3>
<p>A medida foi tomada após o governo paulista solicitar que as câmeras fossem usadas apenas em grandes operações. Atualmente, a Polícia Militar de São Paulo dispõe de 10 mil equipamentos para um efetivo de cerca de 80 mil policiais.</p>
<p>Segundo a Procuradoria-Geral do Estado, a determinação anterior de Barroso, que previa o uso amplo das câmeras, gerava dificuldades operacionais e desconsiderava a natureza de diversas ações policiais, que não apresentam risco de confronto.</p>
<h3>Decisão ajustada</h3>
<p>O ministro limitou o uso obrigatório das câmeras a situações específicas e destacou que os equipamentos devem ser alocados prioritariamente em regiões com índices elevados de letalidade policial. Além disso, o estado deverá apresentar relatórios mensais ao STF para comprovar a implementação das medidas.</p>
<p>“Delimito o uso obrigatório das câmeras em operações policiais-militares de grande envergadura, incursões em comunidades vulneráveis para restaurar a ordem pública ou em respostas a ataques contra policiais, desde que haja disponibilidade de equipamentos nas regiões,” definiu Barroso.</p>
<h3>Aquisição e críticas</h3>
<p>O estado de São Paulo firmou contrato com a Motorola em setembro deste ano para a compra de 12 mil novas câmeras. No entanto, o modelo adquirido permite que o policial ou a central de operações ative e interrompa a gravação, o que foi criticado por entidades de direitos humanos. Essas organizações defendem que o sistema de gravação contínua é mais eficiente para garantir a transparência e prevenir abusos.</p>
<p>A Secretaria da Segurança Pública argumentou que as funcionalidades do novo sistema, como o acionamento remoto e automático, compensam a falta de gravação ininterrupta.</p>
<h3>Histórico da medida</h3>
<p>O uso de câmeras corporais pela PM paulista foi acordado em abril deste ano entre o governo estadual e o STF. Desde então, o estado apresentou um cronograma de implementação e realizou licitações para ampliar o programa.</p>
<p>Em dezembro, Barroso havia determinado a obrigatoriedade irrestrita do uso das câmeras em operações policiais, o que gerou debates sobre viabilidade e eficácia. Com a nova decisão, o foco passa a ser a aplicação estratégica dos equipamentos, respeitando as limitações operacionais e logísticas do estado.</p>
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		<title>Barroso exige seriedade do judiciário no combate às queimadas criminosas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/barroso-exige-seriedade-do-judiciario-no-combate-as-queimadas-criminosas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 23:55:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Barroso]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luís Roberto Barroso, fez um apelo nesta segunda-feira (16) ao Judiciário, pedindo mais rigor no combate às queimadas criminosas que afetam o país. Durante a abertura da reunião do Observatório do Meio Ambiente e de Mudanças Climáticas do CNJ, Barroso destacou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luís Roberto Barroso, fez um apelo nesta segunda-feira (16) ao Judiciário, pedindo mais rigor no combate às queimadas criminosas que afetam o país. Durante a abertura da reunião do Observatório do Meio Ambiente e de Mudanças Climáticas do CNJ, Barroso destacou a urgência de enfrentar a impunidade dos responsáveis pelos incêndios.</p>
<p>Em seu discurso, Barroso mencionou uma conversa recente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também expressou preocupação com a falta de punição para quem provoca queimadas intencionais. &#8220;Faço um apelo ao Poder Judiciário, aos juízes brasileiros, que tratem esse crime com a seriedade que ele merece ser tratado&#8221;, declarou o ministro.</p>
<p><strong>Ação humana é a principal causa dos incêndios</strong></p>
<p>O ministro reforçou que as queimadas na Amazônia e no Pantanal são resultado direto de ações humanas. &#8220;Há a ação criminosa deliberada de colocar fogo na mata, além da queima de lixo, que também contribui para a propagação desses incêndios devastadores&#8221;, afirmou Barroso.</p>
<p><strong>Medidas emergenciais para combater os incêndios</strong></p>
<p>No contexto desse cenário alarmante, o ministro Flávio Dino, também do STF, autorizou o governo federal a liberar créditos extraordinários, fora do limite fiscal, para combater as queimadas. Além disso, Dino determinou a contratação emergencial de brigadistas e o reforço da Força Nacional para enfrentar os incêndios na Amazônia e no Pantanal, regiões que estão sendo severamente impactadas.</p>
<p>As declarações de Barroso e as ações do Judiciário refletem a necessidade de uma abordagem mais efetiva e coordenada para deter as queimadas criminosas que estão causando graves prejuízos ao meio ambiente e à saúde pública.</p>
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