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	<title>barragens &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil tem 241 barragens com risco de segurança, aponta relatório da ANA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 23:58:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um relatório divulgado nesta terça-feira (1º) pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) aponta que 241 barragens em todo o Brasil apresentam falhas graves de segurança, descumprindo requisitos da Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). Essas estruturas são consideradas prioritárias na gestão de risco por representarem ameaça a vidas humanas e serviços [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um relatório divulgado nesta terça-feira (1º) pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) aponta que 241 barragens em todo o Brasil apresentam falhas graves de segurança, descumprindo requisitos da Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). Essas estruturas são consideradas prioritárias na gestão de risco por representarem ameaça a vidas humanas e serviços essenciais em caso de acidente.</p>
<p>O levantamento, referente ao período 2024-2025, registra ainda 24 acidentes e 45 incidentes com barragens no país apenas no último ano — dois deles com vítimas fatais. As causas mais comuns estão relacionadas a eventos climáticos extremos, como cheias e chuvas intensas. O Rio Grande do Sul, que sofreu com enchentes históricas em 2024, concentrou três acidentes e 21 incidentes, de acordo com o relatório.</p>
<h3>Dados preocupantes e falhas estruturais</h3>
<p>Entre as 241 barragens de risco, 96 pertencem à iniciativa privada, 39 são administradas por entes públicos e 10 por empresas de economia mista. As demais não possuem registro de responsável. As principais finalidades dessas estruturas são: regularização de vazão (23,7%), disposição de rejeitos de mineração (21,2%), irrigação (16,6%) e abastecimento de água (12,9%).</p>
<p>O relatório indica que o Brasil possui cerca de 28 mil barragens cadastradas, mas apenas 22% delas (6.202) atendem aos critérios técnicos exigidos pela PNSB. A maior parte (53%) ainda não tem enquadramento definido, dificultando a fiscalização.</p>
<h3>Fiscalização deficitária</h3>
<p>A ANA identificou um déficit estrutural na fiscalização das barragens: em 2024, apenas 2.859 diligências de campo foram realizadas — 7% a menos que no ano anterior. Faltam profissionais: dos 356 agentes atuantes em 33 órgãos fiscalizadores, menos da metade trabalha exclusivamente com segurança de barragens.</p>
<p>O relatório também denuncia a falta de orçamento específico para ações preventivas. Apesar da previsão de R$ 272 milhões para o setor este ano, apenas R$ 141 milhões foram efetivamente pagos — pouco mais da metade do valor planejado.</p>
<h3>Alertas e recomendações</h3>
<p>O documento da ANA é categórico ao apontar que, sem reforço nas equipes técnicas e financiamento adequado, a governança sobre a segurança das barragens continuará comprometida, ampliando o risco de tragédias como as de Brumadinho (2019) e Mariana (2015).</p>
<p>Além de apresentar dados atualizados, o relatório traz orientações para órgãos públicos e responsáveis pelas estruturas, com diretrizes de prevenção, correção de falhas e necessidade urgente de atualização cadastral e planos de segurança.</p>
<p>Publicada anualmente, a análise é considerada essencial para o acompanhamento da implementação da PNSB, em vigor desde 2010.</p>
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