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	<title>Banco Central &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Banco Central &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mercado financeiro revisa inflação para cima e projeta alta de 4,89% em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 14:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Analistas do mercado financeiro elevaram a projeção da inflação oficial para 2026, indicando um índice de 4,89% ao final do ano. A estimativa, divulgada no boletim Focus do Banco Central do Brasil, representa um avanço em relação às previsões anteriores e coloca o indicador próximo do limite superior da meta estabelecida para o período. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Analistas do mercado financeiro elevaram a projeção da inflação oficial para 2026, indicando um índice de 4,89% ao final do ano. A estimativa, divulgada no boletim Focus do Banco Central do Brasil, representa um avanço em relação às previsões anteriores e coloca o indicador próximo do limite superior da meta estabelecida para o período.</p>
<p>O índice considerado é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, que mede a variação de preços de produtos e serviços consumidos pelas famílias. A meta oficial de inflação para 2026 é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — o que estabelece o teto em 4,5%.</p>
<h3>Pressões persistentes nos preços</h3>
<p>A revisão para cima reflete um cenário de pressões inflacionárias ainda presentes na economia. Entre os fatores que influenciam o aumento das expectativas estão os preços de alimentos, serviços e custos administrados, além de incertezas no ambiente internacional.</p>
<p>Economistas avaliam que a persistência desses elementos dificulta uma desaceleração mais rápida da inflação, mesmo diante de políticas monetárias mais restritivas.</p>
<h3>Impacto nas decisões sobre juros</h3>
<p>O comportamento da inflação é um dos principais fatores considerados pelo Banco Central na definição da taxa básica de juros, a Selic. Com a projeção próxima ao teto da meta, cresce a possibilidade de manutenção de juros elevados por mais tempo, como forma de conter a alta de preços.</p>
<p>Esse cenário tende a impactar diretamente o crédito, o consumo e os investimentos, já que juros mais altos encarecem financiamentos e reduzem a atividade econômica.</p>
<h3>Crescimento econômico moderado</h3>
<p>Além da inflação, o boletim Focus também reúne projeções para outros indicadores. A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) segue moderada, refletindo um ambiente de cautela tanto no consumo das famílias quanto nos investimentos.</p>
<p>A combinação de inflação elevada e juros altos cria um cenário desafiador para a expansão econômica, especialmente em setores mais sensíveis ao crédito.</p>
<h3>Câmbio e cenário externo</h3>
<p>Outro ponto de atenção é o comportamento do câmbio. A expectativa para o dólar também influencia a inflação, já que a valorização da moeda americana pode encarecer produtos importados e insumos industriais.</p>
<p>O ambiente internacional, marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços de commodities, também contribui para a volatilidade das projeções econômicas.</p>
<h3>Expectativas e confiança do mercado</h3>
<p>O boletim Focus é divulgado semanalmente e reúne estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos do país. As revisões constantes refletem a percepção do mercado diante de mudanças no cenário interno e externo.</p>
<p>A elevação da previsão da inflação reforça um momento de atenção para a economia brasileira, indicando que o controle dos preços ainda é um desafio relevante para as autoridades monetárias.</p>
<h3>Cenário de atenção para consumidores</h3>
<p>Para a população, o aumento das projeções de inflação sinaliza possível continuidade da pressão no custo de vida. Produtos essenciais, como alimentos e serviços básicos, tendem a permanecer no centro das preocupações.</p>
<p>Diante desse quadro, especialistas recomendam cautela no planejamento financeiro, enquanto o país segue acompanhando os desdobramentos da política econômica e do cenário global.</p>
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		<title>Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 4,36% em 2026, aponta Banco Central</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-436-em-2026-aponta-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Iinflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[As projeções do mercado financeiro para a inflação brasileira voltaram a subir e indicam um cenário de maior pressão sobre os preços em 2026. De acordo com o mais recente Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi elevada para 4,36% neste ano. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As projeções do mercado financeiro para a inflação brasileira voltaram a subir e indicam um cenário de maior pressão sobre os preços em 2026. De acordo com o mais recente Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi elevada para 4,36% neste ano.</p>
<p>O levantamento reúne expectativas de mais de uma centena de instituições financeiras e é considerado uma das principais referências para acompanhar o comportamento futuro da economia. A nova revisão mantém a inflação próxima ao teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 3%, com margem de tolerância de até 4,5%.</p>
<p>A alta nas projeções reforça uma tendência observada nas últimas semanas. Relatórios anteriores já apontavam aumento gradual nas estimativas, com o índice ultrapassando a marca de 4% após um período de estabilidade abaixo desse patamar.</p>
<p>Além da inflação, o mercado também atualizou outras previsões macroeconômicas. A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 permanece moderada, girando em torno de 1,8%, refletindo um ritmo de expansão mais contido da economia brasileira.</p>
<p>No campo monetário, as projeções indicam manutenção de juros elevados. A taxa básica (Selic) deve encerrar o ano na faixa de 12%, evidenciando a necessidade de uma política mais restritiva para conter a inflação.</p>
<p>Outro ponto observado no relatório é a relativa estabilidade nas expectativas para os anos seguintes. Para 2027, a inflação projetada permanece abaixo de 4%, enquanto para horizontes mais longos, como 2028 e 2029, as estimativas seguem próximas de 3,5%, sinalizando uma possível convergência gradual para a meta.</p>
<p>O Boletim Focus é divulgado semanalmente pelo Banco Central e consolida as percepções do mercado sobre variáveis como inflação, crescimento econômico, câmbio e juros. As revisões frequentes refletem mudanças no cenário interno e externo, incluindo comportamento dos preços de commodities, política fiscal e dinâmica da economia global.</p>
<p>Com a inflação projetada em patamar elevado, o cenário reforça desafios para a política econômica ao longo de 2026, exigindo equilíbrio entre controle de preços e estímulo ao crescimento.</p>
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		<title>Governo do Distrito Federal propõe usar imóveis públicos para reforçar capital do Banco de Brasília</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-do-distrito-federal-propoe-usar-imoveis-publicos-para-reforcar-capital-do-banco-de-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 17:21:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[BRB]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[GDF]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo do Distrito Federal encaminhou à Câmara Legislativa um projeto de lei que autoriza a utilização de 12 imóveis públicos como instrumento para fortalecer o caixa do Banco de Brasília. A proposta integra o plano apresentado ao Banco Central do Brasil com o objetivo de levantar ao menos R$ 2,6 bilhões e recompor perdas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Distrito Federal encaminhou à Câmara Legislativa um projeto de lei que autoriza a utilização de 12 imóveis públicos como instrumento para fortalecer o caixa do Banco de Brasília. A proposta integra o plano apresentado ao Banco Central do Brasil com o objetivo de levantar ao menos R$ 2,6 bilhões e recompor perdas associadas à aquisição de carteiras de crédito do Banco Master.</p>
<p>De acordo com o Executivo local, os imóveis poderão servir como garantia em operações de crédito, inclusive em eventual empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O governo ressalta que a medida não implica venda imediata do patrimônio público, mas busca oferecer maior segurança a credores, reduzir riscos de inadimplência e, consequentemente, obter condições financeiras mais vantajosas para o banco.</p>
<h3>Estratégia de capitalização</h3>
<p>O texto legislativo prevê três frentes principais: a integralização de capital com bens móveis ou imóveis; a alienação de patrimônio com destinação direta dos recursos ao banco; e a adoção de outras medidas autorizadas pelo Sistema Financeiro Nacional.</p>
<p>Caso aprovado, o projeto permitirá ao GDF transferir propriedades ao BRB, estruturar operações por meio de fundos imobiliários, constituir garantias reais ou até realizar vendas diretas. As alternativas poderão ser executadas de forma isolada ou combinada, conforme a estratégia financeira adotada.</p>
<p>A iniciativa surge em meio ao monitoramento regulatório intensificado após operações envolvendo o BRB e o Banco Master, que impactaram indicadores de capital e colocaram a instituição sob maior escrutínio do mercado e das autoridades.</p>
<h3>Imóveis listados</h3>
<p>Entre as áreas incluídas na proposta estão o Centro Administrativo do Distrito Federal (Centrad), em Taguatinga, além de terrenos localizados no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), no Parque do Guará, no Lago Sul, na Asa Norte e no Setor Habitacional Tororó, próximo ao complexo da Papuda.</p>
<p>Os imóveis pertencem a estatais distritais como a Terracap e a Novacap. O projeto determina que qualquer operação deverá ser precedida de avaliação técnica dos bens, observância das regras de governança e respeito ao interesse público.</p>
<h3>Pressão do Banco Central e desafios fiscais</h3>
<p>A necessidade de reforço de capital ganhou urgência após o Banco Central sinalizar a possibilidade de impor restrições operacionais ao BRB caso não haja recomposição adequada até a divulgação do próximo balanço, prevista para 31 de março. Entre as medidas potenciais estariam limitações à expansão de negócios e restrições a novas operações de crédito.</p>
<p>Nos últimos meses, o banco vendeu carteiras de crédito para instituições privadas a fim de recuperar liquidez. Contudo, essa estratégia não elevou o patrimônio líquido — elemento central para melhorar o índice de Basileia, indicador que mede a solidez financeira das instituições bancárias.</p>
<p>Outro obstáculo enfrentado pelo Distrito Federal é a recente piora na nota de Capacidade de Pagamento (Capag), divulgada pelo Tesouro Nacional. A classificação C impede o governo local de contratar empréstimos com garantia da União, restringindo alternativas tradicionais de financiamento.</p>
<p>O projeto agora será debatido pelos deputados distritais, em meio a um cenário de pressão regulatória e necessidade urgente de recomposição do capital do banco público.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz projeção da inflação para 2026 e mantém expectativa moderada de crescimento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-projecao-da-inflacao-para-2026-e-mantem-expectativa-moderada-de-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a revisar para baixo a expectativa de inflação no Brasil em 2026. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,99% para 3,97%, marcando a quinta semana consecutiva de redução na estimativa. O novo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a revisar para baixo a expectativa de inflação no Brasil em 2026. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,99% para 3,97%, marcando a quinta semana consecutiva de redução na estimativa.</p>
<p>O novo patamar mantém a inflação projetada dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%. Para os anos seguintes, o mercado manteve estabilidade nas previsões: 3,8% em 2027 e 3,5% tanto em 2028 quanto em 2029.</p>
<p>A primeira leitura oficial do IPCA de 2026 será divulgada nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com os dados referentes ao mês de janeiro. No fechamento de 2025, a inflação acumulada ficou em 4,26%, após alta de 0,33% em dezembro, pressionada principalmente pelos preços de passagens aéreas e transportes por aplicativo.</p>
<p>No campo da política monetária, o boletim Focus aponta manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano no momento. O nível é o mais elevado desde julho de 2006 e vem sendo mantido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) pela quinta reunião consecutiva. Em comunicado recente, o Banco Central indicou que poderá iniciar o ciclo de cortes na reunião de março, desde que o cenário inflacionário permaneça favorável.</p>
<p>A expectativa do mercado é que a Selic encerre 2026 em 12,25% ao ano. Para 2027, a projeção é de nova redução, para 10,5%, chegando a 10% em 2028 e 9,5% em 2029. Juros mais altos têm como objetivo conter a inflação ao desestimular o consumo e encarecer o crédito, enquanto a redução da taxa tende a estimular a atividade econômica, ainda que com menor controle sobre os preços.</p>
<p>Em relação ao crescimento econômico, as instituições financeiras mantiveram a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,8% para 2026. O mesmo percentual é projetado para 2027, enquanto para 2028 e 2029 a expectativa é de crescimento de 2% ao ano. O desempenho recente da economia brasileira foi marcado por estabilidade no terceiro trimestre de 2025, com avanço de 0,1%, impulsionado principalmente pela indústria e pela agropecuária.</p>
<p>O IBGE deve divulgar o resultado consolidado do PIB de 2025 no próximo dia 3 de março. Em 2024, a economia brasileira registrou crescimento de 3,4%, o quarto ano consecutivo de alta e o melhor desempenho desde 2021.</p>
<p>Já no câmbio, o mercado manteve a projeção de dólar a R$ 5,50 ao fim de 2026, patamar que também é esperado para o encerramento de 2027, refletindo um cenário de relativa estabilidade nas expectativas para a moeda norte-americana.</p>
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		<title>Copom decide hoje sobre Selic em meio a quórum reduzido e incertezas inflacionárias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-hoje-sobre-selic-em-meio-a-quorum-reduzido-e-incertezas-inflacionarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 15:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (28) se mantém a Taxa Selic no atual patamar de 15% ao ano, o mais elevado desde julho de 2006. A reunião marca a primeira decisão de política monetária de 2026 e ocorre em um cenário de desaceleração da inflação, mas ainda com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (28) se mantém a Taxa Selic no atual patamar de 15% ao ano, o mais elevado desde julho de 2006. A reunião marca a primeira decisão de política monetária de 2026 e ocorre em um cenário de desaceleração da inflação, mas ainda com pressões relevantes, especialmente no setor de serviços.</p>
<p>A expectativa predominante entre analistas é de manutenção dos juros. Apesar da recente queda do dólar, que voltou a girar em torno de R$ 5,20, o Banco Central tem reiterado a necessidade de cautela diante do ambiente de incertezas econômicas. Desde setembro de 2024, a Selic foi elevada sete vezes consecutivas, permanecendo inalterada nas últimas quatro reuniões.</p>
<p>A decisão desta quarta será tomada com quórum incompleto. Os mandatos dos diretores Renato Gomes, responsável pela Organização do Sistema Financeiro, e Paulo Pichetti, de Política Econômica, expiraram ao fim de 2025. As indicações dos substitutos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva só devem ser enviadas ao Senado após o retorno do Congresso Nacional, em fevereiro.</p>
<p>Na ata da reunião anterior, realizada em dezembro, o Copom afirmou que a Selic deverá permanecer em nível elevado por um período prolongado, com o objetivo de assegurar a convergência da inflação à meta. Não houve, no entanto, sinalização clara sobre o início de um eventual ciclo de cortes.</p>
<p><strong>Inflação sob observação</strong></p>
<p>O comportamento dos preços segue no centro das atenções. O IPCA-15, prévia da inflação oficial, registrou alta de apenas 0,2% em outubro e acumula 4,5% em 12 meses, exatamente no teto da meta contínua. Já o IPCA cheio de novembro será divulgado ainda nesta quarta-feira.</p>
<p>Segundo o boletim Focus mais recente, a estimativa de inflação para 2025 recuou para 4,4%, levemente abaixo do limite superior da meta, que é de 4,5%. A meta central, em vigor desde janeiro de 2025, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>No novo regime de meta contínua, a inflação passa a ser avaliada mês a mês, sempre com base no acumulado em 12 meses, o que amplia o horizonte de monitoramento da política monetária e reduz a dependência do índice fechado de dezembro.</p>
<p><strong>Função da Selic</strong></p>
<p>A Selic é a principal ferramenta do Banco Central para controlar a inflação. Juros mais altos encarecem o crédito, desestimulam o consumo e a produção e ajudam a conter pressões inflacionárias. Por outro lado, taxas elevadas por períodos prolongados tendem a frear o crescimento econômico.</p>
<p>A decisão do Copom será anunciada no início da noite. O mercado acompanha atentamente o comunicado e, principalmente, o tom adotado pelo Banco Central, em busca de sinais sobre quando poderá começar um ciclo de flexibilização monetária.</p>
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		<title>Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-projeta-inflacao-de-406-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 14:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025. Apesar do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025.</p>
<p>Apesar do pequeno ajuste, o boletim indica estabilidade em três das quatro principais projeções acompanhadas pelo mercado. A inflação foi o único indicador a registrar mudança, interrompendo uma sequência de oito semanas consecutivas de queda nas estimativas. Há quatro semanas, a projeção para o IPCA de 2026 era de 4,16%.</p>
<p>Para os anos seguintes, o cenário permanece inalterado há nove semanas. A inflação projetada é de 3,80% em 2027 e de 3,50% em 2028, níveis próximos ao centro da meta estabelecida para o médio prazo.</p>
<h3>Meta de inflação segue no radar</h3>
<p>A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2025 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%. A prévia da inflação oficial de dezembro, medida pelo IPCA-15, foi de 0,25%, levando o acumulado em 12 meses a 4,41%, dentro do limite da meta.</p>
<p>Esse foi o segundo mês consecutivo em que a inflação acumulada permaneceu dentro da margem de tolerância. Em novembro, o índice havia recuado para 4,5%, após ter permanecido acima do teto desde janeiro. O pico do período ocorreu em abril, quando o acumulado chegou a 5,49%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h3>PIB mantém projeção de crescimento moderado</h3>
<p>As estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) seguem estáveis. O mercado financeiro projeta crescimento de 1,8% para a economia brasileira em 2026, mesmo percentual esperado para 2027. Para 2028, a expectativa é de uma expansão um pouco maior, de 2%.</p>
<h3>Câmbio e Selic permanecem estáveis</h3>
<p>No câmbio, a projeção é de que o dólar encerre 2026 cotado a R$ 5,50, valor que não sofre alterações há 12 semanas. Para 2027, a estimativa também é de R$ 5,50, enquanto para 2028 o mercado projeta R$ 5,52.</p>
<p>Já a taxa básica de juros (Selic), que fechou 2025 em 15% ao ano, deve iniciar um ciclo de queda ao longo de 2026, recuando para 12,25%. Para 2027, a expectativa é de 10,50%, e para 2028, de 9,75%.</p>
<p>A Selic está no maior patamar desde julho de 2006, quando atingiu 15,25% ao ano. Após cair para 10,5% em maio do ano passado, a taxa voltou a subir em setembro de 2024, alcançando novamente 15% na reunião de junho de 2025, nível mantido desde então.</p>
<p>Segundo o Banco Central, a elevação da Selic tem como objetivo conter a demanda aquecida, encarecendo o crédito e estimulando a poupança, o que ajuda a controlar a inflação. Por outro lado, juros mais altos tendem a dificultar a expansão da economia. Quando a taxa é reduzida, o efeito é o oposto: o crédito fica mais barato, incentivando o consumo e a produção, ainda que com menor controle inflacionário.</p>
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		<title>Copom decide hoje se mantém Selic em 15% ao ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-hoje-se-mantem-selic-em-15-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:53:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa de Juros]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (4) para decidir o futuro da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, o maior nível desde julho de 2006. A expectativa do mercado é de que os juros sejam mantidos inalterados, diante da combinação entre inflação em desaceleração e pressões persistentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (4) para decidir o futuro da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, o maior nível desde julho de 2006. A expectativa do mercado é de que os juros sejam mantidos inalterados, diante da combinação entre inflação em desaceleração e pressões persistentes sobre alguns preços, como o da energia.</p>
<p>Esta é a penúltima reunião do Copom em 2025, e o anúncio oficial será feito no início da noite. Nas últimas duas decisões, em julho e setembro, o comitê já havia optado por manter a taxa, sinalizando que pretende segurar os juros “por tempo prolongado”.</p>
<p>De acordo com a ata mais recente, o Banco Central avalia que o cenário internacional — especialmente a política monetária dos Estados Unidos e as tarifas impostas pelo país — tem exercido forte influência sobre a economia brasileira. Internamente, a inflação recua, mas ainda sofre com custos elevados de energia e serviços.</p>
<p>O boletim Focus indica que a Selic deve continuar em 15% até o fim de 2025 ou início de 2026, com o início do ciclo de queda dos juros previsto apenas no segundo semestre do próximo ano.</p>
<h3>Inflação em queda</h3>
<p>A prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, ficou em 0,18% em outubro, acumulando 4,94% em 12 meses. O recuo no preço dos alimentos tem ajudado a conter o índice. A expectativa de inflação para 2025 foi revisada para 4,55%, levemente acima do teto da nova meta contínua, de 4,5%.</p>
<h3>Entenda o impacto da Selic</h3>
<p>A Taxa Selic serve de referência para todas as taxas de juros da economia. Quando sobe, encarece o crédito e desestimula o consumo, ajudando a conter a inflação. Quando cai, barateia os empréstimos e estimula a atividade econômica, mas pode aumentar a pressão sobre os preços.</p>
<p>Com o novo sistema de meta contínua de inflação, em vigor desde janeiro, o Banco Central persegue uma meta de 3% ao ano, com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O resultado da reunião do Copom deve indicar se o Banco Central manterá o tom conservador na política monetária ou começará a preparar o terreno para uma futura redução da taxa — movimento aguardado</p>
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		<title>Mercado financeiro ajusta previsão e vê inflação em 4,55% no fim de 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-ajusta-previsao-e-ve-inflacao-em-455-no-fim-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 14:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro reduziu levemente sua projeção para a inflação oficial do país em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,56% para 4,55%. Embora a variação seja mínima, a projeção ainda está acima do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro reduziu levemente sua projeção para a inflação oficial do país em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,56% para 4,55%.</p>
<p>Embora a variação seja mínima, a projeção ainda está acima do teto da meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O Focus também manteve as projeções de 4,2% para 2026, 3,8% para 2027 e 3,5% para 2028, apontando para uma tendência de desaceleração gradual dos preços nos próximos anos.</p>
<h3>Juros permanecem altos</h3>
<p>Para tentar conter a inflação, o Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano, conforme decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em setembro. A instituição indicou, em ata, que deve manter os juros elevados por um “período prolongado” até garantir a convergência da inflação à meta.</p>
<p>O Copom volta a se reunir nesta semana, nos dias 4 e 5 de novembro, para reavaliar o cenário.<br />
A expectativa do mercado é que a taxa básica permaneça em 15% até o fim de 2025, caindo gradualmente para 12,25% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>Economistas explicam que, embora a Selic alta ajude a controlar os preços, também freia a atividade econômica, já que encarece o crédito e desestimula o consumo.</p>
<h3>PIB estável e dólar em leve alta</h3>
<p>A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi mantida em 2,16% para 2025, impulsionada principalmente pelos setores de serviços e indústria, que cresceram 0,4% no segundo trimestre.</p>
<p>Para os anos seguintes, o mercado espera uma expansão mais moderada, de 1,78% em 2026, 1,9% em 2027 e 2% em 2028.</p>
<p>A cotação do dólar também deve permanecer pressionada, com previsão de R$ 5,41 ao fim de 2025 e R$ 5,50 em 2026.</p>
<p>Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, consolidando o quarto ano consecutivo de expansão e o melhor resultado desde 2021, quando o PIB subiu 4,8%.</p>
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		<title>Pix ganha botão de contestação para vítimas de fraudes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pix-ganha-botao-de-contestacao-para-vitimas-de-fraudes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 13:53:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[botão de contestação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[Med]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central anunciou nesta quarta-feira (1º) a liberação do botão de contestação do Pix, que permitirá aos usuários solicitar a devolução de valores em casos de fraude, golpe ou coerção de forma 100% digital, sem necessidade de contato com centrais de atendimento. A ferramenta faz parte do Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central anunciou nesta quarta-feira (1º) a liberação do botão de contestação do Pix, que permitirá aos usuários solicitar a devolução de valores em casos de fraude, golpe ou coerção de forma 100% digital, sem necessidade de contato com centrais de atendimento.</p>
<p>A ferramenta faz parte do Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado em 2021, e agora acessível diretamente nos aplicativos das instituições financeiras.</p>
<h4>Como funciona</h4>
<ul>
<li>Ao acionar o botão, a contestação é enviada instantaneamente ao banco do recebedor.</li>
<li>A instituição deve bloquear os valores disponíveis (totais ou parciais).</li>
<li>Os bancos envolvidos têm até 7 dias para analisar o caso.</li>
<li>Se confirmada a fraude, a devolução deve ocorrer em até 11 dias após a contestação.</li>
</ul>
<h4>Limitações</h4>
<p>O recurso não se aplica a erros de digitação, desacordos comerciais ou arrependimentos, sendo exclusivo para transações fraudulentas.</p>
<h4>Novidade no rastreamento</h4>
<p>A partir de 23 de novembro, será possível devolver valores não apenas da conta usada na fraude, mas também de outras contas ligadas ao fraudador — medida que será obrigatória em fevereiro de 2026. A mudança busca mapear o caminho do dinheiro e impedir que golpistas esvaziem rapidamente a conta inicial.</p>
<p>Segundo o BC, a novidade deve elevar as chances de recuperação dos valores, desestimular fraudes e identificar contas usadas repetidamente em golpes, evitando sua reutilização.</p>
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		<title>Mercado revisa para baixo previsão da inflação em 2025, mas índice segue acima da meta do BC</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-revisa-para-baixo-previsao-da-inflacao-em-2025-mas-indice-segue-acima-da-meta-do-bc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 13:41:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão da inflação para 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,95% para 4,86%, registrando a 13ª queda consecutiva. Apesar da revisão, a projeção permanece acima do teto da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão da inflação para 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,95% para 4,86%, registrando a 13ª queda consecutiva.</p>
<p>Apesar da revisão, a projeção permanece acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3%, com tolerância entre 1,5% e 4,5%. Nos últimos 12 meses, a inflação acumulada atingiu 5,23%, puxada principalmente pelo aumento na conta de energia, ainda que alimentos tenham registrado queda pelo segundo mês seguido.</p>
<h3><strong>Crescimento econômico em ritmo mais lento</strong></h3>
<p>A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2025 caiu de 2,21% para 2,18%, mantendo a projeção de desaceleração da economia em relação a 2024, quando o crescimento foi de 3,4% – o quarto ano seguido de alta. Para 2026, o mercado prevê avanço de 1,86%.</p>
<h3><strong>Juros e câmbio</strong></h3>
<p>A taxa Selic, hoje em 15% ao ano, deve se manter nesse patamar até o fim de 2025, segundo analistas. O mercado projeta recuo gradual a partir de 2026, quando pode cair para 12,5%, chegando a 10% em 2028.</p>
<p>A previsão para o dólar é de R$ 5,59 ao fim deste ano, com ligeira alta para R$ 5,64 até 2026.</p>
<p>Com inflação ainda pressionada e juros elevados, o cenário econômico aponta para um equilíbrio delicado: controlar preços sem sufocar o crescimento.</p>
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